Mamei o Chefão durante a reunião
O dia que virei propriedade do Chefão, depois de o mamar durante uma reunião online.
Olá meus tesudos!
Hoje vou contar-vos uma das aventuras mais marcantes que tive com um patrão meu aos 20 anos.
Tudo aconteceu no escritório dele. Ele é um homem alto, cerca de 1.85 cm, robusto, ligeiramente acima do peso, olhos escuros e barbudo, uma verdadeira delícia de homem. Na altura já tinha 46 anos, portanto já tinha o cabelo meio preto, meio grisalho.
Aquele homem enlouquecia-me quando estava sentado. Claramente ele tinha um bastão no meio das pernas. Aquele volume imenso e lindo, acompanhado por umas belas coxas grossas, numas calças de terno social, faziam-me desejá-lo cegamente e imaginava poder-me ajoelhar na sua frente e engolir cada centímetro do seu membro. Evidentemente que foi ele que me fez amar e ser obcecado por homens de terno.
Eu era uma espécie de assistente secundário, mas trabalhava regularmente com ele. Como CEO da empresa, manifestava um domínio absoluto e uma seriedade intimidante, mas naquela tarde, esse controlo estava prestes a ser testado ao limite.
Pouco antes da hora de almoço, fui-lhe levar uns relatórios que ele iria precisar para uma reunião que iria ter à tarde com um cliente importante. Quando entrei, ele estava de costas para a porta, a olhar pela janela, numa chamada telefónica que não parecia estar a correr bem. Era a mulher dele e pelos vistos estavam a discutir, mas não deu para apanhar muito, porque ele desligou a chamada praticamente logo após eu ter entrado.
— Aqui estão os relatórios, Sr. Lobo! — Disse-lhe eu esticando a mão para lhos entregar.
Ele pegou nos papéis e sentou-se na secretaria, mesmo à minha frente de pernas cruzadas e esticadas. Como era de esperar, evidenciou ainda mais o seu dote de macho ursão. Ele estava a falar comigo, a explicar-me o que consistia a reunião que ele iria ter e que precisaria de mim, mas eu estava completamente vidrado do pau imenso daquele homem. Possivelmente será grande por ele ser um bocadinho forte, pensei eu que não seria nada de mais, mas aquele cenário era hipnotizante. Felizmente eu estava a ouvir tudo, e a reter a informação, mas o meu olhar sempre na mesma direção. O volume do chefe.
A dado momento ele percebeu e perguntou para onde é que eu estava a olhar. Todo encabulado, respondi que estava a olhar para os relatórios e eis que ele questiona:
— Sim, mas os relatórios estão aqui em cima e não aqui em baixo. — Falou ele apertando o precioso.
Naquele momento eu congelei. Não era no pau dele que eu queria enfiar a minha cabeça, mas sim num buraco bem fundo. Porém, para tentar convence-lo argumentei:
— Não, Sr. Lobo, estava a olhar para os relatórios! — Seguido de um sorrisinho parvo.
Ele sabia que eu era gay e não perdeu tempo a provocar-me. Levantou-se, aproximou-se de mim e amarrou a minha mão, levando-a até ao seu mastro. Tentei resistir, afastando a mão, mas ele não estava afim de largar e com a outra mão amarrou no meu pescoço e proferiu num tom ameaçador:
— Vais-me dizer a verdade, ou vou ter de arrancá-la à força?
Engoli em seco e pedi desculpa:
— Peço imensa desculpa senhor, mas era tão chamativo que não consegui desviar o olhar! Prometo que não volta a acontecer.
Com um olhar suplicante, eu não parava de pedir desculpa. Foi então que ele tirou a mão do meu pescoço e tapou-me a boca.
— Cala-te, já percebi. Shhhhhhhh… só sente! — Ordenou ele num tom mais baixo e mais calmo.
— Era isto que querias fazer? — inquiriu ele e como já não tinha nada a perder, só acenei com a cabeça que sim e aproveitei para passar a mão e apreciar cada detalhe.
— Queres sentir de outra forma? — indagou ele e novamente abanei com a cabeça em sinal de afirmação.
Ele afastou-se e foi em direção à porta. Trancou-a e voltou, sentando-se na sua cadeira. De seguida, ordenou que me pusesse de joelhos e mãos no chão, aos seus pés e colocasse a minha cabeça sobre a sua zona pélvica, sem lamber e obedeci. Eu passava os lábios e o nariz para sentir cada detalhe e cada aroma daquele homem. Contemplando aquele monumento de baixo para cima, via-me cercado por aquelas coxas imensas e um pau já extremamente tenso com rocha, envolto no tecido macio e semibrilhante do seu terno preto. Sentia-me extremamente dominado e realizado. Estava a fazer o que sempre sonhei desde a primeira vez que o conheci.
