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Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 4

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Domingo a tarde chegava manso, com o sol
firme na varanda da casa dos sogros. Eu lá, escorado na parede da varanda, cerveja na mão, olhando o Léo de longe ajudando a mãe. O garoto de bermuda jeans e camiseta justa, cada vez que se abaixava, eu via a curva da bunda dele. Meu pau pulava só de lembrar o fim de semana que tivemos, ele gritando meu nome no travesseiro.
Seu Roberto o sogro, sentado na cadeira velha de plastico, barriga pra fora da camisa, tragando um cigarro e me espiando com aqueles olhos tortos. Ele nunca foi muito com a minha cara.
Desde o dia que casei com a Leona, o homem me chamava de "vagabundo" sem a mínima vergonha, como se eu fosse um parasita que tinha enganado a filha dele. Eu engolia calado, afinal, era o jeito dele, mas naquele dia, sei lá, talvez porque tava cheio de desejo guardado pensando no Léo, a paciência simplesmente não coube.
Ele, como sempre, abriu a boca primeiro.
— Ô Nizam, ocê nunca vai trabalhar, né, folgado? Fica ai tranquilão, bebendo cerveja nas casas dos outros o dia todo. Eu na sua idade já trabalhava em duas obras pra sustentar a família.
Dei um gole longo na cerveja, olhando direto pra ele, sem sorrisos.
— Trabalho todo dia, seu Roberto. Meu turno é à noite, o senhor sabe. E eu sustento a Leona direitinho, casa quitada, contas em dia, não devo satisfação nenhuma a ninguém.
Ele soltou uma risada seca, cuspindo fumaça.
— Sustenta, é? Com essa sua esmola de motorista de aplicativo? Vagabundo mesmo. Se fosse homem de verdade, teria carteira assinada, plano de saúde, aposentadoria. Mas não, fica ai de boa, enchendo a pança nas custas dos outros.
A Leona, que estava na cozinha, nem escutou, a sogra estava ao lado, lavando louça. Mas o Léo ouviu, ele parou largando o prato na mesa e veio depressa pra varanda, com rosto avermelhado, os olhos brilhando como nunca antes vi na frente da família.
— Pai, para com essa palhaçada! O Nizam não é nenhum vagabundo. Ele trabalha demais, acorda cedo e chega tarde, e ainda ajuda em casa, se precisamos. O senhor vive falando mal dele, mas nunca fala nada bom.
O sogro ergueu as sobrancelhas, meio surpreso. Depois, rindo, balançou a cabeça.
— Olha só, o filhinho da mamãe defendendo o cunhado. Está virando homem, hein? Ou tem medo do "vagabundo" ir embora e parar de trazer cerveja?
Léo cruzou os braços, tremendo um pouco, de raiva.
— Não é por isso. É que o senhor não está certo, o Nizam é bom pra nós. Pra mim tambem. Ele… ele cuida de nós.
O garoto estava ali, plantado diante do pai, me defendose eu fosse o salvador da porra toda. Eu entendi o que ele quis dizer com "cuida da gente". Na mente dele, "cuidar" era eu fodendo ele até ele chorar de alegria, era eu chamando ele de menininha enquanto eu gozava dentro. Só de pensar, meu pau endureceu na calça.
O sogro bufou, esmagou o cigarro no cinzeiro e se levantou.
- Ah, tá, já chega. Vou lá dentro ver o jogo.
Ele entrou, resmungando e batendo a porta da varanda com força. Ficamos só eu e Léo lá fora.
Me aproximei lentamente, coloquei a mão no ombro dele, apertando com delicadeza. Com a voz suave, para que ele ouvisse, encostando a boca quase no ouvido.
- Obrigado por me defender, meu amor. Você foi corajoso pra cacete.
Ele corou na hora, olhando pros lados, receoso de alguém ver.
-Ele não está certo, Nizam... Você é... Você é foda demais
Eu soltei uma risada discreta, a minha mão percorrendo as costas dele, quase chegando à bunda, mas freiei.
— Seu pai vai trampá cedo amanhã, né? Sai às sete, eu passo lá pelas oito. A casa vai tá sós… só você e eu.
Ele engoliu em seco, as pernas bambeando um tantinho.
— Mas… e se a mãe ficar?
— Ela vai pro mercado com a sua irmã. Eu conheço a jogada. — Apertei o ombro dele com mais vontade. — Prepara essa bunda bem direitinho pra mim. Porque depois dessa defesa toda aí, eu vou te comer com vontade. Vou te fazer gritar bem alto pra compensar o pai te chamando de moleque na minha frente.
Léo mordeu o beiço, os olhos brilhando de tesão e vergonha juntos.
— Tá… eu te espero.
Eu dei um tapa levinho na bunda dele, disfarçando como se fosse um empurrão, e me afastei antes que alguém visse.
— Bom menino, se comporte até lá.
Entrei em casa rindo por dentro, o sogro podia me chamar de vagabundo à vontade.
Vagabundo? Acho que sim. Contudo, ele é o vagabundo que o Léo ama ter a rola todo final de semana, não é?

