#Gay #Sado

Cogumelos: Charme E Veneno

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Renato Amaral

Ele só queria pagar de mulekão roubando revistas em UM sebo,mas o abuso que ele sofrerá numa sala de segurança escura será algo que jamais ele esquecerá.

No dia 17 de abril de 1996 há trinta anos atrás,chegava às bancas Um dos livros mais polêmicos do Brasil o livro da Mirella.O vocalista Dinho, líder da banda Mamonas Assassinas, não gostava muito de tomar banho, e que inclusive chegou a fazer UM show de striptease numa festa de despedida de solteira dela e que ele adorava usar Uma Cueca com a inscrição "Mi me ama".A "Mi" no caso aqui era referência à Mirella Zacanini,sua namorada por quase quatro anos e não por acaso era a autora de todas essas inconfidências do livro.A intimidade de Dinho ficou totalmente exposta em todas as bancas de Jornal na época,imagino até a raiva que os pais do Dinho ficaram com essa bomba,e o livro dela custava cerca de R$ 10,00.na época que este livro foi lançado, só pra ter Uma noção a Revista Manchete da tragédia da banda lançada em 09 de março de 1996,Uma semana depois da tragédia com os integrantes da banda e eles faleceram naquele avião,vendeu cerca de 300 mil exemplares só perdendo para a fatos e fotos que era só fotografia nada de texto que vendeu acredite se quiser 400 mil exemplares.Este foi o preço de "Pitchulinha, Minha Vida com Dinho - Até que os Mamonas nos separem".esse livro foi escrito por Mirella com a ajuda de Um jornalista que se chamava Celso Arnaldo Araújo.O livro, escrito em apenas cinco dias, chegou às bancas 45 dias após o acidente de avião que causou a morte de todos os integrantes dos Mamonas Assassinas,que ocorreu na serra da Cantareira, em São Paulo.A expectativa da Bloch Editores em relação ao livro era Grande.o livro dela já era polêmico muito antes de ser lançado. "Pitchulinha..." saiu com uma tiragem de 50 mil exemplares e sonho de venda era que sejam vendidos 500 mil.Segundo a editora, 10% dos 25 mil exemplares colocados à venda foram vendidos na época.Eu me lembro que essa Mirella aí do Dinho foi nós programas de TV na época para divulgar esse livro bomba.ate no Raul Gil na época da Manchete ela foi divulgar a parada aí.alias foi nesse programa que ela aproveitou para dar Uma alfinetada nós empresários da banda.segundo ela as famílias de todos os integrantes da banda tiveram que fazer Uma alteração no contrato deles dando prioridade pra alimentação,pois dizem as más línguas que os integrantes da banda eram mal alimentados.sabe qual era a alimentação dos integrantes dos mamonas, sanduíche com ovo e bombom.não tinha os grupos da pirâmide alimentar.quem é nutricionista ou faz faculdade de nutrição sabe o que é essa pirâmide.palavras dela a Mirella na época.como os mamonas eram explorados a rodo naquela época ein.na época que os dois namoraram a Mirella, tinha 16 anos em março de 1992. O cantor era então o líder de Uma banda inexpressiva de Guarulhos, chamada Utopia.Quando o namoro foi rompido, em julho de 1995,o Dinho já liderava os Mamonas Assassinas e começava a carreira que resultaria na venda de mais de 2 milhões de cópias do primeiro e único CD da banda."Pitchulinha..." se dedicou a tentar provar a importância de Mirella na história de sucesso da banda. foi ela quem mostrou para o Dinho a necessidade do Utopia abandonar o rock sério que faziam na época e partir para o escracho,o que consagrou o grupo.Mirella disse em entrevistas da época da tragédia da banda que foi ela a inspiração da música "Pelados em Santos", o maior sucesso dos Mamonas, e que pegava do armário de sua mãe,a regina zacanini,várias roupas engraçadas para os integrantes da banda usarem em seus shows,esse hábito eles passariam a adotar em todos os shows da banda.O namoro acabou, segundo ela no livro, quando a banda começou a fazer sucesso. "Percebi que ele abriria mão de mim pelo sucesso", escreveu Mirella no livro.Aí sobram farpas para Valéria Zoppello, a última namorada de Dinho. Segundo Mirella, Valéria ficava com o celular de Dinho e não deixava transmitir para o cantor os recados deixados pela ex-namorada.Na última página do livro, Mirella dá Uma espécie de a "receita de sucesso de Uma descobridora de talentos" e ensinava os leitores do livro a se tornar Um novo Mamonas. "Faça no palco o que você faz entre amigos".escreveu a Mirella no livro.esse então foi Uma historinha de como era esse livro da Mirella e toda a polêmica que esse livro causou na época.então vamos a história erótica que é sobre o livro dela.

