A filha do meu amigo
Fico constrangido de escrever o que aconteceu comigo porque envolve amizade e vou mudar os nomes em sinal de respeito, mas a vida é cheia de surpresas
Conheci Marcos no trabalho, ele havia acabado de se casar e o coleguismo logo despontou. Tínhamos a mesma idade e sua esposa, que já estava grávida de uma menina, me apresentou uma amiga com quem, dois anos depois, acabei me casando.
O relacionamento entre os casais se intensificou, almoços, jantares, festas, algumas viagens enfim, tudo dentro de uma normalidade. O tempo foi passando e fui vendo aquela criança se transformar numa linda adolescente.
Nunca houve, da minha parte, nenhum desejo sexual e sempre a tratei com muito respeito e talvez isso tenha contribuído para que ela tivesse muita confiança em mim. Desde pequena ela me contava coisas, era direta e não enrolava principalmente quando brigava com os pais. Me chamando de tio, pedia a minha opinião e eu a tratava como se fosse minha filha. Eu não sei se ela tinha muito diálogo com os pais porque não vivia o dia-a-dia deles, porém sempre a aconselhei da melhor forma possível.
O tempo passou e antes que ela fizesse dezoito anos minha vida virou de cabeça para baixo. Perdi o emprego, me envolvi com outra mulher e acabei me divorciando, tudo num prazo de tempo muito curto. E assim, fui perdendo contato com eles ainda mais porque minha ex-mulher era muito amiga da mulher de Marcos.
Quatro anos depois disso, recebo com surpresa uma mensagem da filha deles dizendo que estava com saudades e que gostaria de tomar um café comigo. Fiquei muito feliz e marcamos num shopping.
Quando chegou quase não a reconheci. Uma linda mulher, com um sorriso fácil, um belo corpo, me deu um abraço apertado, daqueles que você sente toda a satisfação da pessoa em te ver novamente e que perfume gostoso.
Vendo toda aquela juventude é que percebi que estava ficando velho. Meus cinquenta anos haviam passado muito depressa. Sentamos, conversamos e ela, direta como sempre, me perguntou:
- Tio, você está com alguém?
Embora tenha achado estranho a pergunta, respondi que naquele momento não estava com ninguém e estava feliz assim. Ela sorriu e mudou de assunto passando a lembrar as boas recordações que tivemos. Quando estávamos nos despedindo tivemos um diálogo que eu não esperava:
- Tio.... Você ainda cozinha? Faz aquela comida deliciosa que todo mundo gosta?
- Faz anos que não cozinho para ninguém, só para mim mesmo.
- Você poderia me convidar para jantar na sua casa né? Olha eu sou maior de idade e gosto muito de vinho branco, poderia fazer algo para harmonizar....
Eu lembro de ter sentido uma satisfação enorme pelas palavras e fiquei contente com a situação. Me pareceu que ela estava preocupada comigo e queria fazer algo para me agradar, só que eu não imaginava o que iria acabar acontecendo. Acabamos marcando para o final da semana seguinte e estendi o convite para o namorado dela.
Passava um pouco das dezenove horas do sábado quando o interfone toca e peço para eles subirem. Para a minha surpresa, quando abro a porta, ela estava sozinha trazendo um enfeite nas mãos que era um presente para não se esquecer dela.
Gentilezas à parte, não dava para deixar de reparar nas pernas daquela mulher que estava com um vestido curto. Ela entra, me dá um beijo no rosto e um abraço apertado. O seu perfume delicioso enche as minhas narinas. Sabe quando dá aquele tesão repentino e que você curte sem pensar em nada.
Rapidamente voltei a mim e fui mostrar o apartamento a ela. Logo abrimos uma garrafa de vinho, começamos a beber e a conversar. No início foi me perguntando um monte de coisas do passado, o que tinha acontecido e depois como estava a vida no presente. Só aí foi a primeira garrafa de vinho. Abrimos a segunda e ela passou a falar da vida dela.
Quando chegamos ao momento presente perguntei sobre a ausência do namorado e ela, como sempre sincera, foi me falando do relacionamento. Não estava muito bom e pensava em terminar. Havia mentido dizendo a ele que neste fim de semana iria com a mãe a casa de uma tia. Ele era boa pessoa, porém imaturo, convencido, muitas vezes arrogante e o que é pior, não estava dando química na cama porque gozava muito rápido e só pensava nele.
Tudo bem que ela sempre foi direta, mas eu não esperava por comentários tão pessoais. Falei para ela que talvez fosse uma fase do rapaz, que ele iria amadurecer e ela me respondeu que já estava de saco cheio com dos jovens de agora e me disse que queria ter uma relação sexual decente, que aproveitasse ao máximo.
Ainda surpreso com o rumo que a conversa ia tomando ela prosseguiu, perguntando:
- Acho que só um homem bem experiente é capaz de levar uma mulher à loucura, não é mesmo tio?
- Onde você quer chegar? – Perguntei porque parecia uma indireta.
- Ora tio.... Você sabe.... Claro que você entendeu.... Vou ser mais franca: Quero fazer sexo com você.
- Menina.... Não brinca com estas coisas. Eu poderia ser seu pai. – Disse a ela.
