A pirainha do papai
A água caia no rosto, cobria um pouco a visão, mas consegui disfarçar e ver mais um pouquinho o pau do meu pai.
Bom gente...para quem ainda não percebeu, os meus contos estão em sequência, e este é o penúltimo capítulo, espero que gostem.
Assim que entrei no quarto, meu pai falou:
_Aonde esteve ontem Miguel? Demorou...
_Ah pai...fui na casa do meu amigo, o avô dele está internado, e os pais foram para lá, visitá-lo. A gente ficou lá para fazer companhia para ele...foi só isso...
_Você demorou né filho...por isso a preocupação.
_Eu sei pai...a gente bebeu um pouquinho, e acabou demorando...
_Mas quando for assim não é melhor dormir na casa desse amigo, e voltar no outro dia?
_Até pensei pai...mas não tinha falado nada aqui, e fiquei com medo que ficasse preocupado...
_É...tá certo também...vamos lá tomar café?
_Bora lá....
Enquanto conversávamos, eu coloquei as roupas na frente do meu pai, e naquele momento não dei muita importância a uma coisa que notei. Meu pai ficou me olhando, e deu uma ajeitada na rola sob a calça.
De ressaca, passei o domingo em casa.
Segunda, fui para a escola, e o Dú não apareceu. Estudávamos na mesma sala.
Assim que sai da escola, fui à casa do Dú, para saber o que tinha acontecido.
_Meu pai me ligou ontem, e pediu para ir hoje cedo lá no serviço dele, avisar que ele ia precisar ficar mais uns dias afastado. Disse ele.
_Vixi...o negócio lá não está bom né?
_É...ele está bem mal...
_Tó...pega meu caderno, passa limpo a lição de hoje. Você já almoçou?
_Não...só tinha pão aqui...já acabou.
_Vai...passa limpo a lição, e vamos lá em casa almoçar...
Ele relutou um pouco, dizendo não querer dar trabalho, mas eu insisti, e ele foi para a minha casa.
Depois do almoço, ficamos no meu quarto, fiquei explicando a matéria do dia para ele.
_Filho...tô saindo para atender uma cliente, quando seu amigo for embora, pega a marmitinha que preparei para ele.
_Eita.. vai sair com uma marmitinha Dú. Falei.
_Obrigado Dona Lúcia...
_Que isso menino...olha enquanto seus pais não voltarem, pode vir aqui almoçar e eu preparo a jantinha...viu?
Dú ficou agradecido.
Terminada a revisão do dia, começamos a falar do que tinha acontecido no sábado.
_Nossa...só de lembrar daquela loucura, fico de pau duro. Disse Dú.
Coloquei a mão, e sentí que o pinto dele estava duro.
Não tive dúvidas, abaixei meu calção, e me ofereci para ele. Dú não desperdiçou a oportunidade, e meteu a rola no meu rabinho.
_Caramba Miguel...ainda não consigo acreditar que passamos a tarde e a noite metendo nesse seu cuzinho...foi muito gostoso...seu cuzinho é gostoso....ahhh... e você gosta né?
_Eu não acredito, é que tô ficando viciado nisso kkk. Falei.
Fiquei batendo punheta, e acabamos gozando juntos. Depois, antes dele ir embora ainda chupei o seu pau.
No outro dia, Dú foi para a escola, e à tarde, nos juntamos aos outros meninos, e jogamos bola.
Final de tarde, os outros foram embora, e só ficou a turminha no campinho.
_Vai escurecer já já...vamos lá no mato Miguel?
No meio do matagal, onde um dia teve uma cabana, o mato era batido, e ficamos ali. Três me fodendo, e um vigiando. Foi rápido, mas todos gozaram, inclusive eu.
Naquela semana, não tivemos muitas oportunidades, voltamos só mais uma vez para o matagal.
Quando chegou o sábado, os pais do Dú ainda não tinham voltado, combinamos de ir novamente lá, assim como na semana anterior.
_Pô Miguel...leva a fantasia do Carnaval. Disse Migo.
Já bem sem vergonha, falei que levaria, mas iria me produzir lá na casa dele.
Quando chegamos na casa do Dú, ele estava chateado, o avô dele tinha falecido.
_Putz...é melhor a gente ir embora Dú. Disse Júnior.
_Não gente...fica...não tive contato com meu avô...tô chateado mais pelo meu pai...fica, vai ser melhor, até para eu distrair...comprei vinho... vamos entrar....