Era véspera de aniversário da minha prima e Eu disse que Eu iria dar Um livro de presente para ela.então Peguei o ônibus e fui até o centro da cidade para comprar o livro para a minha prima.no caminho até o centro da cidade Eu parei numa barraquinha de Um camelô bem negão mesmo de cabelo bem ao estilão Bob Marley e resolvi comprar Uma camisa do Timão essa nova da esportes da sorte preta e branca do Romero.Ô paraguaio Gostoso da porra.Hoje Eu vou bater Uma punheta em sua homenagem Romero.seu Gostoso do caralho.o camelô Negão da banda me disse que a camiseta era muito linda e que vendeu 15 camisetas do Romero só naquela semana.na época o Romero jogava pra caralho no Timão.vaiii corinthiansssss.então Eu Peguei o dinheiro na minha carteira e paguei a camiseta do Corinthians.25 conto,e fui embora.no caminho no centro da cidade Eu vi Um sebo chamado sebo Prudente (Fictício Claro) e resolvi entrar.chegando Lá,Os corredores do sebo estavam lotados. Olhei o preço dos livros do sebo e Eu vi em Uma das prateleiras do sebo,o livro da Mirella do Dinho dos Mamonas.Caralho.Os meus amigos brincaram comigo que a Mirella sofreu de tanto que ela foi roubada. No sebo o silêncio acabou me entregando: Eu era o único que jamais roubaria no sebo. O espanto dos meus amigos me sentiu UM covarde bastante sem graça. Entre Uma fuçada e outra nas prateleiras do sebo, Uma dúvida pairou no ar.então foi aí que Eu tive Uma idéia bastante arriscada: e se Eu roubar Uma Revista da prateleira do sebo?. Eu carregava no bolso da Minha bermuda o cartão de crédito do meu tio, mas O que Eu queria mesmo era adrenalina. Eu deixava de ser aquele filho perfeito que nunca dava problema para os pais e acabei sentindo na pele o que os meus pais sentiam por mim.

Aproveitei Um ponto cego da câmera do sebo e surrupiei três revistas G Magazine,Uma do Bruno Cannan,que foi inspirada naquela série do Lost que a Globo passou num ano que Eu não me recordo,Uma do Rafael Cordoba na época goleirão do vitória da Bahia em 2007 e Uma do Daniel Dan Dan,aquele que participou da edição do BBB 6 em 2006 da prateleira do sebo e coloquei dentro da minha sacola junto com a camisa do Timão do Romero e comecei a andar pelo corredor do sebo. O plástico frio na minha sacola acabou me dando UM choque:Uma mistura de prazer com o medo que Eu sentia de ser pego no flagra. Pela primeira vez, Eu estava quebrando a regra do sebo e Eu estava Adorando Tudo aquilo,afinal, foram três revistas da G Magazine que eram direcionadas aos Gays, o que mais de mal me aconteceria?.

Mas A minha alegria durou pouco,pois apareceu na minha frente Um segurança do sebo que acabou com a festa: ele usava camiseta Preta, tinha braços sarados de academia, e tinha Uma cara de mau que intimidava os seus delinquentes.Os Nossos olhos acabaram se cruzando e o meu sangue congelou. Então Eu vi ele falando alguma coisa no rádio comunicador do sebo.o pânico de Eu ter visto o segurança do sebo, soterrou o meu prazer. Peguei Um Cd do P diddy de 1998,adoro esse cantor negão Gostoso da porra que infelizmente está preso,e o livro da Mirella como o meu álibi. Quando cheguei ao Caixa do sebo para pagar o livro da Mirella de presente de aniversário da minha prima Uma surpresa.quem estava no balcão do sebo era o Maurício o irmão do Bento que era o dos Mamonas.ele tinha Um irmão o Fernando Hinoto que era o sobrinho dele e também trabalhava como ajudante cuidando dos negócios nesse sebo que eles tinham aberto há pouquíssimo tempo.só pra deixar bem claro,esse conto é Fictício.o Maurício e o Fernando do Bento dos Mamonas Assassinas não tem sebo coisa nenhuma.é apenas Um conto erótico Uma história fictícia só pra avisar aos desavisados.

