Diário de um cativo 15
🔞🔞🔞 Conto sobre dominação e submissão forçada se não gosta não leia, mas se ler goze muito, curta, comente e não reclame!! 🔞🔞🔞
Eu sabia que se continuasse assim elas iriam atrofiar então na hora do banho fui mordendo a fita até arrancar tudo. Doeu muito movimentar os dedos já endurecidos, mas com muito esforço consegui esticá-los. Eu sabia que seria punido por isso, mas não me importava mais.
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Uma semana já se passou desde o dia que enfrentei o Esdras e espetei seu ombro com o garfo. Ele não fala comigo, nem mesmo quando tirei a fita que prendia minhas mãos ele disse algo, e isso está me deixando apreensivo.
Voltei a usar a coleira e agora estou sempre preso até na hora de comer. Minhas refeições são feitas no quintal onde ele me observa comer a única coisa que me foi servida desde aquele dia, um pirão insosso feito com farinha de milho e pés de galinha.
Todas as noites ele trás uma mulher diferente, transa com ela na minha frente e além de ouví-lo elogiando sobre o quanto elas são boas no que fazem e que merecem cada centavo do que cobram ainda tenho que tirar sua camisinha com a boca e beber seu sêmem enquanto eles se divertem com minha humilhação.
As marcas no meu corpo já estavam quase sumindo, mas minhas mãos e joelhos doíam por estar sempre de quatro preso em algum lugar e por dormir no chão aos pés da cama. Pelo menos ele não me tocava.
Meu tratamento continuava as injeções semanais eram aplicadas sem cuidado algum e os comprimidos eram colocados juntos com os ovos crus no meu cocho pela manhã. Eu tinha engordado mais um pouco já nem dava pra ver minhas costelas antes expostas, minhas pernas estavam mais grossas e meu bumbum maior, bem como meus peitinhos que tinham os bicos rosados bem pontudinhos.
Sem falar nada ele colocou o celular dele no chão próximo de mim e o peguei. Era um site que eu nunca ouvi falar e nele tinha diversos vídeos que logo percebi serem todos meus com muitas curtidas e comentários pervertidos e sádicos, e o pior eram os valores ao lado.
Eu estava paralisado eram muitos vídeos e fotos das barbaridades que ele fazia comigo que pela imagem eu nem precisava abrir para lembrar o que tinha acontecido naquele dia. Eram muitos, minhas lágrimas desciam quentes e silenciosas por minhas bochechas.
Eu era realmente uma coisa para ele, usado da forma que ele bem entendesse. Sentado na cadeira ele me observava sem dizer nenhuma palavra até que se levantou e pegou o aparelho da minha mão e colocou no bolso.
Depois que almocei permaneci amarrado no quintal até que minha tia com olhos tristes se aproximou de mim trazendo a mangueira e com o máximo de cuidado que pode a introduziu em meu bumbum sob o olhar frio do filho, eu gemi baixo pelo incômodo já que fazia um pouco mais de uma semana que não me limpava assim, na verdade até banho foram poucos e rápidos.
Eu estava vermelho de vergonha, mas como sempre sem opção, as lágrimas desciam sem que eu pudesse controlar. Ela me deu banho, lavou meus cabelos até o guizo ela lavou, depois de me secar pegou a sacola de papel da mão dele e tirou de dentro várias calcinhas de cores diferentes e a escolhida foi uma vermelha.
A calcinha tinha apenas um fio atrás com letras douradas escrito "CADELA" e na frente uma pequena abertura que expunha o guizo.
Minha tia me levou pra sala vendou meus olhos e tapou meus ouvidos com um abafador de ruído. Meu coração batia desesperado no peito, parecia que eu estava em outro mundo sem som e sem visão. Não sei quanto tempo fiquei assim até que fui carregado sem o menor cuidado e jogado no que parecia ser a carroceria da caminhonete pelo balanço.
Eu estava em pânico sem saber pra onde estava sendo levado apenas com aquela calcinha, que tipo de punição ele estava planejando já que desde aquele dia eu só recebo seu silêncio. O carro parou, mas eu não tinha nenhuma noção do tempo que levou muito menos do trajeto diante da minha desorientação.
Fui tirado da carroceria e depois de alguns passos dele fui jogado no chão. Por instinto me aproximei de suas pernas buscando proteção, mas fui puxado tendo a minha guia presa de forma que meu corpo não se erguia muito deixando meu bumbum bem empinado.
