Estuprado pós-jogo pelo time no vestiário
Uma falha em campo e a dívida com o time. No vestiário, entendi que o preço da derrota era me tornar a propriedade secreta e o mictório do time todo.
O sol de fim de tarde dourava a quadra de society, onde o cheiro de borracha quente e suor pesado dominava o ar. O clima era de guerra: final de um campeonato humilde de bairro contra bairro, empate em 4 a 4 e quase 2 mil reais de aposta e patrocínio para cada um em jogo. No balcão, o troféu brilhava, mas o nervosismo era o que ditava o ritmo.
Eu, Rafael, era o caçula de 17 anos no meio dos marmanjos. Alvo fácil, a "bailarina do time", o "goleiro meio bicha" que só estava ali porque ninguém queria a posição e porque eu agarrava demais.
Meus próprios "amigos" não davam trégua. Bastava eu me agachar para arrumar a barreira e o short curto apertava, entrando na bunda. O vestiário inteiro ria, distribuindo tapas estalados na minha carne e comentários pesados que me faziam ferver. Eu fingia indignação, mas, no fundo, aquela agressividade era o combustível que eu desejava.
Perto de caras brutos, eu me transformo. É instintivo: minha voz amansa, meus gestos ficam dóceis e esse meu jeito "mole" vira um ímã para a agressividade deles. Eu fingia odiar a submissão, mas o cerco deles me deixava louco de tesão.
As mãos bobas eram constantes — tapas estalados, apertos brutos, mãos calejadas que me marcavam. No chuveiro, sob o vapor, eu devorava com os olhos os membros pesados e grossos que balançavam enquanto eles se lavavam. Minha boca enchia d’água diante daqueles monstros adormecidos.
O detalhe é que eu namorava e amava minha namorada. Ela era linda, gostosa, e nossa química era real. Mas eram dois mundos: com ela, eu era o homem; com eles, eu só queria ser dominado. Meus amigos morriam de inveja; não aceitavam que um "afeminado" tivesse a mulher que todos desejavam. Para eles, era uma afronta; para mim, o combustível perfeito.
No jogo, era difícil manter o foco com o Gustavo, o centroavante adversário, trombando em mim. Ele era o puro suco de masculinidade: grisalho, braços grossos e uma presença que me fazia tremer de tesão escondido. Eu me considerava hétero, mas aquele meu lado secreto — a sede de ser dominado por homens brutos — gritava toda vez que ele chegava perto, meu rabo virgem entrava em êxtase.
O jogo fervia. Último lance: escanteio. O Gustavo colou em mim na pequena área. Senti o calor do corpo dele e o cheiro de suor agressivo, me deixando tonto. Ali, tive que decidir: ou eu saía firme para socar a bola, ou me permitia ser "atropelado" por ele.
Eu travei. O cruzamento veio alto e o Gustavo subiu como um trator, usando o corpo para me esmagar contra a rede. Senti o impacto brutal do peito dele contra o meu enquanto a bola morria no fundo do gol. 5 a 4.
A jogada nasceu de um vacilo do Beto, aquele cara alto e imponente que soltou um rosnado de ódio ao perder a posse. O Felipe ainda tentou cobrir o espaço, mas não deu tempo. Lá atrás, o Rodrigo — nosso capitão/técnico de 35 anos, ele era também presbítero da minha igreja, era líder do grupo de jovens — gritava com uma autoridade que me dava calafrios.
O apito final foi minha sentença. Eu estava jogado no chão, sentindo o rastro do atropelamento do Gustavo, quando o Gabriel atravessou a quadra cego de fúria. Ele me agarrou pelo colarinho com tanta força que perdi o fôlego.
— Seu bicha burra, você entregou o nosso dinheiro! — ele gritava, a saliva respingando no meu rosto.
Eu não conseguia reagir. Meu corpo ficou dócil nas mãos dele enquanto o resto do time formava um círculo de ódio ao meu redor. O olhar de julgamento do capitão e presbítero Rodrigo deixava claro: a cobrança pelos dois mil reais perdidos seria feita do jeito mais cruel possível dentro do vestiário.
O Rodrigo agiu rápido. Com seus braços maciços e o peito largo, ele barrou o avanço de Gabriel, impondo silêncio na beira do campo. Ele mantinha a postura de líder, mas o suor que escorria pelo seu corpo carregava a amargura da perda. O olhar dele não era de raiva explosiva, era pior: um desprezo frio e autoritário. Ele olhou para o envelope de dinheiro perdido e depois para mim, ainda jogado no chão.
— Chega, Gabriel — a voz do Rodrigo ecoou com a autoridade de quem manda na igreja e no campo. — Vamos resolver isso lá dentro.
O Felipe ajeitou os óculos e evitou meu olhar. O Beto vinha atrás, bufando de ódio pelo erro que ele mesmo cometera, mas que agora cairia na minha conta. Caminhamos em silêncio. O som das travas das chuteiras no cimento parecia a marcha de um carrasco.
Assim que entramos no vestiário, o cheiro de mofo e suor confinado nos cercou. O Rodrigo foi o último a entrar. Ele fechou a porta pesada de metal e, sem desviar os olhos de mim, girou a chave. O estalo da fechadura bateu no meu peito como um soco. Ele percebeu que o time queria me linchar e resolveu assumir o controle.
— Escuta aqui! — ele gritou. — A gente perdeu como um grupo. A culpa é de todo mundo!
Ele começou um sermão pesado sobre tática e erros de posicionamento, tentando acalmar os ânimos. Mas, enquanto ele falava, eu sentia os olhares de ódio me atravessando. Eles não queriam explicações técnicas; eles sabiam que aquela bola que passou por baixo de mim enterrou os dois mil reais de cada um. O silêncio deles era mais aterrorizante que qualquer grito.
Depois do sermão, a galera foi embora batendo o portão com ódio. Tentei ser esperto e avisei que tomaria um banho rápido para fugir, mas os seis mais raivosos — Beto, Felipe, Rodrigo, Gabriel, Samuel e Fernando — avisaram que também iam entrar.
O Fernando deu um passo à frente com aquele sorriso nojento. Ele era o "macho gostoso" do grupo, com o corpo definido, e o que mais me odiava. Adorava exibir o membro grande no vestiário só para marcar território.
— Deixa eu tomar banho primeiro para esfriar a cabeça, senão eu mesmo mato esse viado agora — disse ele.
No corredor, o Rodrigo me olhou com um desprezo que me fez gelar. Fiquei parado, vendo os seis entrarem. Eu sabia que, se entrasse naquela água com eles, não sairia o mesmo. Eles cochichavam de um jeito sombrio: “ele deixou a bola passar de propósito só para sentir aquele Gustavo em cima dele”. O momento do banho, que eu costumava usar para admirar o Samuel — o moreno alto de membro enorme — ou a autoridade de Rodrigo, virou um pesadelo.
O vapor tomou conta de tudo, uma neblina que sufocava com cheiro de mofo e azulejo velho. Eu estava debaixo da ducha, tentando tirar o suor e a vergonha, quando senti o cerco fechar. Meu corpo de 17 anos, magro e liso, parecia frágil demais perto da brutalidade daqueles homens que agora me cercavam no meio da névoa quente.
As torneiras foram fechadas de uma vez, e o silêncio que sobrou foi preenchido apenas pelo som da água descendo pelo ralo. Através da névoa, os seis vultos se aproximaram com a calma de predadores que sabem que a presa não tem saída. Pelado e trêmulo, tentei me encolher contra o azulejo gelado, escondendo-me com as mãos em puro desespero.