As Minhas mãos tremeram quando o Maurício passou o cartão do meu tio na maquininha.Eu senti o roubo das três revistas G Magazine do sebo na minha Cueca como se Eu estivesse morrendo de vergonha e o Fernando o irmão do Maurício arrumava o suporte da TV de plasma do sebo que estava sintonizado no canal NHK do Japão.a família do Bento Hinoto adorava assistir essa porra desse canal do Japão aí na época que o Bento Hinoto estava vivo.Ao caminhar para a saída do sebo,Eu acabei olhando pra trás. O segurança do sebo acabou sumindo entre os corredores do sebo. Eu então Respirei bem fundo, sentindo o meu suor frio. Eu tinha conseguido o objetivo que Eu queria.Carregva então UM segredo em minha sacola, e a sensação de Eu ter pego as três revistas do sebo que não eram minhas foi bastante feliz pra caralho.A Minha liberdade estava a poucos passos, mas o meu destino teve outro plano. Perto da porta do sebo, o meu mundo desabou igualzinho a depressão que a Mirella do livro sofreu quando ela perdeu o Dinho dos Mamonas na época.

Ele acabou surgindo do nada, como se fosse Uma sombra. O choque me fez desmaiar de tontura. Ele acabou me bloqueando a saída do sebo e o meu sorriso se evaporou,sendo substituído por UM pânico bem Gelado.então o segurança do sebo acabou me Falando assim:
— Desculpe,Eu acabei não te vendo.
— Não tudo bem.fica de boa aí!
Tentei contornar a situação, mas ele foi esperto,se movendo como se fosse Uma muralha. Encurralado,a sua voz grave ecoou com autoridade falando assim:
—Ô viadinho do caralho volta aqui.o que Você está carregando nessa sacola aí?
As palavras caíram sobre mim como Um balde de água fria. O corredor do sebo parecia Um tribunal de menores e Eu sendo o único culpado. O suor escorreu pelo meu rosto e o peso do roubo, pareceu ter quadruplicado e Eu falei ao segurança do sebo Assim:
—Aqui só tem Uma camisa do Corinthians que Eu comprei de Um camelô só Senhor. — respondi, com a minha voz falhando.
—Tem certeza.Você não tá mentindo não? — insistiu ele, arrepiando a sobrancelha.
—Claro senhor.
O silêncio foi torturante. Eu tremia diante da impaciência dele. O Meu corpo agiu por instinto. Eu só queria atravessar aquela porta de saída do sebo e ir embora para entregar o livro da Mirella a minha prima.

Corri desesperado para a saída do sebo, mas infelizmente não deu.o segurança do sebo,acabou sendo muito rápido. Antes da liberdade, Eu senti o solavanco: ele me agarrou com bastante força que acabou me machucando.Eu Ouvi Uma risada curta e bastante debochada. A sua mão era enorme e os seus dedos deram a volta no meu braço como Uma algema de policial. O Meu coração quase saltou pela boca. Eu Estava sem saída,e o segurança do sebo me Falou com Um tom de voz de ameaça assim:
— Você está fudido na minha mão,seu bosta — disse ele, sombrio.
O rádio comunicador chiou. Uma voz acabou cortando o sebo dizendo assim:
— QRU por aí? Pegou o delinquente?
— Peguei sim meu rei— respondeu, mantendo o controle.
O pânico subiu pela garganta. Os dedos dele machucaram a minha pele deixando claro:Eu não teria escapatória.Eu me implorei ao segurança do sebo assim:
— Me solta, Você está me machucando! — exclamei, dando Um pedido de socorro.
— Você vem comigo agora seu Merda — foi tudo que ele disse.

O segurança do sebo então me pegou pelo braço, obrigando Eu a caminhar com ele. Eu chorei de vergonha. A adrenalina virou dia de terror amargo. No meu pensamento, era UM conto de tortura: e se ele ligar para o meu tio?.Euconseguia Imaginar a decepção e as surras de chinelo que Eu tomaria do meu tio se ele descobrisse o roubo das três revistas do sebo.Eu Comecei a Sentir arrependimento pelo momento em que queria ser o mulekão.

Enquanto atravessávamos o corredor do sebo, Eu senti os pares de olhos do segurança do sebo,bem cravados em mim. Eu que antes era o orgulho da minha família, agora Eu estava sendo levado como se fosse Um criminoso.

Ele me conduziu até Uma porta que ficava bem nos fundos do sebo.Era Uma sala pequena,bastante abafado,Um calor da zambia com muito cheiro de mofo, e bastante repleta de câmeras. Sentada ali naquela hora, vigiando as câmeras da sala pequena, estava Uma mulher de cabelos curtos e de Uniforme Preto olhando Tudo o que acontecia no sebo.