O abafador de ruído foi tirado me deixando ouvir várias vozes masculinas que falavam de mim de uma forma nojenta, mas foi pior quando a venda foi retirada.
Meu olhos doíam com a claridade, tudo era branco e quando consegui manter os olhos abertos e me acostumar com a claridade pude ver 5 homens a minha frente. O prefeito, o delegado e três fazendeiros da região entre eles o pai da Mariah, minha única amiga e por quem eu tinha uma paixão platônica.
Minha esperança se renovou, pois diante de mim estava aquele que me recebia com carinho em sua casa junto com sua esposa e filha e dizia na frente de todos que eu era como um filho pra ele.
- Me ajude, me tire daqui! Me salve!
Eu falava aos prantos com a mão estendida na direção daquele que dizia que me via como um filho, na esperança que ele me resgatasse.
- Se eu soubesse que você era esse tipo de viadinho eu já tinha pegado você pra mim a muito tempo.
Ele se aproximou de mim olhando nos meus olhos fazendo meu coração acelerar ainda mais, suas mãos grandes e calejadas alisaram meu rosto com carinho enquanto ele falava coisas que despedaçavam meu coração.
Aquele homem na minha frente era um completo estranho, sua voz lasciva era nojenta e seu olhar pervertido me causava arrepios. Eu estava em choque por descobrir que o homem que eu admirava era esse tipo de gente depravada.
- Mas agora é melhor que você esteja aqui mesmo, pois não teria como manter um tipo como você em minhas terras.
Ele falava alisando meu corpo me causando ânsia. Busquei Esdras com meus olhos percorrendo cada canto daquele lugar que parecia um quarto grande com uma cama de ferro no centro com argolas em suas laterais, nas paredes e no teto.
Algumas prateleiras com cordas de várias cores e espessuras diferentes, cintos, chicotes, correntes e outras coisas que não dava pra ver daqui de baixo. E num canto estava ele sentado numa poltrona com o destruidor na mão e na outra poltrona seu pai com a menina no colo e minha tia ajoelhada ao seu lado.
Eu olhava pra ele clamando por socorro, mas ele sequer me olhou. Sua expressão era fria e sádica. Então ele anunciou que cada um teria direito a uma hora pra fazer o que quisessem desde que não causassem dano permanente e pela ordem dos lances primeiro seria o delegado, depois o prefeito, os fazendeiros sendo o último por escolha o pai da Mariah.
O delegado caminhou em minha direção enquanto os outros se sentaram para assistir. Ele era um homem alto e forte próximo dos 50 anos com um bigode farto e conhecido na região por ser violento.
Eu me encolhia a medida que ele se aproximava. A guia foi tirada de minha coleira e num impulso tentei fugir, mas devido a semana permanecendo de quatro dia e noite minhas pernas não me obedeceram e fui pego pelos cabelos enquanto ele tirava seu cinturão de couro trabalhado da cintura.
- Eu gosto quando minhas putas resistem, lutam, gritam e acham que podem se livrar do Delegado.
Ele falava com calma, mas o cinturão descia em meu corpo com fúria e ardia como o inferno. Eu me agarrava as suas pernas pedindo perdão, mas nada aplacava seu desejo de me punir. Um tempo depois eu já estava mole largado no chão.
- Tire minha roupa, viado de merda!
Me arrastei até seus pés e comecei tirando suas botas, com dificuldade e me apoiando nele fiquei de pé e tirei sua camisa revelando seu peitoral com uma pequena barriga cobertos por pelos já salpicados por vários fios brancos.
Desabotoei sua calça e me ajoelhei levando-a junto com sua cueca.
Seu membro estava a meia bomba com os pelos aparados, mas cheirando a suor. Era grosso, mas não era grande como o de meu carcereiro. Meu rosto foi esfregado em suas bolas lisas.
- Faça sua obrigação, puta!
Recebi a ordem junto com um tapa em cada lado do rosto que me deixou tonto. E sem demora fiz o que ele mandou, com raiva decidi não dar o gosto de olhar mais para Esdras, iria obedecer a ordem daqueles homens para evitar sofrer ainda mais e torcer pra isso terminar logo.
Ele era bruto, minhas bochechas e garganta ardiam como brasa, fui jogado sobre a cama e penetrado com força de todas as formas. Meu corpo foi apertado, esmagado e açoitado até que o prefeito reivindicou sua vez o fazendo derramar seu gozo em minha garganta.
Ele já estava nu com seu membro em riste babando. Meu corpo tremia sobre a cama enquanto ele se aproximava devagar. Seu corpo magro, mas forte e definido apesar de já ter passado dos 50 anos já tomado grande parte por pelos brancos aparados.
Seu membro era fino, mas era comprido com a cabeça grande arroxeada, bem torto pra esquerda e logo estava alojado em minha garganta enquanto sua mão a pressionava dificultando sua passagem e me causando dor.
- Há mais de 30 anos que eu não arrombo um cuzinho jovem assim como o seu. Aguente firme que hoje eu vou matar minha sede em seu corpinho de puta.
Ele não me bateu, mas tudo que ele fez doía, seu desejo de machucar era feroz. Seu punho fechado forçando minha barriga fazia cada estocada sua me rasgar, seu membro entrava e saia com violência e resignado eu me esforçava pra não implorar por uma clemência que eu já havia entendido que não viria.
Engoli seu gozo amargo já sem forças. Os outros dois eu não conhecia o que veio a seguir era o mais baixo de todos, mas mesmo assim ainda era bem maior que eu. Tinha a barriga um pouco acentuada e o corpo peludo como um urso.
Seu membro também era menor, mas bem grosso e reto com uma cabeça mais fina. Fui puxado pra beirada da cama ficando com a cabeça pendurada facilitando que seu membro forçasse minha garganta enquanto ele mordia meu pinto puxando o guizo com seus dentes.
- Hoje você vai aprender como uma cadela é tratada de verdade.
Eu me debatia em busca de ar debaixo dele e pela dor em meu pinto que parecia que ia rasgar a qualquer momento. Quando meu corpo convulcionava por falta de ar ele me liberava só pra repetir tudo de novo.
Fui penetrado com força enquanto ele apertava meu pescoço me sufocando e dando socos em minha barriga o que dificultava ainda mais minha respiração.
- Isso, putinha, aperte meu pau! É pra isso que cadelass como você existem, pra satisfazer machos como eu. Você tem que cumprir sua função de buraco no nosso mundo e abrir essa bunda pra receber pau.
O que ele não tinha em tamanho no pau compensava em violência, eu achava que ia morrer ali, pois mesmo quando ele não estava apertando meu pescoço eu não conseguia respirar pelos socos no estômago.
Quando ele me soltou sobre a cama me encolhi tentando proteger meu estômago e voltar a respirar, meu bumbum queimava já que o único lubrificante era saliva.
O tempo parecia estar congelado, esse animal me colocava em várias posições que só facilitavam a sua perversão, eu já estava mole quando o outro desconhecido o tirou de dentro de mim.
- Cara, assim não vai sobrar nada pra gente!
Sua preocupação era com seu prazer e não com o que eu estava sofrendo, então ele gozou na mão e trouxe pro meu rosto que já sem forças lambi aquele creme azedo tentando regular minha respiração.
Então o outro assumiu seu lugar, um mulato magro da cabeça raspada parecia ser o mais novo dos cinco apesar de aparentar ter mais de 40 anos. Seu membro era grande e grosso, mas ainda assim era menor que o do meu dono. Suas bolas eram grandes e ficavam bem penduradas.
Meu corpo tremia de exaustão e dor, ele me aconchegou em seus braços e me beijou com calma alisando meu corpo até que me acalmou. Ele desceu lambendo e beijando meu corpo, chupou e beliscou meus peitinhos até chegar no meu pinto, minha cicatriz foi lambida até a minha entrada ardida trazendo um pouco de alívio.
Seus dedos passeavam dentro de mim junto com sua língua me fazendo arquear as costas. Seu membro babado foi pincelado em meu bumbum e devagar foi entrando até se acomodar dentro de mim enquanto ele revesava entre me beijar e chupar meus peitinhos sensíveis.
- Oh, minha branquinha, como você é macio por dentro! Como eu queria ter esse buraquinho só pra mim todo dia e toda hora!
Ele falava se movimentando com cadência apertando meu corpo, mas sem causar dor além do que eu já estava sentindo. Sua língua passeava por meu pescoço enquanto seus movimentos aumentavam a velocidade e ele ofegava.
