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O Narrador de Contos

Realizei meu fetiche de dar para um motoboy...

Sabe sempre tive um fetiche por motoboys... Não sei explicar, mas algo relacionado a essa profissão me deixa molhada só de pensar. Desde quando eu me mudei para São Paulo esse meu fetiche só vem piorando pois aqui a profissão é muito mais comum do que no interior que eu venho.
Eu sonhava acordada pensando nisso e naquela noite não era diferente. Eu tinha passado horas debaixo do chuveiro gelado depois da academia – uma tentativa desesperada para diminuir minhas curvas exageradas que eu carrego comigo por pedir tanta besteira só para ver esses homens desmontando de suas motos com uma encomenda na mão. Falando nisso tinha pedido outra pizza hoje, da pizzaria que gosto.
Assim que sai do banho ainda de toalha ouvi a buzina da moto.
— Bo... boa-noite — gaguejei meio sem graça abrindo a porta de casa.
O rapaz era simpático, me olhou de cima a baixo por conta da toalha e sorrindo disse.
— Boa noite, senhorita Emily. O total ficou 60 reais, é cartão? — ele disse me entregando a pizza.
Eu respire fundo, repassando o plano em minha mente.
— Ce... Certo você pode entrar comigo por favor? Acabei de sair do banho e deixei o cartão lá dentro....
— Claro sem problemas! — ele disse me acompanhando porta a dentro.
Assim que ele entrou eu soltei a toalha. E me aproximei dele.
— Sabe de uma coisa? Eu sempre achei você muito bonito. Quer dizer... — hesitava ainda mais a cada palavra que pronunciava em voz alta para ele me sentindo corar — Você não quer receber uma gorjeta?
Ele arqueou as sobrancelhas, surpreso com meu convite repentino, ele abria a boca como um peixe tentando fazer lógica no que acabara de ouvir.
— Mas senhorita Emily...
— Não precisa se preocupar com isso — eu disse tomando coragem para me aproximar dele, e cada vez mais envergonhada tomei coragem para lhe desabotoar a calça jeans e expor seu membro para fora.

— Eu... eu não sei o que dizer...
Eu sorri, ajoelhando-me diante dele e segurava seu pênis em minha mão trêmula por conta da ansiedade. Meu coração estava acelerado enquanto olhava para sua ereção começar a se formar sob meu toque.
— Não precisa me agradecer — sussurrei antes de beijá-lo pela haste, devagar o envolvendo com meus lábios e lambidas até que ele ficasse completamente duro em minha boca. Ele soltou um gemido rouco enquanto eu chupava seu pau por inteiro sem piedade.
Ele colocara a mão na parede para se apoiar de tanto prazer sentia ao me ver ajoelhada diante dele, dando-me tudo o mais profundo que podia e fazendo-o estremecer com cada movimento da minha língua. A sensação era incrível enquanto ele pulsava dentro do meu aperto apertado.
— Porra... — Ele xingou entre dentes quando eu retirei a boca para tomar fôlego antes de mergulhar novamente, afundando-me até onde podia sem vomitar e me engasgasse. A sensação era deliciosa em minha garganta enquanto ele empurrava com força contra meu rosto.
Ele começou então acariciar meus cabelos bagunçando-os ainda mais quando comecei a chupá-lo rápido, alternando entre lambidas e movimentos curtos para deixar seu pau bem molhado. Ele ficou cada vez maior em minha boca até que eu o ouvi xingue novamente.
— Caralho, vagabunda que boca gostosa! — ele gemeu alto me puxando para cima e me virando contra a parede.
Ele prensou meu corpo nu, suado pela excitação enquanto beijava o pescoço e eu gemia sentindo sua mão massagear minha bunda grossa que tanto me incomodavam. A outra deslizara entre minhas pernas para acariciá-lo devagar por fora da calcinha molhada.
— Você é gostosa pra caralho...
Senti um arrepio pelo corpo quando ele puxou a parte de baixo e começou enfiar dois dedos dentro do meu sexo, sentindo como eu já estava melada só pelos beijos que tínhamos trocado. Ele metia com força me fazendo soltar gemidos abafados contra sua boca enquanto seus lábios desciam para sugar meus mamilos duros.
— Me fode gostoso... — pedi sem pudor algum, completamente tomada pelo tesão e já não mais conseguindo pensar em nada a parte na sensação de seu pau duro dentro da minha boceta quente. Eu o queria tanto que chegava até mesmo doer por conta disso tudo acumulado há anos.
Ele sorriu safadamente ao meu ouvido com essa ordem enquanto afastou minhas coxas ainda maiores para poder me penetrar e começar a meter forte, fazendo-me grita seu nome em meio aos gemidos. Meu corpo treme de tanto prazer que sinto quando ele vai fundo dentro do sexo apertado.
— Toma sua puta! — Ele gemeia rouco contra meu pescoço enquanto eu o abraçava com as pernas ao redor da cintura para sentir cada investida mais forte ainda em mim. Cada estocada era uma delícia e só fazia crescer a vontade de gozar que sentíamos.
Ele me agarrou pelas coxas, colocando-me na ponta dos pés antes mesmo do orgasmo tomar conta dele também enquanto o ouvia gritar meu nome com força. Eu ainda tremendo pelo prazer sentido por tudo isso que tinha acabado de acontecer.
Só pensava como finalmente estava realizando meu fetiche, quando senti seu membro inchar dentro de mim. Depois de tudo ele se arrumou e disse antes de sair.
— Sempre que quiser dar essa gorjeta pode me chamar sempre...

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