Obviamente ele estava a adorar. As mãos dele apertavam as braçadeiras da cadeira, fazendo com que as veias delas latejassem como cobras, refastelando a cabeça para trás, libertando uma respiração suave, mas bem audível. Levou as mãos até à minha nuca e enterrou a minha boca nos colhões dele e começou a roçar-se e a gemer baixinho. O piroco dele já estava quase a estourar as calças e de repente ele amarra-me no cabelo, puxa para trás e diz:
— Por agora chega. Vai almoçar que daqui a pouco temos a reunião. — E eu afirmou com um enorme sorriso de seguida:
— Sim, Sr. Lobo!
Fui para o meu local de trabalho, recompor-me um bocado e fui almoçar. Estava incrédulo com o que tinha acontecido e não parava de pensar em cada detalhe daquele homem, o cheiro, o toque, as reações do corpo dele, tudo estava a formar um turbilhão na minha cabeça, mas sabia que tinha de concentrar-me, porque esta reunião era importante para ele.
A hora tinha chegado. Sentado na sua imensa secretária, o Sr. Lobo endireitou a gravata, a camisa e o casaco, ligou a câmara para a videoconferência crucial. No ecrã, com o rosto sério, eu aguardava as suas diretrizes. Subitamente o chefe começou a escrever e recebi uma mensagem dele que dizia o seguinte:
“Sem fazer barulho e com cuidado, vai para debaixo da mesa e mama.”
Fiquei a olhar para a mensagem de olhos esbugalhados durante alguns segundo e recebo outra mensagem:
“Era para hoje”
Não perdi tempo e obedecia aquele macho prepotente.
Eu sabia exatamente o que fazer. Enquanto o meu chefe começava a falar com uma voz firme e autoritária, eu comecei a desapertar o cinto, com uma lentidão torturante. Ele continuava estável, descrevendo os seus objetivos para o cliente. O meu toque era audaz e experiente, explorando cada reação silenciosa do corpo dele.
Quando o Lobo sentiu o primeiro contacto quente e húmido, as mãos dele, que antes gesticulavam livremente, agora agarraram-se às braçadeiras da cadeira com uma força colossal que os nós dos dedos ficaram brancos. Ele fez uma pausa de dois segundos. Tempo suficiente para um dos investidores perguntar se a ligação tinha caído.
— Estou aqui, sim! — respondeu o chefe, a voz uma oitava mais profunda, lutando para não deixar transparecer o arrepio que lhe percorria a espinha.
Por baixo da mesa, eu deliciava-me com o perigo e aquele pau grosso cheio de veias. Conseguia ouvir a vibração da voz dele através da madeira e sentir a tensão nos músculos das pernas do meu patrão gostoso. A cada movimento rítmico da minha boca a deslizar por aquela piroca gorda e deliciosa, a respiração dele tornava-se mais curta, mas ele era um mestre do disfarce.
Uma das vezes que levantei o olhar, vi-o fechar os olhos por um breve momento, permitindo-lhe sentir a intensidade do que eu lhe estava a proporcionar. A sensação era avassaladora: o contraste entre a conversa fria sobre números e o calor proibido que acontecia a poucos centímetros da lente da webcam.
Quando a reunião finalmente se aproximava do fim, o chefe fez um último esforço de concentração.
— Agradeço a vossa presença. Enviarei estas propostas que vos fiz por e-mail. — disse ele, com a voz ligeiramente trémula, mas carregada de uma satisfação secreta.
Assim que o ícone da chamada se desligou e a luz vermelha da câmara se apagou, inclinou a cadeira para trás, soltando um suspiro longo e pesado que ecoou pelo escritório vazio. Tirei o pau da boca e, com um sorriso de triunfo nos lábios e olhar desafiador, felicitei-o:
— Foi muito convincente, Sr. Lobo, muitos parabéns!
Logo de seguida, voltei a engolir aquela delícia de caralho e ele olhou para mim, com o coração ainda a bater acelerado e sorriu. O perigo tinha passado, mas o desejo apenas tinha começado.
Ele cravou as mãos na minha nuca e empurrou-me contra a piroca dele, fazendo-me engasgar e sufocar. Eu estava a amar aquela cena de submissão e impotência que ele estava a fazer recair sobre mim. Quando percebo que ele me segura a cabeça sem me deixar sair, ouço uns urros abafados e sinto o esperma grosso e abundante dele escorrer pela minha garganta a baixo. Como não estava a contar, tossi e expeli algum para fora, no qual ele fez-me engolir de novo.
Levantei-me lentamente, limpando o canto da boca com o polegar, um gesto carregado de uma confiança que não mostrava habitualmente diante dele. Apoiei as mãos na superfície da secretária, inclinando-me sobre ela, ficando cara a cara com o patrão.
— Estava a vacilar no final, Chefinho. — provoquei eu, usando o nome que me veio à cabeça naquele momento intenso.
O patrão soltou uma risada rouca e esticou o braço, agarrou-me pela nuca, puxou-me para mais perto e disse seguido de um estalo na minha cara:
— Tu sabias exatamente o que estavas a fazer, seu insolente! E a partir de agora, é Chefão e não Chefinho. — disse o Lobo, com um tom de voz de repreensão, misturado com desejo puro.
