#Estupro #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 14

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Cativo

🔞🔞🔞 Este conto contém dominação forçada se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente!! 🔞🔞🔞🔞

Meu tio também quis aproveitar e colocar alguns piercings em minha tia alegando que ela era uma puta fujona, mas meu dono não quis esperar, me jogou no seu ombro largo dizendo que isso não tinha nada a ver com a gente e fomos pra casa.
•••

O caminho até em casa foi em silêncio, ele me deu banho esfregando meu corpo como se quisesse apagar as mãos do veterinário de mim. A mangueira foi colocada em minha barriga lavando minhas tripas, minha boca também foi lavada com sabão e foi horrível sentir seus dedos cheios de espuma escorregar por minha garganta.

Depois de enxuto foi a hora do óleo, meu corpo já não ardia tanto, só os joelhos, mas os pontos quase me fizeram cair com o ardor, dentro do meu bumbum também foi passado.

Ele sentou na cama e eu com dificuldade fiquei de joelhos entre suas pernas. Suas mãos grandes e calejadas espalhavam o óleo que sobrou nelas em minhas bochechas e era bom, mas logo uma sequência de tapas me atingiu fazendo meu rosto arder muito.

- Você gostou de ter outro pau nessa sua bunda imunda, vadia?

- Não, senhor!

Me apressei em responder tentando não apanhar mais, mas foi inútil. Os tapas desciam fortes e ele continuava fazendo acusações de uma coisa que eu não escolhi e nem tinha a opção de recusar.

- Você gostou de ter dois paus dentro de você daquela vez? Gostou de ter seus dois buracos fudidos ao mesmo tempo?

- Não, senhor! Eu não gostei, por favor.

- Eu disse que você era uma puta sem valor que não podia ver um pau. Gostou de beber a porra de outro?

- Não, meu senhor! Eu não tive escolha. - recebi mais tapas.

- Não teve escolha? E porque abriu esse rabo imundo pra outro pau?

- Por que o meu dono mandou, porque ele quis assim.

- Hum... então me diga quem é seu dono e o que você é.

- O senhor é o meu dono. E... eu... não sou... nada, sou só... um verme... um depósito de... porra que o senhor usa como e quando quiser.

- Parece que minha cadelinha está começando a aprender alguma coisa.

Fui deitado na cama com as pernas pra fora e seu membro foi forçado pra dentro de mim até o fundo sem parar, senti os pontos esticarem.

- Esse corpo inútil é meu e eu faço o que eu quiser, quando seu veterinário vier fazer a revisão daqui a dois dias vai encontrar seu cu arrombado e vazando minha porra. Não importa se os pontos abrirem, ele costura de novo, o que importa é o meu prazer.

Seus movimentos não eram violentos como sempre, mas eram duros fazendo o barulho do guizo ecoar pelo quarto, a pressão nos pontos era grande parecia que ia rasgar a qualquer momento.

- Meu prazer vem da sua dor, da sua humilhação e da sua submissão degradante. Sexo eu pago pra ter na rua, mas com você eu fodo como eu quero, de graça, porque você não vale nada, é só um verme que eu alimento com o lixo que ninguém tem coragem de comer.

Seu tom de voz não combinava com a brutalidade de suas palavras, ninguém jamais deveria ser obrigado a ouvir o que ele me dizia. Resignado eu só aceitava, pois depois de hoje eu entendi que estava completamente a mercê de suas vontades sádicas e ninguém tinha o interesse de me ajudar apenas de se aproveitar da situação.

Meu corpo cansado pela dor foi virado sobre o seu sem desengatar, ele sentou no chão com as costas encostadas na cama, puxou minha pele sem cuidado nenhum expondo o guizo. Meus pés foram colocados sobre suas coxas e ele segurando minha cintura me fazia subir e descer em seu mastro, enquanto ele metia forte de baixo pra cima me causando dor.

- Porra, esse sininho me lembra das cabras fujonas de meu avô, dá um tesão do caralho.

Minhas entranhas eram invadidas com força até o limite, na minha mente eu implorava que aquilo acabasse, meus gemidos de dor aumentavam e isso era combustível para ele.

Fui arrancado de seu mastro com força e puxado pelos cabelos até ficar de joelhos enquanto ele ficava de pé. Minha garganta foi invadida, meu nariz estava encostado em sua virilha sentindo seus pelos.

Ele não se movia só dava pra sentir a pulsação daquele monstro e o ar que já faltava em meus pulmões enquanto ele me encarava com um riso maquiavélico.

