#Bizarro

Mais um fetiche louco com essa gari casada.

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Daniel

Imagine isso: eu, Daniel, me aventurando num prédio abandonado no Grande Recife, levando uma caixa de chocolates para enfiar no cu suado e fedorento da Alhandra, minha amante casada que limpa escombros o dia todo, só para depois ela cagar tudo na minha boca misturado com merda azeda e doce derretido, me chamando de louco nojento enquanto goza forte se tocando – e tem fotos e vídeos quentes disso tudo nos sites de Selma Recife pra você conferir e se viciar, com mais aventuras safadas vindo todo dia pra te deixar louco de tesão.

O sol do meio-dia queima como o caralho aqui no Grande Recife, e eu tô suando pra cacete enquanto me esgueiro pelos escombros desse prédio público abandonado, cheio de grafites coloridos nas paredes rachadas e lixo espalhado por todo lado. Meu pau já tá duro só de pensar no que vou fazer com Alhandra, essa morena safada de olhos azuis que trabalha na limpeza pesada, vestida com aquele uniforme amarelo fluorescente que realça suas curvas gostosas. Ela é casada, coitada do corno do marido que nem sonha com as putarias que a gente faz, mas eu e ela já temos um caso daqueles que te deixam viciado, com vídeos e fotos explícitos rolando nos sites de Selma Recife – se você quiser ver mais, é só procurar por lá, tem coisa que vai te fazer gozar só de olhar. Ontem, eu decidi surpreendê-la bem na hora do almoço, levando uma caixa de chocolates finos, daqueles com recheios cremosos, sabendo que ela adora quando eu misturo o doce com o nojento.

Chego devagar, pisando em pedaços de concreto e garrafas quebradas, o cheiro de poeira e umidade misturado com o suor do dia quente me deixando ainda mais excitado. Vejo Alhandra lá, de costas, varrendo o chão com uma vassoura velha, o uniforme colado no corpo suado, o cabelo molhado grudado no pescoço. "Ei, gata safada", eu chamo baixinho, e ela vira rápido, os olhos azuis se arregalando de surpresa. "Daniel? Que porra é essa, você aqui? Tá louco, alguém pode entrar a qualquer momento!", ela sussurra, mas já sorri aquele sorriso malicioso, limpando o suor da testa com a luva branca. Ela tá há horas trabalhando nesse calor infernal, o corpo brilhando de suor, cheirando a esforço e poeira, e eu sinto o pau pulsar só de imaginar o fedor da sua bunda depois de um dia inteiro nessa merda.

"Surpresa, sua puta casada", eu digo, chegando perto e apertando sua bunda firme por cima da calça azul. "Trouxe um presentinho pra gente se divertir." Mostro a caixa de chocolates, e os olhos dela brilham, mas ela cora um pouco, olhando ao redor pro perigo – qualquer um podia aparecer, um colega de trabalho, um curioso, mas isso só aumenta o tesão. "Ah, não, Daniel... Eu tô toda suada, fedendo pra caralho, minha bunda deve tá uma nojeira depois de horas aqui limpando essa porcaria", ela reclama, mas eu sei que ela ama isso. "É exatamente assim que eu quero, Alhandra. Suada, fedendo a cu podre, você sabe que isso me deixa louco. Seu marido nunca vai te dar essa adrenalina, né?" Eu pisco, e ela morde o lábio, já se rendendo.

Ela olha pros lados de novo, o coração acelerado pelo risco, e começa a tirar o uniforme devagar, primeiro o colete amarelo, depois a camisa azul, revelando os peitos firmes e suados, os mamilos duros de excitação. "Você é um filho da puta, Daniel, me fazendo isso aqui no trabalho", ela xinga, mas ri baixinho enquanto desabotoa a calça e puxa pra baixo, ficando só de calcinha e sutiã bege, que logo voam pro chão sujo. Nua como veio ao mundo, ela pega a caixa de chocolates das minhas mãos, o corpo molhado brilhando no sol que entra pelas janelas quebradas. "Vai, enfia tudo no meu cu, seu safado. Mas vai devagar, tá?" Eu ajudo, abrindo a caixa e pegando os bombons um por um – chocolate ao leite, com recheio de caramelo, amêndoas, tudo derretendo um pouco no calor.

