Fiz bem?
Do meu ponto de vista não fiz bobagem, apenas auxiliei uma amiga a descobrir que sexo é muito melhor do que se imagina.
Meu nome é Mariângela, tenho trinta e oito anos e estou divorciada faz seis anos. Não tenho filhos, aliás nunca tive o desejo de ser mãe. Tenho uma amiga, a Célia, que estava em crise no casamento. Na realidade, o casamento de Célia já havia acabado só que ela não percebia.
Ela estava infeliz, tinha quarenta anos, um filho e um marido que não valia nada. Conversamos muito e ela seguiu meu conselho procurando ajuda profissional com um psicólogo. Seis meses de terapia e ela enxergou que não dava mais e pediu o divórcio.
Nossa amizade vem antes do casamento dela e não podia deixar de ajuda-la neste momento tão difícil. Em alguns finais de semana, o marido ficava com o filho e assim podíamos sair juntas. Por estar solteira a mais tempo eu tinha contato com uns caras bacanas e fui apresentando a ela.
Como ela é muito bonita e tem um corpo maravilhoso já que sempre praticou esportes, impressionava a todos a quem eu a apresentava, mas estava naquela fase de que não se interessava por ninguém.
Conversamos e a fiz entender que não precisava ter um novo relacionamento, não precisava de um novo marido, mas precisava de um homem, afinal ela não transava fazia muito tempo. Acho que por ter uma criação mais tradicional ela não aceitava isso. Tinha vergonha do que os outros iriam falar dela.
Até que um dia, combinei com ela de irmos jantar e depois ela dormir em casa. Porém, sem ela saber, também combinei o seguinte com dois amigos: Sairíamos para jantar juntos e na volta, quando chegássemos na minha casa eu os convidaria para entrar e encerrar a noite. Só não garantia que ela iria querer transar. Eu fiz isso porque ela havia me dito que tinha gostado de conversar com aqueles dois rapazes e quem sabe ela se soltasse.
E assim aconteceu, fomos jantar e sugeri tomarmos um vinho. Embora eu soubesse que ela não tinha o hábito de beber, sabia que ela ficaria meio sem graça se não bebesse. Aliás, eu já havia comprado duas garrafas de vinho branco, docinho, deixando na minha geladeira só esperando a volta.
Retornamos à minha casa e conforme o combinado convidei os rapazes para entrar. Percebi que ela ficou meio apreensiva, mas ignorei. Os rapazes, Willian e Daniel, tem 40 e 42 anos respectivamente, são bonitos, charmosos, elegantes, corteses, são divertidos, sabem conversar. Eu já havia transado com o Willian algumas vezes, mas nunca com o Daniel, apenas por falta de oportunidade.
Servi o vinho e Célia já estava mais solta e aceitou a bebida. Enfim, o clima estava quase pronto. Falei para o pessoal tirar o sapato, coloquei uma música e começamos a dançar. Estava divertido porque os meninos dançavam mal, pareciam robôs.
Mudei o ritmo para música lenta e Daniel foi dançar com a Célia e o Willian comigo. Comecei a me esfregar nele e senti seu pinto ficando duro. A minha xoxota já estava pegando fogo. Olhei para o lado e vi a Célia e o Daniel se beijando e pensei: Deu certo.
Porém, segundos depois, Célia diz que precisa ir ao banheiro e vejo que está com a cara de choro. Entro com ela e me diz que está triste, com medo e que acha que iria embora. Dei uma prensa nela dizendo que estava na hora dela esquecer que foi casada, que tem uma vida para se divertir, ainda é jovem, bonita, gostosa e que o intuito, ali, era de passar horas agradáveis, com sexo sem compromisso, embora se houvesse interesse, poderia se iniciar um novo relacionamento.
- Você está precisando de uma pica durinha, amiga. Sexo é vida. Se liberte. – Disse eu.
Ela riu, enxugou as lágrimas e voltamos para a sala. Os meninos estavam no sofá e Célia sentou-se ao lado de Daniel, enquanto eu já sentei no colo do Willian e os beijos reiniciaram. O tesão foi subindo e disse a Willian, mas para que todos escutassem:
- Vamos para o quarto e deixar nossos amigos em paz.
