Virei a piranha do Júnior
Meu pau começou a pulsar, e de repente, me vejo gozando, levando rola do Júnior, e pensando na rola do Adriano.
Não custa lembrar...Minhas histórias estão em sequência, esse é o terceiro de seis contos. Boa leitura.
Desconfiado, achando que meu pai pudesse ter percebido algo, fiquei na minha, não toquei no assunto "carnaval". Mas minha mãe, tocou...
_E aí filho...fez sucesso ontem? Perguntou ela.
Fui comedido, falei apenas que nos divertimos bastante.
_E deve ter se divertido muito mesmo... precisava ver o jeito estatelado que ele estava dormindo. Disse meu pai, à minha mãe.
Soltei um sorrisinho envergonhado.
A conversa foi rápida, meu pai saiu para o bar, minha mãe foi tomar banho, e eu voltei para o quarto. Estava mais tranquilo com relação ao meu pai.
Deitado na cama, meus pensamentos voltam para a noite anterior. Mesmo massacrado, meu cuzinho, pisca recordando com detalhes, cada penetração...meu pinto ficou duro. Coloco a mão por dentro do calção, e fico alisando.
Resolvi arriar meu calção, e passei a me masturbar. Com o indicador da outra mão, fico massageando meu anelzinho ardido ...ahhhhiiiiii...estava com o corpo em chamas novamente. Mas tive que parar a "brincadeira", ouvi quando minha mãe desligou o chuveiro.
Quando minha mãe foi sair para a casa da amiga dela, o Júnior chegou.
_Fala para ele subir aqui mãe. Disse.
_E aí...tá tudo bem? Te esperei na esquina até 4h30...você não apareceu... que horas você chegou? Fiquei preocupado. Disse Júnior, logo que chegou no quarto.
_Tô bem...cheguei umas 5h...
_ Eu não devia ter ido embora...devia ter ficado!
_Prá quê? Prá apanhar? Não ia mudar nada a gente ia apanhar, e eles iam fazer a mesma coisa...pelo menos estamos bem...
_Eles não te machucaram?
_Não...eles só terminaram o que você começou...
_Pôxa...não fala assim...parece que está me culpando...o quê a gente fez foi legal, você gostou também...
_Se você abrir a boca para a turminha...tá fudido na minha mão...
_Não...de boa...eu não vou falar nada...
O silêncio domina o quarto.
Eu estava deitado de bruços na cama, e Júnior, que até então estava de pé, se aproxima, senta na cama, e quebra o silêncio:
_Você vai me desculpar...mas acho que a culpa foi sua...
_Minha? Tá doido?
_Ah Miguel...você ficou igual uma garotinha, um tesão...meu...aquela peruca...o batom... aquela sainha...cara...você parecia uma putinha, tanto que lá na pracinha os caras mexiam com você...e foi você mesmo que disse. Caramba...a gente brincou junto tanto tempo, e eu nunca tinha percebido...olha a sua bunda...cara...é uma delícia, gordinha, fofinha...meu...você despertou o desejo de muita gente Miguel...
Nisso, Júnior colocou a mão na minha bunda, e meu pau pulsou, prensado na cama.
_Tá...talvez você tenha um pouco de razão...mas agora tira a mão da minha bunda...eu não estou mais vestido de garota. Falei.
Acho que não fui convincente no meu pedido, até porque, não fiz nada para tirar a mão dele dali. Júnior foi mais além.
Ele abaixou meu calção, e passou a apalpar minha bunda.
_Páaaaaaara Júnior...por favor...
Mas ele não parou, debruçou o corpo, e passou a beijar minha bunda.
A parte feminina passa a dominar minha mente, e aos poucos, vou me entregando. Foi quando ele se sentiu seguro, e enfiou o dedo no meu cú.
_Ai...ai...tá ardendo. Reclamei.
_Peraí...já sei o que vou fazer. Disse ele, tirando o dedo.
Júnior foi até a parte do guarda roupas, e pegou um frasquinho de óleo Johnson. É gente eu ainda usava o óleo, minha mãe dizia que deixava a pele macia, e continuei usando.
Júnior lambuza o dedo, pinga o óleo no meu cú, e volta a me penetrar. Doeu um pouquinho na entrada, mas depois deslizou gostoso.
As dedadas eram suaves, o suficiente para incendiar meu corpo; os beijinhos na bunda, me faziam gemer; e sua outra mão, passeava pela minha bandinha, me causando arrepios...
Pronto, eu estava entregue...a minha parte feminina, devassa, volta a dominar meu corpo.
A essas alturas, meu calção já estava no chão, viro meu corpo de ladinho, e meu cuzinho morde com firmeza aquele dedo que entrava e saía. Junior entende o sinal, tira o dedo do meu cuzinho, se levanta, abaixa o calção, passa o óleo no pinto, e mete no meu rabinho. Ardeu um pouquinho, mas o desejo de ser novamente penetrado era maior...suportei.