O segurança do sebo me jogou no chão da sala. Ele Olhou para a colega e disse:
— Pega pra mim minha luva preta e Um lubrificante pois Eu Preciso dar Uma lição nesse filho da puta disgraçado.
— Pode deixar.faça o que quiser com esse rapaz.ele nasceu arrombado e vai sair daqui com o cuzinho bem arrombado.Tu tá ferrado na nossa mão seu ladrãozinho de bosta.— respondeu ela com UM sorrisinho irônico.

Assim que ela saiu,a porta foi trancada,fazendo o meu coração disparar. O lugar era muito bagunçado, com armários de ferro e muitas caixas. Uma dessas caixas, tinha várias revistas Playboys Italianas.Mas o que me deu bastante calafrios foi Um mural que tinha na parede. Era enorme com várias fotos de adolescentes que já foram punidos no sebo. Todos estavam desconfortáveis, e alguns deles estavam sem camisa. No topo, letras diziam: DELINQUENTES PUNIDOS NO SEBO PRUDENTE.

Olhar para aquela parede me fez sentir que logo logo,o meu rosto seria colado naquela parede. Eu disse suplicando assim:
— Por favor, Eu suplico!.Eu Tenho o cartão do meu tio,me deixe ir Embora por Tudo que é mais sagrado nesse mundo!!!!.— implorei, chorando muito.
Ele me olhou frio e sem piedade e me dizendo assim:
— Agora é tarde para querer me pagar Você não acha? — rebateu, cruzando os seus braços.
— Por favor... — solucei.
— Se Você me cooperar, Eu vou te soltar. Mas quero que seja do meu jeito.
Limpei o rosto, esperando que ele me pedisse as três revistas roubadas do sebo,Mas o que ele disse me deixou completamente sem chão me dizendo assim:
— Tira a sua roupa. Agora!!!!!!.
— O quê?
— Isso mesmo que Você ouviu.tira a sua roupa para Eu fazer a sua revista pessoal amigão.
—Nem que a vaca tussa. Me nego a ficar pelado na sua frente.Eu sou casado.sabe o que Você faz com essa sua revista pessoal enfia no meio do seu cu seu segurança de merda!!!!!!!.
Ele deu UM passo, me cobrindo com a sua sombra e me ameaçou dizendo assim:
— Me obedece ou Então Eu chamo a polícia e o conselho tutelar agora. Você ficará preso aqui na sala comigo até os seus pais aparecerem.e Então vai obedecer a minha ordem ou Prefere ser conduzido a viatura policial seu bosta.?
— Tá Bem Tá bem Você venceu.Calma.Eu vou obedecer a sua ordem.me desculpe.— respondi, com Um nó na garganta.
A imagem do meu tio surgiu como pesadelo. Eu era o filho de família de conduta exemplar. imaginando o meu rosto sendo algemado por roubar as revistas do sebo era pior. Eu seria capaz de Fazer qualquer coisa para que o meu erro ficasse por alí mesmo.

Virei de costas e desci a minha bermuda. Ele observou tudo e, antes que Eu agisse, as suas mãos Grandes entraram na minha cueca, tateando até encontrar as revistas do sebo. Quando o segurança do sebo retirou as três revistas do sebo e olhava cada Uma, Eu acabei estranhando o gesto dele Jogando as revistas sobre a mesa e me falou assim:
— Tira a sua Cueca Agora!!!!! — ordenou.
— Já pegou tudo — respondi, tentando me esconder.
— Tira agora ou Quer que Eu ligue para a polícia seu Merda?
— Não, por favor...
Abaixei a peça, sentindo o olhar dele queimando a minha pele. Ele então vestiu Uma luva Preta e passou Um pouco de lubrificante no seu dedo Grande.o segurança do sebo foi até o armário e pegou Uma lanterna e se agachou atrás de mim. Com os dedos,ele afastou a minha bunda. Aquela luz da lanterna do segurança do sebo foi a maior humilhação que Eu passei na minha vida.o segurança do sebo então me disse assim:
— Você Não está escondendo nada aqui? — perguntou, a voz densa.
— Não tem nada senhor. Eu juro pelo meu tio que está em casa. — respondi, chorando.
Ele levou o dedo à boca e depois pressionou o seu dedo contra a entrada do meu cuzinho, gelando a minha alma dizendo assim:
— Que bundinha lisinha Gostosa.e esse buraquinho rosadinho?. Você Esconde algo aí dentro?
— Por favor, não tem nada — implorei.
— É Uma regra do sebo. Se não for Eu, será a polícia. Eu tenho que olhar dentro de Você pois é o meu dever de ofício.amigão.

