#Grupal #Incesto #Teen #Virgem

Família do sexo

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Papai Raposão

Me chamo Ana, tenho 43 anos, corpo bem firme, seios pesados que balançam quando ando sem sutiã, coxas grossas que se esfregam uma na outra, olhar que devora você inteiro antes de sorrir. Cabelos castanhos ondulados que caem sobre os ombros nus quando eu me inclino pra pegar algo no chão, deixando ver o decote profundo. Sou uma mãe dedicada, mas com tesão acumulado – gosta de ser tomada por trás enquanto finge que estou só arrumando a cozinha.
Meu marido Carlos, tem 47 anos, pau grosso, veias pulsando, daqueles que esticam a calça mesmo mole. Alto, ombros largos, mãos calejadas que agarram sua cintura como se fosse dele. Trabalha duro o dia todo, chega em casa suado, cheiro de homem misturado com óleo de máquina – e já te encara como se fosse foder você ali mesmo, na porta.
Meu filho Lucas, tem 21 anos, corpo seco e musculoso, abdômen marcado, pau longo que fica duro só de ver a mãe se trocando. Reservado, mas quando abre a boca é pra mandar putaria baixa, tipo "você tá gostosa demais pra ser minha mãe". Olha pra Sofia com um desejo que não disfarça, e quando fica sozinho no quarto, bate uma pensando nas duas.
Minha filha Sofia, tem 15 anos, ainda virgem, bunda empinada, peitinhos duros que apontam sob a camiseta fina, cabelo loiro tingido caindo na cara enquanto ela chupa o dedo sem perceber. Confiante pra caralho, usa shortinho que mostra metade da bunda e top cropped que deixa a barriga lisa à mostra. Gosta de provocar o irmão – roça nele "sem querer" na cozinha.
Era uma tarde abafada de domingo. Eu tava na sala, só de camisola fina, seios pesados marcando o tecido, coxas grossas cruzadas enquanto lia uma revista. Sofia entrou, cabelo loiro bagunçado, shortinho jeans tão curto que mostrava a curva da bunda toda vez que se mexia. Ela se jogou no sofá ao meu lado, pernas abertas, top cropped subindo até quase mostrar os bicos duros.

"Eu tô cansada de ser virgem, mãe. Todo mundo já comeu, menos eu."

Eu ri baixo, fechei a revista. "Você quer mesmo? Ou só tá falando?"

Ela me olhou, olhos verdes brilhando. "Quero. Mas... não com qualquer um. Quero alguém que me quebre direito. Que me faça gemer alto."

Eu me inclinei, cabelo caindo no decote, e sussurrei: "Seu pai."

Ela arregalou os olhos. "Mãe!" — mas não desviou o olhar.

"Ele tem pau grosso, veias pulsando, daqueles que esticam tudo. E ele sabe usar. Eu sei, porque ele me arromba toda noite."

Sofia mordeu o lábio, coxas se fechando devagar. "Mas... ele é meu pai."

"Exato. Ele te ama. E vai te foder como se você fosse a única mulher no mundo."

Ela ficou quieta. Eu continuei: "Imagina ele te pegando por trás, mãos calejadas na sua cintura, pau entrando devagar... até você sentir ele no fundo. Você vai gritar 'pai' enquanto goza."

Ela respirou fundo. "E o Lucas?"

Eu sorri. "Ele assiste. E depois... entra na fila."

Sofia riu, nervosa. "Vocês são doentes."

"Eu sou sua mãe. E eu quero que você sinta o que eu sinto. Com os dois."

Carlos chegou do trabalho. Suado, camisa aberta, pau já marcando a calça. Ele parou na porta, viu nós duas no sofá — eu com a mão na coxa dela, ela corada.

"O que vocês tão tramando?"

Eu levantei, fui até ele. Beijei sua boca, língua devagar. "A Sofia quer perder a virgindade. Com você."

Ele olhou pra filha. Ela abriu as pernas um pouco mais, sem dizer nada.

"Porra, Ana..." — voz rouca.

Foi aí que Lucas apareceu. Sem camisa, só de bermuda, pau já duro marcando o tecido. Ele tinha ouvido tudo. "Eu também quero ver."

Eu ri. "Vem, filho. Senta aí."

No quarto, Carlos tirou a camisa. Sofia ficou de pé, tremendo. Eu tirei o top dela — peitinhos duros, rosa, apontando. Beijei um deles, lambi o bico. "Relaxa."

Lucas se aproximou, olhos famintos. "Mãe... ela vai mesmo?"

"Sim. E você vai ajudar."

