Leite de pai, leite de filho
Lucas gostava de gozar no Toddy do papai, mas um dia ele descobriu que seu pai não era tão inocente.
Lucas tinha 14 anos, mas seu corpo ainda carregava aquela aparência de menino que nunca terminou de crescer de vez. Ele era magro, ombros estreitos, cintura fina, sem nenhum pelo no peito ou na barriga — só uma penugem rala e clara que mal se via na virilha. As pernas eram finas, quase sem definição muscular, e os braços pareciam os de um pré-adolescente, longos e desengonçados. O rosto ainda tinha traços suaves: bochechas cheinhas quando sorria, pele lisa sem barba nenhuma, olhos grandes e cílios longos que faziam as meninas da escola chamarem ele de “fofinho” pelas costas. Ele odiava isso, mas no fundo gostava da sensação de ser pequeno, delicado, quase intocado.
E o pau… ah, o pau era a parte que mais reforçava essa sensação de “ainda não é homem de verdade”. Mesmo quando ficava completamente duro pela manhã, mal chegava a 11 cm — fino, reto, com veias discretas que mal se destacavam. A pele era clara, quase rosada, a glande pequena e arredondada, sensível demais, babando um pré-gozo ralo e transparente só de encostar. As bolas eram pequenas também, apertadinhas contra o corpo, cobertas por uma penugem loira quase invisível. Quando ele se masturbava, o pau inteiro cabia fácil na palma da mão; dois dedos e o polegar bastavam pra envolver tudo. Não era feio, era… infantil.
Todo dia, às 6:40 da manhã, ele descia as escadas devagar, ainda sonolento, o coração já acelerando só de pensar no que ia fazer. Vestia só a cueca boxer cinza velha, aquela que ficava meio folgada nas coxas magras e marcava o volume pequeno na frente. A casa estava silenciosa; o pai ainda dormia no quarto do andar de cima. Lucas gostava dessa meia-luz azulada que entrava pela janela da cozinha, do frio do piso de cerâmica nos pés descalços, do cheiro leve de café que o pai deixava na cafeteira programada.
Ele abriu a geladeira devagar, pegou as duas canecas de cerâmica grossa. A preta era a dele — menor, com borda ligeiramente lascada. A vermelha era do pai — maior, mais pesada, com o interior já meio manchado de uso antigo. Colocou duas colheres cheias de Toddy em cada uma, o pó escuro caindo em montinhos irregulares. Depois, leite gelado da caixa grande, enchendo devagar até quase a borda, deixando um espaço de uns dois dedos pra… aquilo.
Lucas respirou fundo. Olhou pros lados, mesmo sabendo que estava sozinho. Abaixou a cueca boxer até o meio da coxa, deixando o elástico marcar uma linha vermelha na pele clara. O pau já estava meio duro só de antecipação — apontando pra cima, pequeno, reto, a cabecinha já úmida. Ele segurou com a mão direita, envolvendo tudo com facilidade. Dois dedos na base, polegar em cima, e começou a se masturbar devagar no começo, depois mais rápido.
Ele fechava os olhos e imaginava o pai bebendo. Imaginava o homem grande, de 42 anos, corpo largo e peludo, barba rala, braços grossos, pau pesado que ele só tinha visto de relance no banheiro uma ou duas vezes. Imaginava o pai levando a caneca vermelha à boca, sentindo o gosto sutil, engolindo sem saber — ou talvez sabendo, quem sabe? — e isso fazia o tesão subir rápido.
A punheta era curta. Uns 30, 40 segundos no máximo. O pauzinho pulsava forte na mão dele, a glande inchava um pouquinho mais, ficava mais vermelha. Ele gemia baixinho, quase um suspiro, e então gozava. Saía pouco. Três jatos fininhos no primeiro, quase transparentes, depois mais dois ou três menores, brancos leitosos, ralos, que pingavam devagar no leite. O sêmen mal formava uma nuvem visível; dissolvia rápido no chocolate escuro, deixando só um leve brilho oleoso na superfície quando mexia. O volume total? Talvez 3 ml, no máximo. Pouco. Fininho. De menino.