Fui colocado de quatro e senti sua saliva escorrer por meu cuzinho aberto, uma coisa macia e estranha era forçada pra dentro de mim junto com seus dedos até que ele me abraçou beliscando os biquinhos dos meus peitos.
- Hoje eu estou realizando meu desejo nesse cuzinho macio, minhas bolas estão dentro de você, chupe elas com esse seu buraco sujo.
Sem perceber comecei a piscar meu cuzinho fazendo ele gemer. Eu queria agradar o único homem que não me machucou. Ele parou e empurrou seu membro a meia bomba pra dentro de mim e começou a socar com movimentos rápidos e curtos.
Era muita pressão dentro de mim, ele gemia feito louco segurando minha cintura enquanto ficava cada vez mais duro montado em mim, mas não era ruim. Suas mãos espalmadas em minhas costas deixavam meu bumbum bem exposto facilitando ele ir bem fundo.
- Quem quer dividir? Chega aí!
Na hora não entendi o que ele quis dizer até sentir outra cabeça forçar a entrada, tentei fugir, mas suas mãos fortes cravaram em minha cintura facilitando a invasão. Eu gritei porque parecia que eles estavam me partindo ao meio.
Era o prefeito reconheci pela voz, eles pareciam que estavam sincronizados, enquanto um entrava o outro saia forte e fundo. Eu chorumingava embaixo deles ouvindo seus gemidos.
- o buraco dessa bicha não tem fundo, ele aguenta dois paus com bolas e tudo. Puta que pariu!!
- Considere isso como um incentivo pra sua campanha, prefeito.
Eles continuaram até o prefeito sair anunciando que iria gozar e sem demora se enfiou em minha garganta. Os dois intensificaram os movimentos e assim que engoli tudo do prefeito levei a carga do mulato na garganta também.
Meu corpo estava caído inerte sobre a cama, não olhei pra aquele que me submetia a essa degradação e sim pra minha tia que chorava silenciosamente por minha situação e para a menina empalada no membro daquele homem perverso.
Passei a mão em meu cuzinho que ardia e ele estava muito inchado, minha barriga doía e meu estômago estava embrulhado com tanto sêmem.
O pai de Mariah se aproximou sem pressa, ele é o mais alto dos cinco e o mais forte também, sua barriga fica um pouco pendurada, seus pelos já estão brancos e ele já tem 60 anos, nós fomos no seu aniversário.
Meu corpo foi virado de barriga pra cima sem resistência, a calcinha foi retirada e minhas pernas abertas.
É a primeira vez que vejo um capado, ficou lindo assim com esse pintinho de nada que você tem. Ele falava me alisando, sua mão áspera foi subindo por minha barriga marcada até chegar aos meus peitinhos.
- Seus peitinhos são iguais os da minha filhinha, mas os dela eu só aliso com carinho de pai enquanto ela dorme, já os seus eu vou chupar e morder como bezerro esfomeado porque é isso que você merece por ser viado.
E assim ele fez enquanto chupava e mordia um beliscava o outro me fazendo gemer e me contorcer de dor, quanto mais eu tentava me afastar era pior.
- Você nasceu pra ser fudido, arrombado e minha filhinha é pura merece ser respeitada e permanecer imaculada. Eu vou marcar seu corpo inteiro, hoje você vai perder sua virgindade de verdade porque eu vou entrar onde ninguém nunca alcançou dentro de você e o corpo dela vai permanecer virgem e puro.
Ele só retirou a calça e o samba-canção. Ele era estranho, grosso da cabeça a base e parecia achatado, suas bolas eram grandes e coladas na base de seu membro.
Com meu braço ele me mostrou como aquilo era grande, ia do meu cotovelo até minha mão, o maior que eu já vi. Meu corpo tremia de medo e as lágrimas voltaram a descer.
- Calma, bichinha, esse é o seu destino. Ter esse buraco usado por homens como nós é uma honra pra sua vida inútil.
- Agora deixe de fazer corpo mole e me chupe.
Obedeci, ele era firme, mas bem macio e enquanto entrava e saia de minha garganta ele continuava beliscando meus peitinhos. Suas bolas eram firmes e grandes também difíceis de manter na boca, mas diferente dos outros não dava pra chupá-las separadas.
Depois de um tempo fui virado na cama e deixado com as pernas abertas e penduradas. Seu membro serpenteou devagar para dentro de mim rasgando até o fundo e senti o peso de sua barriga sobre mim.
