#Gay #Incesto

Não resisti e acabei fodendo meu irmão.

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Me chamo Victor, tenho 35 anos, sou moreno trigueiro, barba cheia e cerrada, cabelo preto curto, 1,82 de altura, corpo forte, meio parrudo, barriga saliente que sempre carreguei com orgulho e um pau grosso que nunca me deixou na mão. Meu irmão mais velho, o Gustavo, tem 37 anos e é quase um espelho meu, só que um pouco mais baixo, coxas grossas pra caralho, bunda redonda e empinada, barriguinha gostosa que balança quando ele anda. A gente sempre foi muito parecido, mas ele tem esse jeitão mais leve, sorriso fácil, conversa com qualquer um, já eu sou mais fechado, pavio curto, mas quando o tesão bate, viro outro homem.

A gente cresceu grudado. Na adolescência virou outra coisa: irmãos, melhores amigos e amantes. Quando ficava só nós dois em casa, a putaria era certa. Foda no quarto, no banheiro, na sala, na lavanderia — onde desse. Mas a vida aconteceu. Ele namorou, casou, teve um filho, e eu fui me afastando. Casei também, me mudei pra Natal, ele acabou indo morar em Recife. A distância, as esposas, as brigas de família, tudo criou um buraco enorme entre a gente. Fazia mais de 15 anos que não rolava nada.

Até que minha mãe me contou que o Gustavo tinha se separado há poucos meses e estava voltando pra casa dos nossos pais em Jaboatão dos Guararapes. Meu peito apertou de saudade. Dois dias depois ele me mandou mensagem no WhatsApp. Conversamos por horas, rimos, lembramos das besteiras, do fogo que a gente tinha. Marquei de ir passar uns dias lá, fazer surpresa.

Cheguei numa sexta de manhã. Ele chegou à tarde com o filho dele, o Enzo, que já estava com 15 anos, alto, magro, cara de moleque safado igual o pai na idade dele. O reencontro foi foda. Abraço apertado, olhos marejados, nossos pais quase chorando de felicidade por ver a gente junto de novo. Passamos o dia conversando, à noite pedimos pizza, tomamos cerveja na varanda da casa em Piedade. O Enzo cansou cedo, subiu pro quarto. Meus pais logo foram dormir também.

Ficamos só eu e o Gustavo na varanda, mais cerveja, mais conversa. A chuva começou forte, o vento frio entrou, a gente veio pra sala, sentou no sofá grande de canto. A luz era só um abajur fraco no canto, deixando tudo numa penumbra gostosa. Começamos a lembrar das putarias da adolescência. Das vezes que transávamos com medo de alguém acordar, do cheiro de suor, do gemido abafado no travesseiro.

— Caralho, mano… eu ainda gozo pensando na gente naquela época — confessei, já meio bêbado, voz rouca.

Ele me olhou de lado, aquele olhar que sempre me desmontava. O sorriso safado apareceu devagar.

— Eu também, Victor. Todo dia penso na tua boca, no teu pau me rasgando…

Não deu tempo de responder. Ele veio pra cima de mim, sentou no meu colo, me beijou com força. A língua grossa invadiu minha boca, o gosto de cerveja e de saudade. Agarrei o cabelo dele, puxei, mordi o lábio inferior. Ele gemia baixo, rebolando devagar, esfregando a bunda gorda na minha rola que já tava dura pra cacete.

Tirei a camisa dele, lambi o pescoço suado, desci pro peito largo, chupei os mamilos duros, mordi de leve até ele soltar um “porra, isso…” rouco. Ele levantou, tirou a bermuda rapidão, ficou só de cueca boxer preta, o volume enorme marcando. Voltou a sentar, rebolando gostoso, me olhando nos olhos com cara de quem quer ser destruído.

— Tô com saudade dessa rola, mano… faz tempo que ninguém me abre direito.

Ajoelhou na minha frente, puxou minha cueca pra baixo, meu pau pulou duro, babando. Ele lambeu a cabeça devagar, chupou só a glande, desceu lambendo a vara inteira, pegou as bolas na boca uma por uma, voltou a engolir tudo. Caralho, que boca quente. Segurei o cabelo dele e fodi a boca gostosa, sentindo a garganta apertar, ele engasgando, baba escorrendo no queixo. Tive que parar pra não gozar na hora.