Ele mexia com a colher devagar, sentindo o calor residual do próprio gozo se misturar ao frio do leite. Lambia a ponta da colher, provando o gosto salgado misturado ao cacau doce. Guardava o pau ainda meio mole dentro da cueca, a cabecinha sensível roçando no tecido úmido, e subia pra tomar banho. O pai descia minutos depois, pegava a caneca vermelha, dava um gole grande, sorria e dizia:
— Caralho, Lucas, tá ficando cada vez melhor esse achocolatado. Tá com um gostinho especial hoje.
E Lucas sentia o rosto queimar, o pauzinho dando um pulinho discreto dentro da calça jeans.
Isso durou meses. Todo santo dia.
Até aquela quinta-feira em que tudo mudou.
Lucas chegou na porta da cozinha e parou. O pai estava lá, de costas, bermuda de tactel abaixada até os tornozelos. O corpo largo, peludo, inclinado sobre a pia. A mão enorme envolvia um pau grosso, pesado, veias saltadas, uns 19–20 cm fácil, a glande inchada e vermelha brilhando de baba e pré-gozo. A caneca preta — a do Lucas — estava posicionada bem embaixo.
O pai batia devagar agora, exibindo, gemendo rouco:
— Toma… toma tudo do pai, filhão…
Lucas sentiu o pauzinho dele endurecer instantaneamente dentro da cueca, mesmo sendo tão pequeno perto do que via.
O pai virou o rosto, sem parar de se masturbar. Olhos nos olhos. Nenhum dos dois piscou.
— Você acha que eu não sentia, né? — voz grave, quase um rosnado. — Todo dia eu engolia você… pouco, fininho, mas eu sentia o gosto do meu menino.
Lucas engoliu em seco. A cueca já molhada na frente.
— E você… tá gozando no meu agora?
O pai sorriu safado, apertou a base do pau grosso e deu uma punhetada lenta, fazendo um fio grosso de pré-gozo pingar dentro da caneca preta.
— Tô. E você vai beber tudinho. Igual eu bebo o seu… só que o meu é bem mais.
Ele acelerou. O pau pulsava forte. De repente soltou um gemido longo e grosso jorrou — jato atrás de jato, branco leitoso, cremoso, muito mais denso e abundante que o do filho. Cinco, seis, sete jatos fortes, enchendo a caneca preta até quase a metade do leite com porra. O sêmen do pai era grosso, opaco, grudava nas paredes da caneca antes de se misturar devagar ao chocolate. O cheiro era forte, macho, adulto.
Lucas não aguentou. Abaixou a cueca na hora. O pauzinho dele, ereto, fino, apontando pra cima, já babando. O pai olhou pra baixo, deu um riso baixo de satisfação.
— Olha só… tão bonitinho. Pequeno, mas duro pra caralho.
Sem mais palavras, Lucas ajoelhou. Segurou a base daquele pau grosso com as duas mãos — mal conseguia fechar os dedos em volta — e levou à boca. Mal cabia. Chupou a glande, lambendo o resto do gozo que ainda pingava, sentindo o gosto salgado e forte. O pai segurou a nuca dele e empurrou devagar, fodendo a boquinha do filho com calma.
Depois inverteu. O pai se ajoelhou, pegou o pau pequeno do Lucas inteiro na boca de uma vez — sem esforço — e chupou forte, a língua grossa rodando na cabecinha sensível. Lucas gemeu alto, as pernas tremendo.
— Pai… eu vou…
— Goza, moleque. Enche a boca do pai.
Lucas gozou rápido, jatos finos e quentes, pouca quantidade, mas o pai engoliu tudo lambendo os beiços depois.
Levantaram. Pegaram as canecas. O pai misturou o resto do gozo dele na preta, mexeu. Entregou pro filho.
— Bebe o do pai.
Lucas levou à boca. O gosto era intenso, cremoso, muito mais forte e volumoso que o dele próprio. Tomou goles grandes, sentindo o sêmen grosso descer pela garganta.
O pai pegou a vermelha, bebeu o gozo ralo do filho misturado ao chocolate.
— O seu ainda é pouquinho… mas eu gosto. Gosto de saber que é você.
Os dois se olharam, canecas na mão, paus ainda semi-duros — o do pai pesado e grosso pendurado, o de Lucas pequeno e vermelho de tanto tesão.
— Amanhã… — o pai começou.
— Amanhã eu quero ver você gozando mais ainda — Lucas respondeu, já se tocando de novo.
Saíram juntos. Como sempre.
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Comentários (1)
Gab: Delícia
Responder↴ • uid:on90os9209