Mesmo com esta represália, não recuou. Pelo contrário, sentei-me na borda da secretária de mogno, afastando os relatórios para o lado com um gesto casual.
— O risco é o que torna tudo mais interessante, não acha? Além disso... eu sei que gostou de me ver engolir cada centímetro desse mastro delicioso!
O Chefão levantou-se da cadeira, mas em vez de se afastar, posicionou-se entre as minhas pernas, começou a desabotoar os primeiros botões da minha camisa, e meteu uma mão por dentro, no meu peito e começou a massajar. Eu já estava completamente entregue àquele homem. Repentinamente, ele leva as mãos até ao meu rosto e sussurra:
— A reunião acabou, mas o teu trabalho aqui, ainda não terminou.
Ele empurrou-me suavemente para trás, fazendo-me deitar sobre a superfície de madeira onde, minutos antes, se decidiam destinos financeiros. Soltou um gemido baixo quando sentiu as mãos firmes dele percorrerem o meu corpo.
Para o resto do pessoal, o Sr. Ricardo Lobo era o CEO intocável, mas ali, naquele espaço privado, ele entregava-se totalmente àquele jogo perigoso com o seu assistente secundário.
Ele puxou-me para a borda da secretária, deslizou as mãos firmes pelas minhas coxas, enquanto os nossos lábios se encontraram num beijo voraz e sedento, enquanto arrancava as minhas roupas do meu corpo fervente, provocado por aquele clima fogoso e eu desapertava a camisa dele para apreciar aquele matulão peludo.
Virei-me de costas para ele e amarrou-me como se eu fosse um fugitivo e começou a encher-me de beijos, no pescoço, nos ombros e empurrou o meu tronco sobre a madeira gelada, deixando o meu bumbum desprotegido à sua mercê. O Lobo, depois de uns tapas valentes, exclamou:
— Tu provocaste isto, agora vais aguentar as consequências.
Sem qualquer hesitação, ajoelhou-se entre as minhas pernas e começou a lamber o meu buraquinho como se não houvesse amanhã. Ele queria que eu sentisse a mesma urgência, a mesma perda de fôlego que ele próprio tinha sentido minutos antes.
Aquele macho usava a língua com uma precisão implacável, explorando o meu cuzinho com bastante intensidade que me fazia cravar as unhas na borda da mesa.
Soltei um gemido mais alto, sem me preocupar se alguém nos corredores ouviria. Ele deu-me um tapa nas nádegas e ordenou:
— Cala-te caralho, se não alguém pode ouvir.
Os meus olhos já estavam revirados de tanto prazer. Ele saboreava cada reação, cada tremor que percorria o meu corpo. A língua dele traçava caminhos lentos e húmidos, provocando-me até à beira do abismo.
Ele virou-me de barriga para cima e ainda a recuperar o fôlego, observava com os meus olhos escurecidos pela luxúria, aquele ursão peludo lindo que estava prestes a partir-me em dois com aquela verga grande e grossa. Abriu o nó da gravata e lançou-a para cima da cadeira. Sem dizer uma palavra, o Chefão puxou um lubrificante das gavetas laterais da secretária e passou no seu mastro enquanto mantinha o olhar fixo em mim. Segurou na minha cintura com força e entrou dentro de mim com um impulso único e profundo.
Um grito abafado escapou dos meus lábios, que mordi o meu próprio braço para não gritar mais alto. O Chefão não foi gentil; cada estocada era firme, rítmica e carregada de autoridade que exercia na empresa, mas agora aplicada no corpo de quem mais o desejava. Inclinou-se para a frente, subindo a mesa também, sussurrando palavras sujas e possessivas ao meu ouvido e cuspia na minha boca. Perante esta dominação frenética e sobrecarga sensorial que fazia as minhas pernas tremerem violentamente, não aguentei mais tanta humilhação e explodi no seu peito com tanto tesão prazer.
— Agora tu és meu... neste escritório e em qualquer lugar. — rosnou o Ricardo, em voz embargada pelo ápice iminente.
O ritmo tornou-se caótico, selvagem. Com um último impulso poderoso do meu ursão e um aperto desesperado meu na borda da mesa, ele veio-se dentro de mim abundantemente, enchendo-me de leite espesso de macho dominador.
Minutos depois, o Chefão retirou-se lentamente, recompondo-se com a frieza habitual, embora os olhos dele ainda estivessem a brilhar com o fogo do que acabara de acontecer.
Ele pegou nuns toalhetes húmidos que tinha numa das gavetas da sua secretário, limpou-se, amarrou na gravata e colocou-a, olhando para o seu reflexo no vidro.
— Arruma o que desarrumaste. Temos outra reunião amanhã às nove. Não te atrases. — disse o patrão, recuperando o seu tom de comando, mas com um traço de ternura escondido na voz.
Desde esse dia, passei a ser o assistente principal do meu Chefão para satisfazer todos os seus pedidos.
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Comentários (1)
Mary novinha: Que delícia de conto, amo essas histórias proibidas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk