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O garoto católico levou pau na portaria - Parte III Final

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p2moto

O patinho vai embora e eu preparei uma surpresa para o cuzinho dele.

Leiam os contos anteriores para contexto.

A empresa tem feito uma limpa nos funcionários e entre os que trabalham aqui, 2 foram demitidos. Então tem sobrado trabalho e eu tenho feito horas extras, tenho pego dois turnos também. Bom pra mim, em diversos aspectos rsrs

No dia 9 de fevereiro eu trabalhei de tarde e virei a noite. De manhã eu parecia um zumbi, mas faz parte.

Naquela tarde eu soube de algo terrível…

Vi algumas movimentações da mãe do meu putinho, arrumando algumas coisas no carro e tal. Plena segunda-feira de tarde, achei estranho e fui me aproximando para entender a história.

Ela me disse que ela estavam de mudança, iriam voltar para o Sul. Fiquei pensando: “e aquele putinho não me disse nada?”.

- “Ah, que bom! Lá é ótimo. E quando vocês vão?”, perguntei.

- “De madrugada”, disse ela.

Eu precisava fazer imediatamente um plano pra ter uma saideira com meu loirinho putinho. Na última vez eu tinha deixado meu número com ele, pra ele me chamar. Ele não me mandou mensagem, nem nada. Fiquei puto com ele e estava decidido: eu ia tirar aquele cabacinho.

Entre as idas e vindas da mãe dele da casa para o carro, perguntei se ela precisava de ajuda. Ela aceitou, pois precisava trazer algumas coisas mais pesadas para o carro como TV e computador, e o marido dela estava trabalhando.

Fui acompanhá-la até a casa. Entrei, olhei ao redor, não vi o moleque. Peguei a TV e fui levando para o carro enquanto ela carregava uma caixa de papelão fechada.

- “Seu menino gostou da ideia?”
- “Não muito, ele queria ficar aqui. Mas não tem jeito.”
- “A despedida da escola deve estar sendo dramática pra ele”
- “Despediu na semana passada, hoje deixei ele ficar em casa. Não está muito bem”.

Deduzi que ele estivesse na parte de cima, no quarto dele.

Voltamos para a casa e ela me pediu para subir e pegar o computador no escritório. Tirei o sapato antes de entrar, subi as escadas de meia. Lá em cima tem 5 portas e um corredor extenso. No fundo, o que parecia ser o quarto do casal. Nas outras portas eram 1 banheiro e o restante eram quartos, precisava encontrar qual era o escritório. Então fui olhando de porta em porta e me deparei com o meu putinho deitado de lado na cama, mexendo no celular.

Olhei ao redor, estávamos sozinhos. Entrei no quarto dele, ele me olhou e sorriu dizendo “Oiii tudo bem?”

Eu respondi baixinho:

- “Preciso ser rápido. Soube que você vai embora e preparei uma surpresa pra você. Se você quiser, me procure por volta da meia noite. Estarei na portaria.”

Me aproximei dele, coloquei a mão por dentro do edredom e apertei a bunda dele.

Saí rápido e fui continuei, a próxima porta era o escritório. Já estava tudo desmontado, peguei e levei até o carro.

A noite estava caindo, voltei para a portaria. Jantei, fiz algumas coisas e esperei o tempo passar.

Carro vai, carro vem. E recebo uma mensagem no celular, olhei a notificação que dizia: “Oiii queria ir aí.”

Ainda eram 22h30, e eu respondi: “Vem e apague a conversa”.

Logo ele bateu na porta. Quando abri, ele estava lá com shortinho curto de dormir e uma regata. Mandei ele entrar e tranquei a porta.

- “Eai, você ia embora sem me falar nada?”

- “Ai, desculpa. Eu fiquei sem jeito”.

Me aproximei dele, tirei o cabelo do rosto dele, passei o dedo nos lábios carnudos dele e ele estático, com a boca mole.

-“Saudades da minha rola? Tem feito alguma coisa assim?”

-“Não fiz nada. Sim, posso ver?”

Meu pau começou a ficar duro, eu tirei a regata dele, tirei o shortinho e revelou a cueca que tirei também. Aquele moleque branquinho, do cuzinho que vi outro dia, agora estava ali pra mim e com mais tempo. Vou aproveitar.

Comecei a colocar o polegar na boca dele, ele começou a chupar meu dedo. Língua macia, boca quente. Mandei ele sentar na cadeira e fiquei em pé na frente dele. Mandei ele abrir o zíper da minha calça e puxar a cueca. Ele fez e meu pau saltou pra fora, estava duro, com algumas veias saltadas que tenho. Meu pau não é muito grande, mas é grosso.

Falei que ele já sabia o que fazer. E ele começou a me mamar. Eu estava com saudade daquela boquinha na minha pica. A visão era linda, aquela cabecinha loira indo e vindo no meu pau.

Eis que um carro chegou, abri o portão com o controle, ele tirou meu pau da boca pra olhar lá fora. Um fio de saliva ficou ligando meu pau a boca dele e eu mandei ele continuar.