Carlos a virou de costas, deitou ela na cama. Eu me sentei ao lado, abrindo as pernas dela. "Olha, filha... ele vai entrar devagar."

Carlos baixou a calça. Pau grosso, veias saltadas, cabeça vermelha. Ele roçou na entrada dela — molhada, apertada. Sofia gemeu.

"Relaxa, amor." — eu sussurrei, beijando o pescoço dela.

Ele empurrou. A cabeça entrou. Sofia arqueou as costas, unhas no lençol. "Ai, pai... tá grande..."

Lucas ficou do outro lado, mão no pau, se masturbando devagar. "Porra, Sofia... você tá linda assim."

Eu segurei a mão dela. "Respira. Deixa ele te abrir."

Carlos foi devagar, centímetro por centímetro. Sofia gemia, olhos fechados. Quando entrou todo, ela gritou — não de dor, de prazer.

Ele começou a bombar. Lento, depois mais forte. Eu me inclinei, lambi o clitóris dela enquanto o pai fodava. Sofia tremia, "Mãe... pai... porra..."

Lucas não aguentou. Chegou perto, roçou o pau na boca dela. "Chupa, mana."

Ela abriu, engoliu a cabeça. Gemendo com o pau do pai dentro dela, chupando o do irmão. Carlos acelerou. "Tá gostosa, filha. Tão apertada..."

Sofia gozou primeiro — corpo convulsionando, gritando "Pai!" enquanto engolia o pau do Lucas. Ele gozou na boca dela, jatos quentes escorrendo pelo queixo. Carlos não parou. Gozou dentro dela, grosso, enchendo a bucetinha virgem.

Depois, eu beijei Sofia na boca, provando o gosto do irmão misturado com o pai. "Boa menina."

Lucas limpou o pau na coxa dela. Carlos me puxou pra ele, me beijou forte.

Sofia sorriu, ofegante, pernas abertas, gozo escorrendo. "Quero mais."

Sofia ainda tava ofegante na cama, pernas abertas, gozo do pai escorrendo pela coxa, quando eu olhei pro Lucas. Ele tava duro de novo, pau longo e reto, brilhando com a saliva dela.

"Filha..." — eu sussurrei, limpando o queixo dela com o dedo. "Você gostou do pai. Agora... quer sentir o irmão no outro lugar?"

Ela piscou, confusa. "Outro lugar?"

Eu sorri, virei ela de bruços. "Seu cu. O cabaço anal. Lucas vai te abrir."

Sofia arregalou os olhos. "Mãe... isso dói?"

"Um pouco. Mas depois... você vai implorar por mais."

Carlos riu baixo, ainda recuperando o fôlego. "Deixa o garoto. Ele tá louco pra isso."

Lucas se aproximou, mãos tremendo. "Sofia... eu quero tanto..."

Eu peguei o lubrificante na gaveta — sempre tenho, né? — e passei na entrada dela. Ela gemeu só de sentir o frio. "Relaxa, amor. Empina."

Ela empinou a bunda, rosto no travesseiro. Eu abri as nádegas dela, mostrei pro Lucas. "Vai devagar. Primeiro só a cabeça."

Ele roçou a ponta no anel apertado. Sofia mordeu o lençol. "Ai... tá grosso..."

"Respira." — eu disse, beijando as costas dela.

Lucas empurrou. A cabeça entrou, esticando tudo. Sofia gritou, corpo tenso. "Porra, Lucas... tá rasgando!"

"Shhh..." — eu sussurrei, lambendo o clitóris dela pra distrair. "Deixa ele entrar. Você é minha menina forte."

Ele foi devagar, centímetro por centímetro. Sofia choramingava, mas não pedia pra parar. Quando metade entrou, ela gemeu alto: "Tá... tá cheio... mas... continua."

Carlos se ajoelhou ao lado, segurando os seios dela, apertando os bicos. "Isso, filha. Deixa o irmão te foder o cu."

Lucas acelerou. Entrava e saía, cada vez mais fundo. Sofia começou a rebolar, gemendo: "Mais... mais forte..."

Eu enfiei dois dedos na bucetinha dela, sentindo o pau do irmão roçando pela parede fina. "Olha só, Sofia. Tá gostando, né?"

Ela gritou: "Sim! Fode meu cu, Lucas! Arromba!"

Ele perdeu o controle. Bombava forte, mãos na cintura dela, batendo as bolas na bunda. Sofia gozou de novo — dessa vez sem ninguém tocar o clitóris, só com o pau no cu. Corpo convulsionando, gritando "Irmão!" como se fosse o nome dele.