Saímos e vi Daniel já se aproveitando e colocando a mão por dentro do vestido de Célia, tocando suas coxas, enquanto se beijavam. Quando chegamos ao quarto, eu e Willian fomos tirando a roupa um do outro e me ajoelhei para mamar o pinto dele. Foi quando lembrei que talvez o Daniel não tivesse camisinha.
Peguei duas no criado-mudo e voltei para a sala. Ambos já estavam pelados e não se importaram com a minha presença. Daniel estava sentado no sofá e Célia mamava seu pinto. E que pinto bonito. Fiquei com tanto tesão ao ver aquilo e voltei correndo para o meu quarto com um único pensamento: Queria dar.
Como já escrevi, Willian já havia me comido e sabíamos as preferências de cada um e desta maneira gozamos, relativamente, rápido. Eu estava curiosa sobre a minha amiga e, silenciosamente, fui em direção à sala.
Eles estavam no chão. Daniel, de frente para mim, com os olhos semicerrados de tesão. Célia, de costas para mim, subia e descia em cima dele como uma cadela no cio. Era prazeroso ver os dois e logo senti Willian, me abraçando por trás e manipulando os meus peitos e minha vagina. Ficamos ali, vendo os dois transarem até que Daniel se contraiu todo enquanto minha amiga acelerava cada vez mais as subidas e descidas e quase ao mesmo tempo ela também gozou, deitando-se em cima dele ficando de bunda para cima.
Senti o pinto do Willian crescer vendo aquela imagem. Eles permaneciam engatados, curtindo e somente perceberam nossa presença quando eu fiz um barulho. Célia assustou, virou-se e instintivamente cobriu a xoxota e os peitos com as mãos. Rimos, pois ela viu que estávamos pelados também.
Ela estava sorridente, feliz, bem diferente daqueles últimos meses. O que uma bebida e uma pica não fazem. Ficamos ali, por minutos, conversando, rindo, bebendo e o tesão dos meninos voltou.
Nós duas ajoelhadas passamos a chupar o pinto deles e foi virando uma verdadeira orgia, pois ora trocávamos de parceiro, ora chupávamos o mesmo pinto. Imagino o que eles sentiam ao ser chupados por bocas diferentes. Quanto a nós, pelo menos para mim, era possível sentir um gosto diferente em cada um.
Daniel quis me comer e Willian não perdeu tempo e se ajeitou atrás da Célia. Ficamos, as duas, de quatro, olhando uma para a outra enquanto eles nos comiam. Estava delicioso, ver, escutar o som das estocadas e sentir ser penetrada com vontade.
Célia, parecia estar em êxtase. Willian a segurava com força pela cintura enterrando o pinto dentro dela. Daniel, alternava, segurando meus peitos e puxando meus cabelos. O tesão era intenso, até que Célia gozou.
Eu estava cansada de ficar de quatro e resolvemos trocar de posição. Daniel pegou umas almofadas e deitei no chão, abrindo as pernas, num frango assado, para ele. Willian viu e fez a mesma coisa com a Célia.
Passaram a nos comer nesta posição. Tudo cheirava sexo. Estava gostoso, sem a parte moral para encher o saco. Gozei, enquanto Daniel ainda me comeu por mais uns minutos até gozar também.
Willian continuava socando na Célia e massageava seu clitóris. Ela gozou novamente Willian, por fim gozou também. Acredito que estávamos todos satisfeitos porque o silencio tomou conta do ambiente.
Os meninos foram embora e falei para Célia dormir em casa. Ficamos conversando quase que a madrugada inteira. Ela estava radiante.
Pela manhã ela foi embora e fiquei pensando se fiz a coisa certa. No meu ponto de vista, como não quero nenhum relacionamento sério, está tudo bem, mas será que ela entendeu desta forma? Será que não a prejudiquei de alguma forma?
Faz quase um mês que isto aconteceu. Ela não parece estar estranha comigo, mas não mencionou se quer ou não repetir.
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Comentários (1)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
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