Comi o cu do moleque cagão
Gomes aluga um apartamento em um predinho e fica tarado pelo filho da proprietária.
Tem dia que a vida nos prega uma peça. Algumas são nossas desgraças, outras vem por pura sorte.
Fui despejado do meu cafofo, uma kitchnet. Fiquei 3 meses sem pagar aluguel, tava meio sem grana pois meus negócios andam meio devagar. Vivo de fazer bico, faço de tudo, sou pedreiro, faxineiro, encanador, eletricista, só não falo que trabalho com computador porque odeio essas merdas de informática e só uso celular porque sou obrigado.
Meu nome é Gomes, tenho 45 anos, sou calvo, pardo, peludo e gordinho, minha jeba tem uns 15 centimetros. Não é grande mas dá conta. Sou bissexual, curto tanto mulher quanto homem e não me importo com papéis. Como buceta e cu, dou o cu para homem e travesti, chupo rola e buceta, faço o que for em busca do prazer. Sou um hedonista nato. A vida me agraciou com a esterilidade, posso comer a buceta que for que não vou enfiar um boneco nesse mundo, então o máximo que eu puder meter o no pelo e gozar dentro, eu vou. Também adoro ser fodido no pelo por um pau bem grande e gosto quando o macho me enche de leite, vou ao delírio. Além disso, sou fetichista. Adoro, sexo pig, petplay, ageplay, algemas, chicotes, dominar e ser dominado.
Fui procurar um cafofo novo, topei com um predinho próximo a uma comunidade. Fiz um acordo com a dona, uma morena de 30 anos de parar o trânsito, seios médios, barriguinha chapada com piercing no umbigo. Dia seguinte, me mudei, a Kombi trouxe meus poucos móveis e Roseli, a proprietária, mandou o filho dela, Lucas, para me ajudar. Um garoto bonitinho, pardo, cabelo tijelinha, bem lisinho, do alto dos seus 14 anos.
Pedro, o dono da Kombi, eu e o Lucas carregamos as coisas para o apartamento. Depois que terminamos eu pago Pedrão e ele se manda. Lucas fica no apartamento para me ajudar a ajeitar as coisas. O menino é interessante, coxas grossas de jogar futebol, estava só de shorts e chinelo. O peitoral de garoto adolescente, todo lisinho, com bonitas aureólas grandes e douradas deixam o moleque bem gatinho. Cabelo tigelinha, tipico de garotos pardos. Fiquei de pau duro.
Mas é aí que percebo uma coisa. O garoto de repente passou a exalar um odor estranho. Cheguei perto e o cheirei e perguntei: - Lucas, você cagou na cueca? No que ele me responde de imediato: - Sim, normal. Sempre faço cocô na cueca. - Sua mãe sabe disso? - Minha mãe não liga, em casa eu estou sempre pelado e faço cocô e xixi em qualquer lugar. Até dormindo. - E sua mãe? - Também, ela faz em qualquer lugar, por isso peguei esse hábito dela. Gostou?
Cheguei perto do garoto e dei uma puxada no shorts por trás. A cueca amarela, apertada e coladinha em seu corpo estava cheia e com uma mancha enorme marrom por trás. Ele deve ter cagado mais de uma vez, pois o volume estava grande. Olhando para o shorts dele, que é bem largo, não dava para perceber, só chegando perto e descendo é possível ver a carga de bosta na cueca. Desci o shorts e a cuequinha dele, revelando uma bundinha bem redonda, típica que garoto que joga bola e corre. A merda caiu no chão junto com a cueca e o shorts. Desci minha bermuda e minha cueca e comecei a encoxar o garoto, que não recuava nem se fazia de rogado. Passei meu pau naquela bundinha lisinha toda suja de bosta e o moleque começou a ofegar. - Vou mijar, ele disse.
Um fio de urina começou a escorrer de seu pauzinho. Ao redor dele, uma fina penugem cobria a parte superior do púbis. O saco era pequeno e bem lisinho.
- Me come, disse Lucas, com a vozinha esganiçada de um viadinho pronto a servir seu macho dominador. Me come e me dá leitinho.
Em seguinda joguei ele na cama, estava só no colchão mas não me importei. Conforme eu levava ele para a cama a bosta ia caindo no chão. Peguei o gel (sempre tenho lubrificante comigo, até quando vou trabalhar, nunca se sabe...) e bezuntei meu pau. Com Lucas deitado de cabeça para baixo me joguei em cima dele e já comecei a meter naquele cu todo cagado. Fiquei bombando nessa posição por uns 10 minutos, então peguei ele, coloquei de frango assado e continuei a meteção.
- Aí, tio. Isso. Põe tudo. Me faz sua mulherzinha. Me engravida. Quero muito leitinho, bem gostoso, dizia Lucas.
Conforme eu ia bombando o moleque de frango assado, mais ele ia cagando. O cheiro subia, mas me dava muito tesão. Ele ia me dizendo que adorava cagar na cueca, que nunca usava o banheiro e cagava na roupa até na escola. Que sempre arranjava macho para meter no seu cuzinho todo cagado. Que cagava em casa, e a mãe dele também só ficava pelada. E a cereja do bolo, meus amigos, foi quando ele disse que eles só tomavam banho uma vez por semana. Que ficavam dias cagados e fedendo bastante. Como tenho um tesão por cheiros fedidos comecei a bombar mais rápido e gozei vários jatos de porra dentro do garoto.
Conforme eu tirava, ele acabava cagando um pouco mais no colchão. Nem me preocupei, sei como lavar um colchão nessa situação. O garoto me deu um beijo de tirar o fôlego e só me disse: - Vai lá em casa, mamãe vai te adorar. Ele pega o shorts e a cueca na mão, calça a sandália, some pela porta do apartamento peladinho beijo e me mandando um beijo e uma piscada de olho.
Só pensei comigo, acho que ganhei na loteria. Vamos ver o que vai rolar com a mãe dele.
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