O novinho perdeu a virgindade comigo
Aventura com um adolescente que ainda virgem, optou em me comer gostoso iniciando assim sua vida sexual
Como já disse em outros contos, eu sempre gostei e ainda gosto de ficar admirando os volumes dos machos que vejo por ai. Não tenho preconceitos com nada, nem idade, físico, cor, raça apenas gosto de admirar e talvez com um pouco de sorte ter um contato mais intimo com esses volumes.
Sendo assim, um certo dia, muda-se uma nova família na casa ao lado da minha, eram 4 pessoas, pai, mãe e dois filhos homens, um de 16 anos e outro de 20.
Como nunca deixei explícito o que sempre gostei, eu era considerado por eles apenas um cara comum que vivia sozinho, e nossa relação até que era boa depois que nos conhecemos e fizemos amizade.
Por várias vezes, presenciei Matheus (jovem de 16 anos ) lavando o carro na calçada, sem camisa e com seu corpo atlético proveniente da idade que tinha. Seus músculos aparentes num corpo delgado me deixavam aceso toda vez que o via nestas condições. No meio de suas pernas sempre brotava um volume arredondado que empurra seu short levemente para frente, e isso sempre enchia minha boca de água. Minha casa era um sobrado, que dava uma vista para a parte de trás da casa de Matheus, onde lá havia uma piscina que eles usavam as vezes em festas de fim de semana. Numa destas festas, eu sem querer olhei para o lado da casa dele onde vi Matheus só de sunga saindo da piscina, onde pude perceber o volume que existia dentro dela. Me escondi por trás da cortina de meu quarto e continuei admirando. A sunga molhada mesmo sendo escura, deixava aparecer os contornos de um pau adolescente que prometia muito prazer quando usado da maneira correta. Fiquei louco de desejo por ele só me imaginando retirando aquele pedaço de pano e caindo de boca naquele pau. Mas tive que me conter e me saciar com apenas dedilhadas em meu ânus imaginado esta cena.
Passaram-se alguns dias, e Matheus bate em meu portão onde vou atende-lo. Ele me diz se eu sabia trocar chuveiro, pois o dele havia queimado e não tinha ninguém na casa dele. Eu disse que sabia e poderia ajuda-lo sem problemas. Chegando lá, digo que não trocaria, mas ensinaria ele a trocar para não passar por esses perrengues novamente. Ele concorda.
Desligamos a energia, e fomos para o banheiro retirar o chuveiro queimado. Ele pega uma escada pequena de 3 degraus e sobe nela até o segundo degrau iniciando o desligamento dos fios e posteriormente começa a desenroscar o chuveiro conforme eu o orientava. Neste momento, quando ele retira o chuveiro, uma coluna de água cai sobre ele molhando sua camiseta e parte de seu short, que na hora deixou o tecido maleável e grudado em seu sexo, contornando todo o seu volume. Ele ri, e retira a camiseta molhada, eu olho aquilo e meu ãnus começa a piscar de desejo por ele. Ele desce da escada e pega o chuveiro novo, sobe a escada novamente só que agora ele vai até o terceiro degrau, ficando com a rola na altura exata do meu rosto, pois eu estava ao lado dele no box. Incontrolavelmente fico olhando seu volume no short parcialmente molhado, ele percebe e me pergunta o que estava olhando. Eu em tom de brincadeira pergunto se ele tinha cachumba e dou uma risada safada ainda olhando rapidamente para seu volume. Ele também ri ao mesmo tempo que passa a mão em sua rola por cima do short. Percebo que o volume deu uma leve aumentada, talvez pelo momento de sacanagem inocente. Ele continua colocando o chuveiro e eu olhando para seu pau, percebo que as vezes o seu short dava uns pequenos soquinhos, tipo o pau mexendo lá dentro. A escada dá uma tremida e ele se desequilibra, eu institivamente levo minhas mãos até ele tentando segura-lo, e inevitavelmente coloco uma mão em sua cintura e a outra recai sobre seu pau, que agora sinto estar meia bomba. Ele tira minha mão de seu pau e pergunta o que era aquilo. E eu respondo com outra pergunta. Pergunto por que ele estava com o pau meio duro perto de mim. Ele sem graça responde que as vezes o pau dele fica duro sem motivos, e ele não sabia porque ficava desse jeito. Um autêntico e delicioso problema de adolescentes penso eu. Olho para ele novamente e o volume está maior, ele ainda sobre a escada, tenta esconder com as mãos para eu não ver. Digo para ele que isso é normal e sempre vai acontecer nessa idade. Ele está vermelho de vergonha e eu tento acalma-lo. Digo para ele não ficar daquele jeito e que poderia confiar em mim e passo a mão em sua barriga. Olho para ele e pergunto se ele já tinha transado com alguém, e ele diz que não. Então eu digo que este era um dos motivos dele ficar daquele jeito. Olho nos olhos dele e pergunto se ele deixaria eu ver o que tinha dentro do seu short. Sem jeito e com uma voz confusa pelo tesão do pau duro e o medo, ele diz que não. Eu insisto mais uma vez, e digo que poderia lhe dar momentos de prazer jamais vividos por ele. Ele me pergunta como, e eu lhe digo que apenas precisa confiar em mim. Ele concorda e eu lhe digo para fechar os olhos e soltar as mãos. Ele