Minha garganta contraia buscando ar e era disso que ele gostava, o aperto que massageava seu membro e o sofrimento em meus olhos. Os movimentos começaram me dando míseros segundos para respirar, minha garganta doía muito e eu me agarrava as suas pernas num pedido mudo de clemência.

Seu membro descansou novamente no fundo da minha garganta e quando saiu foi rasgando tudo pelo caminho. Seu gozo atingiu meu rosto vermelho várias vezes quando terminou ele o esfregava em meu rosto e levava pra eu chupar.

- Hoje você vai dormir assim com a cara lavada pela minha porra pra nunca esquecer que seu macho sou eu e que essa sua vida miserável pertence a mim.

Fui levado para a cama e seu membro serpenteou pra dentro de mim ainda pulsando, me lembrei que nem comi nada hoje, mas não sentia vontade só sentia a inconsciência do cansaço me levando.

Minha barriga era pressionada enquanto algo entrava e saia de mim, então a consciência do que de fato acontecia tomou conta de mim, era ele. Tava difícil abrir os olhos com o gozo seco dele prendendo meus cílios, mas ele logo resolveu abrindo meus olhos com seus dedos sem se importar com nada.

Os dois dias se passaram e hoje no final da tarde o veterinário voltaria para a revisão e para colocar os piercings que meu tio encomendou pra minha tia.

Fui jogado em seu ombro e descemos pro estábulo, minha tia já estava deitada na mesa improvisada, meu tio parecia uma criança diante de uma vitrine de doces, super empolgado escolhendo os piercings e dizendo onde os queria quando entramos.

- Eu disse que ele precisava de repouso, olha o cuzinho dele como está esfolado.

- E eu disse que eu faço o que quiser e quando quiser com meu depósito de porra. Acabe logo com isso.

Ele se sentou na cadeira, me jogou no chão e sob o olhar pervertido do veterinário enfiei o rosto em sua virilha cabeluda e comecei a chupar suas bolas. Enquanto fazia o que meu dono queria para demonstrar seu domínio sobre mim ouvia a conversa de meu tio.

Ele dizia que queria colocar piercings em todo lugar e mesmo o veterinário falando dos riscos ele não se importava. E logo começaram.

O primeiro foi no nariz, uma argola pequena e grossa no septo, depois vários foram colocados ao redor de sua boca. Eu só ouvia eles falando e os gemidos abafados dela. A língua dela foi dividida ao meio como a de uma cobra.

Nos bicos dos seus seios foram colocados uma barra grossa com bolas nas pontas que tinham uma pequena corrente ligando uma a outra que segundo ele era pra colocar pesos ou prender. Quanto mais o tempo passava mais seu sofrimento aumentava e eu torcia que aquilo não despertasse o interesse do meu dono.

No umbigo foi colocado uma argola um pouco maior que a do nariz. Então chegaram a sua vagina e bem nesse momento fui sentado em seu pau de onde poderia ver tudo o que aconteceria. A agulha era grande e grossa o que me fez estremecer, mas as mãos dele apertando minha cintura não me permitiam esquecer meu papel naquele lugar.

Eu subia e descia em seu mastro com meus pés em suas coxas me deixando bem aberto para aqueles dois pervertidos que sempre me olhavam enquanto o guizo fazia seu barulho constrangedor.

Minha tia foi aberta e com uma tesoura estranha o lábio de sua vagina foi preso e furado imediatamente, ela gritava desesperada e meu tio brincava com os piercings recém colocados em seus seios.

E sem demora o primeiro lado estava cheio de grossas argolas de aço e então passou pro outro lado e mais outros iguais foram colocados do início até o final dos lábios estavam preenchidos por aquelas argolas.

Ele desceu até bem próximo da entrada do seu cuzinho e prendeu a tesoura já transpassando a agulha e uma meia lua grossa com bolas grandes nas pontas foi colocada ali. Ele falava sobre como aquela era versátil, pois se virasse seria possível colocar uma bola dentro do cu e na hora de penetrar ficava mais gostoso.

A melhor hora para eles havia chegado, o clitóris. Dava pra ver seu corpo tremer sobre a mesa enquanto eu continuava sendo penetrado com muita violência dessa vez, os pontos ardiam esticados e meu interior parecia está sendo rasgado.

