#Estupro #Grupal #Sado #Virgem

O destino de um estuprador (parte - 2 final)

2.6k palavras | 1 | 3.67 | 👁️
ZONTRA

Este conto é fictício baseado em histórias reais contadas por pessoas comuns que viveram ou ficaram sabendo de tais acontecimentos.

Um ano se passa depois daquela barbárie causada por Ricardo. Mirela por sua vez, mesmo ainda traumatizada, tenta levar sua vida da forma que dá. Em seus olhos não repousam mais a tranquilidade e pureza que outrora fazia de Mirela, uma menina doce e apaixonante. Agora em seu rosto nada mais existe do que olhos tristes e lagrimejantes que atestam a incapacidade de superar aquele sádico episódio que ainda hoje insiste em continuar rasgando sua alma.
Os dias passaram, e cada um daqueles que prometeram vingança em nome de Mirela, decidiram seguir suas vidas deixando tudo aquilo num passado que somente Mirela irá remoer pelo resto de sua vida.
Mas o destino nos reserva surpresas de vários tipos de sabores. Era fevereiro, mês de carnaval. Rafaela, a melhor amiga de Mirela, estava numa cidade razoavelmente próxima, curtindo o carnaval com seus familiares, mais especificamente em Contagem, 283km de Diamantina. Rafaela se divertia no meio dos participantes daquela festa, quando num barzinho próximo dali, alguém lhe chama a atenção.
Um cara abraçado com uma garota, lembrava-lhe exatamente o algoz de sua amiga Mirela, mas a distância em que estavam não lhe ofertava maiores detalhes. Rafaela discretamente se aproxima e numa virada de rosto do suspeito, Rafaela quase cai das pernas. Ela reconhece a cicatriz existente no rosto daquele cara, era Ricardo com certeza. Agora o mesmo boné cobria-lhe cabelos loiros e não mais negros como antes. Rafaela então corre desesperadamente ao encontro de seus familiares e conta-lhe o que viu. Pai, irmão e primos de Rafaela vão até o local e atestam o que ela viu, mas nada fazem até então. Como detetives particulares, eles apenas seguem a todo momento os passos daquele psicopata, descobrindo assim onde era sua nova morada. Avisam os familiares de Mirela, mas apenas o pai e o irmão dela imediatamente partem rumo à Contagem. Em campana próximo à casa de Ricardo, todos colhem provas para uma denúncia às autoridades policiais. Pela manhã, Ricardo sai de sua casa rumo a algum lugar, onde tanto o pai quanto o irmão de Mirela, também atestam que é Ricardo de fato. Fotos são tiradas e um telefonema para a polícia de Diamantina é realizado pelo pai de Mirela, que também envia as evidências fotográficas. Uma união das polícias de Diamantina e Contagem é realizada no intuito da captura daquele abusador de mulheres. As investigações que já estavam em andamento, se intensificam ao ponto da polícia através de um mandado, invadir a casa de Ricardo. Diferente de antes, agora no interior daquela casa existiam várias evidências que incriminariam aquele delinquente. Ricardo é identificado pelos amigos, pai e irmão de Mirela. A polícia algema Ricardo enquanto uma busca acontece no interior de sua casa. Várias perucas são encontradas, uma com cabelos ruivos, uma com cabelos negros e uma loira que ele estava usando naquele momento. Todas para mudarem sua aparência na tentativa de confundir possíveis acusadores. Uma gaveta é aberta e 20 peças íntimas femininas das vítimas de Ricardo surgem em seu interior, inclusive uma de renda branca que foi identificada como sendo de Mirela. Numa pasta de elástico, várias fotos de Ricardo ao lado de meninas adormecidas são encontradas, inclusive uma que Ricardo tirara com Mirela, onde seu rosto abrigava a peça intima dela. Ele apenas olha tudo aquilo e nada diz, pois nada justificaria aquilo que foi encontrado. Tudo é coletado e encaminhado para Diamantina para novas perícias e cruzamento de provas, juntamente com Ricardo agora prisioneiro da justiça. A perícia cruzando as evidências, concluiu que o sêmen encontrado na cortina da casa de Diamantina, era o mesmo encontrado em algumas calcinhas colecionadas por aquele psicopata. Uma simulação digital da imagem de Ricardo, foi feita por I.A, onde a foto dele aparecida com as perucas encontradas. Diante das várias vítimas de várias regiões que Ricardo passou, as fotos foram mostradas, onde cada vítima apontava para uma foto diferente. Umas reconheciam ele loiro, outras com ele ruivo e outras com cabelos negros, concluindo que Ricardo não atacava suas vítimas com o mesmo estilo de aparência. Diante de todas as provas e como não deixaria de ser, Ricardo é condenado a 30 anos de prisão, que diferente do que pensara ele, não teria privilégio protetivo algum, ficando encarcerado junto com os demais presos em celas normais no presídio de Diamantina.