Em pé, ao lada da cama, ele mete, de forma frenética. Não falávamos nada, apenas o som dos nossos gemidos eram ouvidos.
De repente, um gemido mais alto, uma cravada, e uma sequência de jatos me invadem.
Junior fez menção de tirar o pau, mas eu travei o cú e falei:
_Espera...senão vai melecar tudo...
Me afastei mais para a beirada da cama, ele tirou o pau, eu travei o cú, e fui para o banheiro.
Sentei na privada, e esperei a porra escorrer para me limpar. Quando peguei o papel, Junior entrou no banheiro, ainda com o calção arriado.
_O que foi? Perguntei.
_Pega um papel para limpar meu pinto. Disse.
Eu já estava com o papel na mão, e pedi para ele se aproximar.
O pau meia bomba, ficou perto do meu rosto. Nem sei direito o quê me deu. Quando vi o pau melado, e a cabecinha, ainda com uma pelotinha de porra saindo, abocanhei.
_Ei....que isso? Falou todo assustado.
Sem entender, Junior fica atônito vendo minha desenvoltura, mamando sua rola.
O pau fica duro e eu me empolgo, tiro o pau da boca, e engulos suas bolas. Volto a colocar o pau na boca, e fico apalpando suas bolas.
_Caralho Miguel....ahhh...vou gozar...
Continuei mamando, e passei a enfiar mais o pau na boca.
_Ahhh....ai Miguel...vou gozar caralho...ahhh... tiraaaaahhhhh....
Enfiei mais o pau na boca, e ele soltou seus jatos. Dei conta de tudo, mamei tudinho, não deixei escapar nada, deixei o pau limpinho...
O pau mole sai da minha boca, Júnior fica me olhando, e fala:
_Caralho mano...que gostoso....mas...ei... peraí ...você aprendeu isso com os caras lá né?
Abaixei a cabeça, e falei baixinho "é".
_E pelo jeito você gostou né? Voltou a perguntar.
Respirei fundo, e desabafei minha angústia.
_É Júnior...é...eu gostei....e é isso que está me incomodando....eu gostei...eu gostei...eles me fizeram de putinha, e eu gostei...e agora não sei como agir...tenho medo do meu pai...tenho medo do que a turma vai pensar, se souber...não sei...tô muito confuso....
_Caramba Miguel...nem sei o que dizer, mas acho que você não devia se preocupar com os outros...faz o que seu desejo pedir...com cuidado claro...o tempo vai passar...talvez as coisas se encaixem mais para frente...
_Não sei Júnior...quando tocam no meu corpo, eu me transformo...aí, quando termina, fico arrependido, me martirizando...tô super confuso.
Voltamos para o quarto, deitei de bruços na cama, e Júnior ficou sentado, do meu lado.
_Deixa acontecer Miguel, faça o que te faz bem. Disse ele, passando a mão nas minhas costas.
_É...vou pensar nisso...
Conversamos mais um pouco, e Junior foi embora.
A turma se reencontrou na segunda, ainda era carnaval, e cogitaram, irem novamente para o carnaval na pracinha. Eu disse que não iria.
_Caramba Miguel...se você não vai, eu também não vou. Queria ver você daquele jeito de novo. Falou Dú.
_Vai sonhando. Falei.
_Então também não vou. Falou Adriano.
O resultado? Só o Migo iria ao carnaval à noite.
Mas naquela manhã, eu não me livrei de ser o centro da conversa, aquela minha fantasia, rendeu comentários deles.
Me deram várias indiretas, mas eu me fazia de desentendido, e não dava trela. Chegaram a me chamar de Roberta Close kkk.
Olhava para o Junior, e ele ria, da minha situação. Os meninos me assediando, e eu me desvencilhando das conversas.
Até confesso que estava gostando do papo deles, fiquei com um certo foguinho, mas ao final, resisti, e mais tarde um pouco, fui embora com o Júnior.
_Meus pais saíram, o quê você acha da gente ir lá em casa agora?
Olhei para a cara dele.
_Depois da conversa dos meninos, sei muito bem o que você está querendo. Falei.
Júnior fez uma carinha safada, e eu não resisti, fui até a casa dele.
Chegando no quarto dele, tiramos as roupas rapidinho.
_Caramba...não vou cansar de elogiar essa sua bundinha. Disse ele, já passando a mão.
Pronto, bastou para o meu corpo entrar em chamas.
Júnior me ajeita de bruços na sua cama, e volta a acaricia minha bunda. Em seguida, passa a beijá-la. Meus gemidos são inevitáveis.
Depois de vários beijinhos na minha bunda, ele se deita sobre mim. Seu pinto duro, fica espremido entre minhas coxas, e sua boca fica beijando meu pescoço e meu rosto.
Aos poucos, vou abrindo as pernas, e ele vai se encaixando, até que a cabeça da rola, acha a entradinha. Júnior brinca, dando umas forçadinhas.