A tesoura pinçou seu clitóris e uma agulha mais grossa o atravessou fazendo seus gritos ecoarem pelo estábulo. Uma argola maior e mais grossa que as outras foi forçada por sua carne trêmula e fechada como uma sentença, novamente seu clitóris foi pinçado, agora era na ponta, onde uma agulha mais fina perfurou e uma argola bem pequena foi colocada com um guizo igual ao meu pendurado.

Tudo estava feito como ele planejou, seu corpo marcado para sempre. O veterinário explicava como usar os piercings para trazer mais dor e humilhação, enquanto meu dono explodia dentro de mim.

Meu tio agradecia feliz e sem nenhum pudor ofereceu minha tia para ser usada como ele quisesse em forma de pagamento. E ele aceitou.

Ele lambeu e mordeu seu corpo inteiro puxando cada piercing como se quisesse comprovar que estavam bem presos. A sua boca foi esticada ao redor daquele pênis curvado fazendo alguns filetes de sangue surgir.

Mas ninguém se importava, seu pênis babado foi esfregado sobre as argolas de sua vagina e enquanto ele a penetrava meu tio puxava a que prendia seu clitóris e pelo impacto o guizo não parava de tilintar.

Depois de um tempo ele chamou meu tio e virou o que estava na entrada de seu cu e puxou para a bola entrar e a penetrou de uma vez.

- Isso é maravilhoso, você vai gostar! Posso jogar dentro?

- Pode, eu não me importo.

E assim ele fez urrando como um animal gozou até vazar. Sem demora ela foi jogada no chão e eu fui colocado no seu lugar, meu olhar de desespero encarava meu dono por medo de ser furado daquela forma, mas ele nem me olhou.

Fui examinado enquanto seu gozo grosso saia de mim deixando o veterinário indignado.

- Sabia que ele pode ter uma infecção por causa disso? E se os pontos abrirem vais ficar uma cicatriz feia.

- Eu não me importo! Já terminou?

- Apesar de sua irresponsabilidade está tudo bem, eu volto daqui a 5 dias para tirar os pontos. Continue com o medicamento até lá.

Sem agradecer ou se despedir ele me pegou pela cintura como um saco de batata e voltou pra casa. Os dias foram passando, tirei os pontos sem problemas, a cicatriz ficou fininha, não sentir minhas bolinhas me dava um sentimento estranho.

Eu me olhava no espelho e não me reconhecia, meu corpo inteiro tinha marcas de formas e cores variadas, meu pinto desapareceu restando apenas o guizo em meio a pele e minhas bolinhas não existiam mais, o lugar estava liso como se nunca tivesse sido ocupado antes.

Hoje meu tio partiu cedo pra buscar sua nova esposa, ele andava zangado com a demora, acho que aconteceu alguma coisa, e descontava tudo na minha tia que vivia com aquele monte de piercings que ele ainda enchia de pesos.

Mas pelo menos seu corpo não tinha mais ferimentos apenas marcas de seus dedos e dos cintos e chicotes. Ela também não estava mais tão magra, mas estava lá na sala pendurada no teto pelas mãos e as pernas bem abertas afastadas por um bastão preso aos seus tornozelos.

Dava pena vê-la assim, seus seios estavam amarrados com uma corda fina tão apertada que deixava eles bem duros e escuros, as argolas dos bicos pareciam que iam rasgar. A argola do seu nariz estava presa por uma linha vermelha a do umbigo o que a impedia de levantar a cabeça.

No seu clitóris tinha uma pequena e pesada peça da oficina que deixava ele bem esticado e como ele sempre fazia isso ele já estava bem grande e flácido. As outras argolas de seus lábios estavam presas por correntes finas que estavam presas em suas coxas deixando sua vagina muito aberta.

Na meia lua de seu cuzinho também tinha um alicate pendurado. Ele chegará agora a noite e a ordem é não dar nada a ela até ele chegar.

Já passava das 21h quando meu tio entrou em casa seguido por uma menina um pouco maior que eu, magra, com cabelos lisos até a cintura vestida num vestidinho florido que destacava sua pele clara.

Ela estava visivelmente assustada, mas não parecia machucada. Quando ela entrou de fato na sala e me viu pelado mamando o meu dono e minha tia pendurada daquele jeito na sala, o horror transformou seu semblante e ela correu, mas foi pega pelos cabelos e jogada aos pés de minha tia.

- Quem você pensa que é pra tentar fugir de mim, sua puta?

- Eu não vou trabalhar numa casa dessa, me deixa voltar pra casa, moço?