faz isso meio tremulo. Eu então tendo ele ainda na escada, encosto ele na parede. Seu short estava empinado e esticado pra cima, revelando que alí embaixo havia um suporte rígido. Beijo sua barriga, depois coloco minha língua em seu umbigo, ele gosta e geme baixinho. Peço para ele não abrir os olhos ainda. Coloco minhas mãos em sua cintura e começo a abaixar seu short bem devagar. Quando o elástico do short chega na base de seu pau, o mesmo se enrosca e não desce mais, precisando eu esticar o short por cima da sua rola para continuar retirando ele. Eis que surge um pênis ereto, grosso e comprido bem na frente de meu rosto. Minha boca saliva automaticamente. Era um pênis que tinha a pele solta que deixava a cabeça exposta automaticamente quando ele ficava duro. Tinha algumas veias aparentes e aquele canudo saliente embaixo do pau. Era lindo de ver aquela rola de um novinho que nunca havia visto antes. Coloco a ponta da minha língua bem na racha da cabeça dele, e ele movimenta a rola pra cima num espasmo automático de prazer. Pego o pau dele e ainda sobram uns 3 dedos de rola descoberta, ele era alguém acima da média pelo que vi. Abocanho a cabeça de seu pau bem devagar e ele delira empinando a cintura na minha direção. Começo a chupa-lo até o talo, depois lambo suas bolas de tamanho médio e peludas. Ele geme e agora coloca a mão em minha cabeça me puxando contra seu pau pulsante. Abraço-o colocando minhas mãos em sua bunda e intensifico o vai e vem de minha boca gulosa por rola. Solto a rola dele que empina violentamente pra cima devido a forte rigidez, e com meu rosto fico me esfregando nela e sentindo o cheiro de um jovem macho. Fico passando a língua na parte de baixo da cabeça e ele delira empinando várias vezes o pau. Abocanho novamente e inevitavelmente ele solta seu leite em minha boca. Ele treme e geme gostoso empurrando sua rola dura dentro de minha garganta. Eu recebo seu leite bebendo tudo, e continuo lambendo ele como se fosse um sorvete. Ele agora me olhando, diz que aquilo foi a coisa mais gostosa que já sentiu e que havia adorado. Termino de chupa-lo e tirando o pau dele da boca, digo que poderia ser melhor que aquilo, e ele me pergunta como. Então eu saio do box, me viro de costas para ele e começo a descer meu short até o chão sem dobrar os joelhos. Neste momento deixo aparecer a calcinha que estava usando, onde o fiozinho dela estava enterrada no meu cuzinho depilado e cheiroso. Ele olha e fica sem palavras, apenas masturba seu pau que novamente começa a ficar duro. Vou até ele e pergunto se ele ainda confia em mim, ele diz que sim. Eu então me viro e encosto minha bunda em seu pau semi rígido, e começo a rebolar naquela vara gostosa de menino novo. Ele me abraça e eu pergunto se ele tem algum creme para o corpo. Ele diz que sim e pega um creme qualquer. Novamente eu me abaixo sem sobrar os joelhos, puxo a calcinha para o lado agora mostrando meu cu branquinho pra ele. Peço para ele passar o creme em meu rabo e ele faz conforme eu digo para ele fazer. Peço para ele enfiar o dedo, e com medo ele faz isso meio tenso. Eu rebolo em sua mão. Ele passa o creme em minha bunda onde ao encostar nele percebo que sua rola está dura ao máximo. Neste momento pego sua rola e fico pincelando ela no creme que está na minha bunda sedenta, e alinho ela com meu rabo piscante, e peço pra ele empurrar devagar. Ele faz isso sentindo agora que era mais apertado que a minha boca, onde lhe causava um maior prazer. O creme facilita a entrada e deu pau até que grande e grosso para a idade que tinha. A cabeça vence o aperto de meu cuzinho abrindo assim espaço para que o resto entre. Com uma vontade incontrolável de ser penetrado com força, eu vou para trás encostando ele na parede e automaticamente fazendo sua rola dura entrar com tudo no meu rabo. Ele geme de prazer e eu inicio o vai e vem por contra própria, ensinando ele como deveria ser feito numa possível próxima vez. A cada socada, eu rebolava em seu pau. Querendo sentir tudo dentro de mim, eu abro minha bunda ao máximo e soco ela na rola dele sentindo ela entrar até o talo em meu rabo. Ele não aguenta e goza dentro de mim loucamente. A cada jato de sêmen, sinto seu pau inchar em meu cuzinho esticado. Ele demora um pouco para retirar seu pau de mim, e eu deixo, prolongando meu prazer. Então ele retira e o seu caldo escorre de meu ânus molhando a calcinha que estava usando. Ele fica encostado na parede de olhos fechados e com a respiração ofegante. Eu me visto sem me limpar e peço para terminarmos de instalar o chuveiro. Ele me olha diferente agora, e diz que adorou aquela experiência. Eu vou embora e chegando em casa eu rapidamente retiro a calcinha e lambo o resto de sêmen que ainda estava nela. Depois disso, ainda tivemos outros momento juntos.
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Comentários (2)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkCARLOS: Menino de sorte ter um professor assim. Queria eu ter perdido a virgindade desse jeito gostoso.
Responder↴ • uid:b98xbqnqzow