Crónicas de uma puta de luxo
Acompanhante, puta de luxo, satisfaço as fantasias e desejos dos homens, casados me dão tesão.
Chamo-me Neuza, mas para os homens sou a Roxane. 28 anos, baixa, morena, peitos grandes, rabo que não pára quieto, coxas grossas que se tocam quando ando. Não sou bonita de cara — sou bonita de corpo. É o que tenho, é o que vendo.
Chamava-se Dr. Sérgio. Cinquenta e dois anos, advogado criminalista, casado, uma reputação impecável e um desejo perverso, tara por colegiais. Recomendado por um cliente. Ele mandou mensagem. Direto. Sem rodeios.
— Gostaria de um encontro. Uniforme colegial. Você se veste?
Respondi na mesma hora.
— Visto.
— Quero sem pressa.
Aceitou o meu preço. Eu já sabia que era dos bons, dos que pagam bem.
Motel de luxo, quarto com espelhos, cama redonda. Ele já estava lá. Terno cinza, gravata azul, sapatos lustrados. Cabelo grisalho bem cortado, barba feita. Eu vestia saia curta, plissada, azul-marinho, bem acima da coxa. Blusa branca, apertada, os botões quase pulando por causa dos peitos. Meia-calça branca até à coxa, com liga prendendo. Gravatinha vermelha, solta. Cabelo preso em dois rabos de cavalo. Maquilhagem leve, batom cor de boca.
— Meu Deus — sussurrou. — Você... é perfeita.
Balancei o corpo, fingi timidez. Baixei os olhos. Ele prendeu a respiração. Soube na hora: esse ia ser diferente.
Ele chegou perto, devagar. Tocou o meu cabelo. Puxou um rabo de cavalo de leve. Eu deixei. Mordeu o lábio.
— De quatro na cama.
Coloquei-me e olhei enquanto ele andava até à mesa e abria uma maleta. Tirou uma régua de madeira. Longa. Fina.
— Sabe porque estás aqui? — perguntou.
— Por ser má menina?
— Vais aprender que menina que se veste assim merece correção.
Veio para trás de mim.
— Inclina e encosta a cabeça na cama.
Encostei, bunda empinada, a saia subindo sozinha. Ele viu a calcinha branca, pequena, quase transparente.
— Safadinha.
A primeira reguada veio seca, bateu na minha bunda direita com força. O som estalou no quarto. Eu pulei, mas não gritei.
— Quantas achas que mereces?
— As que as meninas más merecem.
— Vinte.
Tremi.
— Vinte?
Começou a contar. Cada reguada mais forte que a anterior. A bunda ardia, a meia-calça esquentava. Contei com ele em silêncio.
— Sete, oito, nove.
A régua descia. Batia. Subia. Batia de novo.
— Dez — disse, ofegante.
Na décima, parou. Uma mão ficou apoiada na minha bunda. Os dedos apertaram a carne, sentiram a temperatura. Passou a mão devagar. Deslizou a meia-calça. Puxou a calcinha para o lado. A buceta já molhada, os lábios escuros, o cabelo aparado.
— Estás a gostar, safadinha.
Deu uma palmada na buceta. Não forte, mas o bastante para eu sentir o choque. Gemi.
— Vira. Deita-te na cama.
Virei. Deitei de costas, pernas abertas, peitos empurrando a blusa. Ele pegou na régua. Passou na minha barriga, subiu até aos peitos.
— Abre.
Abri. Usou a régua para levantar a blusa, devagar. Os peitos caíram para fora, mamilos duros. Ele olhou. Não tocou. Só olhou.
— Tens peitos de mulher, mas cara de menina safada.
Abaixou a cabeça. A boca veio devagar. A língua rodou no mamilo esquerdo, depois no direito. Mordeu de leve. Puxou com os dentes. Arqueei as costas. A mão dele apertou o outro peito com força.
— Não te mexas.
Parei. Ele continuou. Chupou, lambeu. A boca quente, os dentes a roçar, a língua a fazer círculos. Os mamilos estavam em brasa, duros, doloridos de tanto prazer.
Desceu. A boca, a língua. Desceu pela barriga, pelo umbigo, pela virilha. Chegou à buceta. Parou. Respirou fundo.
— Cheiras a desejo — disse. E a boca desceu.