Ela respondeu assustada se afastando do corpo inerte pendurado. Ele a pegou pelos cabelos e rasgou seu vestido e calcinha expondo seu corpo miúdo, não sei se ela tinha a minha idade já, mas em sua barriga tinha uma cicatriz.

- Você não tem querer sua vagabunda! Aqui agora é a sua casa, você é minha pra fazer o que quiser porque eu comprei você daquela velha miserável. E a partir de agora você me chama de "Senhor, meu marido".

Ele colocou a menina com as costas em seu abdômen tamanha era a diferença de altura, segurou seu maxilar com força a fazendo encarar o estado da mulher pendurada.

- Você está aqui pra substituir esse trapo velho que pensou que podia fugir de mim e veja como ela ficou. Continue resistindo e seu fim será pior que o dela.

A menina estava em choque chorando e tentando tampar o corpo com suas pequenas mãos.

- Eu paguei por você e ainda paguei pra castrarem você porque dos filhos dessa daí só esse me dá orgulho. Ele falou virando pra nós, eu estava empalado em seu colo rebolando e morrendo de vergonha da forma horrorizada que aquela menina me olhava.

- Tá vendo essa cicatriz aqui? Esse é o sinal de que você está seca, nunca vai gerar um inútil nessa barriga. Nunca vai me negar porque nunca vai saber o que é ter coisa de mulher.

Incrédula ela chorava olhando para todos na sala e imaginando que devia estar 0entrando num filme de horrores.

Ele colocou a menina ajoelhada ao lado de sua poltrona e já com a garrafa de sua ruivinha na mão liberou minha tia fazendo seu corpo desabar no chão. Seus gemidos eram baixos devido a dor da imobilização.

Com agilidade ele tirou o cinto de couro da cintura e bateu nela marcando todo seu corpo imóvel, só se ouvia os gemidos e gritos abafados enquanto a menina tampava a boca com as mãos.

Ele tirou sua roupa, sentou na poltrona puxando sua nova esposa pro seu colo. Suas mãos percorriam seu corpo enquanto ela se encolhia, mas ele continuava com o cinto que repousava em sua coxa esquerda como um aviso.

- Aquela velha garantiu que você é virgem de tudo, isso é verdade?

Ela assentiu com a cabeça sem olhar para ele que continuava com sua inspeção abrindo as pernas dela pra ver suas partes a deixando de ponta cabeça. Sua língua nojenta passou pela sua inocência sem que ela pudesse fazer nada.

- O gosto da pureza que eu vou arrancar. Fechadinha como uma flor quando eu acabar vai caber uma mão aqui dentro.

Ele chupou a menina forçando seu dedo, mas sem penetrar de fato, pois ele queria machucar o máximo possível com seu membro deformado. Seus peitinhos pontudos foram chupados, mordidos e beliscados com um prazer doentio a fazendo chorar.

- Vou te ensinar como me satisfazer sem frescura pra não acabar como aquela puta desobediente.

Seu corpo trêmulo foi empurrado pro chão e sua cabeça puxada pra sua virilha suada do dia na estrada.

- Lamba e chupe minhas bolas.

Nada aconteceu e os tapas ecoavam na sala. A coitada tentava se esquivar como podia, mas podia muito pouco.

- Venha aqui trapo!

Lentamente minha tia se moveu indo até eles rastejando com dificuldade, pois ela ainda estava com as mãos e pés amarrados.

- Ensine a minha nova esposa como eu gosto que me chupe.

Sem hesitação ela começou a lamber suas bolas passando sua língua bipartida até seu morango que brilhava de tanto pré gozo, chupava cada bola e depois as duas juntas e parou esperando que a outra fizesse sua parte, mas ela não se mecheu.

- Faça, vadia!

O cinto já estava em sua mão demonstrando sua pressa e ele não esperou mais, bateu com tanta força na coitada que ela se urinou e teve seu rosto enfiado em sua virilha novamente e dessa vez ela fez o esperado e ele gemia como um porco.

- Meu filho que sabe das coisas, a dor ensina melhor que qualquer puta, filhão.

Depois de um tempo ela foi colocada com uma perna em cada lado do seu pescoço e a boca enfiada em seu monstro. Ela engasgava até seu nó enquanto ele a chupava com barulhos nojentos, até que num descuido ele a forçou até seu rosto se enterrar em sua virilha e sua garganta ser alargada cheia da sua carne.

