Novatos em Orgia Bissexual Primeira orgia bissexual com minha esposa insaciável.
Era uma noite quente de dezembro em Boa Viagem, o tipo de calor que gruda na pele e faz o corpo pedir mais. Eu e Larissa tínhamos 29 anos cada um, casados há quatro anos, e o tesão entre nós nunca esfriou — pelo contrário, só aumentava. A gente transava todo dia, às vezes duas, três vezes, mas já fazia meses que a conversa sobre algo mais selvagem aparecia entre gemidos, risadas e olhares safados na cama.
Tudo começou como brincadeira: “E se a gente fosse numa suruba?”, eu dizia enquanto lambia o pescoço dela. Ela ria, apertava minha bunda e respondia: “Você ia aguentar me ver sendo comida por outros caras?”. A piada virava fantasia, a fantasia virava masturbação conjunta assistindo pornô lésbico e bi, e logo a gente gozava imaginando corpos desconhecidos se misturando aos nossos.
Até que parou de ser só papo. Uma noite, depois de uma sessão intensa com plug anal no meu cu e strap-on nela, Larissa sussurrou no meu ouvido: “Quero ver você sendo fodido por um macho de verdade enquanto eu chupo outra mulher”. Meu pau pulsou tão forte que quase gozei só com a frase. Foi aí que soubemos: a gente ia mesmo fazer isso.
Pesquisamos por semanas. Grupos fechados no Telegram, perfis no X, stories no Instagram que sumiam rápido. Até que achamos o convite perfeito: uma festa privê chamada “Noite de Todos os Pecados”, numa cobertura duplex na Avenida Boa Viagem, com vista pro mar e pro calçadão iluminado. Tema cyber-futurista misturado com floresta neon. Só casais e mulheres solteiras, triagem por foto e formulário bem detalhado sobre limites e desejos. Pagamos R$ 800 o casal e mandamos nossas fotos sem rosto, só corpo. Fomos aprovados em dois dias.
No dia 31 de dezembro, saímos do apê que alugamos na Rua dos Navegantes. Eu vesti uma calça de vinil preta rasgada nas coxas, colete de rede neon verde que deixava os mamilos à mostra, e uma máscara LED que piscava em rosa e azul. Larissa estava insana: body de látex verde-água colado como segunda pele, recortes nos seios e na virilha, meia-calça arrastão rasgada estrategicamente, salto plataforma e uma coleira fina de metal com pingente de cobra. O cabelo loiro dela solto, maquiagem preta e glitter por todo o corpo. Quando ela se abaixou pra calçar o sapato, vi a calcinha fio-dental sumindo entre as nádegas e quase pedi pra foder ali mesmo antes de sair.
No Uber, ela sentou no meu colo de lado, roçando a buceta quente por cima da minha calça. “Tá nervoso, amor?”, perguntou mordendo meu lóbulo. “Tô é louco de tesão”, respondi, sentindo o pau duro roçando na coxa dela. Antes de descer, ela abriu a bolsa, pegou dois comprimidos cor-de-rosa e colocou um na minha língua. “Engole. Vai deixar tudo mais intenso.” Beijamos com gosto de ecstasy e saliva enquanto o carro parava em frente ao prédio.
Subimos de elevador privativo. Na porta da cobertura, dois seguranças de terno preto e máscara LED checaram nossos nomes na lista. Entramos.
O lugar parecia outro planeta. Luzes ultravioletas faziam as tintas neon nas paredes brilharem. Havia plantas artificiais com LED, fumaça baixa, cheiro de incenso misturado com sexo e perfume caro. A pista central pulsava com um set de techno escuro e sensual. No bar, bartenders sem camisa serviam drinks em copos que brilhavam no escuro.
Logo uma garota vestida de ciborgue prateada veio com shots fluorescentes. “Vodka com glow”, ela disse sorrindo. Viramos de uma vez. O líquido desceu queimando e deixou um formigamento gostoso na garganta.
Fomos pro bar pegar algo mais forte. Larissa pediu um negroni, eu um old fashioned. Enquanto esperávamos, uma morena alta, corpo esculpido, vestida de guerreira cyber com armadura mínima de metal e couro, se aproximou. “Primeira vez aqui?”, perguntou com voz rouca. Larissa sorriu maliciosa: “Primeira vez em tudo isso”. A morena — que depois soubemos se chamar Vitória — tocou a cintura da minha mulher e sussurrou: “Então vão adorar o terceiro andar”.
Subimos as escadas em espiral. No segundo andar já tinha gente se pegando nos sofás: um cara de máscara de lobo comendo uma loira de quatro enquanto outra mulher lambia o saco dele. No terceiro andar o clima mudou de vez.
