Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 5
Sexta chuvosa daquelas que ninguém quer sair. Mas já tinha tudo bolado, Leona tava na pilha porque a prima Carol chamou geral pra um churras na cidade vizinha, umas duas horas dirigindo. A sogra não parava de falar desde segunda, e o sogro mesmo zoando que festa de mulher não era pra ele, já tinha dito que ia. O Léo, tadinho, também tava convidado, mas eu sabia que ia dar um jeito de escapar e eu ia dar uma força.
Cheguei lá pelas cinco, com uma sacola do mercado cerveja, uns petiscos, refri, pra disfarçar que era só pra ajudar no lanche. Leona abriu a porta felizona, me deu um beijo e já saiu correndo pra arrumar as coisas.
— Que bom que você veio! Minha mãe tá pirando porque acha que o Léo vai ficar sozinho de novo. Ele tá falando que não quer ir, que tá com dor de cabeça…
Entrei, abracei a sogra que tava na cozinha embalando bolo pra levar, e mandei um salve alto pra todo mundo ouvir
— Dor de cabeça? Deixa o guri descansar, dona. Eu fico aqui com ele, a viagem é longa, chovendo… melhor ele ficar em casa. Eu cuido dele, igual da outra vez.
A sogra parou, me olhou com aquela cara
— Ai, você é um anjo mesmo. O Léo é tão fraquinho… não gosto de deixar ele sozinho. Se você ficar, fico mais tranquila.
O sogro resmungou da sala, já com a camisa toda torta de tanta pressa:
— Lá vem você de babá de novo. Mas beleza, fica ai, só não deixa ele fazer besteira.
Dei um sorriso por dentro. Babá, é? Pois o babá ia levar o filho dele pra bem longe dali em menos de uma hora.
Léo apareceu no corredor, pagando de doente: mão na testa, olhar caído, voz fraca.
— Mãe, tô mal… não aguento duas horas no carro.
A mãe dele já foi logo apalpando a testa dele, preocupada.
— Tá quente mesmo… deve ser virose. Fica, meu filho, o Nizam fica com você, toma uma sopa, um remédio. Amanhã a gente volta cedo.
Pisquei pro Léo por trás da sogra, e ele ficou vermelho na hora, mas segurou a onda. Enquanto eles terminavam de carregar as coisas no carro, levei o Léo pro quarto dele pra deitar. Fechei a porta, tranquei, e já taquei ele na parede, com a mão na boca pra ninguém ouvir nada.
— Se comporta. Eles vazam em dez minutos, daí a gente some também. Trouxe o carro, está na rua de trás. Motel na saída da cidade, quarto reservado! Quero você a noite toda só pra mim.
Ele concordou rapidinho, com os olhos brilhando de tesão e medo. Tirei a mão da boca dele, dei um beijo rápido e forte, mordendo o lábio.
— Prepara essa bunda. Hoje vou te comer até você esquecer seu nome.
Saí do quarto como se nada tivesse rolado. Ajudei a botar as coisas no carro, me despedi da Leona com um beijo, abracei a sogra, apertei a mão do sogro (que resmungou alguma coisa). O carro sumiu na chuva fina. Esperei uns cinco minutos na varanda, só pra ter certeza.
Daí entrei, tranquei tudo, e chamei baixinho:
— Léo, partiu!
Ele brotou na sala já com uma mochilinha nas costas roupa limpa, escova, um lubrificante que tinha mandado ele comprar na farmácia, escondido como creme pra dor. Tava tremendo de nervoso, mas sorrindo.
Entramos no carro pela garagem de trás. Liguei o motor, coloquei um funk baixinho, e botei a mão na coxa dele, apertando forte.
— Relaxa, ninguém vai nos ver. Hoje você é só minha, sem família, sem nada.
Ele se jogou pro lado, encostou a cabeça no meu ombro enquanto eu dirigia.
— Tava doido pra isso… pensando nisso a semana toda.
Ri, com a mão subindo pela bermuda dele.
— Eu sei, você fica todo excitado só de eu te olhar na frente dos outros. Hoje não tem regra, quero te ouvir gemer alto, sem medo de ninguém.
Chegamos no motel rapidinho um daqueles bem discretos na estrada, com garagem pra cada quarto, entrada individual, sem papo com ninguém. Paguei no caixa, peguei a chave do quarto 14, estacionei e fechei a porta atrás da gente.