Meu pau já tava meio duro só de imaginar o que ia acontecer. O sogro, seu Roberto, saiu pro trabalho às sete em ponto, eu vi o carro dele virar a esquina quando parei na rua de trás pra não chamar atenção. A sogra tinha ido pro mercado com a Leona, que marcou de encontrar a mãe lá pra comprar umas coisas pro almoço da semana.
A casa tava vazia. Dei duas batidas rápidas. Ele abriu quase na hora, rosto corado, cabelo bagunçado como se tivesse acabado de acordar mas os olhos brilhavam de expectativa. Vestia só uma cueca boxer cinza e uma camiseta velha larga que mal cobria a barriga.
— Entra rápido — ele sussurrou, olhando pros lados.
Eu entrei, tranquei a porta atrás de mim e já puxei ele pela nuca, colando a boca na dele sem dizer nada. Beijo faminto, língua invadindo, mão descendo direto pra apertar aquela bunda macia que eu já conhecia de cor. Ele gemeu na minha boca, corpo mole de tesão, e eu senti ele já duro roçando na minha coxa.
— Cadê todo mundo? — perguntei baixo, mordendo o pescoço dele enquanto andava empurrando ele pelo corredor.
— Pai saiu faz meia hora… mãe e minha irmã foram pro mercado… voltam só lá pelas dez, dez e meia.
Sorri contra a pele dele.
— Então a gente tem tempo. Vamos pro quarto do seu pai.
Ele congelou por um segundo, olhos arregalados.
— No… no quarto deles? Nizam, a cama da minha mãe…
Eu ri baixo, apertando mais forte a bunda dele.
— Exatamente. Quero te foder na cama onde seu velho dorme toda noite. Quero deixar meu cheiro lá, deixar você gozar nos lençóis que ele deita.
Léo engoliu em seco, mas não resistiu. Deixou eu guiar ele escada acima, os degraus rangendo de leve. O quarto do casal ficava no final do corredor: cama de casal grande, cabeceira de madeira escura, colcha florida que a sogra adorava, armário com fotos de família na cômoda.
Cheirava a talco e perfume velho, eu fechei a porta com o calcanhar, empurrei o Léo de costas na cama e subi em cima dele na mesma hora.
Tirei a camiseta dele com pressa, joguei no chão. Desci a cueca junto, deixando ele pelado, exposto, pernas abertas. Ele tava tremendo, pau babando na barriga, olhos fixos nos meus.
— Você é tão putinha… — murmurei, tirando minha própria roupa devagar pra ele ver tudo. — Defendeu o cunhado na frente do pai ontem, e hoje abre as pernas na cama dele, que vadia gostosa.
Ele gemeu só de ouvir as palavras, mãos subindo pros meus ombros.
— Me fode, Nizam… por favor…
Eu cuspi na mão, lubrifiquei ele rápido com os dedos ele já tava relaxado do fim de semana anterior, mas ainda apertado o suficiente pra me fazer urrar de prazer. Posicionei a cabeça na entrada, segurei os quadris dele e entrei de uma vez, devagar no começo, depois fundo até o talo. Ele arqueou as costas, gritou baixo meu nome, unhas cravando nos meus braços.
Comecei a meter forte, ritmado, a cama rangendo alto, rangia mais que a nossa em casa. Cada estocada fazia a cabeceira bater na parede, e eu imaginava o sogro deitado ali toda noite, sem saber que o filho dele tava sendo arrombado exatamente no mesmo lugar.
— Isso, mulherzinha… geme pra mim… — eu falava baixo no ouvido dele. — Imagina se seu pai entrasse agora… veria você de quatro, levando rola do “vagabundo” que ele odeia.
Léo choramingava, empurrando contra mim, pedindo mais.
— Sou sua… só sua… fode mais forte…
Virei ele de bruços, cara no travesseiro da sogra, bunda empinada. Entrei de novo, segurando a cintura fina dele com as duas mãos, batendo com força.
A cama balançava, o colchão afundava, e eu sentia o cheiro da colcha misturado com o suor e o tesão nosso. Gozei primeiro, enchendo ele até transbordar, gemendo rouco no ouvido dele.
Ele gozou logo depois, sem nem encostar na mão, jorrando nos lençóis floridos, tremendo inteiro.
Ficamos ali um minuto, ofegantes, eu ainda dentro dele, abraçando por trás como se fosse minha esposa.
— Agora levanta, mulherzinha. Vamos arrumar isso antes que eles cheguem.
Ele se mexeu devagar, pernas moles, trocamos o lençol manchado por um limpo que tava no armário ele sabia onde ficavam.
Jogamos o sujo na máquina de lavar no quintal, ligamos no ciclo rápido. Arrumei a cama de novo, exatamente como tava, afofando os travesseiros, o quarto voltou a parecer inocente.
Quando saí pela porta dos fundos, dei um último beijo nele na cozinha.
— Da próxima vez, a gente faz na sala de jantar. Ou na cozinha da sua mãe, onde você quiser.
Ele sorriu, envergonhado e feliz ao mesmo tempo.
— Tá bom… mas volta logo.
Eu pisquei e sai, o sogro podia me chamar de vagabundo o quanto quisesse.
Enquanto isso, eu tava marcando território na cama dele. E o Léo? O Léo era minha mulherzinha de verdade.

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Comentários (1)

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  • Puta: Delicia

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