A coitada se debatia sem ar e ele a chupava com tanta força que fazia ploc quando soltava. Segurando seus cabelos claros em sua mão começou a foder sua garganta sem dar muito tempo para regular a respiração.

Ele a colocou em seu colo com as pernas abertas sobre os braços da poltrona beliscando seus peitinhos com uma mão e com a outra massageava seu minúsculo clitóris a fazendo se contorcer em seu colo lambendo seu pescoço e sua orelha. Sem que ela percebesse aquela aberração foi encaixada em sua entradinha e seu corpo empurrado pra baixo.

Ela gritava e esperneava tentando se livrar do invasor, mas era impossível, um fio de sangue escorria em seu pau e o nó ainda nem tinha entrado.

- Sshhiiii, calma a primeira vez é assim mesmo, pequena.

Ele voltou a massagear sua intimidade e ela foi se acalmando em meio aos soluços. Devagar ele a suspendia e abaixava até que num solavanco seu nó encontrou sua nova morada.

A dor foi tão dilacerante que ela não teve reação, apenas desmaiou e ele aproveitou pra meter com força. Aquilo era um crime, uma menina tão pequena sendo deflorada por um gigante deformado sem um pingo de cuidado ou respeito.

Seu despertar foi assustado, pendurada no ar balançando enquanto era penetrada profundamente com violência. Ela gritou, implorou, mas nada fazia ele sequer diminuir a velocidade das estocadas.

Um tempo depois ele voltou a sentar na poltrona girando o corpo dela e a beijou, sua língua ia fundo em sua garganta e seu corpo era apertado de todas as formas, seu dedo encontrou o caminho de seu cu e outra vez não houve escapatória entrou até o talo.

De pé entre suas pernas a pobre criatura mal se sustentava, seu corpo foi virado ele cuspiu em seu monstro e encaixou no cuzinho virgem e a fez escorregar até travar no nó. O corpo miúdo convulcionava sem forças para reagir.

Como um objeto de prazer seu corpo foi erguido várias vezes até encaixar por completo naquela deformação. Seu grito de dor e lamento cortou meu coração, mas para ele aquilo era puro prazer.

O corpo inerte foi jogado pra frente pendendo sobre suas pernas, sua cintura agarrada com brutalidade e as estocadas começaram fortes e cadenciadas. De pé ele se retirava quase completamente e entrava até o fim chacoalhando o corpo indefeso no ar.

A coitada desmaiava e voltava e seu corpo ainda estava sendo profanado, por fim seu gozo veio a enchendo até vazar. Ele se sentou abracou as pernas dela junto com seu corpo a deixando bem exposta.

- Pano de chão, limpe tudo!

Minha tia se aproximou e começou a lamber aquela mistura de sangue, gozo e cocô enquanto ele beijava sua nova esposa. Seu membro amoleceu e saiu liberando mais daquela mistura imunda e logo os dois estavam completamente limpos.

- Amanhã ensine ela a se limpar e a partir de hoje sua função aqui vai ser cuidar da casa como uma empregada e limpar minha porra onde quer que ela esteja.

O corpo amolecido em seu colo olhava minha tia e eu como se fossemos iguais agora, como se só depois de todo esse horror sua mente tivesse processado nossas sentenças.

- Quer experimentar, filho! É uma delícia, apertadinha.

- Não!

- Então eu vou terminar minha lua de mel no meu quarto. Vamos, trapo.

Assim que eles subiram as escadas fui colocado de frente pra ele ainda empalado, minhas pernas foram colocadas esticadas sobre seu peitoral enquanto meus braços foram segurados cruzados em minhas costas. Ele estava tão profundo dentro de mim.

De pé seus movimentos eram implacáveis dentro de mim, duros e profundos e agora era minha vez de ganir. Parece que o tesão que ele segurou essa 9noite explodia agora. Ele montou em mim no sofá quase me partindo ao meio e me encheu com seu gozo.

- Se eu sonhar que você trocou uma palavra sequer com a nova puta do meu pai eu arranco sua língua.

Ele falou segurando forte o meu cabelo e depois saiu de dentro de mim. Fomos pro quarto ouvindo as súplicas daquela pobre menina que implorava pra não ser mais penetrada hoje, mas pelo barulho não teve sucesso.

30 dias do início do meu tratamento já tinha passado, eu começava a ganhar peso, meu cabelo estava maior e mais bonito e minha pele também. Meus peitinhos estavam um pouco maiores e bem pontudinhos.