O quarto era simples, mas tinha tudo que eu queria: cama enorme com espelho no teto, banheira, luz vermelha, TV com filme adulto.
Tranquei a porta, joguei a mochila no chão e puxei o Léo pra mim.
— Tira tudo! Agora.
Ele fez o que eu mandei, tremendo, tirando a camiseta, a bermuda, a cueca. Ficou pelado na minha frente, todo duro.
Eu tirei minha roupa devagar, deixando ele ver cada músculo, cada tatuagem, até ficar só de cueca. Joguei ele na cama de costas, subi em cima, beijando a boca, o pescoço, descendo pros mamilos que adoro morder. Ele gemia alto, sem se ligar, e isso me deixava louco.
— Isso, geme pra mim… aqui ninguém ouve. Grita se quiser.
Virei ele de bruços, abri as pernas dele, cuspi na entrada e taquei dois dedos de uma vez. Ele se esticou todo, gemeu.
— Tá apertado… mas hoje vou abrir você bem devagar. Quero que sinta cada puxada.
Preparei ele com calma, dedos entrando e saindo, procurando aquele ponto que faz ele choramingar. Daí tirei a cueca, posicionei e entrei devagar, centímetro por centímetro, até o final. Ele gritou meu nome, cravando as unhas no lençol.
Comecei a socar forte, batendo a virilha na bunda dele. O som rolava no quarto, molhado, segurava os quadris dele, puxando pra trás a cada empurrão.
— Isso… toma, vadia… toma tudo. Você é minha agora! Só minha.
Virei ele de lado, levantei uma perna dele no ombro, entrei mais fundo ainda. Olhava pro espelho no teto, via a gente ali: eu comendo ele, ele de boca aberta, de tanto prazer.
— Olha pra gente no espelho, Léo… olha como você fica lindo levando piroca. Olha essa cara de safado.
Ele olhou, gemeu mais alto, e gozou sem encostar, jorrando na barriga. Continuei socando, mais rápido, até gozar dentro dele, transbordando, gemendo no ouvido dele.
— Isso… toma meu leite, tudo pra você.
Ficamos deitados um tempo, eu ainda dentro dele, abraçando por trás. Daí levantei, levei ele pra banheira, botei água quente, entrei atrás dele e lavei ele devagar, beijando as costas, falando mais besteiras baixinho.
— Amanhã a gente volta antes deles chegarem. Mas hoje… hoje você dorme no meu colo, com meu pau dentro de você a noite toda se eu quiser.
Ele sorriu, encostou a cabeça no meu peito.
— Adoro quando você cuida de mim assim…
Ri baixo, apertando ele contra mim.
— Cuido direitinho, né? Como prometi pra sua mãe.
A água da banheira tava quente pra caralho, borbulhando devagar, o vapor subindo e deixando tudo meio embaçado no quarto do motel. Eu tava encostado na borda, pernas abertas, e o Léo sentado entre elas, de costas pra mim, corpo mole e relaxado depois da segunda rodada na cama. Ele tava encostado no meu peito, cabeça no meu ombro, pele arrepiada de leve apesar da água quente.
Eu passava as mãos devagar pelo peito dele, pelos mamilos rosados, descendo pela barriga lisa, apertando de leve a coxa fina enquanto sentia meu pau semi-duro roçando na bunda dele debaixo d’água.
Eu gostava disso, ter ele assim, todo entregue, ouvindo minha voz baixa no ouvido dele. Era como se eu estivesse marcando território de novo, contando as coisas que nunca contei pra ninguém, nem pra Leona. E o moleque ficava duro só de ouvir.
— Sabe, mulherzinha… eu não sempre fui assim só com você. Quer dizer, o tesão sempre foi o mesmo, mas eu escondia bem na adolescência.
Ele virou o rosto um pouco, olhos curiosos brilhando na luz vermelha fraca do quarto.
— Como assim?
Eu ri baixo, sentindo o peito vibrar contra as costas dele, e apertei a coxa dele mais forte.
— Lá na minha cidade, moleque… eu tinha uns 14, 15 anos, já era o mais alto e forte da rua. E eu sabia que gostava de macho desde cedo, não era só brincadeira de moleque, não. Era tesão de verdade, eu comia os meninos da rua.
Ele deu um suspiro curto, corpo se arrepiando inteiro, e eu senti o pau dele pulsar contra a palma da minha mão quando desci devagar.