O piso era acolchoado, tipo academia de crossfit, mas coberto de vinil preto brilhante. Havia balanços eróticos pendurados, camas redondas, espelhos no teto, correntes nas paredes, brinquedos expostos em prateleiras iluminadas por roxo. Uma área com colchões d’água onde três caras e duas mulheres transavam em um emaranhado de corpos. O ar cheirava a lubrificante, suor e porra.
Larissa apertou minha mão. “Quero começar com ela”, disse apontando Vitória, que já tinha tirado a armadura e estava só de calcinha de metal e botas. Fomos até ela. Sem enrolação, as duas se beijaram com língua, gemendo alto. Vitória puxou o zíper do body de Larissa e chupou os peitos dela enquanto enfiava a mão dentro da calcinha. Minha mulher rebolava e olhava pra mim: “Vem, amor. Mostra pra ela como você chupa pau”.
Ajoelhei. Vitória abriu as pernas e eu lambi a buceta dela por cima da calcinha de metal fria. O gosto era salgado e doce ao mesmo tempo. Larissa se abaixou e me beijou, compartilhando o sabor. Depois ela me empurrou de costas num colchão e abriu minha calça. Meu pau pulou pra fora, duro e babando. As duas chuparam juntas, línguas se cruzando na glande, uma chupando a cabeça, a outra lambendo as bolas.
De repente senti uma mão forte na minha nuca. Um cara alto, pele morena, corpo tatuado, máscara de caveira neon, estava atrás de mim. “Posso?”, perguntou olhando pra Larissa. Ela sorriu: “Pode usar ele como quiser. Só usa camisinha”.
Ele pegou um pacotinho, vestiu e me virou de quatro. Larissa ficou deitada debaixo de mim, abrindo as pernas pra Vitória lamber. Enquanto a morena chupava minha mulher, o cara cuspiu no meu cu, passou lubrificante e começou a forçar a cabeça. Doeu pra caralho no começo. Eu gemi alto, meio dor, meio prazer. Larissa segurou meu rosto: “Relaxa, amor. Deixa ele entrar. Você sabe que quer”.
Ele empurrou mais. Senti o anel abrir, o pau grosso deslizando devagar. Quando chegou no fundo, eu soltei um grito rouco. Ele começou a bombear. Cada estocada acertava minha próstata e fazia meu pau babar mais. Larissa enfiou três dedos na própria buceta enquanto via: “Isso, fode meu marido. Abre o cuzinho dele pra mim”.
Vitória se ajoelhou atrás do cara e lambeu o saco dele enquanto ele me comia. Depois ela veio pra mim, sentou na minha cara. Eu lambi o cu dela, sentindo o gosto de lubrificante e tesão. Larissa gozou gritando, esguichando na boca de Vitória.
O cara acelerou. “Vou gozar”, avisou. Tirou, tirou a camisinha e gozou forte nas minhas costas. Senti os jatos quentes escorrendo. Larissa lambeu tudo, depois me beijou com a boca cheia de porra.
A noite virou um borrão. Fui fodido por mais três caras no balanço erótico, pernas abertas, cu exposto pra quem quisesse. Larissa orquestrava tudo: “Quero ver o rosto dele coberto de gozo”. Um por um eles gozavam na minha cara, no meu peito, na minha boca. Engoli muito naquela noite. Engoli até esquecer o gosto.
Enquanto isso ela foi comida por Vitória com strap-on, depois por um cara de pau enorme que a fez gritar e gozar três vezes seguidas. Teve momento que ela e Vitória se pegaram num 69 enquanto eu era fodido por trás, e a gente se olhava nos olhos, conectados no meio da putaria.
Perto das três da manhã fomos pro terraço. O mar escuro lá embaixo, o vento fresco batendo na pele suada e melada. Sentamos nus num sofá, bebendo água, rindo, nos beijando. Larissa encostou a cabeça no meu ombro: “Você gostou mesmo, né?”. Eu sorri: “Gostei pra caralho. E você?”. Ela mordeu o lábio: “Quero mais. Quero que você sinta mais pau, mais buceta, mais tudo”.
Olhei pra ela e disse: “Então a gente continua. Todo mês uma aventura nova. Quem quiser acompanhar, é só procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife”.
Ela riu, me beijou com gosto de sexo e porra, e sussurrou: “Amanhã a gente posta as aventuras dessa noite. E aí, amor… quem será o próximo a abrir minhas pernas enquanto você leva no cu?”
Eu só sorri, sentindo o cu latejando de tanto pau, o pau duro de novo, e o coração acelerado de tesão e expectativa.
A noite acabou, mas as aventuras estão só começando.
E você… tá esperando o quê pra vir junto nessa putaria? Comenta aí embaixo o que você faria comigo e com ela na próxima. Quem sabe a gente não te chama pro próximo rolê? 😈
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Comentários (1)
Carlos. T. MP67776: Porra tesao curti
Responder↴ • uid:1dabllh7fqld