"Ohhh... Mamãe," gemi. Ele desvirgina a irmã e engravida a mãe.
Era uma tarde quente em Recife quando tudo começou a ficar estranho de um jeito bom. Eu vi minha irmã mais velha, Juliana, de 22 anos, e minha mãe, Ana Clara, de 38, cochichando na cozinha enquanto olhavam pela janela pro quintal. Meu irmão mais novo, Lucas — não, espera, meu nome é Victor, 19 anos recém-completos —, tava lá fora com a namoradinha dele, Beatriz, uma loirinha de 18 anos que parecia saída de comercial de shampoo. Eles tavam se pegando daquele jeito descarado, língua na boca, mão boba, e eu senti um frio na barriga misturado com curiosidade safada. Será que eles tavam transando de verdade? Porque se tavam, eu queria saber cada detalhe. E se não tavam... bom, talvez eu pudesse ajudar a acelerar as coisas. No fundo, eu já sabia que aquele verão na casa de praia em Maracaípe ia ser diferente. Muito diferente. E se você continuar lendo até o final, vai entender por que eu posto essas aventuras aqui e por que você vai querer acompanhar cada nova história que eu contar. Quem sabe até deixar um comentário pedindo mais...
— Você acha que eles tão fazendo isso mesmo? — perguntei baixinho pra minha mãe, sentindo o rosto queimar.
— Fazendo o quê, Victor? — Ana Clara respondeu, fingindo inocência, mas com aquele sorrisinho de quem sabe tudo.
— Transando, mãe. O Lucas e a Beatriz. Olha só como ela tá grudada nele.
Ela deu uma risadinha nervosa.
— Eles são novos demais pra isso.
— A amiga da Ju, a Larissa, disse que ouviu na escola que o Lucas já deu uns pegas pesados. Que ele tem fama.
Ana Clara virou pra mim, os olhos escuros brilhando.
— Fama de quê?
— De ser... bem-dotado — falei, corando até a raiz do cabelo. — Tipo, enooorme, segundo a irmã da Larissa.
Ela riu alto, mas vi que ficou pensativa.
— Para de inventar coisa, menino. Seu irmão ainda é virgem, aposto.
Mas eu sabia que não era. E ela também sabia. Porque semanas antes, eu tinha flagrado ela olhando pro quarto dele de manhã cedo, quando a porta ficou entreaberta. Ele tava dormindo pelado, de bruços, mas o pau tava duro, apontando pro teto, grosso, veias saltadas, pulsando. Ela ficou parada ali uns bons minutos antes de fechar a porta devagar. Eu vi tudo pelo corredor. E guardei a imagem na cabeça como um tesouro proibido.
Mais tarde, quando Beatriz foi embora, Lucas entrou na cozinha suado e sorridente.
— Oi, mana. Oi, mãe — disse ele, beijando a bochecha das duas.
Eu não conseguia parar de imaginar como seria sentir aquele corpo colado no meu. Ou no dela. Ou nos dois ao mesmo tempo.
A viagem pra Maracaípe foi longa, mas quando chegamos na casinha isolada perto da praia — aquela que a família tem há décadas, escondida entre coqueiros, com vista pro mar revolto e areia branquinha quase vazia —, o ar salgado entrou pelos pulmões e mudou tudo. Era só nós três. Sem vizinhos. Sem regras da cidade.
Na primeira noite, depois do jantar de peixe na brasa, a conversa rolou solta. O vinho ajudou. Juliana perguntou, meio tímida:
— Vocês dois já... transaram com alguém?
Lucas riu.
— Claro que sim. E você, mana? Ainda guardando o cabaço?
Ela corou.
— Sou virgem, sim. Mas tô louca pra saber como é.
Ana Clara ficou quieta, mas vi ela apertar as coxas debaixo da mesa.
— E a mãe? — perguntei, ousado. — Conta pra gente como era com o pai.
