Papai chegou bem na hora e.... Flagrou eu e meu primo fazendo boquete.
Era pra ser só uma noite quente e secreta entre eu e meu primo, mas quando meu pai abriu a porta do quarto e nos pegou no flagra, tudo mudou de uma vez. O que começou como um tesão escondido virou a maior putaria da minha vida, com ele entrando na jogada, dominando a cama, o cu do meu primo e, no final, deixando claro que eu seria o próximo. Se você curte macho experiente tomando o controle, garotos se entregando sem vergonha e detalhes bem sujos de dor, prazer e gozo escorrendo, fica até o final… porque as próximas aventuras vão ficar ainda mais pesadas.
Eu tava deitado na minha cama em Casa Amarela, naquele sobradinho apertado na Rua da Hora, ouvindo os gemidos roucos vindo do quarto dos meus pais. Minha mãe cavalgando meu pai como se não tivesse amanhã, a cama batendo na parede, os “ai, caralho” dela misturados com os grunhidos graves dele. Quando ele gozou, aquele urro de macho satisfeito atravessou a parede fina e entrou direto no meu pau. Fechei os olhos e imaginei ele metendo naquele mesmo ritmo em alguém mais apertado, mais jovem… talvez em mim.
Do meu lado, o Lucas — meu primo de 19 anos, magrelo, bundinha empinada e cara de safado — já tava com a mão dentro da minha cueca, apertando meu pau duro enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Mano, teu pai fode gostoso pra cacete, né? Aposto que ele mete até o talo e não tem dó.
— Cala a boca, seu viado — eu ri baixo, mas já tava louco de tesão. — Se ele soubesse que a gente tá aqui se pegando…
— Se soubesse, vinha aqui e metia na gente dois. Eu deixava, e tu?
Eu não respondi com palavras. Só puxei a cabeça dele pra baixo e enfiei meu pau na boca quente dele. Ele chupava com vontade, babando tudo, fazendo barulho de sucção que eu tentava abafar com o travesseiro. Aí o chuveiro do banheiro ligou. Meu pai tomando banho depois de foder minha mãe. O coração disparou. Lucas levantou a cabeça, saliva escorrendo no queixo.
— Vai atrás dele agora — ele provocou. — Chupa ele no box, vai.
— Tá louco? Ele me mata.
— Então deixa eu te mostrar como se faz.
Ele voltou a me chupar, mais forte, enfiando até a garganta. Eu gemia baixo, perdido, quando ouvi o chuveiro desligar. Passos. Silêncio. E de repente a porta do meu quarto rangeu.
Meu pai apareceu ali, só de toalha na cintura, corpo ainda molhado, cheiro de sabonete misturado com macho suado. Peito largo, pelos pretos descendo até a barriga definida, pau já marcando volume na toalha. Ele ficou parado, olhando a cena: eu deitado de barriga pra cima, Lucas com a boca cheia do meu pau, os dois pelados e suados.
Ninguém falou nada por uns segundos. Meu coração queria sair pela boca. Achei que ia levar esporro, cinto, qualquer coisa. Mas ele só deu um sorrisinho de lado, daqueles que dizem “eu sabia”.
— Tá aprendendo direitinho, é? — voz grave, rouca de quem acabou de gozar.
Lucas tirou a boca devagar, o pau escapando com um estalo molhado. Ele olhou pro tio com cara de menino pego no flagra, mas com tesão nos olhos.
Meu pai deixou a toalha cair. O pau dele pulou pra fora, grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando, rodeado de uma mata preta densa. Maior que o meu, mais grosso, mais pesado. Eu já tinha visto ele de sunga na praia de Boa Viagem, mas nunca assim, duro, apontando pra gente.
Ele deu dois passos, chegou perto da cama. Passou a mão no cabelo do Lucas, carinhoso, mas com autoridade.
— Abre a boca, moleque.
Lucas obedeceu na hora. Meu pai segurou a nuca dele e guiou o pau até os lábios entreabertos. O garoto engoliu o máximo que conseguiu, uns 15 cm de uma vez, engasgando um pouco. Meu pai gemeu baixo.