— Tira a mão daí, Rafael. Quem você acha que quer ver essa coisinha? — A voz do Fernando cortou o ar. Ele avançou, exibindo o corpo definido e um sorriso cruel. — Olha só... parece um grelinho, está com vergonha de quê? A gente já sabe que você é todo delicadinho.
O Fernando soltou uma risada debochada que o Gabriel acompanhou com um rosnado. Os olhos do Fernando brilhavam de maldade enquanto ele se voltava para o grupo:
— Eu sei por que ele entregou o jogo. Passou o tempo todo de olho no Gustavo. Se esfregando nele em cada escanteio, feito uma fêmea no cio. Na hora do gol, pulou feito uma bailarina só para fazer pose para o cara.
Aquelas palavras foram o sinal. Senti mãos pesadas me prensarem. O Beto me empurrou com tanta força que minhas costas estalaram contra a parede, arrancando-me um gemido. Ele colou o rosto no meu; o calor que emanava da sua pele negra e o cheiro do sabonete eram sufocantes.
— No campo, você faz a delicada — ironizou Beto, a voz vibrando no meu ouvido. — Mas com essa bunda que você vive exibindo, parece que está doido para pagar a dívida do time do jeito que a gente quiser cobrar.
Minha voz sumiu. Ao lado, Samuel continuava em silêncio, mas sua presença era a mais aterradora. Pelo canto do olho, eu via o membro dele, grosso e imponente, exibido com uma naturalidade que sempre me fascinou, mas que agora me causava um pavor paralisante.
— Então é isso? — O Rodrigo deu um passo à frente, o peitoral enorme quase me esmagando contra o azulejo. — Você entregou nosso dinheiro e o troféu porque queria se aparecer para o centroavante deles? A gente ralou e apostou o que não tinha para você dar show de frescura?
— Não é verdade... — tentei balbuciar, mas a mentira morreu na garganta.
— Você falhou com o time e falhou comigo — o capitão continuou, a voz baixinha e perigosa. O homem que pregava moral no altar agora exalava um poder bruto. — Na igreja, aprendemos que todo erro exige reparação. Se você não tem o dinheiro, vai pagar com a única coisa que sobrou: sua submissão.
Lá atrás, o Felipe, de óculos, bloqueava a única saída, nervoso, mas atento. O silêncio do grupo era o comando silencioso do Rodrigo.
— Já que gosta tanto de se oferecer — o Fernando segurou meu queixo com força, me obrigando a encará-lo —, agora vai se oferecer para quem você realmente deve. A gente ficou no prejuízo e você vai compensar o time, um por um. E não aceitaremos desculpas como pagamento.
— Vai ser o troféu de consolação do time! — gritou Felipe.
A pressão aumentou. O calor dos corpos e o cheiro forte de homem me sufocavam. Encurralado e pelado, senti a mão do Rodrigo descer pesada, apertando minha nádega com uma força que arrancou de mim um gemido doce e involuntário. O sorriso do Fernando só aumentou.
O vapor no ar misturava luxúria e ódio, transformando a agressividade em urgência física. Meus olhos, marejados, não conseguiam desviar do que acontecia: os seis, agindo como predadores, começaram a se tocar com mãos grossas. Com a adrenalina da derrota e o prazer de me dominar, vi seus paus que eu sempre admirei em segredo dobrar de tamanho diante de mim.
O membro grosso do Samuel pulsava, enquanto Beto e Fernando exibiam ereções rígidas como pedra. Até o capitão, mantendo o olhar severo, já não escondia a reação do próprio corpo. Mãos brutas fecharam-se nos meus braços, arrastando-me para o centro do vestiário, onde o chão de azulejo brilhava com poças de água e sabão.
— Ajoelha para o time! — a voz do Beto ecoou, grossa e autoritária. Ele parou na minha frente, exibindo toda aquela masculinidade imponente, me obrigando a encarar o que viria.
Eu travei. Meu corpo tremia; eu era só um garoto, pelado e cercado pelos homens que eu sempre desejei e temi, prestes a ser usado por todos. O nó na garganta me impedia de respirar.
— Eu mandei ajoelhar, porra! — Rodrigo rugiu, perdendo a paciência.
Antes que eu pudesse reagir, senti o peso das mãos do Gabriel e do Fernando nos meus ombros. Eles me empurraram com força bruta, forçando-me para baixo sem resistência. Meus joelhos bateram no chão úmido com um estalo e eu soltei um gemido baixo. Ali, em submissão total, fiquei tonto com o cheiro de suor e sabonete barato que emanava daquele círculo de machos.
De baixo, a visão era aterrorizante: eu estava cercado por uma floresta de pernas fortes e membros pulsantes que apontavam para mim como armas carregadas. A humilhação de estar ali, no chão, sob o olhar de julgamento do meu presbítero e a fúria dos meus amigos, se misturava com o pavor do que viria a seguir.
— Olha para isso... — o Fernando debochou, chegando tão perto que a ereção dele roçou no meu rosto. — O “bailarino” finalmente achou o lugar dele. Agora começa a pagar, Rafael. Abre a boca e mostra que serve para algo além de dar frango.
O vestiário virou um cenário de dominação pura. De joelhos no centro do círculo, virei o alvo. Eles não estavam apenas exibindo; estavam usando aquilo como arma. Começaram a bater os membros rígidos contra o meu rosto, de um lado para o outro. As cabeças pulsantes, lubrificadas pela excitação e pela raiva, deixavam rastros de baba na minha pele, enquanto o som da carne batendo no meu rosto ecoava no silêncio tenso.
— Parem agora, já chega! — tentei levantar, mas as mãos nos meus ombros me esmagaram de volta contra o chão.
— Parar? Estamos só começando — o Fernando respondeu, sádico.
O Fernando era o pior: o ódio parecia injetar sangue na sua ereção. Ele socava a própria base da pica, fazendo o membro chicotear contra as minhas bochechas com uma força que virava minha cabeça. Dali de baixo, eu via uma floresta de virilidade: o Gabriel, liso e depilado, contrastava com os pentelhos densos e o cheiro forte de suor e sabonete dos outros. Bolas pesadas balançavam agressivamente contra o meu rosto em cada movimento.
Mas a do capitão Rodrigo me hipnotizava. Era massiva, com "ombros" largos antes da glande e bolas grandes, escuras e peludas, exalando a autoridade de um homem de 35 anos. Meu sangue pulsava em um tesão selvagem, mas eu precisava manter a máscara. Se eles percebessem meu prazer, o "castigo" perderia o sentido. Para aqueles seis, aquilo era um corretivo bruto; para mim, um segredo ardente.
O vapor no vestiário pesava como chumbo. O tempo parou sob o olhar daqueles predadores. Rodrigo, sem paciência, fincou os dedos no meu cabelo úmido e puxou minha cabeça para trás com um solavanco violento. Meus olhos foram forçados a encarar a ereção pulsante do meu capitão, a centímetros da minha boca.
Com a outra mão, Rodrigo guiou a cabeça rosada, forçando-a contra meus lábios trancados. A pressão era constante e humilhante. O calor da pele dele e o cheiro de homem cru invadiam meus sentidos, mas mantive os dentes travados, resistindo.
— Abre a porra da boca! Está surdo, caralho? — O rugido do Rodrigo ecoou, fazendo meu peito vibrar de medo e um prazer proibido.
