Quando dá vontade de dar o cu... É do jeito das fotos abaixo, com amigo e corno filmando.
Eu nunca imaginei que uma simples viagem pela BR-232, rumo a Arcoverde, viraria o foda mais insano da minha vida: parando na beira da estrada, na caatinga seca, com o sol queimando minha pele suada, eu, Selma, de salto alto e shortinho apertado, me entregando ao pauzão de um estranho que mal cabe no meu cu estufado, enquanto meu corno Márcio filma tudo, choramingando de tesão e humilhação, sentindo o cheiro forte da minha bunda excitada misturado ao suor e à poeira, gemidos ecoando no vento quente, dor rasgando meu reto até eu gozar gritando, peidando e quase cagando na vara dele, leite quente jorrando como vulcão dentro de mim, abrindo um túnel de porra e merda que vaza sem parar – e isso foi só o começo de um fim de semana onde dois amigos dele se juntaram pra me destruir de vez, me deixando louca pra mais, com o cu piscando de saudade; leia tudo, sinta cada estocada, e corra pros vídeos e fotos que vão te deixar de pau duro ou buceta molhada, implorando por mais aventuras diárias minhas e das safadas como eu.
O calor da tarde em Pernambuco é uma puta que não perdoa, aquele sol de fevereiro que lambe a pele como uma língua faminta, deixando tudo pegajoso e salgado. Eu tô no banco do corvo, o ar-condicionado do carro do Márcio falhando como o pau mole dele quando tenta me foder, e a gente segue pela BR-232, poeira vermelha subindo pelas janelas entreabertas. Meu shortinho estampado – aquele com estampa de oncinhas que já virou lenda nos vídeos que posto, o mesmo que minhas amigas putas copiam pra posar de quatro – tá colado na minha bunda, marcando o reguinho onde meu cu já tá latejando de tesão só de pensar no que vem pela frente. Arcoverde me espera, mas não é a cidade que me excita; é o convite do Victor, um filho da puta de pauzão que vi nos stories dele, grosso como meu antebraço, veias pulsando como cordas, duro que nem pedra de caatinga. Ele pirou nos meus vídeos, viu como eu engulo caralhos enormes sem piscar, como meu cu fica estufado pra fora, uma rosquinha rosada e faminta que não se esconde na carne da bunda – não, o meu implora pra ser arrombado, fica todo aberto e piscando quando eu tô molhada de excitação.
"Porra, Selma, você tá louca de ir pra isso?", Márcio resmunga do volante, os olhos grudados na estrada mas a mão tremendo no câmbio, já imaginando o show que vai filmar. Eu rio, uma gargalhada rouca e safada, e deslizo a mão pela coxa dele, apertando de leve pra sentir ele encolher. "Louca? Eu tô é com o cu coçando, corno. Você sabe que quando dá na telha, eu dou aqui mesmo, na hora que for. Imagina o Victor te vendo filmar enquanto ele me parte ao meio? Vai chorar de tesão, seu putinho manso." Ele engole em seco, o pauzinho dele meia-bomba nas calças, e eu sinto o cheiro dele misturado ao meu – suor azedo de ciúme, enquanto o meu é doce e salgado, de mulher no cio.
De repente, a vontade bate como um soco no estômago: uma fome no cu que faz minhas entranhas revirarem, o reto piscando como se chamasse o caralho. "Para o carro, agora, caralho!", eu mando, a voz afiada como navalha. Márcio pisa no freio, o carro derrapando na terra solta da margem, e a gente desce tropeçando na poeira quente. Ali, no meio da caatinga, mandacarus tortos como sentinelas, pedras secas e folhas mortas crepitando sob os pés, eu avisto uma rocha grande, isolada, perfeita pra me deitar de bruços e abrir as pernas. O Victor já tá nos esperando, encostado na picape dele, uma silhueta escura contra o céu alaranjado, o volume na calça denunciando o monstro que ele carrega. "Chegou a rainha do cu, hein?", ele diz, voz grave e rouca, se aproximando com um sorriso de lobo. Eu me jogo nos braços dele, sentindo o cheiro forte de homem: suor de estrada, cigarro e algo primal, como terra molhada depois da chuva. "E você trouxe o cinegrafista oficial? Bom, corno, liga essa porra de câmera e vem filmar de perto, que hoje eu vou te mostrar o que é um pau de verdade destruindo o que você nunca soube usar."