— Isso… chupa direitinho o pau do teu tio.
Eu fiquei olhando, babando, pau latejando sem ninguém tocar. Meu pai olhou pra mim enquanto o Lucas mamava.
— E tu, filhote? Tá gostando de ver teu primo engolindo o que tu queria?
Eu só consegui assentir, mão já no meu próprio pau, batendo devagar.
Ele tirou o pau da boca do Lucas, babado, brilhando de saliva. Deu um tapinha na bochecha do garoto.
— De quatro. Empina essa bundinha pra mim.
Lucas virou rápido, joelhos na cama, rosto no travesseiro, rabo empinado. Meu pai cuspiu na mão, passou no cuzinho rosa e apertado do moleque, depois esfregou a cabeça do próprio pau ali. Lucas tremia.
— Relaxa, garoto… vai doer um pouco no começo, mas tu vai implorar por mais.
Ele empurrou devagar. A cabecinha entrou, Lucas soltou um “ai, porra!” abafado no travesseiro. Meu pai segurou firme as nádegas dele, abriu mais, e foi enfiando. Centímetro por centímetro. O cu do Lucas esticava, vermelho, pulsando em volta do pauzão. Quando chegou na metade, Lucas deu um grito rouco.
— Tá doendo, tio… tá muito grosso…
— Shhh… aguenta, filhinho. Papai vai te arrombar direitinho.
Meu pai meteu até o talo com um impulso firme. Lucas choramingou, corpo tremendo, mas empinando mais, como se pedisse. Meu pai começou a bombear devagar, depois mais rápido. O barulho molhado, a carne batendo na carne, os gemidos abafados. Eu me masturbava olhando tudo, sentindo o pré-gozo escorrer pelos dedos.
— Chama de papai — meu pai rosnou, mordendo a orelha do garoto.
— Papai… ai, papai… mete mais fundo…
Meu pai acelerou, suando, barriga batendo na bunda do Lucas. Os ovos peludos dele chicoteavam contra o saco do moleque. De repente ele parou, pau todo dentro, e soltou um peido alto, quente, que ecoou no quarto. Lucas riu entre gemidos.
— Tá sentindo o cheiro do macho que tá te comendo?
— Tô… tô sentindo tudo…
Meu pai voltou a meter com força, grunhindo. Eu não aguentei: gozei forte, jatos quentes batendo no meu peito, enquanto via meu pai foder meu primo na minha cama.
Ele segurou a cintura do Lucas com as duas mãos e meteu mais umas dez vezes, bem fundo. Então rugiu:
— Toma, caralho! Toma tudo!
Gozo grosso enchendo o cu do garoto. Dá pra ver o excesso escorrendo pelas coxas dele, branco e viscoso. Meu pai saiu devagar, pau ainda duro, pingando. Deu um tapa leve na bunda arrombada do Lucas.
— Delícia de cu, moleque. Nosso segredinho, hein?
Lucas só balançava a cabeça, zonzo, cu piscando, esperma escorrendo. Meu pai olhou pra mim, pau ainda meia-bomba, sorrindo.
— E tu, filhote… na próxima tu entra no lugar dele. Prepara esse cuzinho, porque eu vou querer te comer do mesmo jeito.
Ele enrolou a toalha e saiu pro banheiro de novo, deixando o cheiro de sexo, suor e macho no ar.
Eu e o Lucas ficamos ali, abraçados, sujos, ofegantes. Ele sussurrou no meu ouvido:
— Mano… teu pai fode pra caralho. Da próxima vez eu quero ver ele te arrombando.
Eu sorri, já imaginando. Porque agora eu sabia: isso não ia parar. E a próxima aventura ia ser comigo de quatro, sentindo esse pauzão me abrir, me dominar, me fazer gemer igual ou mais alto que o Lucas.
Se você ficou com tesão e quer saber como foi a vez que meu pai me pegou de jeito, como ele me fez implorar, como ele gozou dentro de mim enquanto eu chamava de papai… me segue nas próximas postagens.
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Comenta aí embaixo: tu queria estar no lugar do Lucas ou no meu? 😈
Continua…
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