Então eu abri o botão da calça e abaixei calça e cueca. Pra que ele pudesse desfrutar de todo o meu pau sem nada atrapalhando.

-“Onde está a sua mãe, putinho?”

Ele tirou o pau da boca, engoliu saliva e semen, pra dizer que ela foi tomar banho pra dormir. E voltou a mamar. Ele chupava como se fosse a última mamada da vida dele, com fome, sugando meu pau, devorando.

Então puxei ele pelo cabelo pra tirar meu pau da boca dele, perguntei se ele tinha se lavado, ele disse que sim, e eu disse que ele iria sentar na pica. Pra quem é virgem, é difícil. Eu não tinha lubrificante, mas tinha outros produtos que poderiam ajudar. Creme de cabelo que era de uma das porteiras e gel de cabelo de algum porteiro, tudo no armário.

Peguei os dois no armário, coloquei na mesa. Abri o creme, passei o pau duro dentro do pote pra encher de creme e fechei. Sentei na cadeira, mandei ele espalhar o creme no meu com a mão e passar no cuzinho o que ficar de excesso. Mamei ele vir por cima.

Ele veio, sentou de frente pra mim, bem colado, quase em cima da minha barriga. Aos poucos eu comecei a dedar o cuzinho dele, mandei ele empinar a bundinha, e fui conseguindo colocar a ponta do dedo no cuzinho. Ele começou a gemer baixinho no meu ouvido. E eu fui colocando o dedo cada vez mais.

Quando coloquei a metade do dedo médio, comecei a colocar dois dedos, acrescentando o indicador. Ele piscou o cuzinho, o creme estava acabando mas se eu pegasse mais alguém poderia questionar. Peguei o gel pra continuar a brincadeira.

Melei o cuzinho dele de gel e coloquei dois dedos. Quando ele começou a ficar confortável e todo mole no meu colo, botei ele pra sentar na rola.

Guiei a cintura dele, e a cabeça do meu pau encaixou no cuzinho dele. Ele fez uma cara de dor e ao mesmo tempo deu um sorriso mordendo o lábio inferior. Ele tava doido pra dar o cuzinho.

Então só comecei a fazer movimentos com a cintura e fui deixando ele escorregar no meu pau. Logo entrou tudo, e mandei ele mexer a cintura pra cima e pra baixo, rebolar e quicar na rola. Ele começou e mexer a cintura, rebolar um pouco com meu pau enterrado no cuzinho. O pintinho dele estava duro, comecei a bater uma pra ele, instigar o putinho. E ele ficou maluco de tesão, começou a mexer a cintura mais rápido, logo ele começou a quicar um pouco em cima de mim na cadeira, dava pra ouvir o barulhinho do meladinho que meu pau criou com o cuzinho dele.

Ele quicando, gemendo baixinho no meu ouvido, eu batendo uma no pauzinho dele. Puxei o cabelo dele, a cabeça foi junto e beijei o pescoço dele, disse que hoje ele será minha puta. Ele se arrepiou inteiro, abriu um sorriso enquanto quicava com os olhos fechados.

Olhei para o armário, que estava com a porta aberta e tinha um espelho. O reflexo dele sentando era maravilhoso, dava pra ver a base do meu pau e as minha bolas, e a bundinha dele subindo e descendo.

Mandei ele levantar, ele levantou devagar, meio sem jeito com o cuzinho aberto. Disse pra ele se apoiar na mesa e empinar o rabinho, ele fez na hora. Cheguei por trás e comecei a colocar meu pau. Ele tentou me empurrar pra trás com as mãos, eu segurei as duas mãos dele em cima da bunda, ele ficou imóvel, e eu comecei a socar forte.

Meti com força naquele putinho, a mesa fazia barulho batendo na parede e eu nem estava ligando, queria era foder aquele moleque. Ele começou a gemer um pouco mais alto, em cada estocada forte ele soltava um gemidinho de puta. Dava tapa na bunda dele, dos dois lados pra deixar marca, pra ele ver e lembrar nos próximos dias que um macho comeu ele bem comido.

Logo eu puxei o cabelo dele, ele abriu a boquinha e a cabeça veio pra trás, gozei firme dentro do cuzinho dele enquanto dizia: “Essa porra é pra você nunca esquecer o sonho que viveu na rola de um macho. Pra você contar para seus amiguinhos putinhos”.

Tirei o pau do cuzinho dele, o cuzinho ficou todo aberto, inchado e escorrendo leite. Ele ficou jogado na mesa alguns minutos até se recuperar. Eu mandei ele chupar o resto de porra que tinha.

Ele se recuperou, mandei ele se vestir e ir pra casa limpar a porra e disse que quando ele quisesse, mandasse mensagem que iria ver meu pau novamente.

Deixo uma foto da minha rola, pra vocês imaginarem as cenas com mais detalhes.

Fui!

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Comentários (3)

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  • Maryninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:1dy0a2lpoqib
  • Rafael: Adorei o cacete!

    Responder↴ • uid:81rkxrn20i
  • Pica grande: Pq vc não mostra esse cuzinho gostoso dele

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b