Continuei na encenação, olhos lacrimejando e gemidos abafados, lutando contra o impulso de me entregar, tudo que queria era abrir a boca e mamar aquilo feito um bezerro, mas eu conhecia aquela matilha: o tesão deles vinha do poder, de quebrar minha resistência. Se eu facilitasse, o jogo perderia a graça. Mantive a pose de "vítima" indignada, o goleiro que tinha namorada e estava sendo injustiçado, para que a adrenalina deles explodisse na brutalidade, na cabeça deles aquilo era um estupro coletivo, e eu não queria mudar isso.
— Ele está fazendo charminho — Fernando debochou, travando os joelhos nas minhas costas e apertando meu pescoço. — O viadinho quer fingir que é homem. E a sua namorada gostosa, Rafael? O que ela acharia de te ver aqui, implorando para não ser usado pelo time todo?
— Se não abrir por bem, vai ser por mal — Beto ameaçou, batendo o pau no meu ombro. — Temos a noite toda, e a cada minuto de boca travada, os juros da dívida aumentam.
O Rodrigo deu outro puxão no meu cabelo, ainda mais violento. Ele enfiou o polegar no canto da minha boca, forçando a mandíbula, enquanto a cabeça do membro dele batia contra meus lábios. O gosto salgado e o cheiro de homem cru me deixavam tonto. O capitão estava imóvel como uma estátua de bronze, mas os dedos apertando a própria grossura denunciavam que ele adorava minha resistência.
— Eu não vou pedir de novo — ele sibilou, olhos vermelhos de raiva. — Você quer que a gente use a força? É isso, sua bailarina?
Balancei a cabeça em negação, soltando um soluço fingido. Eu estava no centro de um furacão de corpos suados, esperando o momento em que a violência deles venceria minha encenação. O Rodrigo sorriu de lado e deu a ordem final para o Gabriel e o Samuel:
— Segura o rosto dele. Vai ter que mamar à força. Esse viado vai aprender a respeitar quem manda aqui.
As risadas cruéis ecoaram. O Gabriel se encaixou atrás de mim, travando-me num abraço de ferro com seus braços enormes; o calor do peito dele nas minhas costas era sufocante. Enquanto eu encenava um protesto desesperado, Samuel enterrou os dedos nos cantos da minha boca, forçando minha mandíbula para baixo até os ossos estalarem. No segundo em que minha boca abriu "contra a minha vontade", o Rodrigo não perdeu tempo.
O capitão invadiu minha boca com tudo, uma entrada bruta que me fez engasgar e revirar os olhos. Os dedos do Samuel ainda esticavam meus lábios no limite, enquanto o membro do Rodrigo preenchia cada espaço com calor e aquele gosto salgado de homem. Soltei um som abafado, um misto de sufoco e choro falso, sentindo a saliva escorrer enquanto ele ditava um ritmo pesado e possessivo.
— Isso! Começa a pagar o que deve! — o Fernando gritava, rindo da minha submissão total.
Dali de baixo, travado pela força do Gabriel e invadido pela brutalidade do Rodrigo, vi o círculo de machos se fechar como uma matilha sobre a presa. O Felipe observava com a respiração pesada, apertando-se com uma urgência incontrolável. Para eles, eu era o prêmio de consolação, um pedaço de carne para compensar o prejuízo do jogo. Eles se sentiam donos do mundo, acreditando piamente que estavam quebrando um "hétero", sem desconfiar que, sob a máscara de pavor, eu entrava em um transe de prazer absurdo.
Eu devorava cada segundo daquela violência, sentindo-me preenchido e dominado. No entanto, um medo gélido corria em paralelo ao calor do gozo: eu sabia que o que mantinha o desejo daqueles homens aceso era a ilusão da força, a crença de que tudo aquilo era imposto contra a minha vontade. Eu precisava esconder o quanto estava adorando ser usado daquela forma; se eu demonstrasse que o pânico era, na verdade, êxtase, o tesão deles morreria. Se eles soubessem que não era um estupro e que eu estava gostando de cada centímetro daquela invasão, a fantasia de poder deles sobre mim desmoronaria. Por isso, eu mantinha os olhos arregalados, lacrimejados e os gemidos curtos, camuflando meu prazer proibido sob o disfarce da submissão absoluta.
— Abre a porra da boca direito! — Rodrigo rosnou, o rosto colado ao meu. — Se eu sentir seus dentes, você volta para casa sem eles, ouviu?
A ameaça me fez gelar. O medo de uma surra real misturava-se ao êxtase da submissão. Soltei um soluço alto, mantendo o teatro de pavor enquanto relaxava a boca ao máximo. Eu precisava sustentar a pose de "menino de família" e namorado fiel, mesmo querendo ser usado por todos. Sabendo que eles babavam na minha namorada, a humilhação tinha um sabor extra de vingança e inveja: ao me usarem, descontavam a frustração de não poderem tê-la.
— Chora, Rafael! É isso que você merece — Fernando sibilou, puxando meu rosto enquanto o Rodrigo me invadia. — Imagina sua mina te vendo agora, sendo a marmita do time por causa de dois mil reais.
O Rodrigo não tinha pressa; cada estocada era um lembrete de quem mandava. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos, ditando o ritmo enquanto os outros formavam uma parede de carne. O cheiro de suor e a adrenalina estavam no limite. Gabriel, travando meus braços por trás, esfregava-se o pau duro com força nas minhas costas, enquanto Beto cercava meu pescoço e orelha com sua pica.
Eu estava em transe. Meus engasgos faziam o Rodrigo ir cada vez mais fundo, satisfeito com a "dominação". A cada investida bruta, meus olhos lacrimejavam mais, alimentando a ilusão de que eu era destruído. As risadas de Fernando e Beto celebravam cada engasgo meu como uma vitória da moral ferida do grupo.
No meio da humilhação, Felipe deu um passo à frente, sua sombra cobrindo meu rosto. O Rodrigo puxou meu cabelo com violência, jogando minha cabeça para trás, enquanto o Samuel ainda esmagava minha mandíbula.
— Já chega de brincar com ele, Capitão. Divida o moleque com o time — a voz de Felipe saiu rouca, carregada de um desejo animal inesperado.
O Rodrigo deu a estocada final, forçando o membro até o fundo da minha garganta. Arqueei as costas, batendo o peito contra as pernas do Gabriel, enquanto o capitão rosnava:
— Engole tudo. Paga cada centavo dessa dívida.
Fechei os olhos sob o peso daquela dominação. Quando ele se retirou com um sorriso vitorioso, Samuel agiu rápido: cravou os dedos nos cantos da minha boca, esticando minha pele no limite, e empurrou minha cabeça com tudo contra o quadril do Felipe.
A invasão foi profunda. O membro dele, massivo e grosso, preencheu tudo, tirando meu ar e me fazendo revirar os olhos. Os pentelhos ásperos roçavam no meu nariz enquanto o peso das bolas carregadas travava meu queixo, impedindo qualquer fuga. Entrei em pânico, sufocado, mas os dedos de Samuel eram grampos de aço no meu maxilar.
Enquanto eu lutava para processar a grossura da pica do Felipe, Fernando e Beto se aproximaram, marcando meu rosto com cusparadas quentes que escorriam pela minha pele — a humilhação suprema de quem agora era propriedade do grupo. Quando finalmente me soltaram, desabei para frente em uma tosse convulsiva, os pulmões implorando por ar enquanto o rastro daquela invasão escorria pelo meu queixo.
Samuel soltou meu maxilar no meio da tosse e, por reflexo, tentei fechar a boca. O erro foi fatal: Gabriel desferiu um tapa fortíssimo no meu rosto. O estalo seco ecoou e minha bochecha ardeu instantaneamente.