As comidas continuavam ruins, como ele fazia questão de dizer eu comia o que ninguém queria, cascas de legumes que a dona do restaurante ia jogar fora e as partes das carnes que ela não podia oferecer para os clientes como os pés de galinhas, cabeça e rabo de peixe e no açougue ele pegava as ossadas que iriam pro lixo bem como algumas partes que já não serviam mais para serem vendidas como as vísceras.

Juntando a isso tudo tinha a farinha de cuscuz e de mandioca que eram a base da minha dieta, seu sêmem que sempre complementava meu café da manhã junto com os ovos crus que eu tinha que beber e seu xixi.

Ele continuava judiando de mim, sempre que se aborrecia na escola ou oficina era em mim que descarregava sua raiva e agora ainda tinha o novo galpão que eles estavam construindo ao lado da oficina que fazia ele ficar mais tempo longe, mas quando voltava eu sofria.

Minha tia sofria pra limpar a casa toda sozinha, ainda fazer nossa comida e só comer o que sobrasse. Nem eu nem a nova esposa do pai do meu dono, não podia mais chamar ele de tio, pedíamos conversar com ela ou ajudar com qualquer coisa.

Hoje ele chegou animado mal entrou no quarto e já foi mandando eu pegar a caixinha de choque e deixar sobre a mesinha. Depois do banho, de sua mochila, ele tirou uns tubos de ferros finos e grossos e uns grampos. Eu não estava entendendo nada, mas sabia que ia sofrer.

Ele pegou a fita e me imobilizou como da primeira vez, primeiro meus braços deixando minhas mãos sobre meus ombros depois fez o mesmo com as pernas, elas foram imobilizadas deixando meu calcanhar perto do meu bumbum. Fui jogado no chão de quatro dando voltas pra ele ver.

Seu membro foi balançado pela boca da bermuda e logo fui chupar, mas antes um grampo daquele foi colocado em minha língua. Dificultava um pouco já que a língua estava puxada pra fora e a saliva escorria até meu pinto.

Fui deitado na cama e em cada mamilo foi preso um grampo que apertava muito, no meu pinto foi enfiado uma haste de aço e ardeu como um inferno e quando ele forçava pra entrar mais cutucava algo dentro de minha barriga que doía muito. No meu bumbum foi colocada uma haste mais grossa e longa.

Em cada um deles ele prendeu um fio de cor diferente e conectou na caixinha. Eu já sabia o que ia acontecer, lembranças da última vez inundavam a minha mente, mas dessa vez eu estava ainda mais indefeso.

Choques rápidos e fracos percorriam meu corpo de forma alternada, mas isso logo mudou e gradativamente foram aumentando a intensidade e a duração. Eu queria pedir pra parar, mas minha língua não me obedecia por causa dos choques.

Não tinha um lugar que estivesse sendo atingido que não fosse agonizante, meu pinto encharcado de saliva e ainda com o guizo estava me matando a cada descarga elétrica, meu cuzinho fritava profundamente e nem me mecher eu conseguia naquela posição.

A satisfação em seu semblante era nítida, seu sadismo aumentava a cada dia e ele não se importava nem um pouco. Fui colocado de quatro com os braços ainda presos, mas abertos ficando com o rosto enterrado no travesseiro e minhas pernas bem abertas.

Os choques voltaram mais intensos e generalizados qualquer movimento que eu fizesse a haste do meu pinto entrava mais e a sensação era infinitamente pior. A haste do bumbum pesava dentro de mim fazendo doer mais e eu ainda sufocava no travesseiro.

Vez ou outra meu rosto era levantado me deixando respirar rapidamente. Fui atingido por uma onda de choques tão intensa que pensei que morreria. Minhas pernas foram fechadas e fui montado, ainda com a haste dentro de mim, com uma brutalidade que poucas vezes vi dessa forma.

Sua mão mexia aquela barra de aço dentro de mim revirando meus órgãos enquanto seu cogumelo desbravava minhas entranhas e eu mal respirava quando ele gozou saiu logo de dentro de mim, outra onda de choques me atingiu e eu apaguei.

Passei uns dias sentindo uma ardência quando fazia xixi, mas logo passou. Hoje faz um mês que a madrasta de meu dono veio morar com ele e nós vamos descer pra jantar. Na verdade ele sempre desce, eu que vivo preso aqui no quarto.

Apesar das marcas recentes de cinto em suas costas e bumbum parece que ela está se adaptando a ele melhor do que eu esperava.