A língua entrou. Lenta, grossa, molhada. Lambeu de baixo para cima, abrindo os lábios, a ponta roçando o clitóris. Depois parou. Lambeu de novo. Beijou os lábios da buceta. Gemi. Era impossível não gemer. Ele sabia o que fazia. Não era apressado. A língua dentro, a mão apertando a coxa, os dedos entrando devagar. Dois dedos. Depois três. Estava molhada, escorrendo. A boca não parava. Gemia, a mão apertava os peitos, os olhos fechados.
Quando ia gozar, ele parou.
— Não. Ainda não.
Levantou-se. A calça já estava aberta, o pau duro, grosso, cabeça roxa, brilhante, o corpo todo a vibrar. Segurou com a mão, bateu na minha coxa.
— Abre a boca.
Abri.
— Dá a língua.
Virei a cabeça e ele meteu na minha língua. Não enfiou. Só esfregou, a cabeça roçando na língua.
— É assim que menina boazinha faz.
Chupei a cabeça, a língua a rodar, a mão a apertar as bolas. Engoli.
— Isso. Engole. Engole tudo.
Engoli. A garganta apertou. Ele gemeu alto.
— Queres leite, safadinha? Tomaaaaaaaa!
Esporrou na minha boca. Engoli, chupando e fazendo-o contorcer-se em espasmos de gozo.
— Delícia de menina... gostas de leitinho.
— Agora vira, mostra essa bundinha.
Obedeci. Deitei na cama, peitos contra o lençol, bunda empinada. Ele veio atrás. A mão passou na minha buceta, molhada, escorrendo.
Ele deitou a meu lado, recuperando e afagando a minha bunda.
— Mereces o meu pau? — perguntou, voz rouca.
— Sim.
Os dedos dele encontraram o cu. Seco ainda. A ponta do dedo tocou, pressionou. Senti o frio, a pressão.
— Está apertado — disse, quase para si.
Cuspiu na mão. Molhou os dedos. O dedo entrou devagar, o primeiro, a lubrificação das cuspidas a escorrer pelo cu. Senti a invasão, a queimadura, o esticar. O dedo entrou todo. Depois outro dedo. Dois dedos a abrir, a mexer devagar, a sentir a resistência.
— Queres no cu? — perguntou.
— Sim.
— Mentirosa.
Os dedos saíram. Ele levantou-se e ouvi o som do lubrificante a ser aberto. O líquido frio escorreu pelo meu cu e pela buceta. A mão dele espalhou, os dedos a entrarem e saírem, a abrirem o cu devagar. Senti o frio e a pressão dos dedos a mexerem lá dentro.
— Relaxa.
— Mete devagar — sussurrei.
A mão subiu, apertou o meu cabelo, puxou a cabeça para trás. A outra mão segurou o pau. A cabeça encostou no cu. Senti a pressão, o calor do pau contra o frio do lubrificante. Ele empurrou devagar.
A cabeça entrou. A dor foi seca, um grito que saiu da garganta sem aviso. O cu ardeu, esticou, abriu à força. A cabeça do pau era grossa e abria caminho contra a carne que não queria ceder. As paredes apertaram, agarraram a cabeça, apertaram com força.
— Isso. Aperta. Aperta o meu pau.
— Ai, devagar — pedi, não contendo as lágrimas.
Parou. Deixou a cabeça enterrada, sentindo o cu a apertar, a adaptar-se. A dor transformou-se numa queimadura quente, a sensação de preenchimento total. Senti cada veia, cada pulsação, a cabeça do pau dentro de mim, a abrir o cu devagar.
— Respira fundo.
Respirei. O ar entrou, o corpo relaxou. Ele empurrou mais. Mais um centímetro. O cu a abrir, a esticar, as paredes a agarrar o pau e a puxá-lo para dentro. Senti o tronco a entrar, grosso. Estocou devagar, eu gemia chorosa, até sentir as bolas tocarem no meu corpo. Estava todo dentro de mim.
Respirei fundo, tremendo.
Ficámos imóveis. Ele enterrado no meu cu. Eu de quatro, a bunda empinada, o corpo a tremer. Senti o pau pulsar lá dentro, cada pulsação um choque de dor e prazer misturados. As paredes apertavam o pau, não queriam soltar, agarraram-no como se fosse a última coisa.
— És tão apertada — sussurrou.
Começou a mexer-se. Devagar. O pau a sair centímetro a centímetro, a cabeça a roçar na entrada. Depois a entrar de novo, a abrir caminho, a enterrar até ao fundo. Cada movimento fazia o ar sair dos pulmões, fazia os meus olhos revirarem.