— Eu não mandei fechar a boca, porra! — Ele rugiu.
Totalmente subjugado e com o rosto latejando, abri a boca novamente. Samuel passou a foder minha garganta com uma fúria descomunal, cada estocada ecoando no meu crânio. O prazer secreto era tão absurdo que meu corpo relaxou, cedendo ao ritmo brutal. Gabriel, sentindo que eu não oferecia mais resistência, rosnou:
— Deixa eu entrar também, Samuel. Vou ficar aqui só segurando o moleque?
— Segura ele, senão ele foge! — Samuel respondeu, sem parar o ritmo frenético.
— Foge nada... o bicho não faz nem mais força — debochou Gabriel, soltando meus braços.
O alerta ligou: eu precisava manter o teatro. Tentei uma fuga desesperada e ensaiada, arrastando-me pelo chão com as pernas bambas de tesão, fingindo odiar o que eu mais amava. Gabriel gritou com um riso selvagem e me grampeou pela cintura, arrastando meu corpo nu de volta para o centro do círculo. O som da minha pele raspando no azulejo molhado sumiu entre as gargalhadas de Rodrigo, Beto e Felipe, que se deliciavam com minha tentativa patética de escape.
— Olha só o nosso goleiro... — ironizou Fernando, com um chute leve na minha costela. — Tá achando que vai para onde? Você ainda tem muita conta para acertar, sua fêmea.
O Gabriel me imobilizou com o joelho fincado nas minhas costas, prensando meu rosto contra o chão. Eu estava exposto, marcado pela saliva deles, sustentando a pose de hétero derrotado enquanto meu corpo gritava por mais.
— Você ainda não aprendeu a lição — sentenciou Rodrigo.
Ele plantou o pezão 44 no meu rosto, esmagando minha bochecha contra o azulejo. O peso era absurdo; o cheiro de couro e suor invadiu meu nariz.
— Lugar de fêmea é debaixo do pé de um macho. Agora, lambe, sua putinha.
Vi o corpo dele travar para um chute na barriga e me apressei: estiquei a língua e lambi a sola dele com urgência. No meio da tarefa, senti o primeiro jato quente e ácido: o mijo do Rodrigo. O líquido queimava minhas costas, escorrendo pelas costelas. Logo, ele mudou o pé para a minha nuca, esmagando meu rosto contra o piso, e mirou o jato nos meus olhos e boca. Eu estava banhado pela urina do capitão — uma humilhação total.
— Tenho o acessório perfeito para essa cadela não fugir mais — anunciou Beto, indo até a mochila.
Ele voltou com algo que fez meu sangue gelar: uma coleira rosa de cachorro, brilhante, com a etiqueta balançando sob a luz do vestiário.
— Comprei para minha cachorra, mas vai servir direitinho nessa puta — debochou Beto, exibindo a coleira para o grupo.
As risadas explodiram. Rodrigo ajoelhou-se sobre mim e travou o fecho no meu pescoço. O estalo foi minha sentença definitiva: eu era o bicho de estimação do time. Ele puxou a guia, esticando meu pescoço ao limite, e entregou a ponta ao Gabriel. Quando tentei me levantar, Rodrigo me jogou de volta ao chão com um peso no ombro.
— De quatro, porra! Igual a uma cadela! — ordenou.
Obedeci, arrastando-me de joelhos pelo azulejo molhado enquanto sentia o couro apertar. Eu era a atração do ritual. Sob o comando de Rodrigo, soltei latidos baixos e humilhantes que foram recebidos com gargalhadas. O capitão me puxou pela coleira de volta ao centro do círculo, obrigando-me a olhar para cima.
Antes que eu pudesse respirar, a parede de carne se fechou. Fernando enterrou os dedos no meu cabelo e puxou minha cabeça com um solavanco violento, forçando-me a encarar o teto através da névoa quente que ardia nos meus olhos banhados de urina.
— Não feche os olhos, Rafael! Olha bem para os seus donos! — ele sibilou, o hálito quente queimando minha orelha. — Agora abre a porra da boca!
Hesitei por um milésimo de segundo, tentando processar o que viria, mas o Gabriel desferiu um tapa estalado no meu rosto que fez minha visão escurecer por um instante. Minha boca se abriu no reflexo da dor e do susto, e o Rodrigo não perdeu tempo: ele começou a mijar diretamente dentro da minha boca. No momento em que o líquido quente e amargo atingiu minha língua, o asco superou o meu teatro e eu fechei a mandíbula rapidamente, tentando me proteger.
O Rodrigo não aceitou a resistência. Com uma violência assustadora, ele forçou meu maxilar para baixo, apertando meus ossos até eu ser obrigado a escancarar a boca novamente, enquanto o jato contínuo inundava minha cavidade oral. Senti minha boca se encher rapidamente com o fluxo quente e ácido, que subia pelas gengivas e pressionava o fundo da minha garganta, me obrigando a tentar engolir para não sufocar. Mas o volume era demais; em segundos, o líquido começou a transbordar pelos cantos da minha boca, escorrendo quente pelo meu queixo e se misturando à saliva e ao suor que já banhavam meu pescoço.
Vendo aquilo, o resto do grupo se empolgou em um movimento coordenado e impiedoso. Não se tratava mais apenas do jogo perdido ou do dinheiro; era sobre me transformar em um objeto coletivo.
— O capitão deixou a marca dele, agora falta a nossa — rugiu Samuel, com satisfação cruel.
Tornou-se um massacre de humilhação: enquanto Samuel apertava meu pescoço para garantir que eu não me movesse, alguns mijavam no meu rosto, outros miravam no meu peito e barriga, e outros esperavam a vez de cada um terminar para também mirarem na minha boca, mantendo-a sempre cheia e transbordante. O cheiro de amônia e testosterona tomou conta do vestiário abafado, transformando o ar em algo pesado, quase impossível de respirar. O Felipe, que até então observava de longe, aproximou-se e deu o golpe final, me batizando bem no centro do peito.
— A partir de hoje, você vai ser o mictório do time — declarou o capitão, enquanto eu me engasgava com o fluxo quente. — Acabou essa palhaçada de ficar indo no banheiro na hora do treino. Está com vontade? É só chamar o Rafa. Ele tem que abrir a boca na hora e aliviar o time.
O Rodrigo assistia a tudo com uma expressão de julgamento distorcido, aprovando aquela purgação. E então ele rugiu, puxando a coleira para cima:
— Engole o que sobrou e agradece aos seus donos, cadela! Diz: “obrigado por me usarem”!
Eu engoli. Senti o líquido queimando minha garganta enquanto as lágrimas de “desespero” escorriam. Eu agora pertencia a eles, coberto por uma substância viscosa e ácida que marcava cada centímetro da minha pele.
— Agora agradece, puta — o Rodrigo ordenou.
— Muito obrigado... — respondi baixinho, com os olhos fixos no azulejo molhado, tentando evitar o olhar de julgamento deles.
— Agradece olhando nos nossos olhos! Alto e bom som! — Ele gritou, dando um puxão violento na coleira rosa que fez meu pescoço estalar para trás.
— Muito obrigado! — gritei, encarando o abismo nos olhos do capitão enquanto o gosto da urina ainda inundava minha boca.
— Agora você está com o cheiro do time todo, goleirinho — o Beto comentou com um sorriso de lado, limpando a mão na minha coxa com total desdém. — A gente te marcou, Rafael. Agora você é nosso.