Já chegamos, e fomos beber vinho. Depois, fui para o quarto do Dú, para colocar a saia, e me produzir.
Não tinha feito nada ainda, apenas tinha tirado as roupas, e antes de colocar a saia, Adriano entrou no quarto, e não aguentou esperar, me agarrou, me deitou na cama, e socou seu pau gostoso no meu cuzinho.
Aos poucos, os meninos foram entrando no quarto, e me sentí uma verdadeira putinha, dividindo a cama com eles.
Cinco meninos pelados numa cama de solteiro, foi uma loucura. No final, nem coloquei a saia.
Fomos para a cozinha, comemos lanche, bebemos mais vinho e voltamos para a putaria, só que agora foi na sala.
Esgotados, terminamos por volta das 23h. Assim como da outra vez, eu estava acabado, mas não estava tão bêbado. Fui tomar um banho, e lembrei do ocorrido na semana passada, quando acordei com o cuzinho ainda vazando porra. Meu pai estava entrando muito no meu quarto, com medo dele perceber algo, resolvi fazer uma "chuca".
Cheguei em casa, e meu pai ainda assistia tv, acenei para ele, e caminhei para o quarto.
_Vai voltar para assistir? Perguntou.
_Não pai...vou dormir, estou super cansado.
Minhas pernas estavam doloridas, tinha levado muita rola dos meninos. Tirei minha roupa, e assim como da outra vez, peguei só o lençol, e desmaiei na cama...peladinho mesmo.
Acordei quebrado, minhas pernas ainda estavam doloridas, e o cuzinho ardendo. Pelo menos não estava de ressaca. Precisava de um banho...urgente.
A casa estava em silêncio, levantei, e fui pelado mesmo para o banheiro, era só atravessar o corredor.
Abri a porta do banheiro, e dou de cara com meu pai se enxugando.
_Ai pai...desculpa...não sabia que o senhor estava no banho.
Eu e meu pai, não costumávamos trancar a porta do banheiro, normalmente, sabíamos quando alguém estava utilizando. Ele não costumava tomar banho naquele horário.
_Tudo bem filho...vai tomar banho? Pode entrar, já estou saindo. Disse ele.
Nunca tinha visto meu pai pelado. Tentei evitar olhar para baixo, mas acabei dando uma olhadinha discreta. O pau dele era grande, devia ter uns 21 cm.
Eu não costumava ficar pelado na frente do meu pai, foram raras as vezes que isso aconteceu, mas não ficava constrangido. Acabei passando por ele, e fui para o box.
A água caia no rosto, cobria um pouco a visão, mas consegui disfarçar e ver mais um pouquinho o pau do meu pai. O problema é que o meu, deu sinal de vida. Acabei me virando de costas, para evitar surpresas.
Passado um tempinho, voltei ao normal, e me virei novamente, ficando de lado. E foi nesse momento que meu pai saiu do banheiro.
Depois de passar umas bobagens na minha cabeça, em relação ao pinto do meu pai, comecei meu banho.
Ensaboei o corpo, e quando enfiei o dedo para lavar o cuzinho, sentí uma melequinha. Cutuquei, e percebi que tinha mais, um pouco mais fundo.
Curioso, cutuquei mais, tirei o dedo, e sentí cheiro de porra.
"Como é possível?" Pensei. "Lavei tudinho ontem".
Passei o resto do dia pensando nisso, e só tinha uma explicação, mas não queria acreditar.
"Não...não pode ser". Pensava.
Fiquei remoendo esse fato, tentando achar uma outra resposta, mas não estava conseguindo.
Uns três dias depois, algumas peças foram se juntando, e não tive dúvidas....era o meu pai.
Lembrei do dia do Carnaval, do olhar dele quando me viu "fantasiado"; a calcinha que sumiu naquela noite e apareceu embaixo do travesseiro; quando sonhei com alguém passando a mão na minha bunda, com certeza, naquela hora, ele já devia ter gozado; teve ainda a bela ajeitada de rola na semana anterior, quando ele me viu se trocando e uma coisa importante que acabei reparando; nesses três dias específicos, acordei com o cuzinho ardendo mais do que quando fui dormir. Não tinha outra explicação, só podia ser ele...meu pai estava metendo no meu cuzinho quando eu chegava bêbado e desmaiava na cama.