Ele se movimentava devagar prendendo os bicos dos meus peitos entre seus dedos com força. De repente comecei a sentir que aquilo estava inchando e crescendo dentro de mim, a dor era insuportável.
Eu estava completamente imobilizado naquele posição e seu peso sobre mim só piorava tudo. Sua língua nojenta passava pelo meu pescoço até minha boca deixando tudo babado e os movimentos agora eram violentos, mas ele não saia muito de dentro de mim.
- Agora sim você está sendo desvirginado como se deve. Agora sim você sabe o que é ter um pau de verdade atolado nesse seu cu de cadela no cio.
Meu choro era doído, não só pela dor, mas pela humilhação de ser submetido à algo que eu nunca imaginei, por saber que estou num lugar onde ninguém me vê como uma pessoa e sim como um objeto de prazer sádico.
- Chore no pau do papai, aprenda a receber um homem de verdade em suas entranhas.
Suas mãos passaram por minha barriga e meu corpo empalado foi levantado, ele metia com tanta força que quando me soltou meu corpo foi jogado pra frente parecendo que eu estava tendo uma cãibra generalizada.
Ele se sentou no sofá enquanto eu me debatia de dor na cama, tudo em mim doía coloquei uma mão no bumbum e outra no estômago tentando amenizar o que sentia, mas nada adiantou.
- Venha aqui no colinho do papai, minha cadelinha.
O desejo sádico em sua voz me dava nojo, mas eu sabia que desobedecer faria tudo ficar pior. Desci da cama sob seus olhares e me arrastando cheguei até seus pés. Aquela coisa monstruosa estava dura apontando pro meu rosto entre suas pernas.
De tão grande aquilo não fica em pé como os outros, ele apertava suas bolas com um sorriso pervertido no rosto, enquanto eu permanecia em choque no chão pensando como aquilo coube dentro de mim.
- Tá vendo esse sangue, bichinha? É o seu cabaço que eu acabei de arrancar. Agora chupe.
Eu não tinha mais forças apenas fiquei encarando aquela aberração com a cabeça suja do meu sangue. Sua mão grande agarrou meus cabelos e logo aquela coisa estava na minha garganta, ele movimentava minha cabeça como se fosse um acessório qualquer.
Com um sinal de sua cabeça o delegado e o prefeito me suspenderam e me sentaram no seu mastro com facilidade mesmo com a minha pouca resistência. Depois de encaixado fui solto escorregando até a base, minhas costas se arquearam em sua barriga e minhas pernas se esticaram fortemente.
- Que delícia, isso vadia, fode meu pau!!
Ele falava empurrando meu corpo para cima e para baixo e quanto mais eu tremia e me contraia pela dor maior era o prazer dele. Depois de um tempo senti os jatos fortes de seu gozo bem lá dentro de mim.
Meu corpo amolecido convulcionava sobre o dele enquanto aquilo ainda pulsava dentro de mim. Eu sentia a inconsciência chegando, mas ele também sentiu e com um puxão forte em meu pinto me despertou.
Ele levantou me deixando cair no chão e uma mistura de sêmem e sangue pingava de seu membro fui obrigado a limpar ele todo ouvido os comentários dos outros de como eu estava estragado, que não ia servir pra mais nada e outras coisas.
Todos já estavam arrumados como se não tivessem cometido nenhuma barbaridade, agora eles eram homens de bem voltando para suas casas e famílias e eu apenas um objeto que só serve pra eles fazerem o que ninguém jamais permitiria.
Jogado no chão sem forças até pra respirar vi meu entitulado dono se aproximar, mas não me importei acho que nem eu me via mais como uma pessoa. Ele parou atrás do meu corpo e começou a urinar em mim, bem no meu cuzinho aberto e eu sentia sua urina entrando quente em minhas entranhas então a escuridão enfim me envolveu.
Continua...
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Comentários (3)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkViajante do tempo: Vim do futuro pra dizer que esse conto vai ter um fim sim, a parte 37 é a última, e o final é o melhor da história só porque acaba essa bosta.
Responder↴ • uid:16mon52o27rdInimigo do fim: Não era pra ser um conto curto?? Acaba logo pelo amor de tudo que se acredita ;---;
Responder↴ • uid:g62bsdk0a