Lucas gozou dentro. Jatos quentes enchendo o cu dela, escorrendo pelas coxas. Ele saiu devagar, pau vermelho, ainda pulsando.

Sofia desabou na cama, ofegante, bunda vermelha, gozo pingando. "Eu... eu perdi os dois cabaços... hoje."

Eu beijei a testa dela. "Boa menina. Agora você é toda nossa."

Carlos me puxou pra ele, pau duro de novo. "Sua vez, Ana. Vamos foder a mãe enquanto os filhos descansam."

Carlos me jogou na cama ao lado da Sofia, que ainda tremia, cu vermelho e inchado, gozo escorrendo devagar. Ele me virou de quatro, empinando minha bunda. "Sua vez de ser arrombada, Ana. Enquanto os filhos assistem."

Sofia se arrastou, se apoiou no cotovelo. "Mãe... eu quero ver você gozar."

Lucas se sentou do outro lado, pau meia-bomba, olhos famintos. "Eu também. Quero ver você gritar."

Carlos cuspiu na mão, esfregou no pau grosso, e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei, coxas tremendo. "Porra, Carlos... tá me rasgando!"

Ele riu, mãos calejadas apertando minha cintura. "Você gosta de ser rasgada. Sempre gostou."

Começou a bombar — forte, fundo, cada estocada fazendo meus seios balançarem como pendulões. Sofia se aproximou, chupou um bico duro enquanto eu gemia. "Isso, mãe... goza pra gente."

Lucas veio por trás, roçou o pau na minha bunda. "Posso...?"

Carlos nem parou. "Entra, filho. Arromba a mãe junto."

Eu senti a cabeça do Lucas roçando meu cu — ainda apertado, mas molhado do lubrificante e do gozo do pai. Ele empurrou. Entrou devagar. Dois paus dentro de mim — um na buceta, um no cu.

Eu gritei alto, corpo inteiro tremendo. "Filhos... pai... porra, tá me matando!"

Sofia riu, lambendo meu pescoço. "Você é tão safada, mãe. Olha como tá gostando."

Os dois começaram a se mover — sincronizados, como se tivessem treinado. Carlos batendo na frente, Lucas atrás, mãos nos meus quadris. Eu sentia os dois se roçando lá dentro, pauzudos, veias pulsando.

"Mais... fode mais..." — eu implorava, voz rouca.

Sofia se deitou debaixo de mim, abriu as pernas. "Me lambe enquanto eles te comem."

Eu baixei a boca, língua na bucetinha dela — ainda sensível, cheia de gozo do pai. Ela gemeu, puxando meu cabelo.

Lucas acelerou. "Mãe... seu cu tá tão apertado... vou gozar..."

Carlos grunhiu: "Eu também. Vamos encher ela."

Eu gozei primeiro — corpo convulsionando, gritando na buceta da Sofia. Eles não pararam. Carlos gozou na buceta, grosso e quente. Lucas gozou no cu, enchendo tudo, escorrendo pelas minhas coxas.

Depois, desabei. Sofia me beijou, língua na minha boca, provando o gosto dela mesma. "Mãe... você é a melhor."

Lucas limpou o pau na minha bunda. Carlos me virou, beijou forte. "Descansa. Amanhã... a gente continua."

Eu sorri, pernas moles, corpo marcado. "Amanhã? Eu quero agora."

Eles riram. Sofia se aninhou no meu peito. Lucas deitou atrás de mim, pau mole roçando minha bunda. Carlos me abraçou pela frente.

A família inteira na cama. Cheiro de sexo, suor, amor doentio.

A manhã seguinte veio com sol batendo na janela, mas ninguém se mexeu. Eu acordei primeiro, corpo dolorido, buceta e cu latejando — lembrança viva dos dois paus que me arrombaram. Sofia tava de lado, bunda empinada contra o meu quadril, respirando leve. Lucas atrás de mim, pau mole encostado na minha coxa, braço pesado sobre minha cintura. Carlos do outro lado, ronco baixo, mão ainda no meu seio.

Eu sorri. "Bom dia, família."

Sofia abriu os olhos, bocejou, e logo já tava roçando a bucetinha molhada na minha perna. "Mãe... eu tô doendo... mas tô com tesão."

Lucas acordou com o movimento. "Porra, vocês duas já tão começando?"

Carlos resmungou, apertou meu bico. "Deixa elas. Eu gosto de ver."

Eu me virei, beijei Sofia na boca — língua lenta, gostando do gosto de sono e sexo velho. "Quer que eu te coma de novo, filha?"

