Traindo o filho
Com todo o esperma que você ejaculou dentro de mim, eu posso já estar grávida."
Jason, de 14 anos, estava parado ao lado da porta do quarto, com o pau de vinte centímetros duro e pingando líquido pré-ejaculatório na cueca. Ele ouvia atentamente a conversa dos pais lá embaixo. Ele esperava por esse momento há semanas e finalmente havia chegado. Em breve, ele teria uma semana inteira a sós com a mãe.
"Aqui está o número do hotel em que ficarei hospedado", ouviu Martin, seu pai, dizer. "E você tem meu número de celular."
— Vamos lá — pensou Jason. — Anda logo e vai embora!
"Está bem", disse Diane, a bela mãe de Jason.
"Eu te amo", disse Martin.
"Eu também te amo", disse Diane, dando um beijo de despedida no marido. Raiva e ciúme tomaram conta do coração de Jason.
Jason escutou atentamente, seu pau pulsando a cada passo que seu pai dava em direção à porta. Finalmente, Jason ouviu a porta da frente fechar com um clique. Ele esperou ansiosamente enquanto ouvia as portas do carro do pai abrirem e fecharem. Por fim, o motor ligou e o carro saiu da garagem. Jason não conseguiu conter o sorriso.
Jason desceu as escadas correndo o mais rápido que pôde, com a enorme ereção nas calças. Deu de cara com a mãe, que exibia um sorriso malicioso enquanto fechava as cortinas da sala de estar.
Jason admirava a beleza da mãe. Já fazia mais de um ano desde que ela apresentara o filho aos prazeres do incesto, após notar o tamanho incomum do pênis do rapaz e sua alta libido. Sua mãe era uma mulher linda e curvilínea, na casa dos trinta, com nádegas fartas e seios tamanho D sem qualquer sinal de flacidez. Tinha cabelos ruivos brilhantes que chegavam aos ombros e óculos que combinavam perfeitamente com seu trabalho como professora.
Mas, na opinião de Jason, a parte mais sexy de sua mãe era o sorriso diabólico que ela ostentava. Era o sorriso de uma mulher que só se importava com o prazer, que sabia que estava fazendo algo imoral e não se importava com isso. Era o sorriso de uma mulher que traía o marido com o próprio filho e amava cada segundo disso, o sorriso de uma mulher que celebrava sua própria pecaminosidade. Às vezes, ela lançava aquele sorriso para Jason quando o marido não estava olhando, uma lembrança do seu pequeno segredo especial. Não importava como ela estivesse vestida, aquele sorriso sempre fazia Jason correr para o quarto com uma ereção, ansiando por alívio. Era um olhar que Diane reservava apenas para o filho.
Diane puxou o filho para um beijo profundo. "Mostre esse seu pênis enorme", sussurrou ela. Depois de um ano apenas com o minúsculo pênis do marido, ela não estava disposta a perder tempo com palavras. Jason tirou as calças, libertando o monstro de vinte centímetros e deixando-o ereto e orgulhoso.
Diane levantou a camisola fina, revelando que não usava calcinha por baixo. "Deite-se no sofá", ordenou.
Jason estava sentado no sofá, com o pênis ereto. Diane sentou-se no colo do filho, de frente para ele. Mãe e filho gemeram juntos de prazer enquanto Diane se impalava no pênis do filho.
"AI MEU DEUS!" Diane gemeu. "Meu bem, você está tão grande!"
Jason começou a penetrar a vagina da mãe com força. "Maior que o papai?", perguntou. Ele sabia a resposta, mas adorava ouvi-la em voz alta.
"Muito maior que seu pai! Oh, sim!" Diane exclamou, ofegante de prazer, enquanto as estocadas do filho se intensificavam.
Jason sentia o esperma acumulado fervendo em seus testículos. Precisou de toda a sua força de vontade para não ejacular dentro da mãe ali mesmo. Ele se conteve, querendo gozar junto com ela. Precisava levá-la ao clímax e sabia exatamente como fazer isso.
"Mamãe, eu tenho tanto esperma dentro de mim. Quero que inunde seu útero. Quero te engravidar!"
Como sempre, a palavra mágica com P funcionou e Jason sentiu a vagina da mãe apertar seu pênis enquanto ela chegava ao clímax. "SIM! Engravide sua mamãe! Me engravide dos seus BEBÊS INCESTOS!!!"
"AI, MAMÃE!" Jason sentiu seus testículos se contraírem. Uma enorme quantidade de esperma jorrou por seu pênis e ejaculou dentro do corpo de sua mãe, preenchendo seu útero.