Acelerou. O pau a entrar e a sair, o som de cada estocada. O lubrificante escorria, misturado com o suor e a saliva. O cu a abrir a cada entrada, a apertar a cada saída, como uma boca a mamar. O ritmo aumentava, o pau a bater no fundo, a pressionar as paredes, a fazer o corpo todo tremer.
— Gostas? — a voz rouca, a respiração ofegante. — Gostas de levar no cu? Diz.
— Gosto de levar no cu — a voz a tremer.
Uma palmada. Forte. A bunda ardeu. Depois outra. O pau não parava, a meter mais rápido, mais fundo.
— Delícia de cu... de menina.
A mão segurou a minha cintura com força, a puxar o corpo para trás a cada estocada. O pau entrava e saía cada vez mais rápido, o cu a apertar e a soltar, as bolas batiam na minha buceta molhada, o som seco e molhado ao mesmo tempo.
A mão entrou nos meus cabelos, puxou a cabeça para trás. A outra mão bateu no meu cu, três palmadas rápidas, a pele a estalar.
— Vou gozar — rugiu ele.
Apertei o cu. Apertei com força, as paredes a contraírem-se à volta do pau. Senti-o enrijecer, endurecer, inchar dentro de mim. Apertar e soltar, apertar e soltar, a controlar o ritmo, a sentir cada centímetro do pau dentro do meu cu.
Ele gemeu. Alto. O corpo dele tremeu.
— Assim — disse, a voz a falhar.
O pau pulsou. Senti o primeiro jato quente dentro de mim, a encher o cu, a escorrer pelas paredes. Depois outro, mais quente, mais grosso. Ele gozou dentro do meu cu. Os braços tremeram, o corpo caiu sobre as minhas costas. O pau pulsou e a cada pulsação um jato de porra quente que se espalhava pelo meu interior.
Eu gozei também. O orgasmo subiu do cu, espalhou-se pela barriga, fez as pernas tremerem, fez o corpo todo estremecer. Apertei o pau dentro de mim, não queria que saísse, queria sentir cada gota, cada pulsação.
Ficámos assim. Ele em cima de mim, o pau dentro do meu cu, o corpo a tremer, a respiração ofegante. O quarto cheirava a sexo, a cu, a suor, a porra quente.
O pau saiu devagar. O cu ficou aberto, senti a porra e o lubrificante a escorrer pela bunda, a descer a coxa, a pingar no lençol.
Fiquei imóvel. As pernas a tremer, a bunda empinada, a escorrer, o lubrificante e a porra a sujarem o lençol.
Deixou-se cair de lado, ofegante, olhos fechados, a respirar fundo.
— Bom cu — foram as únicas palavras que disse.
Levantei-me devagar. Andei até à casa de banho, as pernas a tremer, o cu a queimar, a apertar e a soltar. Sentei no vaso. O líquido escorreu para dentro, o som de gotejar. O papel higiénico ardeu ao tocar no cu inchado, nos lábios da buceta que também arderam. Limpei devagar, a sentir cada centímetro de pele irritada, quente, dolorida.
Olhei para o papel. Líquido leitoso, espesso, a brilhar. O cheiro forte, azedo, de sexo, de cu e de desejo.
Lavei a cara. Olhei ao espelho. A maquilhagem borrada, o cabelo desfeito, os olhos cansados. Um sorriso.
Bom trabalho.
Voltei para o quarto. Ele estava deitado, nu, o pau mole sobre a coxa, a camisa aberta, o suor a brilhar no peito. Olhou para mim.
— Não vais lavar-te?
— Depois de você ir — disse ele, levantando-se devagar, abriu a carteira e tirou várias notas. — Tome.
Deu-me a grana. Contei.
— Está certo?
— Sim.
Peguei na minha roupa. A blusa, a saia, a meia-calça rasgada na bunda, a calcinha manchada de lubrificante e gozo. Vesti-me devagar. Os movimentos ainda doridos. A cada passo sentia o cu a queimar, a lembrar-me de cada centímetro do pau dele.
Saí do motel com o cu ainda a arder a cada passo. Entrei no carro. Liguei o motor. Arranquei. Na estrada, o vento entrava pela janela, a noite fria a acalmar a pele quente. O cu latejava a cada curva.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)