Ela assentiu, olhos brilhando. "Mas... agora eu quero no cu. Quero sentir o Lucas de novo. Mas com você me ajudando."

Lucas riu. "Você virou safada rápido, hein?"

Eu puxei ela pra mim, deitei de costas. "Vem cá. Senta na minha cara."

Sofia subiu, joelhos dos dois lados da minha cabeça. Bucetinha ainda inchada, cheiro de gozo do pai. Eu lambi devagar, língua no clitóris, depois desci pro cu — lambendo o anel vermelho, provando o resto do irmão. Ela gemeu alto, rebolando.

Lucas se ajoelhou atrás dela. "Mãe... abre ela pra mim."

Eu abri as nádegas da Sofia com as mãos, mostrei o buraco apertado. "Vai, filho. Entra devagar."

Ele cuspiu na cabeça do pau, roçou. Sofia arqueou as costas. "Ai... mãe, segura minha mão..."

Eu segurei. Ele empurrou. Entrou. Sofia gritou, mas empinou mais. "Mais... fode meu cu, Lucas!"

Eu enfiei a língua na bucetinha dela enquanto ele bombava — sentia o pau dele roçando pela parede fina. Carlos se aproximou, pau duro de novo, e enfiou na minha boca. "Chupa, Ana. Enquanto os filhos se fodem."

Eu chupei forte, garganta apertando. Sofia gozou na minha cara — jorro quente, escorrendo no meu queixo. Lucas não parou: acelerou, mãos na bunda dela, batendo. "Tá gostosa, mana... vou encher seu cu de novo!"

Ele gozou. Dentro. Sofia caiu pra frente, ofegante, rosto no meu peito.

Carlos tirou o pau da minha boca, foi pra trás da Sofia. "Agora eu."

Ele enfiou no cu dela — ainda aberto do irmão. Sofia gritou: "Pai... tá muito cheio... mas não para!"

Eu me levantei, sentei na cara do Lucas. "Lambe a mãe, filho."

Ele lambeu — língua na buceta, depois no cu. Carlos fodia Sofia forte, mãos nos seios dela. "Isso, filha... goza pro pai."

Ela gozou de novo — corpo tremendo, gritando "Pai!" enquanto ele gozava dentro, misturando o gozo dele com o do irmão.

Depois, todos caímos. Sofia deitada no meu colo, Lucas chupando meu bico, Carlos beijando minha coxa.

"Hoje a gente não sai de casa." — eu disse, voz rouca.

Sofia riu. "Nem amanhã."

Lucas murmurou: "Nem nunca."

E eu pensei: por que sair? Quando a gente tem tudo aqui. Dentro de casa. Dentro de nós.

Amanheceu e o sol escaldante já batia nas cortinas finas, filtrando um calor úmido que grudava na pele como uma segunda camada de suor. Carlos foi o primeiro a se mexer, levantando com um grunhido rouco enquanto a cama rangia sob seu peso. Suas costas largas estavam marcadas com arranhões vermelhos — lembranças das minhas unhas na noite passada. Ele esticou o braço para o criado-mudo, pegou o maço de cigarros e acendeu um, tragando fundo enquanto olhava para nós três ainda enroscados na cama. A fumaça subia em espirais preguiçosas, misturando-se com o cheiro acre de sexo e lubrificante secado.

Carlos soprou a fumaça na direção da cama, os olhos meio fechados enquanto observava Lucas afundar o rosto entre as minhas coxas, lambendo devagar os restos de gozo seco. "Filho," ele disse, voz ainda rouca de sono, "tá com fome cedo hoje, hein?" Lucas não respondeu, só gemeu baixo contra minha pele, os dedos apertando meus quadris enquanto ele sugava meu clitóris inchado.

Carlos riu baixo, esmagando o cigarro no cinzeiro, e se aproximou da cama com os passos pesados de quem ainda estava meio dormindo. Sua mão calejada pegou Lucas pela nuca, puxando o rosto dele para longe da minha buceta com um estalo úmido. "Deixa eu ver essa puta," ele murmurou, empurrando o filho para o lado. Lucas caiu de costas no colchão, ofegante, o pau já duro de novo pulsando contra o abdômen definido.

Eu me arquei quando Carlos enfiou dois dedos dentro de mim, revirando os olhos ao sentir como eu ainda estava aberta e mole da noite passada. "Porra, Ana," ele resmungou, esfregando os dedos no meu clitóris inchado. "Tão arrombada que até venta." Sofia riu do meu lado, ainda deitada de bruços, as nádegas vermelhas e marcadas com a impressão dos dedos do Lucas. Ela esticou o braço e pegou o maço de cigarros do pai, acendendo um com movimentos desleixados que mostravam como ela já estava se adaptando aos nossos rituais matinais.