"Tá...tudo bem, tudo se encaixa....mas e agora? O quê que eu faço?". Pensei.
Resolvi não fazer nada, resolvi esperar o melhor momento.
Mas não foi fácil fingir que nada estava acontecendo, saber que ele estava se aproveitando do meu estado, e abusando de mim. Passei a sentir calafrios quando ficava perto dele. Imaginava o prazer de sentir aquela rolona todinha enfiada.
Nesta mesma semana, Dú acabou se mudando, o pai dele resolveu tocar o comércio que o avô tinha deixado.
Três semanas depois, um amigo do Adriano fez uma festa de aniversário, e acabamos indo lá. Era comum na época, rolar bailinhos nas residências.
Bebemos, dançamos, e saímos tarde do aniversário. A gente até pensou em entrar numa casa abandonada, para encerrar bem aquela noite, mas já estava bem tarde, então resolvemos ir embora.
Eu estava com um foguinho, mas achei melhor mesmo ir para casa...tinha uma idéia melhor para aquela noite.
Meus pais já estavam dormindo, quando cheguei. Tomei um banho, e fui me deitar... peladinho, só coberto com um lençol.
Foi terrível lutar contra o sono, mas resisti, e consegui a prova concreta das minhas suspeitas.
Meu cochilo, foi interrompido, com um barulho na porta do meu quarto. Meu coração disparou. Não tinha idéia de que horas eram.
Sinto um calor ao meu lado, um leve cutucão, e meu lençol é retirado. Uma mão quente percorre meu corpo, e um dedo desliza pelo meu reguinho, indo direto ao meu cuzinho. Me segurei para não gemer. Alguns movimentos circulares na bordinha, e a penetração. Lentamente, o dedo entra e logo sai do meu cuzinho.
Em seguida, meu pai saiu do quarto.
Fiquei confuso..."Será que era só aquilo?".
Não demorei para ter a resposta, ele voltou. Passou alguma coisa geladinha no meu cuzinho, devia ser um lubrificante, e voltou a enfiar o dedo. Esse dedinho foi e voltou algumas vezes, até que ele tirou novamente.
Lentamente fui virado de ladinho, e puxado mais para a beirada da cama.
Sinto um calor na bundinha, e na sequência, sua boca a toca. Tive que me mexer um pouco para segurar o gemido. Meu pai se afastou na hora.
Aquietei, e agora, sinto a cabeça do seu pau abrindo meu reguinho, e seguindo até minha entradinha.
Meu anelzinho vai se abrindo, e lentamente, vai engolindo a rola. Seus pentelhos pinicam e se amassam na minha bundinha, e na sequência, suas bolas quente encostam. Estava toda agasalhada. Eu me segurava com todas as forças, para não soltar gemidos.
O vai e vem começa, bem lentamente. O pau saía praticamente todo, ficando só a cabecinha, e depois, entrava tudo de novo.
Meu pau estava duríssimo, ainda bem que a luminosidade não era das melhores.
O vai e vem era gostoso, e meu pinto começa a pulsar...eu estava perto de gozar. Sem querer que meu pai percebesse, na hora do gozo, comecei a tossir, e acabei me mexendo um pouco. Meu pai parou com o pau enfiado, e aguardou até eu ficar quieto novamente, daí então, voltou a meter.
Ouvi um gemidinho abafado, e logo em seguida, um jato quente me invade. O pau dele pulsa dentro de mim, despejando toda a sua porra. Assim que termina, meu pai sai do quarto, mas logo volta, ele veio com um pano, limpar a porra que começara a escorrer.
Acariciando minha bunda, ele pacientemente espera toda a porra escorrer, passa o paninho, e deixa meu cuzinho limpinho, me cobre com o lençol, e só aí então, ele sai, e não volta mais.
Fiquei em estado de euforia, com a confirmação dos minhas suspeitas. "mas...e agora o que eu faço....falo para ele que já sei de tudo? Mas e se o prazer dele é fazer escondido?". Meus pensamentos viajam.
Confuso, acabo adormecendo.
No outro dia pela manhã, resolvi deixar as coisas seguirem como estavam. Pelo menos por enquanto.
Duas semanas depois, meu pai comemorou o aniversário dele, fazendo um churrasco em casa, ele chamou alguns amigos, que vieram acompanhados. Acabei ficando junto deles, conversando e bebendo.