Sem aviso, enfiou o dedo. Um gemido de dor escapou da minha garganta. Enquanto se movia ali dentro, falou em tom de conselho perverso:
— Por que roubou essas três revistas do sebo?. Você Não tem cara de quem comete essas coisas.Tu tem Uma carinha de santo.mas isso não me colaeu pau no cu do caralho!!!!!.
— Só queria emoção, senhor... deixe-me ir — gemia, sentindo o corpo reagir confuso à invasão.
— Emoção?.pois É assim que se começa. A cadeia está cheia de gente que busca emoções. Quer ir para lá seu cuzão do caralho?.
Ele levantou com o seu dedo em mim e colou a sua boca no meu ouvidinho. Senti seu hálito quente e Ele Falou assim:
— Essa sua bundinha na cadeia faria muito sucesso — sussurrou, com Uma intenção que Eu não processava.

No instante seguinte, desferiu um tapa violento na minha nádega. O estalo foi alto e seco. Minha pele ficou vermelha instantaneamente. A dor ardeu como fogo. Naquele momento, a ficha caiu: ali dentro, eu não tinha mais vontade própria.

O segurança saboreava o poder. Retirou o dedo lentamente, mas continuou colado a mim. Sua presença ocupava a sala, transformando o ar em algo denso. O único som era a minha respiração curta, no desespero de quem descobriu que a minha lição estava apenas começando.
Quando tentei vestir a minha Cueca, ele acabou puxando para baixo e me disse Assim:
—Eu ainda Não mandei se vestir.me Dá isso aqui.seu bosta.
Arrancou o short e a cueca, jogando longe de mim. Fiquei ali, exposto e me disse assim:
— Achei que já tinha terminado — balbuciei.
— Terminado?. Você Nem recebeu o seu castigo ainda. Não queria brincar de fora da lei?. Agora sofra as consequências como qualquer UM.

Ele me empurrou no meu peito e me bateu na mesa de metal. Suspendeu a minha perna direita, deixando bem vulnerável a aquele segurança do sebo. O Meu rosto ficou encostado no mural de delinquentes do sebo.Eu me sentia como se fosse UM nada, igualzinho a eles.

Ouvi o som dele colocando a luva. Veio então o golpe fatal. A mão pesada dele caiu como chicote sobre a minha bunda. O estalo foi alto e a marca dele queimou a minha pele. Ele Continuou a minha punição, tapinha após tapinha. Gemi com o rosto na mesa, num ato de completa humilhação.O segurança do sebo,Apertou a beirada da mesa com tanta força que os meus dedos ficaram bastante inchados. Eu, o filho perfeito da minha família, estava recebendo Um castigo como se fosse Uma criança birrenta por Uma pessoa estranha em Uma sala escondida.

Quando os tapas pararam, ele me jogou de joelhos entre as suas pernas. Suas mãos seguraram a minha cabeça, fazendo pressionar o meu rosto contra o sua calça Jeans áspera. Ali, senti o calor que lutava pra escapar do Jeans áspero.

O segurança do sebo então Abriu o zíper da calça Jeans. O som do metal do zíper era o último aviso antes da liberação do volumão sob a Cueca Boxer estampada dele. Senti o peso daquele volumão batendo contra o meu rosto.Uma sensação quente que me deixou sem fôlego falando assim:
— Olha o tamanho do problema que você fez seu bosta!!!!!.— disse ele, com sorriso de lado, enquanto o seu membro pulsava.

O choque foi inevitável. Nunca vi nada daquele tamanho.parecia impossível. Olhei para baixo e senti Uma vergonha profunda:a minha piroca, encolhida, não chegava perto da piroca do segurança do sebo. A diferença entre a minha fragilidade e a força bruta dele era aterrorizante.
Eu estava encrencado. O cheiro forte e o calor dele ocupavam o meu olfato,me deixando bastante tonto. A minha ficha caiu de UM jeito bem cruel: o que era apenas UM sermão acabou ultrapassando todos os limites.

Aquela situação se transformou em algo sombrio. Não era mais o Garoto que tentava roubar.Eu estava refém dele, enfrentando o impossível.então o segurança do sebo me ordenou Assim:
— Chupa o meu pau seu arrombado do caralho! — ordenou, com autoridade que não aceitava resposta.
— Eu... eu... — tentei balbuciar, com o coração na garganta e o pavor paralisado.
— Cala a boca e me mama! É uma ordem seu bosta! — rosnou, aproximando-se, deixando claro que não havia saída.

O tempo parecia congelar, mas a paciência dele estava no seu limite. Antes de decidir, ele me agiu com brutalidade. Seus dedos fortes seguravam o meu queixo, forçando a mandíbula para baixo até a minha boca abrir ao máximo.

