#Incesto

Meu sogro é um tarado! Flagrei ele com minha filha e me lasquei também.

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Nunca imaginei que uma visita surpresa do meu sogro fosse transformar minha casa em Recife num puteiro particular, com ele arrombando minha filha Júlia de 19 anos bem na minha frente, eu gravando tudo enquanto me dedava como uma vadia louca, depois ele me pegando no flagra, me humilhando, me fodendo sem piedade na cozinha e ainda me rasgando o cu com dor até eu implorar por mais. Quer ver cada detalhe sujo, cada gemido abafado, cada jato de porra quente que gravei nas minhas aventuras mais safadas? Então segura o fôlego, porque essa história vai te deixar com o pau latejando e a buceta pingando até o final.

Me chamo Selma, tenho 35 anos, sou uma negona baixa e curvilínea que mora num apartamento de frente pro mar em Boa Viagem, Recife. Peitos grandes e pesados que balançam quando eu ando, bunda enorme e empinada que chama atenção na rua, corpo magrinho mas cheio de carne nos lugares certos, cabelos cacheados que descem até o meio das costas. Minha filha Júlia, 19 anos recém-completos, é a minha cara: rabão redondo e grosso que faz os moleques do condomínio babarem, cinturinha fina, coxas grossas que roçam uma na outra quando ela anda, peitinhos pequenos mas durinhos, pele morena brilhando de óleo de coco. Meu marido trabalha embarcado na plataforma de petróleo, 15 dias no mar e 15 em terra, e nesses períodos eu fico sozinha com a Júlia, curtindo a vida de dona de casa safada.

O sogro, Osmar, 65 anos, mora lá pro lado de Olinda, um coroa alto, barrigudinho mas com braços fortes de quem trabalhou a vida inteira, cabelo grisalho curto e um olhar que sempre me deixava meio sem jeito. Ele sempre foi educado, carinhoso com a gente, mas eu nunca desconfiei que por baixo daquela camisa xadrez batida tinha uma rola grossa e comprida que ia bagunçar tudo.

Era uma noite quente de janeiro, o ventilador da sala girando devagar, quando a campainha tocou. Eu tava só de babydollinho transparente, aqueles pretinhos curtinhos que mal cobrem a bunda, sem calcinha porque em casa eu gosto de sentir o ar batendo na buceta. Abri a porta e lá estava ele, sorrindo de orelha a orelha, mala na mão, olhos descendo direto pros meus peitos que balançavam livres. “Selma, minha nora linda!”, ele disse, me puxando pra um abraço apertado. Senti o cheiro dele, suor misturado com colônia barata, e o corpo quente roçando no meu. Júlia veio correndo do quarto, de shortinho e regata, se jogou no pescoço do avô. Ele riu, passou a mão nas costas dela, descendo um pouco mais do que devia, apertando de leve aquele rabão que eu conhecia tão bem.

Contei que o marido só voltava dali cinco dias. Ele murchou, disse que era surpresa pro filho também, que ia embora. Eu insisti: “Fica, Osmar, pelo menos essa noite. Amanhã você decide.” Ele aceitou, tomou banho no banheiro da Júlia, saiu só de bermudão folgada, e ficamos os três na sala vendo um filme de ação na TV grande. Júlia deitou no colo dele, cabeça no peito, ele fazendo carinho nos cabelos dela, dedos descendo pro ombro, roçando de leve a lateral do peito pequeno. Eu fingi não ver, mas meu coração já batia mais forte. Fiquei com sono, fui dormir. Ela disse que ia ficar até o final.

No dia seguinte acordei com cheiro de café e pão na chapa. Saí do quarto quase pelada, lembrei dele, vesti o babydollinho de novo. Osmar tava na cozinha, de regata e bermuda, fritando ovos, assobiando. Ajudou no almoço, limpou a casa, brincou com a Júlia no playground do condomínio à tarde. À noite tudo normal, filme de novo, eu fui dormir cedo.

Mas de madrugada, por volta das três, acordei com um pressentimento estranho. Levantei devagar, pé ante pé, pra não fazer barulho. A sala tava vazia. A porta do quarto da Júlia entreaberta, luzinha do abajur acesa. Ouvi primeiro um chorinho abafado, depois o som inconfundível de carne batendo em carne, estocadas molhadas, rápidas. Meu estômago gelou. Cheguei devagar, encostei o rosto na fresta.