Já tarde da noite, a última visita se foi, e minha mãe falou que ia dormir. Eu e meu pai começamos a dar uma arrumada na bagunça.
Enquanto meu pai lavava a louça, eu fui limpar o quintal.
Terminei minha parte, peguei alguns copos e pratos que ficaram espalhados, e fui para a cozinha. Meu pai ja tinha lavado a louça, e acabara de preparar um copo grande de caipirinha.
_Toma um gole. Disse ele.
_Eita...depois de tanta bebida, essa é para derrubar. Falei, pegando o copo e dando um gole.
_É para terminar bem a noite. Falou.
Dei mais um gole, devolvi o copo, e comecei a lavar as coisas que tinha levado. Mas não me contive, aproveitei para dar uma cutucada.
_Tá querendo me deixar bêbado para ir me visitar no quarto?
Achei que meu pai fosse ficar envergonhado, muito pelo contrário, ele era bem dissimulado. Ele deixou o copo sobre a mesa, se aproximou de mim, e me agarrou por trás, prensando meu corpo contra a pia.
_Se sabe o que está acontecendo e não está reclamando, é porque está gostando. Disse ele, espremendo seu pau duro na minha bunda.
Meu corpo esquentou, e ele, me vendo sem reação, avançou.
Beijos e mordidas no pescoço e ombros. Me arrepio todo. Minha camiseta é arrancada, e suas mãos vão acariciar meus mamilos. Meu corpo estremece.
Enquanto toca e saboreia meu corpo, ele ginga suavemente a cintura, fazendo minha bundinha sentir a dimensão do seu pau duro.
Totalmente entregue, soltava alguns gemidinhos. Meu pau doía de tão duro que estava.
Suas mãos descem acariciando a lateral do meu corpo, chegam até meu calção, e o abaixa. Faço alguns movimentos com as pernas, e assim que meu calção cai no chão, me livro dele, jogando-o para o lado. Eu estava peladinho, à mercê dos desejos do meu pai.
Sua boca desce pelas minhas costas, tocando em todas as partes, segue lentamente, até chegar na minha bunda.
Alguns beijinhos, em seguida mordidinhas, e parecia que meu corpo iria desmontar, de tanto estremecer...mas o mais gostoso, ainda estava por vir.
Suas mão grandes, seguram com firmeza minhas bandinhas, uma em cada mão. Ele aperta, dá alguns tapas, volta a apertar, deixando-as bem separadas, e mete a língua no meu cuzinho.
Minhas pernas fraquejam, nunca tinha sentido nada igual.
_Aaahhhhhhhhiii....que isso paaaaiiiii????
Meu pinto entra em erupção, e começo a gozar, sinto meu cuzinho piscando e dando mordidinhas na ponta da língua dele. Termino de gozar, praticamente sentado no rosto do meu pai.
Depois de deixar meu cú todo lambuzado, ele se ergue, roçando sua rolona entre minhas pernas. Sabendo o que estava por vir, me apóio na pia, e empino bem a bundinha. Uma cuspida na cabeça do pau, algumas pinceladas na minha portinha, e ele enterra com tudo, até o talo.
_Ai pai...ai...vai com calma. Pedi.
Sedento, ele não me deu ouvidos, tirou a rola toda, e enfiou com tudo novamente, me arrancando gemidos fortes. A partir daí, ele inicia um vai e vem rápido, forte, meus pés chegavam levantar do chão a cada batida. Era gostoso demais, cheguei a gozar novamente.
Foram uns quinze ou vinte minutos, na mesma batida, direto, sem parar, até que ele solta um urro, e goza...como um verdadeiro animal. Meu reto se entope com sua porra quente.
O pau diminui a pulsação dentro de mim, mas não diminui de tamanho, continuava duro.
_Ai pai...nossa...minha pernas estão moles...não tô conseguindo ficar direito em pé.
Ele tirou o pau da minha bunda, e me pegou no colo.
_O quê o senhor vai fazer? Perguntei.
_Xiiiiuu....ainda não terminei.
Ele me deitou de costas na mesa, se encaixou entre minhas pernas, que ficaram para fora dela, debruçou sobre meu corpo, e passou a mamar meus mamilos. Meu pinto volta a dar sinal de vida.