- Mas não é. – Respondeu secamente – Ou será que seu pau não levanta mais? Não aguenta o tranco?
Não estava acreditando no que estava ouvindo e ainda tentei:
- E o seu namorado? Você não pensa nele?
- Foda-se ele. Vou terminar mesmo. O que eu quero é uma rola que me faça feliz. Neste momento eu quero sexo, não relacionamento. Vai me comer ou não?
Sei que as gerações mudaram muito, mas não esperava por isso. Ser intimado, na minha própria casa. Eu relutei, mas tinha algo na minha cabeça dizendo: Ela é maior de idade e quer dar, então foda-se a amizade e aliás, faz tempo que não fazia sexo. Peguei ela pelo braço e disse:
- Vem aqui sua putinha... Quer foder? Então vou te foder. Vou te comer bem gostoso.
- Ai tio.... Gosto quando você me chama de putinha. – Disse ela.
À partir daí, não pensava em mais nada, somente em possuir aquela menina linda. Eu a agarrei por trás, comecei a beijar seu pescoço sentindo o cheiro do seu perfume. Uma das minhas mãos apalparam o seio dela e a outra entrou por debaixo do vestido e roçou na calcinha dela.
Meu pau já estava a mil. Enfiei o dedo por dentro da calcinha dela e comecei a tocar uma siririca levemente. Ela estava completamente entregue e podia sentir o melzinho na bucetinha.
Eu a arrastei para o quarto e fomos tirando a roupa. Ambos pelados, ela sentou-se na cama e começou a chupar meu pau dizendo:
- Ai que pau gostoso.... Depois quero leitinho.... Que delícia....
Eu via aquela boquinha engolindo, lambendo, sugando com muita maestria. Pensei comigo mesmo: Que putinha ela se transformou. Eu tive que interromper aquilo porque iria gozar rapidinho e a empurrei para que deitasse na cama.
Comecei chupando os pequenos e durinhos seios dela. Cabiam quase que inteiramente na minha boca. Seus mamilos estavam saltados. Fui descendo pela barriguinha, beijando, lambendo e ouvindo ela sussurrar coisas que não dava para entender.
Cheguei à vulva, pequena, fechadinha, sem os lábios à mostra, depiladinha e comecei a lamber, a chupar e a beijar. Minha língua entrou naquela fenda o que a fez estremecer. Segurou com força a minha cabeça para que eu não saísse dali. Podia sentir todo o calor que dali emanava.
Minutos chupando e ela me disse que queria sentar no meu colo. Deitei e ela se posicionou para me cavalgar. A visão era maravilhosa: uma linda mulher, com seus peitinhos balançando a cada subida e descida. Minhas mãos se posicionaram em sua cintura, trazendo-a com mais força a cada sentada, seguida de uma rebolada.
Eu procurei desviar a minha atenção porque não queria gozar, mas ela continuava firme, cada vez mais rápida, até que disse:
- Ai.... Vou gozar.... Vou gozar.... Ai... Ai.... Ai....
Assim que gozou, deixei-a descansar um pouco e em seguida a coloquei de quatro. Fui por trás dela, pincelei meu pau naquela bucetinha molhada e fui penetrando. Agora era eu quem dava as cartas. Segurei-a pela cintura e dei uns tapas na sua bunda, chamando-a de vadia, de puta.
Ela delirava e pedia:
- Isso tio.... Vai..... Me come.... Me come....
Meu pau entrava e saia com facilidade daquela bucetinha, que embora fechadinha, estava toda melecada. Não sei quanto tempo fiquei ali, mas, repentinamente, senti meu pau sendo abraçado com força e ela gritando:
- Nossa.... Ai.... Que é isso.... Ai.... Tô gozando.... Ai..... Que delícia.....Puta que o pariu....Ai.....Ai.... Vai.... Não pára.... Não pára.... Vai.... Ai.... Ai....
Podia sentir seu corpo estremecendo de prazer e ela foi perdendo as forças. Não conseguia mais ficar de quatro e deitou-se. Continuei a comê-la de bruços enquanto ela arfava. Soquei, soquei, soquei até gozar e encher a camisinha.
Passado alguns instantes, deite ao seu lado. Ela riu comentando que havia gozado gostoso e que era isso que faltava para ela. Se sentir plenamente satisfeita, não com quantidade, mas com qualidade.
Disse a ela que iria encontrar um bom garoto e que, certamente lhe daria o prazer que ela teve hoje. Ficamos deitados, em silêncio, por alguns minutos até que ela disse:
- Sabe.... Foi maluquice o que eu fiz, te envolver. Acho que perdi o teu respeito.
- Não... – Respondi. – O respeito continua o mesmo. Você não é mais uma menina. Agora é uma mulher, com seus desejos. Só peço que tenha cuidado com o que faz.
- Você tem razão. Não posso me arrepender de algo que fiz. – E rindo, complementou: - Será que posso vir quando precisar?
Rimos e disse que era só avisar. Ela se foi e não sei se retornará. Realmente encaro como uma maluquice dessa juventude. Você só vê meninas falando que falta homem na praça e assim temos muitos cornos que não sabem tratar uma mulher. Para nós, mais experientes é bom e ela tem razão porque a experiência te proporciona qualidade.
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