O Gabriel deu um puxão seco na guia, obrigando-me a manter a postura de submissão. O Fernando aproximou-se por trás e me agarrou pelos quadris com uma brutalidade calculada, colando o corpo suado ao meu.
— A gente já te batizou, agora eu vou te ensinar a latir com vontade — ele zombou, usando o próprio cuspe para lubrificar a ponta da sua grossura.
Sem qualquer aviso, ele pressionou contra a minha entrada. Soltei um grito abafado, que foi imediatamente silenciado por Samuel; ele enterrou os dedos na minha boca, puxando meus lábios para os lados e me preparando para a invasão.
— Cala a boca e aguenta o tranco, Rafa — sibilou Samuel. — Agora você é a estrela do vestiário.
O Fernando forçou a entrada com tudo. A dor era real, mas o tesão de ser "quebrado" por aquele ódio me mantinha no limite. Eu arqueava as costas, tentando fugir da pressão, mas a coleira nas mãos do Gabriel me travava no lugar. A cada estocada bruta, a guia dava um tranco no meu pescoço, me fazendo engasgar.
O Rodrigo assistia a tudo de cima, em transe, vendo o goleiro puritano da congregação ser usado como um pedaço de carne. Ele se ajoelhou na minha frente, ignorando o mijo que me cobria, e esmagou minhas bochechas com as mãos pesadas.
— Você está sendo purificado pela dor, Rafael — sussurrou com uma voz sombria, enquanto desabotoava a calça novamente. — A humilhação vai arrancar esse orgulho de você.
Preso entre o movimento frenético do Fernando e a sombra imponente do capitão, vi que eles realmente acreditavam naquela loucura de punição. Para eles, eu era o mictório, a cadela, o erro que precisava de conserto sob o olhar satisfeito do mestre de cerimônias.
— Mais rápido, Fernando! — Rodrigo ordenou. — Quero ver se essa cadela aguenta o peso de um homem de verdade.
A cena no centro do vestiário atingiu o ápice da loucura carnal. Eu já não era mais uma pessoa; era uma engrenagem movida pelo desejo de domínio daqueles homens. O Gabriel mantinha a guia da coleira esticada, garantindo que eu não saísse do lugar, enquanto o Beto se posicionava na minha frente. Sem dizer uma palavra, ele enterrou sua rola na minha garganta, abafando meus gemidos e transformando meu protesto em um som gutural e úmido.
Minha visão estava turva, mas eu sentia cada movimento. O Fernando e o capitão Rodrigo ficavam um de cada lado, como se estivessem em um ritual. Eles agarraram minhas mãos com brutalidade, forçando meus dedos a fecharem em volta de seus membros pulsantes. Mesmo sufocado pelo Beto e sentindo o mijo secando na minha pele, minhas mãos começaram a trabalhar sozinhas.
Eu as movia num ritmo frenético, subindo e descendo com uma agilidade desesperada. Queria mostrar serviço; queria que sentissem que, mesmo tratado como um animal, eu era a ferramenta perfeita para o prazer deles.
— Olha como a mão da cadela trabalha bem... — o Fernando rosnou, fechando os olhos enquanto eu apertava sua base com força. — Parece que nasceu para isso.
O Rodrigo soltou um suspiro pesado, e sua expressão de "doutrinação" deu lugar a um prazer puramente pecaminoso. Ele pressionava o quadril contra minha palma, guiando o movimento enquanto eu sentia a veia dele latejar sob meus dedos. A cada estocada do Beto na minha boca, o tranco da coleira rosa no meu pescoço me lembrava da minha realidade: eu era o mictório, o brinquedo, o escravo daquele time.
— Isso mesmo, Rafa... serve seus donos — o Rodrigo ordenou, circulando o grupo como um predador satisfeito. — Mostra que você aprendeu a lição.
Eu continuava o trabalho manual com uma dedicação cega. As lágrimas de “humilhação” limpavam caminhos na urina que cobria meu rosto, mas, por dentro, eu estava em êxtase por ser o centro de tanta virilidade bruta.
A dinâmica no chão mudou para uma violência ainda mais crua. O Fernando assumiu o lugar do Gabriel atrás de mim; sua rola era visivelmente maior e muito mais bruta, apertando minha carne como se quisesse fundir minha pele à dele. Eu gemia de forma abafada enquanto o membro do Rodrigo ocupava minha boca.
O capitão, num gesto de puro domínio, saiu por um segundo apenas para cuspir no próprio pau, "temperando-o" antes de forçar a reentrada com tudo. Ele puxava a guia da coleira rosa com tanta violência que eu era obrigado a arquear o pescoço ao limite, tentando engolir cada centímetro enquanto o Fernando me golpeava por trás sem piedade.
Nesse estágio, meu corpo traiu minha atuação. O cansaço e a sobrecarga derrubaram minhas defesas; eu não conseguia mais esconder o transe. Meu pau pequeno, duro como pedra, denunciava o prazer proibido que aquela brutalidade me causava. O Samuel percebeu a traição na hora e se inclinou para ver o que eu escondia.
— Olha só! O viadinho tá gostando! — ele gritou. — Tá de pau duro com o corretivo, sua cadela?
O clima virou uma agressividade punitiva. Antes que eu pudesse reagir, Samuel desferiu um chute certeiro direto nos meus ovos. A dor paralisante subiu até o estômago, provocando um espasmo violento. O choque foi tão grande que meu corpo reagiu sozinho: gozei um jato ralo que escorreu pela coxa, mas aquela descarga, vinda de um ápice de humilhação e dor, foi uma das melhores da minha vida, um prazer tão intenso que fez meu cérebro apagar por um segundo. No instante seguinte, meu pau murchou sob o impacto da agonia.
— Isso é para você não esquecer que é uma punição — Rodrigo sibilou, puxando a coleira com força. — Você não tem direito de sentir prazer. Você só serve para o nosso alívio.
Eu soltei um gemido de dor real; as lágrimas agora não eram teatro. Fernando ignorou meu sofrimento e continuou o movimento por trás, socando com ainda mais intensidade, rasgando as paredes do meu cuzinho com sua grossura. O mundo começou a girar.
Com sua força bruta, Rodrigo me levantou do chão, puxando-me pela coleira. Fernando saiu de dentro de mim. Rodrigo sentou-se no banco de madeira e me acomodou no seu colo, de costas para ele, mantendo minhas pernas abertas e suspensas com seus braços maciços.
O Rodrigo já me preenchia por completo, mas a malícia deles não tinha fim.
— Será que essa puta aguenta dois? — desafiou o capitão, a voz rouca soprando no meu pescoço suado.
— Vai ter que aguentar — sentenciou Felipe, com um sorriso sombrio. — Tem uma vaselina no armário, dentro de uma maletinha de primeiros socorros, pega lá, Beto.
Eu vi, com os olhos arregalados, o Beto buscar a maleta. Ele voltou para a minha frente e, sem pressa, começou a untar o próprio pau com a vaselina, espalhando a substância brilhante por toda a extensão do membro com um olhar de predador. Enquanto o capitão me travava no banco, o Beto se posicionou. Ele começou a forçar a entrada pelo mesmo caminho já ocupado, ignorando qualquer limite físico. A pressão era descomunal; a mistura do lubrificante com a força bruta criava uma sensação de expansão que parecia me rasgar de cima a baixo.
— Sem gritar! — ordenou o Beto, apertando meu rosto com força. — Mostra que é homem e aguenta o tranco.
