Submissão e Desejo
Eu sou Victor, o homem que sabe ler os desejos mais profundos de uma mulher como você. Aqueles que você esconde por trás de infinitas máscaras.
Eu sou Victor, o homem que sabe ler os desejos mais profundos de uma mulher como você. Aqueles que você esconde por trás de um sorriso educado durante o dia, mas que explodem à noite, quando você se toca sozinha, imaginando ser tomada, controlada, usada sem misericórdia. Eu vejo isso nos seus olhos, mesmo que você nunca tenha me encontrado. E agora, vou te contar uma história que vai te deixar molhada, ofegante, desejando me procurar no privado para implorar por mais. Prepare-se, porque cada palavra é um toque, cada frase um comando que vai te fazer tremer.
Tudo começou com Sofia, uma mulher como você – forte, independente, com 32 anos, dona de um corpo curvilíneo que virava cabeças nas ruas de Rio de Janeiro. Seus seios fartos, cintura fina e quadris que balançavam como um convite silencioso. Mas por dentro, ela queimava com uma fantasia que a consumia: ser dominada por um homem que não pedisse permissão, que a transformasse em sua posse absoluta. Ela fantasiava com mãos firmes apertando sua pele, voz grave ordenando que se ajoelhasse, e um pau grosso a preenchendo até o limite, fazendo-a gemer como uma cadela no cio. Eu a encontrei em um app discreto, onde ela postava fotos sugestivas – uma em lingerie preta, os mamilos marcados no tecido fino, outra de costas, mostrando a tatuagem na base da espinha que implorava para ser traçada com a língua.
Eu mandei a primeira mensagem: "Você acha que aguenta ser minha? Prove mandando uma nude agora." Ela hesitou, mas o tesão venceu. Enviou uma foto dela nua no espelho, pernas ligeiramente abertas, a umidade brilhando entre as coxas. "Boa garota", respondi. "Agora, venha para o meu apartamento. Vista algo fácil de rasgar." Sofia chegou à noite, o coração acelerado, vestindo um vestido curto que abraçava suas curvas perfeitas. Eu a esperei na porta, alto, musculoso, com um olhar que a despia antes mesmo de tocá-la. Puxei-a para dentro pela mão, fechei a porta com um chute e a encostei na parede. "De joelhos", ordenei, voz baixa e autoritária, como um rugido contido.
Ela obedeceu, os joelhos tocando o chão frio, olhos erguidos para mim com uma mistura de medo e excitação. Eu desabotoei a calça devagar, deixando-a ver o volume crescendo. "Abra a boca, e chupe como se sua vida dependesse disso." Seu pau – meu pau – era grosso, veias pulsantes, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sofia o tomou nos lábios macios, lambendo a base devagar, subindo até a ponta, engolindo centímetro por centímetro. Eu segurei seu cabelo em um punho firme, guiando o ritmo, empurrando mais fundo na sua garganta até que ela engasgasse, lágrimas escorrendo, mas os gemidos dela eram de puro prazer. "Isso, engula tudo, sua putinha safada. Você adora ser usada assim, não adora?" Ela assentiu, chupando com mais fome, sentindo o gosto salgado, o cheiro almiscarado me dominando.
Não parei aí. Levantei-a pelos braços, rasguei o vestido com um puxão violento, expondo seus seios pesados, os mamilos rosados e endurecidos como pedras. Apertei um deles com força, torcendo levemente, enquanto a outra mão descia para entre suas pernas. Ela estava encharcada, o clitóris inchado, implorando por atenção. "Olhe para mim enquanto eu te toco", disse, circulando o botão sensível com o polegar, devagar no início, depois mais rápido, fazendo-a arquear as costas contra a parede. Seus gemidos enchiam o ar – "Por favor, Victor... mais..." – mas eu parei de repente. "Implore direito. Diga que quer ser minha escrava." "Eu quero ser sua escrava, me use, me foda até eu não aguentar mais", ela sussurrou, voz trêmula.
Levei-a para o quarto, jogando-a na cama king size com lençóis pretos que contrastavam com sua pele clara. Amarrei seus pulsos na cabeceira com algemas de couro macio, mas inescapáveis, e espalhei suas pernas, amarrando os tornozelos nas laterais. Ela estava exposta, vulnerável, a boceta rosada e molhada brilhando sob a luz fraca do abajur. Eu me ajoelhei entre suas coxas, inalando seu aroma doce e excitado. "Vou te lamber até você implorar para gozar." Minha língua traçou sua entrada devagar, lambendo os lábios internos, subindo para o clitóris, sugando-o com força enquanto dois dedos entravam nela, curvando-se para acertar aquele ponto sensível lá dentro. Sofia se contorcia, os quadris se erguendo, gemendo alto – "Ah, Victor, isso... não para..." – mas eu parava sempre no limite, deixando-a à beira do orgasmo, torturando-a com prazer negado.
Quando ela estava louca de tesão, suando, implorando, eu me posicionei sobre ela. Meu pau roçou sua entrada, provocando. "Diga que quer ser preenchida, que quer sentir cada centímetro me possuindo." "Por favor, me preencha, me foda forte", ela choramingou. Entrei nela de uma vez, profundo, sentindo suas paredes apertadas se contraindo ao meu redor. Comecei devagar, estocadas longas e deliberadas, saindo quase todo para entrar de novo, batendo no fundo. Seus seios balançavam a cada movimento, e eu os apertava, mordendo os mamilos até deixá-los vermelhos. Acelerei, fodendo-a com força, o som de pele contra pele ecoando no quarto, misturado aos seus gritos de êxtase. "Você é minha agora, toda minha. Goze para mim, goze no meu pau."
Ela explodiu em um orgasmo avassalador, o corpo convulsionando, apertando-me como um torno, mas eu continuei, virando-a de bruços sem desamarrá-la, erguendo sua bunda perfeita. Dei um tapa forte, vendo a marca vermelha surgir, depois outro, enquanto entrava por trás, mais fundo ainda. "Adore isso, adore ser dominada e usada como uma boneca." Sofia gemia, pedindo mais tapas, mais força, até que gozou de novo, esguichando no lençol. Eu a usei por horas – mudando posições, usando um plug anal para dobrar o prazer, vibradores para torturá-la, fazendo-a chupar depois de gozar dentro dela, provando o nosso gosto misturado. No final, desamarrei-a, mas a marquei com beijos possessivos no pescoço, na barriga, nas coxas. "Se quiser repetir, mande uma mensagem no privado. Envie nudes, diga seus desejos mais sujos, e eu te domino de novo – talvez até mais forte."
Sofia voltou muitas vezes, viciada no meu controle, no prazer que só eu podia dar. E você? Se essa história te deixou com as pernas fracas, a boceta latejando, imaginando minhas mãos em você, me procure agora. Mande uma mensagem privada, envie uma foto sexy ou um nude mostrando o quanto você está excitada. Diga: "Victor, me domine." Eu estou esperando, pronto para te transformar na minha próxima submissa perfeita. Não resista – você sabe que quer isso.
Telegrama: @Omelhorprofessor
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Comentários (1)
kristana: acaso é obstetra?
Responder↴ • uid:5h7a9hr9