— De quatro. Agora.

Ele obedeceu, empinou aquela bunda redonda e suculenta no sofá. Abri as nádegas, o cuzinho piscando, cheiro forte de macho, de homem que não dá há anos. Caí de boca, lambi cada preguinha, enfiei a língua fundo, sentindo o anel apertado pulsando na minha língua. Ele gemia alto, mordia o braço do sofá.

— Me fode, Victor… quero sentir tua rola me rasgando de novo…

Cuspi no buraco, esfreguei a cabeça grossa, forcei devagar. Ele estava muito apertado, o cu resistia.

— Tá doendo, né, safado?

— Tá… mas eu quero. Tira o meu cabaço de novo, mano… me fode como antigamente.

Arrepiei inteiro. Cuspi mais, empurrei com força. A cabeça passou, ele deu um grito abafado, eu tapei a boca dele com a mão.

— Calma… aguenta… vai abrir tudinho pra mim.

Fui entrando aos poucos, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrindo, moldando no meu pau grosso. Quando enfiei até o talo, minhas bolas batendo na bunda dele, parei. Abracei por trás, beijei o pescoço suado, mordi a orelha.

— Tá sentindo tudo, Gustinho?

— Tô… caralho, tá enorme… doendo gostoso…

Comecei a meter devagar, sentindo ele relaxar aos poucos. O rabo foi abrindo, ficando molhado de cuspe e pré-gozo. Acelerei, puxei o cabelo dele, meti mais forte.

— Esse cu é meu, porra… nunca mais deu pra ninguém, né?

— Nunca… esse rabo sempre foi teu, Victor… só teu…

Quando ele disse isso eu perdi o controle. Botei pra foder de verdade, socando fundo, a bunda dele tremendo a cada estocada. Ele mordia a almofada, gemia baixo, o corpo todo suado. Parou de repente, virou de frente, sentou no meu pau engolindo tudo de uma vez. Fez careta de dor, mas rebolou gostoso, lágrimas nos olhos, cara de tesão puro.

Segurei a cintura grossa dele, meti forte por baixo, ele se apoiando nos meus ombros, arranhando minhas costas. Levantei as pernas dele, joguei por cima dos meus braços, deixando ele todo aberto. Nessa posição eu conseguia meter até o fundo, batendo no ponto que fazia ele tremer inteiro.

— Porra… vou gozar… vai me fazer gozar sem encostar no pau…

E gozou mesmo. Jatos grossos e quentes espirraram no meu peito, na minha barriga. O cu dele apertou forte no meu pau, pulsando, me ordenhando. Não aguentei. Soquei mais fundo, gozei dentro dele, enchendo aquele rabo gostoso de porra quente, sentindo cada jato saindo.

Ficamos assim um tempo, ele no meu colo, meu pau ainda dentro, amolecendo devagar. Beijos molhados, carinhos, suor misturado, cheiro forte de sexo. Quando saí dele, senti a porra escorrendo, pingando no sofá.

Nos limpamos com uma toalha velha que tava jogada, deitamos abraçados ali mesmo, pelados, suados, satisfeitos. O coração ainda batendo forte.

Se tu chegou até aqui e tá com o pau duro ou a buceta molhada, imagina o que vem pela frente… Porque isso foi só o começo da nossa volta. Tem muito mais putaria guardada, muita saudade pra descarregar, muita foda escondida pra acontecer.

Quer saber o que rola nas próximas aventuras? Então fica de olho.

Pra me encontrar e ver tudo que eu posto (fotos, vídeos curtos, relatos quentes e sem censura), é só procurar por:

www.selmaclub.com
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Comenta aí embaixo: tu já transou com alguém da família? Já sentiu essa saudade que queima? Conta tua putaria, quero saber. Quem sabe eu não te respondo com uma historinha só pra você…

Até a próxima, seus safados. Tem muito mais vindo. 🔥🍑

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Comentários (2)

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  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • .: e onde fica o Enzo no meio disso tudo?!

    Responder↴ • uid:1ewmumrbxqix