Os dois amantes incestuosos gozaram por quase um minuto inteiro antes de se recuperarem do êxtase. Diane e Jason ficaram deitados juntos no sofá, desfrutando do êxtase residual de sua relação sexual pecaminosa. Diane acariciava levemente o pênis de Jason enquanto ele chupava e beijava ternamente os seios da mãe, massageando sua bunda redonda e branca.
"Mãe?" perguntou Jason. "E se você realmente engravidar? Papai não tinha um... um vi..."
"Uma vasectomia?"
"Sim. Ele não vai saber que o bebê não é dele?"
Diane deu uma risadinha como uma colegial travessa, um som que provocou um pequeno arrepio na virilha do filho.
"Querida, você sabe o que é 'fixação de preços'?"
Jason balançou a cabeça negativamente.
"Bem, é isso que seu pai vai fazer na viagem de negócios dele. E é contra a lei. Ele vai ter que criar o bebê ou eu vou denunciá-lo ao FBI."
Jason ficou impressionado. "Você pensou em tudo, mãe."
"Então, você quer?"
"Gerar um filho dentro da minha própria mãe? Ah, com certeza!"
"Com todo o esperma que você ejaculou dentro de mim, eu posso já estar grávida."
Jason sorriu. "E se você não conseguir, temos uma semana inteira para continuar tentando."
Jason repousou a cabeça na barriga de sua mãe grávida, que dormia, ouvindo os batimentos cardíacos de sua irmãzinha ainda no útero. A gravidez dela estava no quinto mês. Fazia três meses que ela havia revelado seu caso com o filho para seu marido, Martin, que tinha um pênis pequeno. Como Diane sabia dos negócios ilícitos de Martin, ele concordou em criar a criança sem criar problemas.
Desde então, Jason e sua mãe submeteram o pai dele a todas as humilhações possíveis. Obrigaram-no a se mudar para o quarto de hóspedes enquanto Jason se mudava para o quarto principal com a mãe. Transavam ruidosamente, sem nunca se preocuparem em disfarçar os gemidos de prazer. Transavam em todos os cômodos da casa, obrigando Martin a limpar as poças de esperma que deixavam para trás. Riam sempre que o viam ter uma ereção acidental com as cenas pervertidas diante dele. Logo depois, Martin foi morar com sua mãe, Vera, uma mulher de cerca de cinquenta e cinco anos.
Diane foi acordada pelos chutes do seu filho ainda não nascido. "Bom dia, bebê."
"Bom dia, mãe", disse Jason, com o ouvido ainda encostado na barriga saliente da mãe. "Parece que nosso bebê está com fome", disse ele com um sorriso cúmplice.
"Então acho melhor você alimentá-la", disse Diane. Jason sentou-se na beira da cama, com a ereção apontando orgulhosamente para o ar, enquanto Diane se ajoelhou à sua frente. Abrindo a boca, ela habilmente levou a ereção do filho garganta abaixo.
"Caramba, mãe! Você é uma puta! Fazendo sexo oral no seu próprio filho e dando o esperma dele para a sua filhinha!" Diane começou a movimentar a cabeça para cima e para baixo no pênis do filho antes de ouvi-lo gemer alto, apertando ainda mais seus cabelos ruivos. Diane nem sequer sentiu o gosto do esperma do filho quando ele ejaculou direto na sua garganta e no estômago, onde a filha faminta os esperava.
Após dez jatos grossos e pesados de sêmen incestuoso, o pênis de Jason amoleceu.
"Essa foi boa, meu bem", disse Diane enquanto limpava os lábios. "Uma pena que seu pai não estivesse aqui para ver. Sinto falta de fazê-lo assistir e ouvir a gente transando. Espero que ele volte para que possamos humilhá-lo mais um pouco."
"Talvez não precisemos esperar", disse Jason. "Tenho uma ideia." Ele contou seu plano para Diane, o que a fez cair na gargalhada.
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Diane bateu na porta da casa da sua sogra.
A porta se abriu, revelando uma morena atraente na casa dos cinquenta. "Diane, Jason, o que vocês estão fazendo aqui?", perguntou Vera, a mãe de Martin.
"Olá Vera, podemos entrar?" perguntou Diane.
"Claro." Diane e Jason seguiram Vera até a sala de estar, onde todos se sentaram. "Martin não está aqui agora. Mas fico feliz que vocês estejam. Não sei o que deu nele. Ele não me conta nada. Tem algo a ver com o bebê?"
"Sim", disse Diane, com um sorriso malicioso nos lábios. "O bebê não é dele."
"O quê?!" Vera exclamou, boquiaberta. "O bebê não é meu neto?"
"Não", disse Jason. "É seu bisneto." Ele abriu o zíper da calça e revelou a ereção de vinte centímetros que havia gerado a criança no útero de sua mãe.