"Vem cá, filha," Carlos ordenou, tirando os dedos de mim e pegando Sofia pelo pulso. Ele a puxou para o meio da cama, virando-a de costas e abrindo suas pernas com um empurrão brusco dos joelhos. "Vamos ver se você já aprendeu a ficar quieta." Sofia gemeu quando ele cuspiu entre suas pernas, o escarro branco escorrendo pela sua bucetinha inchada e avermelhada. Lucas se ajoelhou ao lado deles, os olhos escuros fixos na irmã, a mão fechada em torno do pau numa punheta lenta e calculada.

Sofia tragou o cigarro como se fosse adulta há anos, soltou a fumaça pelo nariz e olhou pro pai com um sorriso torto. "Se eu aprender a ficar quieta, você me deixa sentar no seu colo depois?"

Carlos riu, voz grossa, e apertou o queixo dela com o polegar. "Você não vai ficar quieta. Nunca fica. Mas pode sentar sim... depois que eu te foder até você esquecer o próprio nome."

Ele se deitou de costas, pau já meia-bomba contra a barriga, e puxou Sofia pra cima dele como se ela pesasse nada. Ela montou, coxas finas abertas, bucetinha roçando a cabeça do pau dele — ainda escorregadia do gozo antigo. "Tá molhada de novo, filha?"

"Desde que acordei," ela respondeu, rebolando devagar, esfregando o clitóris na veia grossa.

Lucas se arrastou pra perto, mão no pau, olhando tudo. "Pai... deixa eu ajudar?"

Carlos nem olhou pra ele. "Ajuda a mãe. Ela tá com saudade."

Eu me sentei na beira da cama, abri as pernas. "Vem, filho. Lambe enquanto eu assisto eles."

Lucas caiu de joelhos entre minhas coxas, língua já na entrada — lambendo o gozo seco do pai, do irmão, tudo misturado. Eu segurei a cabeça dele, empurrando contra mim. "Isso... come a mãe enquanto o pai come a filha."

Sofia desceu devagar, engolindo o pau do Carlos centímetro por centímetro. Gemeu alto, olhos revirando. "Pai... tá me abrindo toda de novo..."

Ele agarrou os quadris dela, subiu e desceu como se fosse boneca. "Tá gostosa, Sofia. Tão apertadinha... ainda parece virgem."

Ela riu entre gemidos, se inclinou pra frente, peitinhos balançando. "Não sou mais. Graças a vocês."

Lucas levantou a cabeça, boca brilhando. "Mãe... posso foder você agora?"

Eu puxei ele pra cima, deitei de costas, abri tudo. "Entra. Mas devagar. Quero sentir cada veia."

Ele empurrou — pau longo deslizando fácil, ainda escorregadio da minha saliva. Começou a bombar, mãos nos meus seios, apertando forte. "Porra, mãe... sua buceta engole tudo..."

Do lado, Sofia acelerava, rebolando no pau do pai. "Pai... tô quase... tô quase..."

Carlos grunhiu, segurou ela pelos cabelos. "Goza, filha. Goza no pau do teu pai."

Ela convulsionou, gritando, unhas nas costas dele. Ele gozou logo depois — grosso, enchendo ela de novo, escorrendo pelas coxas dela e pingando no lençol.

Lucas não aguentou. Acelerou em mim, olhos fixos na irmã. "Mãe... vou gozar... dentro..."

"Goza, filho. Me enche."

Ele explodiu — jatos quentes, fundo, misturando com o resto. Eu gozei junto, corpo arqueando, gemendo o nome dele como se fosse oração.

Depois, silêncio. Só respiração pesada, suor, cheiro de cigarro e sexo.

Sofia desceu do pai, caiu de lado, mão na buceta, sentindo o gozo escorrer. "A gente vai mesmo ficar assim o dia todo?"

Carlos acendeu outro cigarro, soprou a fumaça pro teto. "Por que não? A porta tá trancada. O mundo lá fora que se foda."

Eu ri, puxei os dois pra mim — Sofia no peito, Lucas na cintura. "Então vamos. Sem roupa. Sem hora. Só nós."

E foi assim que o domingo virou segunda, terça... até virar rotina.

Ninguém saiu. Ninguém quis.

Porque lá fora não tinha nada que chegasse aos pés do que a gente tinha aqui: uma família que se come, se ama, se destrói — e renasce toda manhã.

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