Sem delicadeza,ele invadiu. Senti o pau enorme e quente dele entrar, preenchendo cada espaço e deixando sem ar. O choque físico batia na minha garganta fazia os meus olhos transbordarem lágrimas instantaneamente.o segurança do sebo me Falou assim:
— Abre mais seu merda. Se Você me machucar com os seus dentes, Eu juro que Você volta para sua casa sem eles otário.

O medo de acontecer algo pior me fazia ser obedecido por instinto. Estava ali, bastante humilhado, sufocado com a imposição. O silêncio da sala foi quebrado pela respiração abafada e pelo chiado do rádio,Um lembrete de que, para o mundo, eu era apenas UM criminoso que estava sendo resolvido.

Minha boca mal dava conta de algo imenso, mas fiz Um esforço. Servi aquele segurança do sebo com Uma dedicação desesperada, como que se cada movimento fosse Uma chave para a liberdade. Olhei pra cima e via aquele rosto autoritário transformando e cedendo ao prazer. Como Eu era inexperiente naquilo, busquei na minha memória cenas dos pornôs do Derek Jackson, tentando ser impecável.

O Meu plano era simples: me dar o máximo de prazer para terminar logo. Pretendi me entregar nele para, depois, vestir as minhas roupas e fingir que não aconteceu nada.o meu medo se misturava com Uma sensação bastante confusa. Uma pedaço de mim sentiu o impacto da força e do controle daquele segurança do sebo do que Eu, exercida sobre mim.

Eu me senti dividido entre o desejo de acabar logo com Uma curiosidade bastante perigosa. Ele moveu com brutalidade, produzindo varios sons molhados. Em vários momentos, empurrou a minha cabeça, fazendo o seu membro sumir na minha garganta até eu engasgar, enquanto ele dava vários tapas no meu rosto que me deixou zonzo a ponto de quase me desmaiar.

Ele Forçou a me descer até as suas duas bolas. Eram bem Grandes, marca de UM verdadeiro Homem que Eu nunca vi na minha vida. Envolvi, sentindo o peso e textura, e brincando com elas até sentir o vácuo ao soltar. Estava entregue, perdendo a noção de quem Eu era, enquanto o mundo ignorou o que estava acontecendo naquela sala escura.

Depois, me virou de costas para ele. Senti o meu hálito quente antes de ele agachar e usou a sua língua no meu cuzinho. Que Sensação invasiva.parecia que ele iria perder o meu cabaço com aquele toque úmido. Ele Preparava o caminho para a minha humilhação.

Ele então se Levantou e travou as mãos na cintura, me prendendo como se fosse Um grampo. Senti a cabeçona dele me pressionando. o primeiro contato foi dilacerante, como se o corpo estivesse sendo rasgado. Avançou com lentidão, centímetro por centímetro, enquanto abraçava e tapava a minha boca. Senti o gosto do suor das suas mãos, sabendo que gritar seria inútil.

Para facilitar a entrada, o segurança do sebo enfiou os seus dedos na minha boca, molhando o seu pau com sua saliva para lubrificar o que faltava. Observei o progresso da invasão, mas, restando pouco para o fim, a sua paciência se esgotou. Em Um movimento súbito e bruto, Ele fincou o restante Tudo de Uma vez só.

A dor foi Um choque elétrico que percorreu a minha espinha. soltei Um grito abafado contra a palma da mão dele. Minhas pernas ficaram bem fracas, mas ele segurou firme, rindo baixo perto do ouvido falando assim:
— Que Rabo Gostoso da porra — debochou, com Uma risada bastante maliciosa.

Os movimentos começaram lentos, testando os meus limites, mas logo ganhou força e velocidade. Aquela coisa Grossa e dura como pedra, abria Um espaço à força. A sensação inicial era como se fosse Um fogo: Tudo queimado, como cada fibra do meu cu esticado ao máximo.

Conforme o ritmo ficava constante, a dor se transformava em clímax. Quando o meu anelzinho rosadinho finalmente se moldou a ele, o prazer inesperado brotou. Sabia que a minha satisfação era irrelevante,(Eu era o objeto da vontade dele), mas a minha sensação física era inevitável, a consequência do ato bruto daquele segurança do sebo.

O meu gemido mudou. O choro deu lugar a som Baixo, carregados de prazer que não queria admitir. Ele percebeu o meu gemido e me passou a possuir com mais fúria ainda.

Às vezes, parei por segundos apenas para ver a minha reação. Naquelas pausas, o meu corpo tinha vontade própria.a minha bunda buscou o contato, batendo contra ele. Estava entregue, dominado por aquele segurança, enquanto a sala de segurança tornava o palco de Uma entrega que Eu jamais imaginaria na minha vida.