Lá embaixo, misturado à água, ao mijo e à saliva, vi os primeiros pingos de sangue vivo. O vermelho forte no chão cinzento me deu uma tontura súbita; o cheiro de ferro subiu, misturando-se ao odor pesado de testosterona. Minha cabeça pendeu, oscilando entre o desmaio e o choque. Eu estava sendo aberto, servindo de receptáculo para a fúria e o desejo camuflado de cada um daqueles homens.
— Olha só... — o Fernando sussurrou, sentindo o calor e o sangue facilitarem o movimento bruto. — A cadela está até sangrando para a gente.
O Rodrigo soltou uma gargalhada carregada de deboche ao ver a poça vermelha se espalhar.
— Tá menstruada, tá? — disse, rindo, chutando de leve minha panturrilha. — Parece que a nossa fêmea não aguentou o tranco do time.
Eu mordia os lábios, tentando conter o urro de agonia e êxtase. Parecia que eu estava sendo partido ao meio; ter dois membros daquele calibre me alargando era algo que eu nunca julguei possível. Meus olhos perderam o foco, mas o Gabriel não permitiu que eu me escondesse na dor. Ele enrolou a guia da coleira rosa no punho e deu um puxão seco para trás, obrigando-me a erguer o queixo.
— Nada de fechar os olhos, cadela! — rosnou Gabriel, aproximando o rosto enquanto eu era literalmente alargado por dois ao mesmo tempo. — Você vai olhar para cada um de nós e ver exatamente quem está te partindo ao meio.
A pressão era insuportável, mas ele mantinha a guia curta, forçando meu pescoço em uma posição dolorosa.
— Olha para o Samuel. Olha para o Felipe — ordenava, dando trancos na coleira a cada nome. — Vê como eles riem de você. Vê o nojo. Você é o brinquedo deles agora, Rafael.
Eu estava preso em um sanduíche de carne bruta. Atrás, o capitão batia com uma força que fazia o banco de madeira ranger; à frente, o Beto forçava a entrada profunda, devorando minha agonia com o olhar. Por cima de tudo, a mão do Gabriel controlava minha cabeça como se eu fosse um animal em exposição.
— Diga o que você é! — exigiu Gabriel, com um tranco na guia que me fez engasgar. — Diga para o grupo ouvir enquanto eles te usam!
Eu tentei falar, mas o som que saiu foi um lamento agudo, misturado ao estalo seco de pele contra pele. Minha visão focava e desfocava nos rostos dos meus companheiros, que assistiam a tudo com uma excitação selvagem, esperando a vez de usar o que restasse de mim.
Todos observavam hipnotizados, esperando o momento em que eu finalmente apagaria sob o peso daquela cobrança. Mas a diversão estava longe de acabar.
— Divide aí, parceiros — disse Samuel, com a voz embargada pela urgência.
Beto retirou-se de mim, deixando um vazio no corpo que pulsava em agonia. Antes que eu pudesse sequer respirar, Samuel me suspendeu pelos quadris, mantendo-me de costas para ele. Eu não era mais um homem, nem mesmo um colega de equipe; era um objeto sexual de carne nas mãos daqueles machos alfas, cujos olhos brilhavam com uma fome sombria, ignorando o rastro de sangue denso que descia pela coxa.
Com Samuel cravado em mim por trás, servindo de base e me mantendo suspenso no ar, Felipe posicionou-se à frente. A pica dele era desafiadora: uma peça maciça, visivelmente mais grossa, que parecia incapaz de ser contida. Sem qualquer hesitação, ele pressionou contra a entrada já ocupada, ferida e latejante.
— Relaxa e abre caminho, Rafael — ordenou, com uma calma aterrorizante.
Quando ele empurrou, a sensação foi de um estiramento absoluto. A rola de Felipe me alargava de tal forma que minha espinha travou em um espasmo. Senti cada fibra muscular ser levada ao limite extremo. O mundo girava; eu era preenchido por aquela massa de carne autoritária que parecia buscar meus órgãos internos, reivindicando cada espaço do meu corpo.
Eu já não conseguia articular palavra alguma. Minha boca permanecia entreaberta, a língua pesada, buscando um ar que já não existia, impregnado pelo cheiro acre de suor e urina. Samuel, sentindo a pressão extra de Felipe contra ele dentro de mim, apertou minhas pernas com ainda mais força, rindo da minha paralisia traumática.
— Olha como a pele dele estica, capitão! — gritou Samuel, em êxtase. — A gente está terminando de arrombar o que sobrou!
Eu era apenas uma massa de carne moldada pela brutalidade, sentindo-me meu cuzinho irremediavelmente largo, transformado. O ritmo acelerou; o som da carne colidindo contra a carne ecoava como aplausos secos e agressivos pelas paredes frias de azulejo. Minha consciência tornou-se um fio prestes a arrebentar; a visão pulsava em flashes de cinza e preto, e as vozes deles, distantes e vitoriosas, pareciam vir debaixo d’água.
— Deixa eu aproveitar também! — A voz do Gabriel cortou minha tontura. — O viadinho está quase apagando, não vamos deixar ele desmaiar antes de eu terminar o serviço!
Fernando me soltou e, antes que eu desabasse no chão frio e sujo, Gabriel me agarrou. Ele me puxou, me virou de costas, travando-me no meio dele em uma vulnerabilidade total. Eu era um boneco, meu cuzinho era só um buraco de prazer; minha cabeça pendia para trás, o pescoço esticado pela coleira rosa que me selava como propriedade do time. Pelo canto do olho, vi o vulto do Rodrigo se aproximar, avançando como um predador sobre uma presa abatida.
Senti o peso e o calor do corpo do capitão se chocando contra o meu, ocupando cada espaço restante. Minha vista escureceu de vez. A mistura da dor extrema, o rastro de sangue que manchava o chão e o prazer clandestino que meu corpo insistia em processar me empurraram para o abismo.
— Olha os olhos dele... está indo embora — Rodrigo riu, a voz soprando quente no meu ouvido enquanto me usava com fúria. — Acorda, cadela! Você ainda não tem permissão para dormir.
O Rodrigo enrolou a guia da coleira rosa no punho e deu um tranco violento. O estalo na minha coluna me trouxe de volta para a agonia pura, Beto puxou as minhas pernas para cima e entrou com tudo em mim. Eu ali, preso no meio daqueles músculos, sentia o preenchimento duplo e brutal me partindo ao meio mais uma vez. Eu era o mictório, a cadela, o troféu de sangue deles. O vestiário inteiro agora exalava o cheiro da minha derrota definitiva.
A escuridão nas bordas da minha visão dançava conforme o ritmo frenético do Beto e Gabriel. Meu corpo era jogado de um lado para o outro, um joguete de carne entre dois machos que não tinham a menor intenção de serem gentis. O sangue que escorria pelas minhas pernas já não era apenas um detalhe; ele lubrificava a brutalidade, tornando o som do impacto dos corpos ainda mais seco e cru.
— Ele está apagando! Olha a cara de idiota dele — o.
Rodrigo debochou, agarrando meu rosto e desferindo tapas para me manter desperto. — Acorda, porra! Aguenta mais um pouco dessa humilhação.
O capitão percebeu que meus olhos estavam virando. Ele não ia permitir que eu escapasse através do desmaio. Com um movimento brusco, puxou a coleira para cima com toda a força. Meu pescoço esticou ao limite e o ar sumiu; o choque me jogou de volta para o inferno.
— Nada de dormir agora, fêmea! — rugiu ele, aspirando o cheiro de mijo e sangue que me cobria. — Você vai ficar acordada para sentir cada centímetro dessa lição.