Os beijos e carinhos explícitos demonstram isso apesar da grosseria dele. Ela se esforça pra agradar na esperança de não ser punida, fala baixo, sempre pede permissão e atende qualquer ordem imediatamente.

Mas esses pervertidos nunca estão satisfeitos enquanto ela massageava sua aberração sentada em seu colo ele apertava seu clitóris até ela guinchar, e ele conversava com o filho como se tudo isso fosse digno de uma família de comercial de margarina.

Eu estava deitado aos seus pés como uma boa cadelinha aguardando o meu jantar e pedindo aos céus pra não ser torturado hoje.

Minha tia cozinhava muito bem, mas ela estava proibida de colocar qualquer tipo de tempero e até mesmo sal na minha comida.

A comida foi servida, para eles pernil de porco assado com batatas, arroz, salada e farofa, para mim bucho, tripa e orelha de porco num caldo ralo e gorduroso. Uma revolta cresceu dentro de mim em ver um alimentando o outro com tanta intimidade e eu que sou seu primo tratado pior do que um cão sarnento. Não comi.

- Minha cadelinha não quer comer.

Ele afirmava olhando pra mim com aquela cara de raiva pela desobediência misturada com satisfação pelo que viria. Fui agarrado pelos cabelos e puxado pro meio de suas pernas.

- Minha cadelinha não gostou do cardápio de hoje? Diga pro seu dono.

- Por que só eu que tenho que comer comida de cachorro enquanto todo mundo come comida gostosa. Eu quero comer como antes no seu colo igual a ela.

Falei choroso sentindo seu aperto ficar mais forte e sua feição ainda mais sombria.

- Então o vermezinho está com ciúmes? Você esqueceu que você não merece nada? Que isso que você come é mais do que você merece? E ainda tem a cara de pau de exigir e escolher o que quer comer. Hoje você vai aprender uma lição.

Ele pegou os pedaços de tripa e bucho e enfiou na minha boca empurrando garganta abaixo com seus dedos me engasgando, mas ele não ligava. O cocho estava cheio e ele já tinha me feito engolir metade quando ele parou e eu podia ouvir o barulho dos talheres como se nada estivesse acontecendo.

Ele me sentou em seu colo com as costas em seu peitoral, meu rosto estava sujo de gordura e saliva. Ele me empurrou fazendo eu colocar as mãos no chão pra não bater meu rosto e meu bumbum ficou suspenso.

- Agora você vai comer pelo rabo pra aprender que você não vale nada. Você vale menos que essa coisa imunda que foi tirada do lixo pra encher sua barriga.

Ele enfiava os pedaços em meu bumbum empurrando com os dedos, mas sua força era tão bruta que com a ajuda da gordura logo sua mão estava dentro da minha barriga.

As orelhas foram depositadas bem lá no fundo, depois que tudo foi empurrado pra dentro de mim ele socava seu punho com força como se quisesse esmagar minha desobediência. Fui erguido no ar e escorreguei até a metade de seu antebraço musculoso.

Parecia que ia me rasgar, sua mão aberta podia ser vista empurrando bem acima do meu umbigo chegando a estufar. E cada vez que seu punho se movimentava dentro de mim os pedaços colocados lá dentro caiam no chão.

Fui colocado no chão e obrigado a comer os pedaços que tinham caído enquanto sua mão vasculhava minhas entranhas em busca dos outros para que eu pudesse comer também, por fim ele enfiou a orelha na minha boca e a ânsia veio com força, mas consegui controlar.

Eu chorava compulsivamente, essa foi a pior humilhação que ele já me fez na frente das outras pessoas eu me sentia um lixo, um nada mesmo, mas ele ainda não tinha acabado sua demonstração de poder sobre mim.

Recebi um chute na barriga e cai deitado sem ar com seu pé enorme ele me empurrou e pisou no meu estômago quando eu abri a boca seus quatro dedos entraram direto pra minha garganta.

- Você não merece nem o lixo, vomite tudo.

Sua mão esquerda segurava meus cabelos como se fosse arrancar meu couro cabeludo enquanto a direita forçava minha garganta e logo vomitei, mas ele continuava a forçar até que nada saía de mim além das lágrimas.

Caí com a cara no vômito, mas eu nem me importava mais eu estava acabado, sem dignidade nenhuma. Ele lavou as mãos e sentou para jantar como se nada tivesse acontecido enquanto eu agonizava sobre meu próprio vômito.