Ele me colocou de frente na borda da mesa com as pernas apoiadas nos seus ombros. Estava totalmente aberto. Ver o rosto daquele segurança cheio de satisfação enquanto me possuía,me deu Um prazer instantâneo que Eu não sabia como explicar. Dominou pela mandíbula e, às vezes, ele apertou o meu pescoço, tirando o meu fôlego a cada estocada no meu cuzinho.

Para ganhar impulso,ele apoiava o pé na mesa. Isso me permitia ir mais fundo, batendo com força no meu limite. De vez em quando, Eu parava para observar o estrago que Eu tinha causado.o meu buraco, antes apertado, agora estava bem largo e entregue ao tamanho da Jeba daquele segurança do sebo. Quando saí por UM instante, senti Um vazio imenso e cheguei a implorar para ele voltar.

Depois,ele sentou na cadeira e ordenou que Eu subisse no seu colo. Tentei rebolar, mas percebi que preferi o controle total. Não queria esperar o meu movimento;Eu queria ser empurrado e ditava o ritmo do prazer.

Mandou apoiar os pés em suas coxas, agachado sobre ele. Abraçou por trás e começou a me fuder com vontade. As Suas bolas, Grandes e pesadas, batiam com força contra as minhas, que parecia bolinha de gude. O barulho, a dor e o impacto daquele sacão do segurança do sebo no meu saquinho eram constantes.ele parecia focado apenas em me explorar até o fim.

As estocadas finais foram frenéticas. Era o golpe mais forte e profundo. Senti o membro pulsar e crescido dentro de mim, como se o meu membro explodisse. O Meu corpo inteiro sacudia com a violência do ritmo e o segurança do sebo me Falou assim:.
— Eu Vou gozar! — rosnou.

Num movimento bruto,ele me jogou no chão.os Meus joelhos bateram no piso frio da sala escura enquanto puxou o meu cabelo, forçando a minha cabeça pra trás. Com os dedos,ele abria a minha boca e me despejou Uma carga de leitinho quentinho e espesso lá dentro da minha boquinha, marcando o fim daquela entrega.

O leitinho quentinho era Grosso, farto e bastante abundante, fazendo preencher a minha boca. Pela dimensão das bolas dele, a carga de leitinho quentinho dele era pesada, transbordando como o desfecho daquela força que estava acumulada nele.

A força era tamanha que vários jatos de porra ejaculados dele,acabaram atingindo o meu rosto e os meus olhos, deixando a minha visão bastante turva. Ele apertou a cabeça da pica para extrair até o última hora de leitinho quentinho dele, lançando as suas últimas gotas sobre mim.

Quando finalmente ele soltava UM suspiro de alívio, o silêncio da sala escura retornou. Continuei ali, desmaiado e bem marcado, sentindo o calor dele escorrido em mim enquanto o peso de tudo o que aconteceu instalou no ar e o segurança do sebo me Falou assim:
— Limpa tudinho a minha sala seu pau no cu. Você Não vai querer aparecer todo sujo na foto da parede dos delinquentes seu bosta — ordenou, recuperando o fôlego.
— Foto?.Como assim? — perguntei, ainda tonto.

Ele me Apontou para o mural, onde várias fotos de rostos de mulekes delinquentes me encaravam.Com medo da minha foto ser estampada na parede dos delinquentes,Eu Acabei limpando Tudo bem depressa, engolindo cada gota. No meio da confusão, senti Um tesão forte.aquele líquido quente pela garganta parecia a coisa mais preciosa do mundo. Tive um pensamento estranho: aquilo era mais gostoso que as revistas que Eu tentei roubar. Entrei em busca de cobre, mas senti que ganhei ouro.

Depois que terminei,o segurança do sebo me mandou que Eu abrisse a boca para conferir o serviço. Satisfeito, o tom de voz mudou e Ele me falou assim:
— Muito bom.que bom menino. Merece até UM beijo — disse.

Senti a mão grande acariciar os meus cabelos cacheados. O gesto me deixou cabrero com isso: aquele macho bruto conseguiu ser carinhoso comigo? Agachou e me deu UM beijo até que bem rápido. Por UM instante, pedi para não parar; Eu queria sentir a língua dele e fazer aquele momento durar por várias horas.

Mas o carinho acabou sumindo. Ele então Pegou a câmera e acabou tirando a minha foto.

O som da impressora cortou o meu silêncio, entregando o papel quente. Com Uma régua, ele cortou as bordas e colou a minha imagem no mural, junto com os outros.

Olhei para a parede e senti Um aperto no meu peito. Não era mais o filho perfeito ou aluno exemplar. Agora, Eu era apenas mais UM rosto naquele mural de delinquentes,Uma lembrança de que troquei a inocência por três revistas da G Magazine,e Uma lição que seria marcada pelo resto da minha vida.

