#Coroa #Gay #Grupal #Teen

O véio da lancha, eu e pedreiro rafael

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ZONTRA

Uma transa a 3 em alto mar. Simplesmente uma aventura inesquecível.

Depois de várias aventuras com o pedreiro Rafael, ele começou a me incentivar a ter contatos com novas pessoas, me tornando cada vez mais experiente no assunto.
Certo dia, ele vai até em casa, e me pergunta se eu estaria afim de passear de lancha, pois ele iria com um de seus patrões, estrear a lancha nova que seu patrão havia comprado. Eu digo que sim, e pergunto se não teria problemas de eu ir, sendo que quem foi convidado foi ele e não eu. Ele me olha com um sorriso safado no rosto e diz que com certeza não teria problema algum.
Era quinta feira e iriamos neste passeio no próximo domingo, a qual esperei ansiosamente. Chegado o grande dia, fomos até Santos, onde pegaríamos a lancha para o passeio. Chegando lá, o barco já estava na água, e dele um homem de seus 50 anos acena para nós chamando a atenção. Fomos até ele e Rafael me apresenta, dizendo ser eu, um de seus melhores amigos. João, amigo de Rafael e dono da lancha, me cumprimenta e diz que se é amigo de Rafael, dele também é.
Entramos na lancha e partimos de imediato para algum lugar que nem imaginava. Passamos horas testando a lancha no meio do mar onde não se via nada, apenas água. João para a lancha no meio do nada e diz que iriamos relaxar um pouco enquanto preparava algo para comermos. Rafael tira a camiseta e o short ficando só de sunga na ponta da lancha, tomando uma cerveja e pegando um bronze. João volta para a parte de cima com alguns aperitivos. Também estava só de sunga, era branca e meio transparente onde dava para ver seu pau quase que perfeitamente. Não consigo tirar o olho de sua sunga. Ele embora coroa, estava com o físico em dia, com o abdome definido, peito musculoso e cabeludo. um autentico macho raiz.
Rafael se levanta e todos fomos para uma mesa portátil dobrável que fazia parte da lancha. Eu sentei de costas para a borda da lancha, ficando de costas para o mar. Rafael se sentou de frente pra mim e João veio e se sentou ao meu lado. De rabo de olho começo a perceber o corpo daquele coroa, que era magnífico. Olho para o meio de suas pernas e vejo o desenho de seu pau, a sunga delineava perfeitamente o contorno da cabeça de sua rola, que mesmo mole era bem grossa enchendo aquela sunga. Rafael percebe meu interesse, me olha e apenas sorri disfarçadamente. Tudo já estava combinado e eu não sabia. João me pergunta quanto tempo eu era amigo de Rafael, e eu digo que uns 4 anos mais ou menos. João continua conversando comigo e as vezes apalpava sua rola, como instintivamente e sem controle. Aquilo foi me excitando, e eu comecei a olhar mais e mais para ele. Rafael então diz que a melhor parte em ser meu amigo, era que eu tinha uma boca de veludo e um cuzinho de seda, e sorri olhando para João. João me olha e pergunta se é verdade, e eu digo que Rafael é um palhaço. João começa a apalpar seu pau de forma provocativa, e sua sunga começa a crescer na minha frente. Eu não consigo mais disfarçar meu desejo. João se levanta e fica na minha frente de pau duro esticando a sunga. Ele me olha de diz que quer sentir se minha boca é de veludo mesmo, abaixa a sunga e seu pau duro fica na minha cara. Não penso duas vezes e caio de boca naquela rola grossa. O coroa geme de tesão. Seu saco e rola eram bem peludos, mas eu não me importava com isso, apenas queria sentir o gosto daquele macho raiz. Seguro ele pela sunga que estava abaixada acima de seus joelhos, e puxo ele contra a minha boca. Ele enterra a rola nela sem dó. Rafael também já estava de pau duro me vendo chupar o coroa. Ele se levanta e me pegando pelos braços, me põe de bruços sobre a mesa. João se senta do outro lado, onde a minha cabeça ficaria perto do acento. João se senta na minha frente com seu pau erguido pra cima. Eu continuo chupando ele de onde tinha parado. Rafael vai por trás de mim, e esfrega sua rola no meu cuzinho. Se agacha e joga a cerveja que estava tomando no meu rego. Ela escorre por entre minhas nádegas, onde Rafael colocando sua boca no meu rabo, bebe tudo passando a língua no meu cu.
Sinto ele me penetrar. Seu pau já estava acostumado com meu rabo, e entra sem nenhuma dificuldade. João delira na minha boca, e diz que vai gozar a qualquer momento. Ouço isso e chupo com mais vontade. Ele goza abundantemente em minha boca, ao ponto de escorrer pelos cantos dela.
Rafael também goza e me lava por dentro com seu leite. Todos me largam e eu tento retomar as energias. Rafael se senta do lado de João e ambos recuperam suas forças. Meu rabo está escorrendo sêmen e minha boca toda babada. Vou me limpar no banheiro que fica na parte de baixo, demoro um pouco e quando volto, vejo Rafael de boca na rola semirígida de João. Caio de boca na rola de Rafael enquanto João invade meu ânus com seu dedo médio, e formamos uma peça só de puro prazer. João está na ativa novamente, com sua enorme rola dura e apontando pra cima. Novamente sou jogado de bruços na pequena mesa, como se fosse uma puta barata sem direito de reclamar. João passa alguma coisa em meu ânus, que só depois vi que era o azeite que iria temperar a salada caso sobrasse. Passa também em seu pau e encosta a cabeça da rola no meu rabo. Empurra com força fazendo entrar com vontade. O coroa urrava a cada estocada em meu cuzinho. Ele pega em minha bunda e me movimenta em círculos, onde entendo que ele quer que eu rebole no seu pau. Eu faço como ele quer, e me desabo em prazer sentindo aquele troço duro entrar e sair de mim. Rafael não quer ficar de fora, e sentado onde João estava, coloca sua rola em minha boca, e começo uma nova chupeta. Sou invadido atrás e na frente. Sem ter como fugir, eu me entrego por completo. Olho para o lado, e la longe vejo uma outra lancha parada, onde um dos integrantes parece estar nos olhando. Aquilo me excita mais ainda e dou o meu máximo, rebolando na rola do coroa e chupando Rafael.
O coroa goza mais uma vez em mim, tirando o pau antes de ter acabado de gozar por completo, soltando uns 3 jatos de porra no meu rego. Rafael tira o pau da minha boca e decide gozar na minha cara lavando ela com seu leite. Tudo escorre pelo queixo e pescoço abaixo. João diz que Rafael tinha razão, que minha boca era de veludo e meu rabo de seda. Demos alguns mergulhos e voltamos para a lancha. Almoçamos e voltamos combinando um novo encontro com mais amigos.

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Comentários (1)

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  • CARLOS: Delícia de passeio heim... Adoro saber que você está sendo fodido de várias maneiras. Você é o cara kkkkkkkkkk

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