Todos saíram da cozinha restando somente eu e minha tia que me levou pros fundos, me deu um banho de mangueira e depois me abraçou até eu dormir. De manhã acordei sozinho na cama sem saber como fui parar lá.

Meio-dia ouvi seu assobio e desci ainda anestesiado dos acontecimentos de ontem, ele tinha um pote tipo de sorvete nas mãos e me olhava com divertimento.

- Já que você está tão exigente hoje eu trouxe uma iguaria para o almoço da minha cadelinha. Senta aqui!

Ele se sentou e me colocou no colo com um cuidado exagerado zombando de mim. Ele alisou meu corpo suavemente, chupou meus peitinhos mordendo devagar. Eu já estava amolecido em seus braços quando ele abriu o pote e eu vi o que tinha dentro.

- Hoje você vai comer sua espécie, deu trabalho conseguir esses vermes de pesca no rio. Agora abra a boquinha que eu vou te alimentar como você queria.

Abri a boca sem esboçar nenhuma reação, ele pegou um verme grande e ficou passando em minha língua depois soltou ele dentro de minha boca. O bicho se debatia me causando ânsia, mas permaneci quieto. Ele voltou a pegá-lo e deixou só a pontinha.

- Chupe, mas não engula ainda, cadelinha ciumenta.

Chupei devagar até o verme estar em minha boca novamente. Ele encheu a mão com os vermes grandes e jogou dentro do meu cocho aos seus pés e fez sinal pra eu sair.

Mais uma vez eu estava sendo subjugado e reduzido a menos que um verme, meu peito se encheu de ira e antes que eu pudesse pensar peguei o garfo que estava no prato dele e virei enfiando no seu ombro o que era pro seu pescoço.

- Eu te odeio, eu quero que você morra! - eu gritava desesperado.

Depois disso, tudo passou diante de mim como um borrão, fui arremessado no chão e meu corpo foi atingido por socos e pontapés enquanto todos assistiam sem fazer nada até que a escuridão me levou.

Acordei no outro dia meu rosto estava tão roxo e inchado que meus olhos mal se abriram, meu corpo doía como se um caminhão tivesse passado por cima de mim. E minhas mãos estavam enfaixadas em punho, não tinha nenhum movimento e por isso doíam.

As lágrimas desciam, mas eu não sentia nada além da dor, meu peito estava vazio, sem esperanças. Eu não me mexi fiquei olhando pro nada embassado pelos meus olhos inchados até que ouvi a sua voz vindo da direção de onde ficava a cadeira.

- O preço pela sua ousadia é ficar sem suas mãos, pra você aprender a nunca mais me desafiar, sua puta burra.

Continuei quieto, não tinha forças e nem disposição para responder e se ele me batesse de novo eu não iria sobreviver. Então me perdi em meus pensamentos, comecei a imaginar uma vida completamente fantasiosa onde eu era um ser completamente livre que vivia na natureza.

Não sei quanto tempo permaneci assim, até que fui arrancado da minha imaginação por seu mastro me rasgando, mas não soltei um gemido sequer. Seus polegares cravaram em minha cintura enquanto seus dedos longos e grossos pressionavam acima do meu umbigo onde ele batia me causando dor.

Ele estava disposto a me machucar ainda mais, seus movimentos brutos e fundos cavavam dentro de mim com fúria, mas eu permaneci imóvel, não resisti, não implorei, nada. E como resposta a minha inércia seu aperto e seus movimentos aumentavam até que ele gozou permanecendo dentro de mim até amanhecer.

Uma semana se passou meu rosto ainda tinha marcas roxas assim como meu corpo, mas já tinha desinchado. Eu já andava pelo quarto e assim como eu ele não falava uma palavra só abusava de mim quando queria. A essa altura eu já nem sentia mais as minhas mãos.

Eu sabia que se continuasse assim elas iriam atrofiar então na hora do banho fui mordendo a fita até arrancar tudo. Doeu muito movimentar os dedos já endurecidos, mas com muito esforço consegui esticá-los. Eu sabia que seria punido por isso, mas não me importava mais.

Continua...

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Comentários (4)

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  • Beto carreiro: Guimarães Rosa devia ler isso para aprender a escrever

    Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9
  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • AnonimoPirituba: Seria legal, ter vingança dos dois contra eles

    Responder↴ • uid:h5i701ehl
  • Bobkevin06: Cara na boa, quando vai terminar está história? Realmente tem um final?

    Responder↴ • uid:h5i9lgxic