Seu primeiro dia lá, já lhe rendera calafrios de terror, onde inexplicavelmente todos ali já sabiam o porque de Ricardo estar naquela prisão. O guarda caminha com Ricardo até sua cela, onde ao passar diante das demais, os presos destas gritavam que estava chagando mais uma mãe de cela para a diversão de todos, que só depois Ricardo iria descobrir o que isso significava. De frente da cela nº 45, o guarda pede que abram a porta para que Ricardo já sem as algemas possa entrar. A porta se abre e lá dentro 5 marmanjos mal encarados esperam pelo novo morador daquele cubículo. Ricardo entra e a porta se fecha em suas costas. Os marmanjos se aproximam de Ricardo que agora tem os olhos lagrimejados de puro terror. O maior deles colocando uma das mãos no ombro de Ricardo, diz para ele não se preocupar, que todos ali já estavam cientes do que ele fizera. Que dependendo da boa vontade e obediência de Ricardo, todos se dariam bem. Ricardo nada diz e num momento de distração recebe um soco no rosto ao mesmo tempo que vários chutes. Ricardo grita e cai ao chão. Outro integrante se aproxima e diz que ali, estuprador não tinha direito de nada, a não ser servir de mãe de cela ( escravo sexual ). Ricardo se levanta e suplica por sua vida. Novamente o maior dos marmanjos se aproxima de Ricardo, puxa-lhe uma rasteira fazendo ele cair de joelhos. O chefe da cela abaixa sua calça mostrando para Ricardo seu pênis negro, ainda amolecido e diz para ele chupa-lo. Ricardo se recusa e todos ali começam a espanca-lo com chutes e socos em todas as partes de seu corpo. Pela pequena janela da porta, um dos guardas assiste a cena sem interferir em prol daquele infeliz estuprador.
Ricardo novamente se levanta e se senta na beirada de uma das camas tentando retomar os sentidos. O chefe da cela ainda com as calças abaixadas, se aproxima dele novamente lhe ordenando que chupe seu pau. Ricardo vendo o que aconteceria caso recusasse, mesmo a contra gosto decide obedecer. Lentamente leva sua mão até o pênis daquele marmanjo, segura-o e vai guiando-o até sua boca que reluta em abrir. Sem paciência pela lerdeza de Ricardo, o marmanjo abre a boca de Ricardo e enfia seu pênis até o talo, dizendo que se ele morder ou não chupar direito, ele receberá outra surra até aprender. Ricardo se engasga com aquele pedaço de carne que começa a crescer em sua boca. Pelo engasgo, ele recebe um soco em sua cabeça. O marmanjo retira o pau de sua boca, e em seu rosto bate-lhe o falo fazendo de Ricardo uma putinha barata. Agora com seu pênis de 21 cm ereto, o marmanjo enfia-lhe novamente na boca de Ricardo. Com as duas mãos, puxa Ricardo pela nuca fazendo seu pau entrar até o talo encontrando o fundo da garganta, onde o machuca pelo tamanho avantajado daquela rola. Num ato agressivo, o dono da cela pega Ricardo pelas orelhas, e inicia um vai e vem em sua cabeça, fazendo sua boca deslizar na rola grossa daquele bandido. Ricardo tentando diminuir a dor em suas orelhas, coloca suas mãos sobre as mãos de seu tutor sexual e tenta retira-las de sua cabeça. Mais socos são desferidos em seu rosto. Ricardo atordoado solta o pênis do marmanjo caindo deitado sobre a cama. Seu tutor lhe ordena que continue a chupeta, e Ricardo se levantando abocanha o pênis novamente. Como se tivesse se formado em felação peniana, Ricardo chupa aquela rola com maestria, talvez com medo de novas represálias. O meliante com os olhos fechados de prazer, chama Ricardo de sua putinha boqueteira ainda lhe segurando pela nuca. O orgasmo acontece dentro da boca de Ricardo, que se engasga deixando escapar parte do leite pelos cantos da boca onde uma parte cai no chão. Novos socos recaem em Ricardo. Seu dono, esfrega a rola em seu rosto e ordena que o limpe. Ricardo chupa ele novamente só que agora passando a língua no entorno daquela rola e limpando todo o resto de sêmen que ali ficara. O que caiu no chão também deveria ser consumido por Ricardo, que assim o faz.
O chefe da cela saciado, levanta suas calças guardando seu pau ainda duro dentro dela, e sai de cena. Ricardo limpando seu rosto, erroneamente pensara que seria só aquela humilhação, quando o seu algoz volta e olhando pra os outros 4 moradores daquele lugar, diz que eles também devem se divertir com aquele infeliz. Ricardo olha para eles, e um deles já excitado pela cena vista anteriormente, se aproxima de Ricardo ordenando que ele abra a boca e o chupe como fez com seu chefe. Ricardo não resiste ao medo de represálias e cai de boca na rola daquele bandido. Este empurra a cabeça de Ricardo contra a parede imobilizando-a, e com fortes estocadas, ele busca o tão esperado orgasmo bombando seu pau na boca de Ricardo. Ricardo não reage e mais uma vez sente jatos de sêmen quente escorrer por sua boca. Por conta disso, mais socos lhe são disferidos, pois ele deveria engolir tudo e não deixar escapar. Ele se limpa engolindo o que consegue coletar, e também com sua boca limpa o que sobra sobre o pênis do seu segundo dono. Uma vontade de vomitar toma conta de Ricardo, que vomita devido ao nojo sentido pelo cheiro, gosto e viscosidade daquele fluído em sua boca. Mais um espancamento acontece em Ricardo. O terceiro meliante vem pra cima de Ricardo com seu pênis ereto, e já enfia na sua boca, onde ele começa uma nova felação. O terceiro obriga Ricardo a pegar-lhe o pau e passar na cara, dizendo ser uma putinha safada que adora pau de marmanjo. E Ricardo assim faz sem questionar. Uma nova ordem é lhe dada, agora Ricardo tem que deixar ele gozar em sua cara, e novamente Ricardo obedece. O meliante próximo do orgasmo, retira o pênis da boca e Ricardo, e se masturba na frente do rosto dele que se mantem de olhos fechados e boca aberta. O meliante não contendo o prazer, disfere vários jatos de sêmen no rosto de Ricardo, fazendo ele ficar totalmente inundado de porra.
O quarto e o quinto se aproximam de Ricardo, e diferente dos demais, um deles joga Ricardo de bruços no chão, enquanto o outro começa a puxar a calça e a cueca de Ricardo no sentido de seus pés. Ricardo reluta prevendo o que aqueles caras estavam planejando contra ele. Os demais vendo a resistência de Ricardo ceder, também se aproximam e seguram Ricardo pelos braços, pernas e pescoço. Não tinha como fugir. Um dos integrantes abre as nádegas de Ricardo, enquanto o quarto cospe no ânus dele que naquele momento suplicava por uma clemencia que não lhe seria atendida. O meliante então encosta a cabeça de seus pênis no ânus de Ricardo, e dá-lhe uma forte estocada, depois outra e mais outra. Ricardo grita de dor, e o seu estuprador pergunta-lhe se foi daquele jeito que ele tinha feito com Mirela. Ricardo chora incontrolavelmente, e mais uma forte estocada acontece, só que agora a cabeça entra violentamente rasgando-lhe o ânus e causando um forte sangramento. Sem nenhuma compaixão, o bandido começa a forçar cada vez mais, até que os 22cm daquele falo latejante entram por completo no interior anal de Ricardo. Bombadas e mais bombadas de vai e vem se iniciam, e Ricardo apenas tenta gritar com uma das mãos de seus algozes tapando-lhe a boca. O meliante goza no interior de Ricardo, mais jatos de sêmen é derramado em seu corpo. O meliante retira seu pênis de dentro de Ricardo, e um caldo branco meio avermelhado escorre por seu ânus que fica totalmente aberto mostrando parte de seu interior. Ricardo fica jogado ao chão esfalecido pela dor e desgaste físico. Neste momento, ouve-se o quinto elemento reivindicar o seu direito de penetração, dizendo que agora era a vez dele de se deliciar com aquela putinha barata. Ricardo ouve e não acreditando, pensa que o melhor seria morrer do que passar por aquilo. O quinto e ultimo elemento sem nenhuma compaixão, ajoelha-se sobre as costas de Ricardo. Com suas mãos, abre-lhe as nádegas e direciona seu falo gigantesco de 24 cm de comprimento por 16cm de circunferência no ânus já aberto de Ricardo. Este era o mais dotado daquela cela. Novas bombadas violentas são iniciadas em Ricardo, que agora geme de dor a cada estocada. Aos poucos cada centímetro daquela rola entra mais e mais. A dor é tanta, que Ricardo tem sua respiração paralisado por alguns momentos, e não lhe restam escolhas a não ser, se deixar ser machucado intimamente no corpo e na alma. O quinto meliante era conhecido por ter um orgasmo que demora para acontecer, o que aumentaria o sofrimento de Ricardo. Depois de uns 10 minutos de fortes bombadas, o orgasmo acontece abundantemente no interior de Ricardo, e novos fluídos escorrem de suas entranhas. Com todos saciados de sexo naquele dia, o dono da cela novamente aparece e diz para Ricardo que no dia seguinte aquilo se repetiria, e que era para ele se limpar internamente, pois todos o penetrariam novamente. Ricardo chora e se arrepende de cada momento que torturou sexualmente suas vítimas. Mas nenhum arrependimento lhe salvaria daquilo pelo tempo que ele permanecesse vivo naquele lugar.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • CARLOS: Que conto maravilhoso e excitante, eu esperava por algo assim contra esse safado, aliás, esse deveria acontecer com todos que praticam essas atrocidades. Uma coisa é sexo consensual entre ambos, outra é forçadamente a contra gosto. Parabéns pelos ótimos contos.

    Responder↴ • uid:b98xbqnqzow