#Gay

Mão amiga,,,

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Bya

Mãos que se encarregam de dar carinho a outras mãos.

A casa do vizinho, que tinha tanto tempo ficado largada ao tempo.
Agora tinha um novo caseiro.
Era um senhor alto e forte, com uma feição de que nem era de converssas e nem de amizade.
Mas como deichou a casa, limpa pintada e com vida própria, vi que ele era bom trabalhador.
Demorou mas consegui iniciar uma amizade.
Ele se chamava Zé, era solteiro e o seu silencio, era só por timides.
Com muito jeitinho e converssas, consegui que o caseiro respondesse que por necessidade, já que o nosso Bairro, era carente de mulheres.
Ele, se completava com a famosa punheta.
É aqui que começa a história.
Pois dialoguei com o caseiro, que a melhor punheta era atocada por mãos de outra pessoa.
O caseiro ficou confuso.
Logo perguntou me se poderia faser na pratica para que ele experimentasse, pois até aquela data.
Não tinha recebido um carinho assim, então nem sabia a sensação que era.
Como ele estava no horario reservado ao descansso e eu também.
Pedi que ficasse de cueca, como estavamos na sala da casa, sentamos em um sofa acolhedor.
O caseiro se achegou bem para o meu lado e deichei que minhas mãos trabalhassem.
De inicio, fiquei passada por ver o tamanho da pica do Zé.
Uma pica de dar inveja em qualquer ser carente.
Arriei sua cueca e peguei em seu caralho que no momento estava a meia bomba.
Mas assim que minhas mãos entraram em contato com a pele do caseiro, como um passe de mágica, a pica foi indurecendo.
Como de fato, peguei na pica do caseiro com todo carinho, mas a intenção que veio a cabeça.
Era de colocar aquela cabeçorra de pica todinha na minha boca.
Mas isso não era o combinado e foi por conta que comecei a punhetar aquele lindo caralho ao sabor de minhas mãos, o caseiro estava adorando, pois via o prazer em seus olhos e se trancava em não gozar, para mais carinho ganhar.
Para uma punheta, não esfolar a pele da pica a que se ter a lubrificação.
Por isso dei uma parada e fui com os labios bem pertinho da cabeça do caralho do caseiro.
E quando ia cuspir, ele num gesto ousado que estava faltando empurrou minha cabeça para a direção do seu caralho e eu para que meus dentes não o machucasse, abri a boca até o que pude.
E foi que a pica foi parar na minha garganta.
Dai por diante, liberada a barreira do proibido, mamei aquele caralho como que fosse uma chupeta.
Que por força do vicio até hoje ainda mamo.
E tão distraído estava, que numa dessas decida da boca até os culhões do caseiro.
Ele gozou e eu me engasguei.
Me recompei com a boca cheinha de leite e como uma cachorra, fiz uma limpesa completa naquela pica, deichando ela prontinha para outra demanda.
O caseiro adorou a mamada, agradeceu e disse que voltaria ao trabalho e eu o que iria dizer, se fui catar lã e sai tosqueada, com o cu piscando mais do que uma égua antes de ser montada.
Falei que o preito, foi invalido, pois a boca não tinha sido combinado.
O homem me olhou de cima em baixo e falou que o melhor mingau do mundo e aquele que se come pelas beiradas.
Por Bia.

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