— Tinha o Juninho, magrinho igual você, morava duas casas depois. Ficava me olhando quando eu passava de bicicleta sem camisa. Um dia chamei ele pra “jogar bola” no campinho atrás da casa abandonada. Não jogamos porra nenhuma, levei ele pro mato, tirei a roupa dele, botei de quatro e meti sem dó. Ele chorou no começo, mas depois pediu mais, virou rotina, toda semana eu chamava ele, ou outro que desse mole.
Eu mordi de leve o ombro dele, lambendo a pele molhada enquanto continuava, voz rouca colada no ouvido.
— Tinha o Marcinho também, o mais puto de todos. Fingia que não queria, mas abria as pernas na hora, eu comia ele no quintal da casa dele, enquanto a mãe tava na cozinha fazendo almoço. Tinha que tapar a boca dele pra não gemer alto. E o Biel… o mais novinho, cara de anjo. No começo eu só punhetava ele, fazia ele gozar na minha mão. Depois comecei a meter, ele virava de quatro no sofá da sala quando os pais saíam pro trabalho. Eu gozava dentro, limpava com a cueca dele e ia embora como se nada tivesse acontecido.
Léo gemeu baixinho, rebolando devagar contra mim, e eu apertei o pau dele debaixo d’água, masturbando lento enquanto falava.
— E eu era punheteiro pra caralho, Léo. Punhetava todo dia, várias vezes, no banheiro da escola, pensando nos meninos da sala. Em casa, no quarto, imaginando que tava metendo em alguém. Gozava pensando que comia o cuzinho de algum moleque. Eu era safado pra cacete, não tinha limite se desse brecha, eu comia.
Virei o rosto dele com a mão livre, olhando direto nos olhos dele.
— Aí eu cresci, casei com sua irmã… tentei ser “normal”. Mas o tesão nunca foi embora. Até você aparecer, minha putinha ai eu vi em você tudo aquilo que eu comia escondido na adolescência. O jeitinho tímido, o corpo magrinho, a cara de quem quer mas tem vergonha de pedir. Você é igual aqueles meninos da rua… só que melhor. Porque você é meu, só meu.
Apertei mais forte o pau dele, acelerando a mão debaixo d’água, sentindo ele pulsar na palma.
— Eu te como igual eu comia eles… mas com você eu falo tudo. Chamo de putinha, de vadia, de mulherzinha porque você ama ouvir. Ama ser usado e eu amo te usar. Te encher de rola, te deixar pingando meu leitinho, te fazer gemer meu nome até ficar rouco.
Ele gemia mais alto agora, rebolando contra minha mão, água espirrando um pouco pra fora da banheira.
— Continua falando… — ele pediu, voz tremendo.
Eu sorri, boca colada no ouvido dele de novo.
— Eu imaginava isso, sabia? Quando via você na casa da sua mãe, quietinho no canto, corando quando eu passava perto… eu pensava: “esse moleque ia abrir as pernas pra mim na hora”. E olha só… aqui estamos nós. Você na minha rola, na banheira de um motel, ouvindo como eu era puto na adolescência e você tá duro pra caralho só de imaginar.
Acelerei a punheta, outra mão descendo pras bolas dele, apertando de leve.
— Um dia eu te conto mais detalhes… de como eu fazia o Juninho chorar de prazer, de como o Biel implorava pra eu não parar. Mas hoje… hoje eu só quero te fazer gozar pensando que você é o próximo da lista. Meu próximo moleque da rua só que esse aqui eu não largo nunca.
Ele gozou na minha mão, gemendo alto, corpo tremendo na água quente. Depois abracei ele forte por trás, beijando o pescoço devagar.
— Você é o melhor que eu já tive, Léo. Melhor que todos aqueles meninos juntos. Porque com você… eu não preciso esconder nada.
Ele virou o rosto, me beijou devagar, língua preguiçosa, ainda ofegante.
— Então não esconde, me conta tudo sempre. Me usa como você usava eles… mas mais forte. Porque eu aguento, eu quero ser sua putinha pra sempre.
Eu ri baixo, apertando a cintura dele contra mim.
— Pode deixar, mulherzinha. A noite tá só começando e eu tenho mais histórias… e mais rola pra te dar.
A água continuou borbulhando, o vapor subindo, e eu fiquei ali, segurando ele no colo, sentindo o coração dele bater rápido contra o meu peito, sabendo que o Léo era o final perfeito de todas aquelas punhetas escondidas e fodas de rua da minha adolescência.
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