Subo na rocha com os saltos altos cravando na pedra áspera, o clique-clique ecoando no silêncio da mata seca, e me viro de costas pra eles, arqueando as costas como uma gata no cio. O shortinho desce devagar, roçando na pele suada das coxas, revelando minha bunda – não é gigante, mas é perfeita, redonda e firme, com curvas que hipnotizam, a pele morena brilhando de suor sob o sol impiedoso. Abro as nádegas com as mãos, sentindo o ar quente lamber meu reguinho, e lá tá ele: meu cu, já estufado de tesão, rosado e inchado, piscando como uma flor se abrindo, o anel muscular todo pra fora, implorando. "Olha isso, Victor, tá vendo? Meu cu já tá te chamando, caralho. Vem cheirar, vem provar que ele tá pronto pro seu pauzão." O cheiro sobe forte agora – suor azedo misturado ao almíscar da excitação, um fedor gostoso de bunda suada que faz qualquer macho enlouquecer, como se fosse o néctar mais viciante do mundo.
Victor não perde tempo: ajoelha atrás de mim, as mãos grossas abrindo mais minhas nádegas, o nariz afundando no reguinho como um porco farejando trufas. "Puta merda, Selma, que cu fedorento delicioso... tá piscando pra mim, olha só, todo babado de tesão." Ele lambe devagar, a língua quente e áspera traçando o contorno do meu anel, depois mergulhando fundo, rodando nas paredes do reto como se quisesse lamber até o intestino. Eu gemo alto, o som ecoando na caatinga vazia – "Ahhh, caralho, lambe mais fundo, seu safado! Sente o gosto da minha merda suja misturada ao suor?" – e sinto os músculos do cu se contraindo ao redor da língua dele, sugando, babando mais. O ar tá carregado agora, o calor fazendo gotas de suor escorrerem pela minha espinha, pingando na rocha quente, e Márcio filma de joelhos, o rosto colado, ofegante. "Mais perto, corno! Filma o cu da tua mulher sendo devorado. Olha como ele tá aberto, piscando, pedindo pica de macho de verdade. Você nunca fez isso, né? Só chupa o dedinho dela e goza no lençol."
Ele se levanta, e eu viro a cabeça pra trás, os olhos arregalados ao ver a bronca: o pau dele é um monstro, grosso como uma lata de cerveja, veias inchadas pulsando, a cabeça roxa e inchada brilhando de pré-gozo, comprido o suficiente pra bater na barriga dele. "Porra, Victor, isso aí vai me rasgar! Tá maior que no vídeo, caralho." Ele ri, uma risada gutural e suja, e se posiciona atrás, a cabeça encostando no meu cu estufado, empurrando devagar. "Vai aguentar, sua puta de cu frouxo. Eu vi teus vídeos, sei que você adora ser arrombada." Eu me apoio nos joelhos, os saltos escorregando na pedra, e sinto a pressão: puta que pariu, é como se uma bola de boliche tentasse entrar, abrindo meu anel ao limite, rasgando as bordas com uma dor que queima como fogo. "Aaaah! Fode, tá me partindo, seu filho da puta! Mais devagar, caralho!" Mas eu empurro pra trás, safada que sou, porque pra mim, anal é isso: dor que vira prazer, rasgão que faz gozar mais forte.
A cabeça passa com um plop molhado, e ele não espera: atola tudo de uma vez, os 25 centímetros de grossura invadindo meu reto como um pistão, esticando as paredes até eu sentir ele na barriga, uma bola dura batendo no estômago. Eu grito, um urro primal que assusta os pássaros na caatinga – "Caralhooo! Tá me matando, Victor! Tá tocando no fígado, porra!" – e lágrimas escorrem pelo meu rosto suado, misturando sal ao pó da estrada. Mas o tesão explode, o cu se contraindo ao redor dele, sugando como uma boceta virgem. Ele começa a bombar, mãos na minha cintura me puxando pra trás, o som de pele batendo em pele ecoando alto: slap-slap-slap, molhado e sujo, misturado aos meus gemidos roucos e aos peidos que escapam involuntários, bolhas de ar quente saindo do cu fodido. "Olha só, corno! Tá vendo como ele me fode? Pau de homem de verdade, grosso, duro – não essa minhoca que você tem. Filma de perto, puto, zoom no cu da tua puta se abrindo pra ele!" Márcio se arrasta pra frente, a câmera tremendo nas mãos, o rosto vermelho de humilhação, mas os olhos vidrados. "Isso, filma como ele me rasga, Márcio! Você é só o espectador, o corno que limpa a porra depois. Aposto que tá batendo punheta aí, né, seu veadinho?"
