A Realidade do Marajó - Parte 1: papai
Minha avó era uma mulher muito católica e gostaria que todas as netas se chamassem Maria e mais um nome, então fui batizada como MARIA INÊS.
Eu nasci na cidade de Melgaço na ilha do Marajó.
Marajó fica no Estado do Pará, uma ilha muito grande dentro da floresta amazônica, banhada por muitos rios, mas com grandes problemas de infraestrutura e pobreza. Melgaço e muitas outras cidades do Marajó estão entre as cidades mais pobres do Brasil, IDH baixo.
Por isso uma das formas de ganhar dinheiro aqui é Exploração Sexual e Prostituição.
Exemplo disso eram meus pais, meu pai um homem branco, corpo forte devido a trabalhos braçais, era de Breves(outra cidade marajoara) ele tinha 30 anos, quando veio a Melgaço a trabalho e minha mãe 14, pele morena, cabelo preto, magrinha, ela e mais algumas meninas entraram no barco da empresa dele e se prostituiram para eles, a principio meu pai ficou com outra garota, mas se apaixonou pela minha mãe e os dois começaram a namorar, e minha mãe acabou engravidando de mim, que parou de trabalhar na Prostituição assim que descobriu a gravidez e meu pai assumiu, e eu nasci com uma miscigenação dos dois, garota branca com cabelo preto bem liso.
Eu morava com meus pais, eu tinha 3 irmãos meninos, eu era a mais velha, ou seja, eu tinha que ajudar na casa e cuidar dos meus irmãos menores, aqui em casa eram apenas 3 cômodos, uma sala/cozinha, um quarto(dos meus pais) e um quarto para dois dos meus irmãos, enquanto eu e +1 que era o segundo, dormíamos em redes na sala mesmo, o banheiro ficava do lado de fora e como não tinha saneamento, tomávamos banho com um balde e vasilha ao relento mesmo.
Mas a vida não era tão ruim, eu tinha muitos amigos, minha melhor amiga era Angélica, tinhamos mesma idade eramos vizinhas e eu adorava ir na casa dela e vice-versa, ela morava com a irmã mais velha Mara e o pai Alberto, a mãe já era falecida.
Mara, estava grávida, ninguém na cidade sabia quem era o pai, alguns falavam até sobre a lenda do Boto, mas Angélica me contou que foi o próprio seu Alberto que engravidou Mara.
Mas agora vamos para o dia que perdi a virgindade.
Eu cheguei da escola e meus pais estavam discutindo sobre as despesas, Mamãe não trabalhava e Papai ganhava pouco e gastava muito bebendo no bar do seu Zeca.
Eles não ouviram que eu havia chego, e minha mãe sugeriu que eu fosse trabalhar igual ela trabalhava antes, pois eu já estava na idade que ela começou.
Meu pai não aceitou de primeira, pois tinha muito ciúme de mim, mas aí minha mãe sugeriu que ele me ensinasse a fazer como os homens gostavam, pra ele aproveitar, aí meu pai aprovou a ideia.
A noite, Mamãe foi para casa da vovó com meus irmãos, deixou eu e papai sozinhos e aí começou.
Eu cresci já sabendo de tudo, pois sempre ouvia e via meus pais transando, e também Angélica me contava sobre como o pai dela fazia com ela e a irmã.
Papai falou que eu ia dormir na cama com ele e como já sabia o que ia acontecer, vesti uma camisolinha curta, fiquei sem calcinha e deitei com o bumbum virado pra porta, quando ele entra com certeza ele tinha visto toda minha bunda... Fui virando meu corpo e arrumando a blusa: - “Pode pai... Ainda estou acordada”. Ele sentou do meu lado e rindo: Você já sabe o que vai acontecer né?
Eu: Sei papai, ouvi você falando com a mamãe e eu deixo você fazer, quero ajudar em casa
Pai: É verdade?
Só consegui balançar a cabeça consentindo e ele levantando e olhando direto pra minha bucetinha.
Pai: Que coisa linda filha... É a primeira vez que vejo uma bucetinha lisinha!
Ele pega um dedo passa na minha buceta e leva até a boca.
Pai: Hummmm!!!!... Tem um gostinho delicioso!
Ele abrindo minhas pernas e vindo deitando entre elas.
Pai: Papai só quer fazer um pouco de carinho.
Ele meteu a boca na minha bucetinha e começou a lamber: - Chuuuuup, chuuuup, chuuuup... Slap, slap, slap... Mesmo não querendo, comecei a gemer e a me contorcer na cama:
Eu: Ai, ai, ai, ai... Oooooh, não para... Não para... Chupa mais... Mais...
A boca do meu pai estava me dando um prazer jamais sentido antes que cheguei a ter um prolongado e primeiro orgasmo...
Estava tentando ordenar meus pensamentos pra ter certeza que aquilo tudo não era um sonho, quando ele me empurrando.
Pai: Chega um pouco pra lá, que o papai vai deitar com você!
Senti algo duro encostando na minha bucetinha.
Pai: Levanta um pouco a perna, levanta!
Levantei com ele me ajudando e ao sentir já na portinha do minha buceta. Ele empurrando e parando com mais da metade do seu pau enfiado em mim.
Pai: Só vou enfiar um pouquinho e tirar!
Só que ele enfiou aquele pau todo que não era nada pequeno, e começou a puxar pra trás e tornar a meter gostoso.
Pai: Quer que eu pare filha?
Eu: Nãããããoooo... Mete tudo pai; tudo... Oh, oh, oh!...
Ele socando de baixo pra cima com uma das suas mãos enfiada por dentro da blusa apalpando meu peitinho
Pai: Como você é gostosinha... Hummm! Que delícia seu bucetinha apertando meu pau!
Mesmo com medo tinha que confiar no meu pai de que não ia gozar dentro da minha buceta.
Pai:
Fica de quatro pro papai, fica!
Ainda com as pernas bambas fiquei de joelhos sobre a cama e ele com seu pau encostou na minha buceta e foi forçando até que entrou a ponta.
Eu: Aaaaiiiii, Aaaaiiiiii... Não pai; nããããoooo!
Pai: calma!... Só falta mais um pouquinho!
Logo estava aguentando suas socadas fortes e sentindo nitidamente gozando dentro da minha bucetinha.
Papai ficou tão satisfeito, que só deitou e dormiu, eu ainda surpresa com o que aconteceu, mas estava muito satisfeita e tinha certeza que era só o início de tudo.
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Comentários (1)
@JhowCm: Incesto e tudo de bom, pai de sorte
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