Durante a Copa
Durante o jogo da Copa fiquei provocando meu amigo ate ele não aguentar mais
Durante o jogo da Copa, convidei alguns amigos pra assistir comigo na minha casa. Entre eles estava Abel que já tínhamos ficado algumas vezes antes e sempre terminávamo-nos em uma briga por causa do ciúme dele depois de cada transa gostosa a gente tinha.
O dia começou tranquilo com muita alegria mas logo notei que ele não parava quieto ao meu lado, me olhando fixamente. Eu tentava ignorar até que comecei perceber suas mãos passeando pela minha cintura e coxa enquanto eu fingia assistir o jogo na TV da sala.
— Luiza — disse Abel baixinho no ouvido —, você está ainda mais gostosa hoje com essa sua blusa decotada, me deixando louco de desejo.
Senti meu rosto corar diante do seu comentário tão explícito e audacioso na frente dos outros amigos que nem notaram a situação tensa entre nós dois.
— Para Abel! — reclamei baixinho —, estamos com convidados, compor-te!
Mas ele não se intimidou. Pelo contrário: suas mãos passeando ficam mais ousadas ainda em minhas pernas e bumbum enquanto os outros estavam distraídos olhando pro jogo na TV da sala.
Comecei a ficar excitada pelo jeito que Abel me tocava sem pudores, mesmo com nossos amigos por perto assistindo ao futebol. Logo notei sua ereção roçando minha bunda quando ele se aproximou mais de mim no sofá.
— O que você pensa que esta fazendo com essa mão na minha bunda Abel? — reclamei ainda em voz baixa enquanto o jogo rolava na TV da sala e todos estavam distraídos.
Abel não disse nada, apenas continuou me apalpando cada vez mais. Eu tentava resistir mas sentia minha buceta ficado molhada de tesão pela maneira como ele agia.
— Para Abel! — reclamei baixinho novamente —, estamos em casa cheios convidados e você quer abusar da situação?
Mas isso só o excitou ainda mais, pois logo notei sua ereção roçando cada vez com maior insistência na minha bunda.
Comecei a ficar tão molhada que não aguentava mãos dele passeando pelo meu corpo. Então Abel colocou-as mãos sob meus joelhos e me puxo para si sem cerimônia nenhuma.
— Quer mesmo saber onde eu quero ir? — sussurrou com voz rouca de desejo no ouvido.
Eu apenas assenti, mordendo os lábios ao sentir sua ereção latejando entre minhas pernas. Abel não se fez mais esperar: levantou-se do sofá rapidamente e me pegou pelo pulso levando-me para o quarto.
— Mas...e nossos amigos? — questionei em vão enquanto entrávamos no meu dormitório.
Abel trancou a porta atrás de nós, nos deixando sozinhos. Ele se virou pra mim com os olhos brilhando devidamente excitado:
—Isto é entre eu e você agora Luiza! E não quero mais ouvir reclamações suas...
Dito isso ele me jogou na cama sem cerimônia alguma.
Eu fiquei meio surpresa, mas também muito atraída pelo seu jeitinho mandão.
— Mas Abel...e o jogo? — questionei ainda confusa sobre como havíamos chegado a esta situação quando estávamos assistindo futebol com amigos em casa há poucos minutos.
Ele se aproximou de mim na cama e me encarou intensamente:
—Tinha um tempo que eu não te via tão gostosa quanto hoje, Luiza. E seu jeito safadinho durante o jogo acabou comigo...
Antes mesmo que pudesse responder qualquer coisa ele prendeu meus pulsos acima da cabeça com uma das mãos enquanto a outra explorava cada centímetro do meu corpo por cima de minhas roupas.
— Abel... — gemi baixinho ao sentir seus toques tão intensos.
Sua boca logo se juntou à brincadeira, beijando-me o pescoço vorazmente. Senti sua ereção roçando na minha coxa enquanto ele me explorava com a mão livre por dentro da blusa.
— Você é louca... — suspirou ofegante no meu ouvido —, sempre provocando e deixando eu doidinho pra te possuir...
Abel deslizou os dedos para o bojo dos meus seios, apalpando-os vigorosamente sobre as taças de renda. Eu gemi ainda mais alto ao sentir seu toque tão excitado.
— Abel... — chamei-o baixinho —, vai logo me foder!
Ele não precisou ouvir meu pedido duas vezes: em um segundo tirou minhas roupas com urgência, jogando-as no chão do quarto enquanto eu o ajudava a se livrar das suas também.
Logo estávamos completamente nus na cama e Abel prendeu novamente meus pulsos acima da cabeça segurando-me firmemente.
— Não precisa ter pressa — sussurrou roucamente antes de descer beijos ardentes pelo meu pescoço até chegar nos mamilo intumescidos, que chupou com volúpia enquanto eu me contorcia embaixo.
Senti sua ereção pulsando na minha coxa e não aguentei mais: levantei as pernas em volta da cintura de Abel prensando lhe contra mim.
— Eu preciso sentir você dentro agora mesmo! — implorei ofegante, seu pau duro roçando no meu clitóris inchado.
Abel me encarou com um sorrisinho safadinho e disse:
—Tudo bem Luiza... mas vai ser do jeito que eu quiser!
Com isso ele virou-me de quatro na cama sem cerimônia alguma, deixando minha bunda empinada para sua ereção latejante.
Senti o glande do seu pau roçando a entrada da buceta, com um movimento forte ele me penetrou de uma vez só até as bolas, fazendo-me gritar ao sentir sua pica grossa inteira dentro de mim.
— Isso é que você queria hein? — murmurou no meu ouvido com voz rouca enquanto começava a estocar vigorosamente dentro e fora da minha buceta encharcada.
Gemi alto sem pudores algum ao senti-lo me fudendo gostoso. Abel puxou minhas mãos para trás e prendeu meus pulsos sobre minhas costas, me fazendo empinar ainda mais a bunda e me mantendo imóvel para seu prazer.
— Gostosa... — ofegou no meu ouvido —, você é tão safada Luiza...
Suas estocadas ficam mais intensasse cada vez que dizia isso.
Senti minha buceta inchar e latejar em volta do pau dele, pronta para com o gozo. Mas Abel não parava de me penetrar com força.
— Vem...goza pra mim! — ordenou roucamente enquanto eu ofegava descontroladamente embaixo dele —, quero sentir sua buceta apertando meu cacete até a última gotinha...
Seus movimentos ficaram mais frenéticos ainda, levando-me à loucuras, gozei gritando e me contorcendo do na cama.
Abel não parou de me penetrar mesmo após o orgasmo e logo senti seu membro pulsar dentro da minha buceta em jatos quentes.
— Isso...goza gostoso pra mim também Luiza! — gemeu roucamente no meu ouvido enquanto se esvaziava dentro de mim.
Ficamos ali parados alguns minutos, recuperando o fôlego depois de tanto tesão. Abel ainda estava dentro da minha buceta encharcada e eu não tinha forças para me movimentar.
— Foi...intenso — comentei baixinho finalmente rompendo o silêncio entre nós dois no quarto.
Ele apenas assentiu em concordância antes devagar se retirar do meu interior, saindo de cima mim. Ele viu o estrago que fez em mim e sorriu.
—Ainda não acabei com você Luiza, mas vamos voltar que o jogo deve estar para acabar...
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