Vera gaguejou sem palavras enquanto encarava o pênis do neto. Após um minuto de silêncio perplexo, as primeiras palavras que saíram de sua boca foram: "É tão grande. Hum, quer dizer..."
"Não fique constrangida", disse Diane à sogra. "É natural que uma mulher se surpreenda com um pênis tão perfeito, mesmo que seja do próprio neto. O pênis do seu marido era desse tamanho?"
"Não", disse Vera, com os olhos ainda fixos na virilha de Jason. "Ele não era nem de perto tão grande. Eu não fazia ideia de que o pênis de um homem pudesse ficar tão grande, muito menos o de um menino."
"Você quer fazer um test drive?" perguntou Diane. "Eu sei que você quer."
"N-não!"
"Então por que você está acariciando seus seios?", perguntou Diane.
Vera olhou para baixo e viu sua mão acariciando inconscientemente seus seios fartos. Chocada, ela deixou a mão cair.
"Você já teve um orgasmo?", perguntou Diane.
Vera balançou a cabeça negativamente.
"Experimente", disse Diane. "Depois de uma vida inteira com homens de pênis pequeno, você merece."
"Eu mereço", Vera sussurrou para si mesma enquanto se sentava no colo do neto. "Eu mereço." Ela se abaixou sobre o pênis dele. "EU MEREÇO!" Ela se empalou em seu membro ereto.
Jason começou a penetrar o corpo da avó com força. Um prazer desconhecido percorreu o corpo de Vera ao sentir o membro do neto dentro dela, arrancando gemidos altos de prazer.
"Seu pênis é enorme!", disse Vera ao neto. "Não acredito que você seja parente do meu marido inútil ou do meu filho."
Nesse instante, a porta da frente se abriu e Martin entrou. Ele fechou a porta atrás de si e ficou paralisado com o que viu. "M-Mãe?"
"Sente-se, Martin", disse Diane em tom autoritário, obrigando Martin a obedecer.
"Eu te amo", disse Vera, mas logo em seguida engasgou de vergonha. Ela não queria dizer aquilo.
"Não se reprima, Vera", disse Diane. Ela enfiou uma mão na calcinha e acariciou os seios inchados e a barriga de grávida com a outra. "Diga tudo o que está pensando."
"Ele é INCRÍVEL, Martin", disse Vera. "Ele é maior que seu pai e MUITO maior que você. Ser pai dele é a única coisa boa que você já fez. Tenho vergonha de ter trazido ao mundo um homem inferior como você."
As palavras cruéis de Vera fizeram os testículos de Jason se agitarem. Ele sabia que logo ejacularia na barriga da avó. "Vovó, você acha que eu vou te engravidar também?"
"Espero que sim, meu bem", respondeu Vera entre gemidos de prazer. "Espero que você me dê um menino. Gêmeos! TRIGÊMEOS! Quero que você me dê três meninos com pênis enormes para me foderem pelo resto da vida! Preciso compensar o fato de ter dado à luz um pedaço de merda com um pênis minúsculo que não consegue satisfazer uma mulher. Me engravide! Me faça engravidar! Me mantenha grávida para o resto da vida!" E Vera gozou, arrebatada pela intensidade do seu primeiro orgasmo.
"Lá vem, vovó! Meu esperma! NOSSOS BEBÊS!" Jason ejaculou com a força de uma mangueira de incêndio, enchendo o útero da avó com seu sêmen potente. Diane gritou de prazer junto com eles, gozando por toda a mão e encharcando o sofá embaixo dela.
Martin não aguentou mais. Saiu correndo de casa e foi embora de carro. Sua esposa, filho e mãe o ignoraram, absortos demais no êxtase pós-orgasmo.
Enlouquecido, Martin não prestou atenção por onde andava e sofreu um acidente de carro, morrendo instantaneamente. Jason transou com a mãe e a avó dele enquanto elas estavam vestidas com seus trajes pretos de luto, e elas foram para a igreja com o sêmen dele escorrendo de suas vaginas. Os fundos que Martin tinha de seus negócios e do seguro de vida deram à sua família uma enorme quantia de dinheiro, permitindo que eles tivessem muito tempo livre para "aproveitar a companhia um do outro".
Diane deu à luz sua filha, a quem chamou de Amy. Mais tarde, ela daria à luz outra menina, a quem chamou de Cindy. Elas seriam alimentadas com o sêmen espesso e cremoso do pai todos os dias, desde o momento da concepção.
Infelizmente, Vera não teve os trigêmeos que esperava, mas deu à luz um filho bem dotado, a quem chamou de Roger. Mais tarde, teve mais dois meninos, que chamou de Dick e Rod (ela tinha um senso de humor peculiar). Para alívio de Vera, os três filhos herdaram o grande pênis do pai e dariam prazer às mulheres de suas famílias pelo resto de suas vidas.
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