Victor soca mais forte, o suor dele pingando nas minhas costas, o cheiro de macho em fúria enchendo o ar – almíscar forte, bolas suadas batendo nas minhas coxas. "Toma, puta! Teu cu é uma boceta de tão frouxo, engole tudo. Grita pro teu maridinho corno ouvir como eu te faço gozar." Eu gemo, a voz falhando: "Ahhh, fode mais, Victor! Me arromba, caralho, faz eu gozar na dor! Olha, Márcio, ele tá me fodendo como você nunca sonhou – pauzão grosso me abrindo, me fazendo peidar na vara dele!" E aí vem: uma pressão insuportável no intestino, o cu fodido apertando e soltando, peidos molhados escapando a cada estocada, fedendo a merda e lubrificante natural. "Porra, Victor, eu tô quase cagando! Acaba logo, caralho, senão eu solto tudo aqui, sujo teu pau, meu short, os saltos – vai feder mais que puta de banheiro!" Mas ele ouve isso e enlouquece, os olhos brilhando de tesão sujo: "Caga na minha pica, Selma! Me suja todo, sua vadia nojenta, isso me deixa mais duro!" Ele soca mais fundo, mais rápido, o pau batendo no cólon como um martelo, e eu deliro: "Fode, fode forte! Tô me cagando na tua grossura, caralho! Olha, corno, filma isso – a pica gostosa que faz tua mulher querer cagar de prazer! Você é um merda, um pau mole que nem me faz suar!"
Os peidos viram uma sinfonia suja: prrrt-prrrt, ar quente e úmido escapando ao redor do pau, o cheiro subindo forte agora, merda misturada a suor e pré-gozo, um fedor que me deixa tonta de tesão. Eu gozo primeiro, o orgasmo rasgando como um raio: "Aaaah, caralho, tô gozando! Socca mais, Victor, me faz cagar gozando!" Meu corpo treme, o cu pulsando, esguichando um jato de lubrificante pelo pau dele, pernas bambas nos saltos altos que cravam na rocha. Ele grunhe, voz animal: "Toma minha porra, puta corno! Vou encher teu cu de leite até vazar!" E goza, jorrando como um vulcão: jatos quentes e grossos subindo do pau, enchendo meu reto, transbordando pro intestino, uma sensação de barriga cheia de esperma fervendo, escorrendo pelas coxas em fios brancos e cremosos misturados a um pouquinho de merda marrom, sujando o shortinho no chão.
Ele puxa pra fora com um som de sucção molhada – plop! – e meu cu fica um túnel aberto, um buraco rosado e destruído, piscando e vazando: porra leitosa escorrendo em golfadas, bolhas de ar e um resquício de cocô grudado nas bordas, o cheiro insano de sexo sujo pairando no ar quente. Eu caio de joelhos na rocha, ofegante, rindo entre gemidos: "Olha isso, Márcio, teu presente – o cu da tua puta arrombado e sujo. Vem cheirar, corno, limpa com a língua depois." Ele filma de perto, gemendo baixinho, e Victor dá um tapa na minha bunda: "Foi só o aquecimento, Selma. No fim de semana, eu e os manos – o Thiago e o Pedro – vamos te turnar até você implorar por misericórdia."
Pra achar o autor desse delírio, procure por www.selmaclub.com ou www.fanvue.com/selmarecife nas redes safadas, e me segue pra mais fodas diárias que vão te deixar viciado. Comenta aí embaixo o que você faria se visse meu cu piscando na estrada – quer ser o próximo Victor? E fica ligado: eu e a Manu vamos pro carnaval juntas, loucas pra companhia de um ou mais paus duros pra gravar vídeos e fotos que vão te fazer gozar sem tocar. Nosso Telegram VIP tá nos sites, entra pra ver o ineditinho e quem sabe se juntar à bagunça. Beijo molhado de bunda suja, e até a próxima arrombada – tem mais aventuras em breve, postagens diárias pra te manter de pau na mão.
Selma
Meus contatos e redes sociais www.bit.ly/selmatudo.
CENTENAS de contos MEUS e da minha turma, com FOTOS REAIS , aqui no CONTOSEROTICOSCNN E MEUS CONTATOS, REDES SOCIAIS E MAIS ABAIXO.:
1- /?s=SELMA+RECIFE
2- /?s=daniel+recife
3- /?s=voyeur+pernambuco
4- /?s=lane+bliss
5- /?s=silvia+recife
6- /?s=baby+bliss
7- /?s=CORNO+RECIFE
8- /?s=bizarro+recife
9- /?s=anal+recife
10- /?s=aline+macei%C3%B3
11- REDES SOCIAIS E CONTATOS: www.bit.ly/selmatudo
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽




Comentários (1)
Gabio: Que cu gostoso essa safada tem
Responder↴ • uid:mavxgb54hf0