#Assédio #Gay

A arbitragem de uma partida resulta em tempo de jogo após o término do jogo.

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Era uma noite quente em Recife, daquelas que grudam a roupa no corpo e fazem a gente pensar em coisas que não deveria. Eu, o árbitro principal daquele jogo noturno no Arruda, já tinha visto aquele cara em vídeos antigos de highlights: o tal de Victor, rebatedor canhoto do time da casa, cabeça raspada, pele morena queimada de sol, olhos verdes que pareciam faca cortando a noite. Sempre achei que tinha uma fome escondida naquele olhar. Naquela série de três jogos pelo campeonato regional, eu estava atrás do home plate na primeira partida. A entrada baixa da segunda já rolava quando ele veio rebater.

Victor se aproximou da caixa, batendo a madeira do taco no chão, o corpo todo tenso, músculos das costas e dos ombros se contraindo sob a camisa justa do uniforme. Quando ele girou o pescoço pra alinhar a visão, os tendões saltaram dos dois lados, formando aquela cavidade perfeita na base da garganta, um buraco pequeno, convidativo, que subia e descia com a respiração pesada. Meu pau deu um pulo dentro da calça só de imaginar meu leite enchendo aquele poço até transbordar.

A bola veio zunindo, eu chamei strike. Ele virou rápido, o rosto quase colado no meu.

— Essa foi fora, porra! Tá louco? — o bafo quente dele bateu na minha cara, cheiro de bala de hortelã misturado com suor fresco e perfume caro.

Eu nem sabia se ele tinha razão. Estava perdido no cheiro dele, no calor que saía do corpo suado tão perto. Ele percebeu que meus olhos travaram, se inclinou mais um centímetro, quase roçando a boca na minha orelha.

— Tá me olhando demais, hein, juiz? — sussurrou baixo, só pra mim.

O técnico dele veio correndo, gritando, fedendo a cigarro e cerveja velha. Acabou expulso. Victor voltou pro banco resmungando, mas antes de sentar lançou um último olhar que dizia: isso não acabou.

Depois do jogo, sozinho no vestiário dos árbitros, a água quente batendo nas costas, eu me encostei nos azulejos frios e comecei a me punhetar devagar, imaginando o pescoço dele cheio do meu gozo. Meu pau de 20 cm escorregava na mão ensaboada, a glande sensível pulsando. Gozei forte, jatos grossos batendo na parede, escorrendo devagar enquanto a água lavava tudo. Fiquei ali uns minutos, respirando pesado, ainda imaginando ele de joelhos.

Saí do banho, vesti a roupa, fechei o zíper da calça e caminhei pelo corredor escuro em direção ao estacionamento. A porta do vestiário do time da casa abriu de repente e lá estava ele, mochila no ombro, ainda com o uniforme suado.

— Vai chamar strike nisso também? — provocou, sorrindo de lado.

— Chamei o que vi, irmão — respondi, tentando manter a pose.

Ele estendeu a mão. Apertei. Segurei um segundo a mais. Ele apertou de volta, forte.

— Sem rancor, juiz. Foi só calor do jogo.

Caminhamos juntos até o estacionamento subterrâneo. Conversa fiada sobre o calor, o gramado ruim, o barulho da torcida. Quando chegamos nos carros, ele parou.

— Em que hotel você tá hospedado?

— No Mar Hotel, Boa Viagem.

— Longe pra caralho a pé numa noite dessas. Te levo, vai.

Hesitei. Ele insistiu.

— Relaxa, é só carona. Pra provar que não guardo mágoa.

Entrei no carro dele. Ele ligou o motor, esticou o braço pra pegar o cinto de segurança e a mão roçou alto na minha coxa. Meu pau respondeu na hora. Na saída do estacionamento ele se inclinou sobre mim pra pegar o ticket no porta-luvas. O rosto dele ficou a centímetros da minha virilha. Quando voltou, a mão deslizou de novo pela parte interna da perna.

— Acho que não li errado, né? — perguntou baixo, olhando direto nos meus olhos.

Coloquei a mão no volume da calça, apertando devagar.

— Não leu.

Ele sorriu, virou à esquerda na direção da Zona Sul, mas não pro hotel. Entramos num prédio chique na Rua das Ninfas, elevador privativo direto pro último andar. Assim que a porta fechou, ele me prensou contra a parede do elevador e me beijou com força, língua invadindo, mãos puxando minha camisa.

No apartamento, roupas voaram no chão do hall. Ele me empurrou pro quarto, me jogou na cama king size e caiu por cima. Beijos molhados, mordidas no pescoço, chupões que iam deixar marca. Desceu lambendo meu peito, mamilos, barriga, até chegar no pau duro. Lambeu a extensão toda, engoliu os ovos um por um, depois enfiou a língua no períneo, abrindo caminho até o cu. Subiu de novo e engoliu meu pau inteiro, garganta apertada pulsando.

Eu não aguentei. Levantei, segurei a cabeça dele e fodi a boca com força. Saliva escorrendo pelo queixo, pingando no peito dele. Quando senti o gozo vindo, tirei, inclinei a cabeça dele pra trás e gozei forte bem na base do pescoço, enchendo aquele poço que eu tinha fantasiado o dia inteiro. O leite branco escorreu devagar pelo peito definido, pingando na barriga depilada.

Ele se levantou, sêmen escorrendo, pau duro apontando pro teto.

— Cerveja? — perguntou, descendo as escadas pelado.

Lá embaixo, luz da geladeira iluminando os corpos suados. Peguei a garrafa gelada com uma mão, a outra já segurando o pau dele, masturbando devagar enquanto bebia. Ajoelhei, chupei até o talo, depois virei ele de costas, abri as nádegas e enfiei a língua fundo no cu apertado. Ele gemeu alto.

— Tem lubrificante lá em cima — disse ofegante.

— Não vou esperar — respondi.

Cuspi no pau, posicionei na entrada e empurrei devagar. Ele se contraiu, soltou um gemido rouco de dor misturada com tesão, respirou fundo e relaxou. Entrei até o talo. Comecei a meter forte, uma mão no pau dele, masturbando no mesmo ritmo. Ele gozou primeiro, jatos grossos batendo nos armários da cozinha. Continuei metendo, sentindo o cu apertar em volta de mim. Depois de uns bons quinze minutos, gozei dentro dele, enchendo o cu quente. Quando tirei, o sêmen escorreu pelas coxas dele e pingou no chão.

Tomamos banho juntos. Ensaboamos um ao outro, dedos entrando em cus, línguas explorando tudo. Voltamos pra cama. Ele me montou, cavalgando devagar no começo, depois acelerando, o pau dele batendo na minha barriga. Gozou de novo no meu peito. Virei ele de quatro, meti forte, levantei as pernas dele pros meus ombros e bati até não aguentar mais. Tirei na hora H e gozei outra vez no pescoço, enchendo o poço de novo. Ele gozou ao mesmo tempo, leite quente escorrendo pelas minhas costas e entrando na minha bunda.

Deitamos exaustos, corpos grudentos. Passei os dedos no sêmen acumulado no pescoço dele e sorri.

— Amanhã tem jogo de novo. Preciso descansar — falei.

— Da próxima vez você que vai levar, juiz. Quero sentir esse pauzão me abrindo de verdade — ele respondeu, mordendo meu lábio.

Saí do apartamento, semen ainda escorrendo pelas costas, chamei um táxi na porta. No dia seguinte eu apitaria na segunda base, mas minha cabeça já estava no depois do jogo, imaginando ele de quatro na minha frente, gemendo alto, pedindo mais.

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