Ela riu, nervosa.
— Ele era... grande. Muito. E sabia usar.
Lucas olhou pra ela de um jeito que não era de filho.
Naquela noite, uma tempestade danada caiu. A barraca dele virou piscina. Ele apareceu na varanda pelado, pingando água, o pau balançando semi-duro. Juliana e eu ficamos olhando, sem disfarçar. Ana Clara mandou ele entrar.
— Vem dormir na cama com a gente. Tem espaço.
Ele deitou no meio. Eu sentia o calor do corpo dele do meu lado. De manhã, acordei com o pau dele duro cutucando minha barriga. Grosso, quente, latejando. Minha mão foi sozinha. Toquei. Apertei de leve. Ele acordou, gemeu baixinho. Ana Clara tava do outro lado, fingindo dormir, mas vi ela se mexendo devagar, os dedos entre as pernas.
Dias depois, na praia, Juliana e Ana Clara tiraram a parte de cima do biquíni. Seios fartos, mamilos escuros e duros com o vento. Eu tirei a sunga. Meu pau pulou pra fora, ereto. Elas olharam. Não falaram nada. Só sorriram.
Uma noite, depois de fumar um baseado que eu trouxe, a dança começou. Corpos colados. Mãos ousadas. Juliana pegou no meu pau por cima do short. Ana Clara roçou os seios nas minhas costas. Eu enfiei a mão na calcinha da mana, senti a buceta molhada, quente, apertadinha. Dedo no cuzinho dela. Ela gemeu alto.
— Quero você dentro de mim — Juliana sussurrou.
— E eu também — Ana Clara completou.
Na cama, tirei a roupa da mana devagar. Beijei cada pedaço. Chupei os mamilos até ela arquear. Abri as pernas dela. A bucetinha rosa, molhada, piscando. Enfiei devagar. Ela gritou de dor e prazer misturados. Sanguezinho escorreu. Eu parei, beijei a boca dela.
— Relaxa, mana. Vai ficar bom.
Empurrei mais fundo. Ela apertou as pernas em volta da minha cintura. Ana Clara assistia, se masturbando, os dedos enfiados na buceta dela, peidinhos escapando de tensão e tesão. O cheiro subiu, quente, íntimo, excitante.
Eu meti forte. Juliana gozou gritando meu nome. Eu gozei dentro, enchendo ela de porra quente.
Depois, Ana Clara me puxou pra fora. Deitou de quatro na areia, de noite, sob as estrelas.
— Agora fode a mãe, filho.
Entrei nela de uma vez. Buceta madura, molhada, experiente. Ela gemia rouco.
— Mais forte... me enche... quero teu filho.
Eu meti até o talo. Senti o útero dela abrindo. Gozei fundo, jatos grossos. Ela gozou tremendo, peidando de prazer, o cuzinho piscando.
Dias viraram semanas. Nus o tempo todo. Mamando nos peitos dela cheios de leite imaginário. Fodendo na praia, na varanda, na cozinha. Anal com dor no começo, mas depois ela pedia mais. Juliana aprendeu a chupar meu pau enquanto Ana Clara lambia meu cu.
No final do verão, casamos na praia. Flores no cabelo. Bíblia na mão. Ana Clara casou Juliana comigo. Depois Juliana casou a mãe comigo. Eu tinha duas esposas. E a primeira barriguinha já aparecendo na Ana Clara.
Voltamos pra Recife diferentes. Mas as aventuras continuam. Pra quem quiser saber mais, onde eu posto tudo isso: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Vem acompanhar. Deixa teu comentário aqui embaixo me contando o que você sentiu lendo. Quero saber se você gozou imaginando. Porque tem muito mais vindo por aí. E eu prometo: cada aventura vai ser mais safada que a anterior.
O que você acha que acontece no próximo verão? Me conta. Tô esperando teu comentário pra decidir o próximo capítulo. 💦
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Comentários (1)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk