Uma segunda vez com o homem que conheci, entregando novamente uma encomenda.
Apenas três dias depois de devolver aquela caixa que chegou por engano na minha porta, eu o vi de novo na academia do Shopping Boa Vista. Eu estava me trocando no vestiário, ainda suado do treino pesado, quando ele entrou. Alto, ombros largos, barba cheia, cheiro forte de macho misturado com suor fresco. Meu corpo inteiro reagiu antes mesmo da cabeça entender. O nome na embalagem era de uma mulher, mas agora eu só queria saber o nome dele... e o gosto dele.
Meu coração batia na garganta enquanto eu pensava: “Se eu não falar com ele agora, vou me arrepender a noite inteira”. Respirei fundo, virei de frente e soltei, tentando soar casual:
— E aí, cara. Sou o Lucas.
Ele me mediu de cima a baixo, um sorrisinho torto aparecendo.
— E aí, Lucas. Tô de boa. E tu?
— Tô ótimo agora — respondi, sustentando o olhar dele.
Os olhos dele desceram devagar pelo meu corpo, pararam na toalha enrolada na cintura, depois voltaram pro meu rosto. A tensão era palpável, elétrica.
— Depila tudo do pescoço pra baixo. Duas horas. Minha casa no Pina, número 478, portão azul. Tá aberto. Chega, tira a roupa toda, deixa na cadeira da sala e vem pro quarto. Eu te espero lá.
Ele virou as costas e foi pros aparelhos como se nada tivesse acontecido. Meu pau já estava meia-bomba só de ouvir aquilo.
Fui pra casa tremendo. Entrei, joguei a mochila no chão e fui direto pro banheiro. Liguei o chuveiro quente, peguei a gilete nova e entrei debaixo d’água. O vapor subiu rápido, embaçando tudo.
“Não significa que eu vou, porra. Só vou me arrumar um pouco”, menti pra mim mesmo.
Comecei pelas axilas. Os pelos claros caíam junto com a espuma. Passei a mão: macio pra caralho. Depois os braços, o peito, a barriga. Quando cheguei na virilha, já não tinha mais desculpa. Raspei tudo em volta do pau, desci pro saco, levantei as pernas e caprichei no cu. Cada passada da lâmina fazia meu corpo arrepiar. Terminei com as pernas inteiras. Quando enxaguei, a água escorrendo na pele lisa parecia língua me lambendo. Meu pau pulsava, babando pré-gozo sem nem eu tocar.
Passei hidratante devagar, sentindo cada centímetro daquela pele nova. Era como se eu tivesse nascido de novo só pra ser usado por ele.
Olhei o relógio: 1h38 até o horário. “Não vou. Nem fudendo.” Peguei o carro, disse pra mim mesmo que ia só dar uma volta. Acabei parando no drive-thru do Açaí do Pina, pedi um copo grande pra disfarçar. Enquanto esperava, minha perna roçava na calça e lembrava da lisura. Meu cu piscava sozinho, ansioso.
Cheguei na rua dele com exatos dois minutos de antecedência. Portão azul entreaberto. Entrei. Tirei tudo na cadeira da sala: tênis, meia, cueca, short, regata. Fiquei pelado, pele arrepiada, pau apontando pro teto. Caminhei pelo corredor até o quarto.
Ele estava lá, de pé, só de cueca boxer preta, o volume impressionante marcando. Peito peludo, coxas grossas cobertas de pelos escuros. Um macho de verdade.
— Vem cá — mandou.
Andei até ele. Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou com força, língua invadindo sem pedir licença. Os pelos do peito dele arranhavam meus mamilos lisos. Meu corpo inteiro tremia. Ele desceu a mão, apertou minha bunda com vontade, enfiou um dedo seco no meio da nádega só pra sentir a lisura.
— Boa menina — sussurrou no meu ouvido. — Tá cheiroso, lisinho, pronto pra levar rola.
Me levou até a poltrona do canto. Sentou. Abriu as pernas.
— De joelho.
Ajoelhei. Beijei as coxas dele, sentindo os pelos grossos na boca. Subi devagar, cheirando o volume da cueca. Puxei a boxer pra baixo. O pau saltou: grosso, veias saltadas, uns 19 cm fácil, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Os bagos pesados, cheios de pelo.
Segurei com as duas mãos, sentindo o calor. Lambi da base até a glande, devagar. Ele gemeu baixo. Coloquei na boca, só a cabeça primeiro, chupando o líquido salgado. Depois engoli mais, sentindo a glande bater na garganta. Ele segurou minha nuca e empurrou. Engasguei, baba escorrendo, mas não parei. Chupei com vontade, subindo e descendo, sentindo os pelos pubianos coçando meu nariz.
— Isso, engole tudo, putinha depilada.
Quando ele começou a gemer mais alto, segurei os bagos, massageei. Senti eles subindo. Ele segurou minha cabeça e gozou forte, jatos quentes enchendo minha boca. Engoli tudo, lambendo cada gota que escorria.
Subi pelo corpo dele, lambendo o suor salgado do peito peludo, mordendo os mamilos duros. Ele me puxou pro colo, me beijou com gosto de porra na boca dos dois.
— Deita na cama de bruços, empina essa bunda lisa.
Obedeci. Ele pegou o lubrificante, passou generoso no pau e no meu cu. Encaixou a cabeça. Empurrou devagar. Ardeu pra caralho. Gritei baixo.
— Relaxa, vai caber tudo.
Ele continuou, centímetro por centímetro, até encostar os pelos pubianos na minha bunda lisa. A dor virou prazer quando ele começou a mexer devagar, acertando a próstata a cada estocada. Eu gemia alto, empinando mais.
— Tá gostando, né? Quer mais forte?
— Quero... me fode com força...
Ele acelerou. O barulho da pele batendo, o cheiro de sexo, o suor escorrendo. Meu pau babava no lençol. De repente ele deu um tapa forte na nádega.
— Solta um peido pra mim, vai.
Envergonhado e excitado, forcei. Um peido alto escapou enquanto ele metia fundo. Ele riu safado.
— Isso, minha putinha fedida. Solta mais.
Soltei outro, ele gemeu de tesão e meteu ainda mais violento. Meu cu queimava, mas eu queria mais.
Virei de costas. Ele levantou minhas pernas, apoiou nos ombros. O peito peludo roçando minhas panturrilhas lisas era enlouquecedor. Metia fundo, batendo com força. Meu pau pulsava sem toque. Gozei forte, jatos subindo até meu pescoço, um pouco na boca. Meu cu apertou o pau dele no orgasmo.
Ele não parou. Aumentou o ritmo, rosto vermelho, respiração pesada.
— Vou gozar dentro, toma tudo.
Enfiou até o talo e gozou gemendo alto. Senti os jatos quentes enchendo meu cu, escorrendo quando ele saiu.
Ficamos ali, ofegantes. Ele deitou em cima de mim, peito peludo colado no meu corpo liso, suor misturado. Uma gota do sêmen dele escorreu pela minha coxa.
— Amanhã, mesma hora, academia. Não se atrasa.
— Pode deixar.
Ele foi pro banho. Eu levantei, sentindo o cu latejando, o sêmen escorrendo. Peguei minhas coisas na sala. Na mesinha vi um envelope: nome dele era Victor.
Entrei no carro, sentei devagar por causa da dor gostosa no cu. Liguei o ar-condicionado e sorri sozinho.
Mal posso esperar pra ver o que ele vai mandar eu fazer amanhã.
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Comenta aqui embaixo o que você faria se fosse o Victor… ou se fosse eu. Quero saber tudo. 😈
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