"A Primeira Vez que Meu Pai Me Comeu: Dor, Sangue e Prazer na Casa da Roça"
Olá, gente boa!
Meu nome de guerra é Vê, tenho 28 anos hoje e moro em Recife, mas minha história começou lá no interiorzão de Pernambuco, num cantinho perto de Gravatá, onde a vida era só roça, suor e segredos que ninguém contava em voz alta. Vou abrir o jogo de uma vez: essa é a minha trajetória mais íntima, da roça até os dias de hoje, cheia de desejo, dor, prazer e escolhas que mudaram tudo. Se você curte histórias reais, cruas e sem filtro, que vão te deixar com o coração acelerado e a imaginação a mil, cola aqui até o final. Prometo que vale cada linha — e quem sabe você não acaba me procurando depois pra trocar ideia sobre as próximas aventuras?
Tudo começou quando eu era ainda pequena. Minha mãe se foi no meu nascimento, num parto caseiro na casa da parteira do sítio vizinho, lá pros lados de Bezerros. Não tinha hospital pertinho, era tudo na base da fé e da coragem das mulheres da roça. Meu pai ficou viúvo com um bebê nos braços e contou com a ajuda do irmão mais velho e da cunhada pra me criar. Morávamos na mesma casa grande de taipa e madeira: eu, meu pai, meu tio Zé e minha tia Rosa.
Na infância eu mal brincava de boneca. Era lavar roupa no tanque, buscar lenha, ordenhar as vacas antes do sol nascer, ajudar a separar o leite pro caminhão-pipa que passava todo santo dia. Trabalho de roça não perdoa. Minha tia Rosa, que tinha nascido em Olinda e só foi pro interior por causa do casamento, me ensinou as letras, os números (que eu nunca dominei direito, confesso) e um monte de coisa da cidade que ninguém mais ali conhecia.
Até os 7 anos eu dormia no quartinho dos meus pais, num colchãozinho no chão. Algumas madrugadas eu acordava com o barulho: o lençol subindo e descendo rápido, minha tia gemendo alto, quase gritando. Na primeira vez chorei de medo, achando que meu pai tava machucando ela. Ele saiu debaixo do lençol todo suado, com o pau ainda meio duro balançando, enorme, e falou baixinho:
“Calma, filhinha, a mamãe tá bem. A gente só tava brincando de adulto.”
Depois disso, quando ouvia os gemidos, eu ficava quietinha, olhos abertos no escuro, esperando o silêncio voltar pra dormir de novo.
Aos 9 anos já tinha meu quartinho próprio, bem do ladinho do quarto dos meus tios. E lá acontecia a mesma coisa. Só que uma noite, perto dos meus 19 anos (sim, eu demorei pra sair da roça de vez), escutei vozes diferentes. Era meu pai também. Voz grossa, mandona:
“Rebola mais, Rosa, vai… engole tudo, porra.”
Meu tio completava:
“Chupa gostoso, vai, engole até o talo.”
E minha tia só gemia, dava gritinhos abafados, o som de pele batendo em pele. Meu corpo inteiro arrepiou. Curiosidade misturada com um calor esquisito descendo pela barriga. Levantei devagar, pé ante pé, e encostei o olho no buraco da fechadura velha.
Os três estavam pelados na cama grande. Minha tia Rosa, morena linda, uns 38 anos na época, peitos fartos balançando, bicos escuros e grossos apontando pro teto, barriga macia, xota com penugem preta e curta. Meu tio Zé e meu pai eram quase gêmeos: altos, fortes do trabalho pesado, peito peludo, caminho de pelos descendo do umbigo até a virilha cheia. Os dois com picas duras, grossas, veias saltadas, quase do mesmo tamanho — uns 19 cm fácil, pesadas, vermelhas de tesão.
Minha tia tava de quatro, boca cheia com o pau do meu tio, engasgando, baba escorrendo pelo queixo, enquanto meu pai metia forte por trás, segurando a cintura dela com força, a bunda dela tremendo a cada estocada. O quarto cheirava a sexo, suor e leite azedo. Eu fiquei ali, hipnotizada, sentindo minha calcinha ficar molhada sem nem entender direito o que tava acontecendo no meu corpo.
Saí correndo pro meu quarto antes que me vissem, coração na boca. Depois daquela noite, percebi que eles quase nunca ficavam só dois. Meu pai entrou na brincadeira de vez. Os olhares entre os três mudaram: risadas cúmplices, toques disfarçados durante o dia. Minha tia parecia mais leve, mais feliz.
Aos 20 anos ela engravidou. Meu tio e ela resolveram descer pra Paulista, atrás de emprego melhor na cidade. Fiquei só com meu pai. A casa ficou silenciosa demais. Ele trabalhava o dia inteiro, chegava suado, cansado, mas começou a me abraçar mais forte, me beijar na testa demorado, me puxar pro colo como se eu fosse compensar o vazio que ficou.
Uma noite ele pegou uma gripe braba, ficou de cama com febre alta. Eu cuidei dele: sopa de galinha, chá de erva-cidreira, pano molhado na testa. No segundo dia, quando entrei no quarto com a bandeja, o lençol tinha escorregado. Ele tava descoberto da cintura pra baixo. Mesmo mole, o pau dele era grosso, pesado, encostado na coxa peluda. Eu congelei olhando. Ele abriu os olhos, percebeu, puxou o lençol rápido, mas já era tarde.