Antes que eu pudesse respirar, ele desferiu um tapa fortíssimo no meu rosto — um estalo seco que ecoou pelos azulejos. Minha bochecha ardeu, e o gosto de sangue na minha boca se misturou ao resto da sujeira.
— Olha para eles! — ele ordenou, mantendo a guia curta e esmagando meu queixo para cima enquanto o Beto e o Gabriel continuavam a me abrir sem piedade. — Olha bem para o que você se tornou!
Eu estava preso em uma armadilha de carne e couro: por cima, a coleira me sufocava; por baixo, a massa dupla me partia ao meio. O capitão ria da minha agonia, deliciando-se com o fato de que, sob o comando dele, eu não tinha nem o direito de apagar.
— Você só vai descansar quando eu decidir que já foi usado o suficiente — sibilou Rodrigo, dando mais um tranco na guia para me obrigar a encarar o Gabriel.
O capitão observava tudo de braços cruzados com a coleira na mão, exalando autoridade. Ao perceber que meu sistema estava prestes a desligar para fugir da dor excruciante, ele estalou os dedos, sinalizando para que o movimento parasse. O silêncio que se seguiu foi aterrorizante.
— Agora eu quero que ele sinta o peso real de todos nós — ordenou.
Com um puxão seco na coleira rosa, ele me arrastou para o chão. Caí de joelhos no piso ensanguentado, com o pescoço esticado ao limite. Eu era um bicho acuado, exposto e quebrado.
— Abre a porra da boca, agora! — A voz dele vibrou com uma autoridade maligna.
Escancarei a mandíbula enquanto as lágrimas lavavam o rastro de urina no meu rosto. Ao meu redor, a matilha se fechou: Rodrigo, Felipe, Samuel, Gabriel, Beto e Fernando formaram uma muralha de desprezo. Em um gesto coreografado, todos começaram a se masturbar com força e velocidade, preparando o golpe final como se chacoalhassem mamadeiras para um animal de carga. O som das mãos batendo na carne e a respiração pesada preenchiam o vestiário.
— Olha só o mictório esperando a carga — debochou Fernando, acelerando com agressividade selvagem.
— Vai, abre mais! — rosnou Rodrigo, enrolando a guia no pulso e travando meu rosto na direção deles. — Quero que receba o batismo completo. Engula tudo o que seus donos prepararam!
Eu via as veias saltadas e a fúria nos olhos de cada um. O Rodrigo me encarava do alto com um desprezo absoluto, como se eu fosse apenas um balde onde o time descarregaria sua porra. A expectativa no ar era sufocante; eu sabia que, em segundos, seria soterrado por aquela chuva espessa e quente.
O momento final chegou com uma violência que o meu cérebro mal conseguia processar. O Rodrigo deu o último tranco na guia da coleira rosa, mantendo minha cabeça fixa e minha boca escancarada para o céu, como um receptáculo de carne.
— Agora! — Ele rugiu.
Foi como se uma represa de ódio e desejo se rompesse sobre mim. Seis jatos pesados, quentes e viscosos atingiram meu rosto simultaneamente com a força de chicotadas. Os jatos do Rodrigo e do Fernando atingiram diretamente o fundo da minha garganta, fazendo-me engasgar instantaneamente. O líquido denso e salgado inundou minha boca, exatamente como o mijo fizera antes, mas agora com uma consistência muito mais pesada.
Ao mesmo tempo, os jatos do Felipe e do Beto atingiram meus olhos, cegando-me com um calor ardente que fazia minhas pálpebras arderem. O Gabriel e o Samuel miraram no meu nariz e testa, e o líquido escorria quente, misturando-se à urina que já me cobria Eu estava sendo soterrado. O cheiro de amônia, suor e sêmen tornou o ar irrespirável.
A cada pulsação, o Rodrigo dava um tranco na guia, me obrigando a "beber" a autoridade de cada um deles. O volume da porra era absurdo; a carga coletiva desenhava rastros esbranquiçados sobre a pele do meu queixo, pescoço e peito. Eu era um mictório transbordando, um troféu humano pintado de branco pela marca de seis homens.
— Engole tudo, sua cadela! — Rodrigo sibilou, sentindo as últimas vibrações enquanto mantinha a guia curta. — Não desperdice nem uma gota do que o time te deu.
Quando o último deles terminou e o silêncio pesado retornou ao vestiário, eu estava prostrado de joelhos, em transe, sufocado e cego. Minha boca continuava aberta em um espasmo, o peito subindo e descendo freneticamente. O líquido escorria do meu queixo para a coleira rosa, que agora brilhava, completamente encharcada pela marca de todos eles, mudando de cor sob a luz amarelada.
— Olha o estado da nossa cadela — disse Rodrigo, passando a mão nos meus cabelos — Está batizada.
— Agora ele aprende a prestar atenção no jogo — o Fernando completou, com a voz carregada de um prazer sádico.
Eles permaneceram ali, em um semicírculo pesado, as respirações ainda ofegantes, contemplando a obra de arte de degradação que tinham criado. O Rodrigo mantinha a guia firme, obrigando-me a manter a face erguida para que todos pudessem apreciar minha derrota definitiva.
O Rodrigo enrolou a guia da coleira rosa com força no punho e, com um puxão seco e impiedoso, me obrigou a levantar do chão escorregadio. Eu estava cego, com os olhos ardendo pela carga viscosa que me cobria, mas o tranco no meu pescoço não me deu escolha a não ser segui-lo.
Ele me arrastou pelo vestiário, com meus joelhos raspando no piso sujo de mijo e sangue, até chegarmos à frente do grande espelho manchado de umidade. Com uma das mãos, ele agarrou meu cabelo com violência e puxou minha cabeça para trás, enquanto com a outra limpava grosseiramente uma parte do meu rosto com a manga da própria camisa, apenas o suficiente para que eu pudesse enxergar.
— Olha bem, Rafael — ele sibilou, com a voz carregada de um prazer sádico, colando o rosto ao meu enquanto ambos encarávamos o reflexo. — Olha para o que sobrou do goleiro santo da congregação.
O que vi no espelho foi a imagem da derrota absoluta. Eu estava irreconhecível. Meu rosto era uma máscara de fluidos: o branco do sêmen misturado ao vermelho do sangue que ainda escorria do meu nariz. A coleira rosa, agora apertada contra a minha pele pálida e marcada por tapas, parecia o meu único acessório permanente.
— Você não é mais um homem, Rafael. Você é isso aqui — disse o Rodrigo, apontando para o meu reflexo. — Você é o mictório oficial do time titular. E mictório bom é mictório limpo.
Ele soltou meu cabelo e, com um movimento lento e cruel, passou os dedos pelo meu rosto, colhendo a mistura espessa de sêmen e suor que escorria pela minha bochecha. Ele levou os dedos sujos diretamente à minha boca, pressionando-os contra meus lábios até eu ser obrigado a abrir a mandíbula.
— Limpa isso. Não quero desperdício da nossa gala — ele ordenou, observando enquanto eu era forçado a lamber os dedos dele, sentindo o gosto amargo e salgado de todo o time de uma vez só.
Mas ele não parou por aí. Com um empurrão violento na nuca, o Rodrigo me jogou de volta ao chão, bem no centro de onde a maior parte da porra e do sangue havia caído.
— Agora, termina o serviço. Lambe o chão, Rafael. Quero esse vestiário brilhando. Cada gota que caiu aí pertence a você agora. É o seu sustento, sua cadela.