Ele jogou a sacola em meu peito; o plástico da sacola bateu no meu corpo quente e o segurança do sebo me Falou assim:
— Veste as tuas roupas e some daqui do sebo seu arrombado de bosta!!!!! — ordenou, retomando o tom de autoridade.

Vesti as minhas roupas com as minhas mãos bastante trêmulas quando Eu ouvi dar três batidas na porta da sala escura. Ele abriu e viu que era Um funcionário do sebo dessa vez era Um japonesinho tipo aqueles atores de Dorama sabe.então ele falou ao segurança do sebo então:
— Já terminou de dar o castigo naquele viadinho,irmão? — perguntou,Um com sorriso curioso.
— Já meu gerente.
— Parabéns.Que viadinho chato do caralho. Vamos lá no almoxarifado. depois a gente arruma as prateleiras do sebo.

Ali a minha ficha caiu: não era o segurança do sebo, era o gerente,o Uehara o outro irmão do Bento Hinoto que era o dono do sebo. Eu Estava nas mãos de quem mandava em tudo naquele sebo.Cameras, mural e aquela Sala escura. Ele era a lei do sebo e Eu era o criminoso.ninguém tinha ouvido nenhuma queixa.

Ele passou por mim enquanto Eu fechava a minha bermuda. Os olhos percorreram pelo meu peito nu com Um olhar de quem estava sabendo o que estava fazendo.o Uehara Trazia café para retornar a sua rotina, como se a minha destruição fosse Uma tarefa cumprida.o segurança do sebo Falou assim pro Uehara:
— Trouxe café,meu chefe — disse, colocando a garrafa na mesa, ao lado da foto recém-pendurada.
— Adivinhou o meu pensamento.tá na mão chefe— respondeu ele, se servindo numa caneca do Palmeiras.(O Bento Hinoto do Mamonas Assassinas era Torcedor do Palmeiras)

O Maurício,o Fernando e o Uehara Agiam como se nada tivesse acontecido. Terminei de vestir a minha roupa, sentindo o tecido roçar na minha pele sensível, enquanto o cheiro do café dos funcionários do sebo se misturavam ao do segurança do sebo, que ainda estava em mim.

Eles se sentaram diante dos monitores para o café da Tarde. Quando me aproximei da porta de saída do sebo, o grito dele me paralisou e me disse assim:
— Some do sebo seu Viadinho do Caralho! Se Você disser Uma palavra,Eu vou te caçar pela cidade e Eu vou te matar. Some pra onde Você quiser va tomar no seu cu.E Não se atreva a passar nem perto desse sebo.Eu até agora Eu acabei sendo bonzinho com Você.a próxima vez que você passar perto daqui do sebo Eu vou voltar aqui com a polícia e Você não sabe a surra que Eu vou te dar. Daqui pra sua casa seu bosta!!!!.

Olhei para Uma caixa que estava parada no canto da parede da Sala. Engoli a seco: havia Um chicote e varios consolos de borracha bem enormes e havia também varios instrumentos de tortura sexual que Eu nem sabia como era usado. O pavor dominou, mas a atenção dele logo voltou às câmeras e o segurança do sebo Disse ao Uehara assim:
— Olha aqui, meu chefe. Parece que aqui tem Uma menina querendo levar Uma lição também.

Um sorriso cruel surgiu. O segurança do sebo acabou encontrando a sua próxima vítima falando assim:
— Posso assistir você comendo essa novinha?.— pediu ele, ansioso.
O segurança do sebo Ficou tão vidrado na tela do monitor que ignorou a mim. Quando me notou, ele se levantou bruscamente, me empurrando com o meu peito e me expulsando da sala escura com chutes e pontapés.

Peguei a minha sacola com a minha camisa do Coringão e Cruzei a saída do sebo com as minhas pernas bambas, errando passos como se estivesse bêbado. Ninguém tinha notado o meu estado. Foi a experiência mais insana da minha vida. Apesar do medo, Me veio Um pensamento na minha cabecinha: roubar três revistas do sebo foi a melhor decisão que Eu tinha tomado na minha vida. Não contei nada para os meus amigos, mas cada segundo daquela humilhação valeu muito a pena.

Saí do centro da cidade com o meu corpo quente e a minha mente a mil. Aquele homem não era simples Um segurança do sebo, mas dono de UM império de prazer. Estava marcado.o meu rosto agora pertencia ao mural de mulekes delinquentes dele, sob o domínio total daquele segurança do sebo e o resto ah! Fica por conta de sua imaginação.

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