Depois disso ele começou a se esfregar mais em mim. Passava a mão na minha cintura quando eu lavava louça, colava o corpo nas minhas costas enquanto eu varria o terreiro. Eu sentia ele duro roçando na minha bunda por cima da roupa.
Aos 21 anos, numa noite quente de verão, eu tava deitada de camisola leve, sem sutiã, só de calcinha, tentando pegar no sono. A porta rangeu. Meu pai entrou devagar. Chamou meu nome baixinho. Não respondi. Fingi dormir.
Senti a mão calejada dele no meu pé. Subiu devagar pela canela, pelo joelho, chegou na coxa. Minha pele arrepiou inteira. Ele respirava pesado. A mão áspera entrou por baixo da camisola, roçou a coxa interna, parou na calcinha. Passou o dedo bem no meio, por cima do tecido. Quando encostou no clitóris eu soltei um suspiro involuntário.
Ele riu baixo:
“Acordada, né, safadinha?”
Continuou esfregando, mais forte, mais rápido. Eu já tava ofegante, molhada demais. Segurei a mão dele de tanto tesão. Ele puxou minha calcinha pra baixo num movimento só, jogou longe. Ajoelhou na cama, abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta. A língua quente, molhada, rodando no clitóris, chupando forte. Eu prendi as coxas na cabeça dele, puxando o cabelo, gemendo alto sem nem me importar.
Depois de uns minutos ele levantou, tirou a camiseta suada, a bermuda, a cueca. O pau pulou pra fora, duro, babando. Uns 20 cm de pura grossura, veias pulsando. Subiu em cima de mim, todo suado, cheiro de homem misturado com cigarro e terra.
Tirou minha camisola. Meus peitos já estavam mais cheios, bicos duros. Ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve. Falava no meu ouvido com voz rouca:
“Minha putinha… vou te arrombar todinha hoje… você vai ser só minha agora.”
Eu tremia de medo e tesão ao mesmo tempo. Ele me beijou com força, língua invadindo minha boca, o peso do corpo esmagando o meu. A rola encostada na minha barriga, quente, pulsando.
“Chupa, vai”, ele mandou.
Eu me ajoelhei, segurei aquele monstro com as duas mãos. Cheirava a suor e macho. Coloquei a cabeça na boca, lambi devagar. Ele segurou meu cabelo, empurrou mais fundo.
“Engole tudo, porra… assim, boa menina.”
Consegui chegar quase na base, engasgando, baba escorrendo. Ele gemeu alto.
Depois me virou de quatro. Cuspiu bastante na minha buceta, esfregou a cabeça da rola na entrada. Empurrou devagar. A dor veio forte quando a cabeça abriu caminho. Eu gritei:
“Pai, tá doendo… para!”
Ele segurou minha cintura com força:
“Calma, aguenta… vai ficar bom já.”
Empurrou mais. Senti rasgar, queimei inteiro. Lágrimas escorreram. Ele não parou. Continuou forçando até sentir a virilha dele colada na minha bunda. Tudo dentro. Eu tava arrombada, ofegante, sentindo cada veia pulsando dentro de mim.
Ele começou a meter devagar, depois mais rápido. A dor foi virando um prazer estranho, quente. Ele batia forte, a cama rangendo, minha bunda tremendo. De repente deu uma estocada funda e gozou. Senti o jorro quente enchendo tudo. Quando tirou, saiu sangue misturado com porra escorrendo pela minha coxa.
Ele deitou do meu lado, me abraçou forte:
“Agora você é minha putinha de verdade. Sem mais ninguém em casa, só nós dois.”
A partir dali a vida virou outra coisa. Ele me comia quase todo dia: na cozinha, no quintal atrás da casa, no celeiro. Às vezes eu gozava gritando, outras vezes ainda doía, mas eu queria. Queria sentir ele me preenchendo, me marcando.
Aos 24 anos engravidei dele. Quando ele morreu, de infarto, eu já tava com 25. Meus tios me buscaram, vendemos o sítio e eu vim morar com eles em Recife. Hoje sou casada com um homem de 48 anos, tenho uma filha linda de 9 anos. O sexo com meu marido é bom, mas nunca chega aos pés daquela intensidade bruta da roça.
Às vezes, quando tô sozinha, fecho os olhos e lembro do cheiro dele, do peso, da dor que virava prazer. E penso: será que minha menina, quando crescer, vai querer sentir um macho de verdade assim também? Será que um dia eu conto pra ela como tudo começou?
Se você chegou até aqui, deixa um comentário contando o que achou. Quem sabe não rola papo mais quente ainda? Pra me achar é fácil: procura por www.selmaclub.com ou www.fanvue.com/selmarecife. Lá eu posto todas as minhas aventuras recentes… e tem muito mais vindo por aí.
Beijo molhado e até a próxima, safado. 😈
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Comentários (1)
Felipe: Muito gostoso
Responder↴ • uid:1ehmx5553cpy