Deitado na mesa, ficou fácil, a altura ficou perfeita, foi só erguer as pernas, colocando os pés nos seus ombros, e eu estava todo aberto, pronto para ser penetrado. A cabeça que já sabia o caminho, não teve dificuldade em me invadir novamente.
Enquanto suas mãos espremiam meus peitinhos, seu pinto entrava e saía do meu cuzinho. Dessa vez ele demorou mais tempo.
Eu estava cansado, com as pernas doendo, mas não pedi arrego, aguentei firme, até a hora em que ele disse que ia gozar.
_Espera um pouco vou gozar também. Falei, já acelerando na punheta.
_Ahhh...não vai dar...ahhh....já tá chegando ahhhhhhh....
Ele cravou a rola e começou a gozar. Eu desesperado na punheta só me lembro de dizer.
_Não tira...não tira...já tá chegando o meu... ahhhh.
Gozei gostoso, me contorcendo na mesa.
Meu pai tira o pau da minha bunda, e caminha de costas, até se encostar na pia. Eu desço da mesa, e sinto um grande volume de porra descendo pelas pernas.
_Vem cá...vem fazer a limpeza. Disse meu pai, apontando para a rola toda lambuzada de porra.
Me aproximei com dificuldade, minhas pernas estavam doendo. Quando fui me agachar, ele apontou os mamilos, e disse:
_Não...começa aqui por cima.
Comecei a mamar seu mamilos peludos.
_Isso...isso...passa a linguinha bem no biquinho.
Fui fazendo como ele pedia, e senti o pau dele crescendo de novo.
_Isso...muito bom...ahhhh...agora vai descendo, bem devagarinho, até chegar lá....ahhh...vai...
Obedecendo aos seus comandos, fui descendo, até chegar na rola. Aí, dei um trato especial, limpei tudinho, até suas bolas. Depois, passei a lingua na cabecinha, e abocanhei, engoli até a metade, foi o que deu.
De joelhos, me apoiando nas suas coxas, minha boca vai e vem na rola. Em alguns momento, eu tirava a boca, descia para as suas bolas, batia com a rola no meu rosto, e voltava a abocanhar.
_Isso putinho safado...muito bem...agora deixa comigo. Disse ele, segurando minha cabeça.
Segurando firme minha cabeça, meu pai mete a rola na minha boca.
_Ahhhh...delícia de boquinha...ahhh...você que tomou bastante leite da mamãe, agora tá na hora de tomar o leitinho do papai...ahhh...ahhhh.... toma safadinho...ahhh...toma tudinho...ahhhhhh.
Para quem já tinha gozado duas vezes, até que saiu muita porra, mas dei conta, deixei o pau limpinho.
Enfim, estávamos saciados.
_Você está todo lambuzado...vai lá tomar um banho, enquanto eu arrumo essa bagunça, até a pia tá melada de porra. Disse ele.
Quando voltei do banho, meu pai já tinha limpado tudo, estava sentado tomando a caipirinha.
Aquela tinha sido minha melhor foda, eu estava exausto. Fiquei todo dengosinho, e fui sentar no colo dele. Peguei a caipirinha, dei um gole, e depois encostei a cabeça no seu ombro.
_Nossa...tá cheirosinho. Disse ele, dando uma fungada no meu pescoço.
Me "aninhei" no seu colo, e fiquei recebendo suas carícias. Acabei cochilando.
_Ei...lugar de dormir é na cama. Disse ele.
_Nossa pai...tô super cansado...o senhor me acabou...me leva para a cama.
_Tá bom...vou respeitar o seu cansaço.
Ele me pegou no colo, e me deixou deitadinho na cama.
_Boa noite pai...
_Peraí...tem alguma coisa errada aqui...
_O quê pai?
_Tira a camiseta. Falou.
Eu tirei, e logo em seguida, ele puxou meu calção. Me assustei, achando que ele queria mais.
_Agora sim...quando entro aqui no quarto, gosto de te ver assim. Disse ele, acariciando minha bunda.
A partir daí, não me lembro de mais nada, adormeci.
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Comentários (2)
Ghjbbvvv: O pai é o troféu desses contos após lidar com novinho vem o macho feito mostrar com se faz!! Agora pai ou tem um amante, puta de fetiche, ou vira paizão amigo de amizade colorida.
Responder↴ • uid:1dc8jibva374Mato Grosso 7: Meu adorei ficou muito bom conta mais
Responder↴ • uid:fuor96t09