Ela se apoia numa parede grafitada, empinando a bunda pra mim, e eu enfio o primeiro bombom no seu ânus apertado, sentindo o calor e o fedor subindo, um cheiro forte de suor misturado com o azedo natural do cu dela depois de um dia de trabalho. "Ah, porra, tá frio e melado", ela geme, e eu continuo, enfiando mais um, depois outro, forçando devagar enquanto ela rebola devagarinho. "Tá enchendo demais, Daniel! Meu cu tá estufado, vai dar dor de barriga, caralho!" Ela reclama, mas o tom é de tesão puro, os sucos da buceta já escorrendo pelas coxas. Eu enfio todos, uns dez bombons, o cu dela piscando, inchado e sujo, o cheiro agora misturado com o doce do chocolate derretendo lá dentro.

"Agora fica de quatro, sua vadia", eu mando, e ela obedece, se jogando no chão imundo, os joelhos no lixo, a bunda empinada pro alto. Eu me aproximo, cheirando fundo aquela bunda podre e suada, o fedor forte me deixando tonto de tesão – suor salgado, cu azedo, e um toque doce vazando. "Hmmm, cheira a merda e chocolate, perfeito", eu murmuro, e lambo o ânus dela, a língua sentindo o gosto amargo e salgado misturado com o derretido. "Não, Daniel, para! Eu não aguento mais, tá pressionando tudo, eu vou me cagar aqui mesmo, porra!", ela grita baixinho, o corpo tremendo, mas eu continuo lambendo, chupando o cu estufado.

"Libera tudo na minha boca, Alhandra. Quero ser sua latrina particular", eu digo, me deitando no chão sujo, a cabeça bem embaixo da bunda dela. Ela agacha devagar, o cu piscando na minha cara, como uma privada humana, o cheiro sufocante me invadindo. "Você é louco, nojento, imundo! Uma latrina humana, é isso que você quer ser? Seu porco safado!", ela xinga, mas os dedos já vão pra buceta, se tocando furiosamente enquanto solta o primeiro peido quente e molhado – prrrrt! – um jato de ar fedorento que me acerta na cara, seguido de mais, peidos úmidos ecoando no prédio vazio. Tudo meu coloco em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife

Então ela libera tudo de uma vez, o cu se abrindo e cagando uma mistura grossa de merda azeda, amarga e salgada com chocolate derretido, caindo direto na minha boca aberta. "Ahhh, porra, tá saindo tudo! Come essa merda, seu louco nojento!", ela geme alto, os peidos continuando enquanto a cara fica melada, a maior parte enchendo minha boca – o gosto é insano, azedo da merda fresca misturado com o doce pegajoso do chocolate, salgado do suor, eu engulo guloso, mastigando a massa quente. "Imundo! Latrina fedorenta! Como você aguenta isso, Daniel? Seu porco, come minha merda suja!", ela grita, os dedos voando na buceta molhada, o som de squish squish enchendo o ar junto com o fedor pesado.

Eu como tudo, a boca cheia, o pau explodindo de tesão enquanto ela goza forte, o corpo convulsionando, espirrando suco por todo lado. "Ah, caralho, eu adoro essas loucuras suas, Daniel! Me faz gozar como uma puta louca!", ela confessa, ainda cagando os últimos pedaços, peidando molhado no final. Depois, ela se vira, sorrindo com os dentes à mostra, o rosto corado, e me beija, lambendo um pouco da própria merda da minha boca. "Você é o melhor, seu safado. Mas agora some daqui antes que alguém veja." Eu me levanto, limpando a cara com a camisa dela que tava no chão, o gosto ainda na boca, e saio rindo, sabendo que tem mais aventuras assim vindo em breve, com novas postagens diárias nos sites de Selma Recife – se você quer ver as fotos e vídeos dessa putaria toda, sem moderação, abre tudo agora e comenta aqui embaixo o que achou, pra eu saber que você tá viciado. Pra achar mais do autor, é só seguir as pistas nos sites, e prepare-se pros próximos contos que vão te deixar implorando por mais.

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Daniel #Bizarro

Comentários (1)

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  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

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