#Sado

Sexo, Desejo e Ordem

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Omelhorprofessor

Era uma noite chuvosa em São Paulo, o tipo de noite que faz a cidade pulsar com segredos não ditos.

Era uma noite chuvosa em São Paulo, o tipo de noite que faz a cidade pulsar com segredos não ditos. Ana, uma mulher de 28 anos, executiva bem-sucedida durante o dia, carregava um desejo profundo que ninguém no seu círculo social imaginava. Ela ansiava por ser dominada, por entregar o controle a alguém que soubesse exatamente como usá-la, como transformá-la em um instrumento de prazer puro e sem limites. Fantasias de ser amarrada, ordenada, usada sem piedade preenchiam suas noites solitárias, deixando-a molhada e frustrada, tocando-se sozinha enquanto imaginava um homem forte, confiante, que a faria implorar por mais.

Tudo mudou quando ela o encontrou online, em um fórum discreto sobre desejos ocultos. Ele se chamava Victor, e suas mensagens eram como comandos velados: "Você sabe o que quer, mas precisa de alguém para te mostrar o caminho." Ana sentiu um arrepio ao ler aquilo. Eles trocaram fotos – dela, em lingerie vermelha, posando de forma provocante; dele, um torso musculoso, com mãos que pareciam feitas para apertar e possuir. "Venha para mim", ele escreveu. "Deixe-me te dominar."

Ela hesitou, mas o tesão venceu. Marcou um encontro em um hotel discreto no centro da cidade. Ao chegar, o quarto estava escuro, iluminado apenas por velas tremeluzentes. Victor a esperava, alto, com olhos penetrantes que a fizeram tremer antes mesmo de ele tocar nela. "Tire a roupa", ele ordenou, voz grave e inabalável. Ana obedeceu, sentindo o ar frio contra sua pele nua, os mamilos endurecendo de excitação e medo misturados.

Ele se aproximou, amarrando suas mãos atrás das costas com uma corda macia, mas firme. "Você é minha agora", sussurrou em seu ouvido, mordiscando o lóbulo enquanto uma mão descia para apertar sua bunda com força. Ana gemeu, o corpo traindo qualquer resistência. Ele a empurrou para a cama, de joelhos, e a fez abrir a boca. "Chupe devagar, prove cada centímetro." Seu pau era grosso, pulsante, e ela o engoliu com avidez, sentindo-o crescer na sua garganta enquanto ele segurava seu cabelo, controlando o ritmo. Lágrimas escorriam pelos seus olhos, mas o prazer era avassalador – ser usada assim, sem escolha, era exatamente o que ela sonhava.

Victor a virou de bruços, espalhando suas pernas. "Implore por isso", ele disse, dedos traçando sua umidade, circulando o clitóris sem penetrar. "Por favor, me use... me foda como sua puta", Ana sussurrou, voz rouca de desejo. Ele riu baixinho, entrando nela com uma estocada profunda, possessiva. Cada movimento era deliberado, forte, fazendo-a gritar de prazer enquanto ele alternava entre tapas na bunda e carícias suaves, mantendo-a no limite. "Você adora ser dominada, não é? Ser minha escrava por uma noite inteira." Ana assentiu, o orgasmo se aproximando como uma onda inevitável.

Ele não parou. Virou-a de costas, amarrando suas pernas abertas, expondo-a completamente. Usou um vibrador para torturá-la, ligando e desligando enquanto lambia seu pescoço, mordendo seus seios. "Envie nudes para mim depois, prove que você é minha", ele murmurou, enquanto a penetrava novamente, mais fundo, mais rápido. Ana gozou forte, o corpo convulsionando, mas ele continuou, usando-a até que ela estivesse exausta, suada, marcada por seus toques.

Ao amanhecer, Victor a desamarrou, beijando sua testa. "Se quiser mais, me procure no privado. Mande uma foto sexy, diga que quer ser dominada de novo." Ana saiu dali transformada, o corpo dolorido de prazer, a mente cheia de imagens. Ela sabia que voltaria – e talvez você também saiba, se esse fogo queima em você.

Se essa história te deixou molhada, imaginando ser usada assim, me mande uma mensagem privada. Conte seus desejos, envie uma foto provocante, e quem sabe eu não te domino de verdade? Estou esperando.
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