Sua mão recebe saliva, e a leva até a cabeça do seu pinto, em seguida, volta a se encaixar. Sem oferecer resistências, sou penetrado, e suavemente, ele enfia até o talo.
Com o pau enterrado, ele segue me acariciando e beijando meu rosto. Na sequência, o vai e vem começa, bem lento.
Júnior tira o pau da minha bunda, e pede para que fique de joelhos. Obedeço, e colocando a cabeça encostada no colchão, fiquei todo aberto para ele. Mais um pouco de saliva, umas pinceladas no cuzinho, e sou novamente penetrado...com mais força dessa vez, a rola entrou com tudo, até as bolas baterem na minha bunda.
Agarrado à minha cintura, ele fode, com força, nossos corpos estralavam a cada choque. Foram várias batidas, foram incessantes minutos, até que o gozo chega, e ele despeja tudinho dentro de mim.....ahhhhhh.
Caímos de ladinho, e ficamos agarradinhos, com o pau ainda dentro de mim.
Com a parte de trás da mão, ele acaricia meu rosto, e fala:
_Eu acho que você devia falar para a turma.
_Não...nem pensar...nem vem com essas idéias!
_Você gosta disso! Olha como você está agora, todo dengosinho...acho que você devia aproveitar enquanto as coisas estão fáceis...você viu como o pessoal está...você deixou todo mundo doidinho kkkk...
_Pode parar Júnior...e ai de você se abrir a boca.
_Eu não vou falar nada...mas você tá perdendo, já pensou, nós quatro?
Depois que ele disse isso, o seu pau começou a inchar dentro de mim. Não sei porquê, mas o meu também ficou duro.
Volto a receber suas estocadas, mas enquanto soca a rola no meu cuzinho, ele volta a tocar no assunto.
_Já imaginou nós quatro te pagando assim? Sabia que o Adriano tem o pau maior e mais grosso que o meu?
Junior estava entrando na minha mente, e eu comecei a viajar nas idéias dele. O Adriano era negro, e eles estudavam na mesma sala.
Meu pau começou a pulsar, e de repente, me vejo gozando, levando rola do Júnior, e pensando na rola do Adriano.
_Tá vendo...tá vendo...ahhh...você gosta da putaria...ahhh. Disse ele.
Em seguida, sinto os jatos fortes invadindo meu reto.
Ficamos agarradinhos, sem dizer nada. O pau dele foi murchando, e lentamente foi saindo de dentro de mim. Júnior então, quebrou o silêncio.
_Vamos tomar banho.
Ele começou me esfregando, e com muito carinho. Tocava suavemente na minha bundinha, e deixou meu pinto duro.
_Quer mais né? Me esfrega então. Disse.
Esfreguei o corpo dele, e dei uma atenção especial à sua rola, que logo deu sinal de vida.
_Deixa ela bem durinha. Pediu.
Me agachei, e abocanhei.
Depois, passei a chupar suas bolas enquanto masturbava seu pau.
_Isso...isso...continua....ahhh...
Ele gemia e eu me empolgava. Voltei a abocanhar seu pau, engoli quase todo, e o "bichinho" ficou durinho na minha boca.
_Isso...isso mesmo...agora fica de pé. Falou.
Me apoiei na parede, e empinei a bundinha. Júnior lambuzou meu cuzinho com sabonete, passou também no pau, e em seguida, meteu no meu cuzinho.
Enquanto ele socava, eu passei a bater uma punheta.
_Ahhh...então vai, no seu ritmo. Disse ele.
Júnior parou de socar, e eu, passei a rebolar no pau dele, enquanto batia punheta.
Era bom demais, e eu não aguentei, gozei gostoso, gemendo bastante.
Termino de gozar, e ele me segura forte pela cintura, e passa a bombar com força, até que...
_Ahhh...já tô quase gozando...mas queria gozar na sua boquinha...
Totalmente submisso, salto da rola, e a abocanho. Aperto suas bolas, e os jatos saem, quentinho para a minha boca.
Terminamos o banho, e quando saíamos do banheiro, falei:
_Não quero que conte nada para ninguém...tá bom?
_Tá bom Miguel, eu não vou contar nada...tenho certeza que você vai contar...
Fui para casa, e passei a tarde pensando no que ele disse. Acabei ficando num fogo danado, me imaginando, no meio deles quatro...peladinho.
Queria apagar esse fogo, e até pensei em ir lá na casa em construção, tentar encontrar os "três taradinhos" de sábado, mas tirei essa idéia da cabeça, e fui bater uma punheta no banheiro. Não apagou o fogo, mas aliviou.
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Comentários (3)
Coroa: Agora já era, provou rola no cu a primeira vez vai querer cada vez mais. É muito bom mesmo e vicia. Talvez até seus outros amigos sejam beneficiados. Agora se vc for voltar na casa abandonada vá com cuidado.
Responder↴ • uid:1dak65uoijNinfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:7btejnnthjMato Grosso 7: Muito bom Adorei conta mais
Responder↴ • uid:fuor96t09