Eu, trêmulo e completamente quebrado, baixei o rosto até o piso frio. Sob o olhar atento de Samuel, Fernando e dos outros, comecei a lamber o chão cinzento, recolhendo os restos da carga coletiva misturada à sujeira do azulejo. O som da minha língua contra o piso ecoava no silêncio do vestiário, enquanto eu limpava cada rastro da minha própria humilhação, garantindo que nenhum desperdício ficasse para trás.
O Rodrigo deu um puxão seco na guia, me arrancando do centro do piso.
— Já que você aprendeu a não desperdiçar o que cai no chão, vamos garantir que os seus donos também saiam daqui impecáveis — ele rosnou, com um brilho de posse nos olhos. — Agora você vai mostrar que é uma cadela educada. Você vai agradecer a cada um deles, do jeito que eu te ensinei.
Ele me arrastou pela guia até onde o Fernando estava parado, com as pernas abertas e os pés firmes no chão úmido. O brutamontes exibiu as coxas grossas, ainda sujas com os resquícios de porra que havia escorrido. O Rodrigo travou a guia curta, forçando meu rosto contra a pele quente e suada dele. Eu, trêmulo e com o gosto amargo de todos na boca, tive que olhar para cima.
— Diz: “Obrigado, mestre Fernando, por me usar como o seu mictório” — o Rodrigo ordenou, apertando a guia até eu perder o fôlego.
Eu repeti as palavras com a voz rouca e embargada, enquanto o Fernando ria da minha figura deplorável. Sob o comando do capitão, minha língua percorria a pele dele, das coxas até seu saco, recolhendo a mistura viscosa de sêmen e suor. Quando terminei, fui empurrado para baixo. Meus lábios tocaram o chão novamente enquanto eu era obrigado a lamber os pés do Fernando, passando a língua entre os dedos e na planta dos pés, limpando a sujeira que ele tinha pisado junto com o resto da porra.
A dinâmica se tornou um circuito de degradação total. O Rodrigo me levou de um por um, me arrastando de um homem para o outro. Eu limpava as coxas de Gabriel, os joelhos de Beto e os pés de Felipe enquanto proferia o agradecimento individual para cada um, limpava todos os requisitos dos seus paus.
A cada “obrigado” pela humilhação recebida, o capitão dava um tranco na coleira, garantindo que minha voz soasse submissa o suficiente.
Cada um deles desfrutava da sensação da minha língua quente limpando seus corpos nus, tratando meu rosto como se fosse um trapo de limpeza. O cheiro de testosterona e fluidos corporais era sufocante.
— Isso mesmo... mostra como você é útil — o Rodrigo comentava, imponente, observando enquanto eu lambia a sola dos pés dele, sentindo o gosto da sujeira do azulejo misturada à sua própria porra. — Um mictório que se limpa sozinho é o sonho de qualquer time.
Minha boca estava seca e impregnada com o gosto de seis homens diferentes, mas eu não parava. Eu passava a língua com dedicação por cada centímetro de pele que eles me impunham, garantindo que nenhum deles saísse dali com qualquer vestígio do que tinham descarregado em mim. Eu era o escravo daquele vestiário, limpando a nudez dos meus donos até que a pele deles brilhasse sob a luz amarelada.
O Rodrigo deu um sorriso satisfeito e soltou a guia. O alívio repentino me fez perder o equilíbrio, e meu corpo desabou para trás, atingindo o azulejo com um baque surdo. Caí direto na poça imunda de mijo, sangue e água que eu mesmo ajudei a criar. Fiquei ali, deitado de costas e prostrado aos pés deles, enquanto o time começava a se vestir calmamente, rindo da cena patética do goleiro do time reduzido a um resto de carne descartado.
O capitão ficou de pé sobre mim, limpando as mãos com um papel toalha que depois jogou no meu peito, como se eu fosse um cesto de lixo.
— Olha só para essa cena — comentou Samuel, chutando levemente minha coxa. — Nossa "estrela" nunca esteve tão bem posicionada.
O som de zíperes e bancos sendo arrastados indicava o fim do espetáculo. O Beto se aproximou e, com as mãos brutas, destravou o fecho da coleira rosa. Senti o alívio imediato conforme o couro se soltava, deixando uma marca avermelhada e úmida no meu pescoço. Quando ele ia guardá-la, a voz do Rodrigo cortou o ar:
— Não. Pode deixar comigo.
O capitão pegou o acessório rosa, observando o rastro da humilhação no couro, e o guardou no próprio bolso com um gesto lento e possessivo.
— Isso agora é propriedade do capitão — sibilou Rodrigo com um sorriso de canto. — Vou guardar bem. Vai que o Rafa resolve não se comportar de novo...
Eu ainda estava nu e vulnerável, sentindo a mistura fria de fluidos secando sobre minha pele sob o olhar dele, que queimava mais que a própria dor.
— Levanta — ele ordenou, com uma frieza que me fez estremecer.
Tentei me apoiar nos braços, mas meus músculos tremiam tanto que quase desabei. Com um esforço agonizante, consegui ficar de joelhos e, depois, me colocar de pé. Minhas pernas pareciam de gelatina, e a dor no músculo do rabo era um lembrete constante do massacre que todos haviam feito. Rodrigo se aproximou, parando a centímetros do meu rosto. Segurou meu queixo com uma força brutal, obrigando-me a encarar o abismo em seus olhos.
— Rafael, olha para mim — sibilou, cravando os dedos na minha pele. — Você vê esse sangue no chão? É o preço da sua incompetência. Você vê esses homens ao seu redor? São seus donos.
Ele me soltou com um empurrão que me fez bater contra os armários de ferro. O barulho ecoou pelo vestiário vazio, um som metálico e solitário. Rodrigo caminhou até a porta, parando com a mão na maçaneta e a outra batendo levemente no bolso onde o couro rosa estava escondido. Ele se virou, lançando um olhar que carregava todo o peso da sua autoridade gélida e disse:
— Amanhã, quando você acordar, cada músculo do seu corpo vai doer. E essa dor vai ter o meu nome e o nome de cada homem que te usou hoje. Você vai vestir o seu uniforme, mas por dentro, você vai saber que é propriedade do meu time.
Samuel, ao lado dele, levantou o celular com um sorriso cínico.
— Se eu ouvir um sussurro... se você resolver bancar o boca aberta, eu vou mostrar para todo mundo a gravação que o Samuel fez. Vou acabar com a sua vida na igreja e na sua família antes que você consiga terminar de contar a sua versão. Entendido?
Apenas assenti, sentindo o gosto amargo do sêmen e do mijo ainda na garganta.
— A coleira está comigo. Se eu sentir que você está perdendo o foco no campo, eu puxo ela de novo. E da próxima vez, a gente não vai ser tão “gentil”. Agora limpa essa bagunça e rasteja de volta para casa. A gente se vê no treino... cadela.
Rodrigo saiu e a porta bateu, mas ficou apenas encostada. Ele me deixou a liberdade de ir embora, mas apenas depois que eu me humilhasse mais uma vez. Fiquei ali, nu no silêncio, olhando para a saída livre. Rodrigo sabia que não precisava trancar a porta; a coleira no bolso dele e a vergonha na minha alma eram cadeados muito mais fortes.
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Comentários (1)
Putinho: Conto maravilhoso. Traga mais histórias, sua escrita é simplesmente perfeita. Parabéns! Gostei muito da submissão desse passivo FDP, na próxima tortura mais e podem escrever os caras cuspindo muito nele
Responder↴ • uid:8d5gapjqrb