Lá estava ele: Osmar completamente pelado, corpo suado brilhando, barriga encostada na bunda da Júlia que tava de quatro na cama, rosto enterrado no travesseiro pra abafar os gemidos de dor. A rola dele era enorme, grossa como meu pulso, veias saltadas, entrando e saindo da bucetinha rosada da minha filha com força bruta. Cada vez que ele metia até o talo, Júlia trincava os dentes, lágrimas escorrendo, corpo tremendo, mas a bundinha empinava sozinha, como se pedisse mais. “Calma, minha netinha gostosa… aguenta o pau do vovô”, ele sussurrava rouco, segurando os quadris dela, metendo sem dó. O cheiro de sexo enchia o quarto: suor, buceta molhada, porra pré-gozo. Eu fiquei paralisada, celular na mão tremendo, mas gravei tudo. A rola saindo brilhando, entrando de novo, bolas batendo no clitóris dela. Júlia soluçava baixo: “Ai avô… dói… mas não para…”

Meu corpo traiu. Um calor subiu pela barriga, buceta latejando, mel escorrendo pela coxa. Lembrei da minha primeira vez, com 18 anos, um cara mais velho me rasgando na praia de Boa Viagem. Comecei a me dedar ali mesmo, dois dedos entrando fácil na minha buceta encharcada, polegar no clitóris inchado. Tentava não gemer, mordia o lábio. Osmar acelerou, rosnou: “Vou gozar, porra!” Tirou a rola, virou a Júlia de frente, segurou o rosto dela e jorrou uma porra grossa, branca, quente, cobrindo as bochechas, a boca aberta, pingando no queixo. Ela tossiu, engoliu um pouco sem querer. Eu quase gozei junto, mas ouvi um barulho meu, saí correndo pro quarto. Ele saiu do quarto dela com a rola ainda semi-dura, babada, deitou no sofá como se nada tivesse acontecido.

Não dormi. Fiquei vendo o vídeo no celular, dedo na buceta de novo, gozei duas vezes pensando naquela rola destruindo minha filha. No dia seguinte fingi normalidade. Júlia acordou sorrindo, como se nada, foi brincar no playground com as amigas. Fiquei sozinha com ele na cozinha.

Respirei fundo, mostrei o vídeo: “Seu tarado do caralho, você fodeu a própria neta! Vou mandar pro seu filho agora!”

Ele olhou o celular, sorriu devagar, agarrou meu pulso com força: “Gravou antes ou depois de você se dedar na porta, sua vadia safada? Eu vi tudo, Selma. Vi você enfiando dedo na buceta enquanto eu arrombava a Júlia.” Meu sangue gelou. Ele me prensou contra a pia, pau duro roçando minha barriga por cima da bermuda. “Mostra pro meu filho. Eu conto que você gostou, que se masturbou até gozar, que até deixou eu comer a menina pra depois comer você também.”

Lágrimas encheram meus olhos, mas minha buceta pulsava. Ele apertou meu pescoço com uma mão, a outra rasgou o babydollinho, peitos pulando pra fora. “Sempre quis te foder, Selma. Você é gostosa demais pro meu filho. A Júlia é só uma cópia mais nova de você, por isso eu comi ela primeiro.” Chupou meu peito esquerdo com força, mordendo o bico, enquanto enfiava dois dedos grossos na minha buceta molhada. Eu chorava, mas gemia baixo. Ele me ajoelhou, tirou a rola pra fora – enorme, cabeça roxa brilhando – e enfiou na minha boca até a garganta. Engasguei, lágrimas escorrendo, baba pingando nos peitos. “Chupa, putinha. Engole o pau do sogro.”

Depois me virou de costas, jogou meu corpo na pia, puxou o short pro lado e meteu tudo de uma vez na buceta. Estocadas brutas, mão batendo na bunda, me chamando de vadia, cachorra, puta da família. Gozou litros dentro de mim, quente, escorrendo pelas coxas, dizendo que ia me engravidar de um neto dele mesmo.

Mas isso foi só o começo. Nos três dias seguintes ele não parou. No segundo dia, enquanto a Júlia tava no playground, ele me pegou no banheiro, me fez sentar na pia e me comeu de frente, olhando nos meus olhos, me obrigando a dizer que eu era mais puta que a filha. No terceiro dia, à noite, depois que a Júlia dormiu, ele me levou pro quarto dela, me fez chupar a bucetinha dela enquanto ele me fodia por trás. No quarto dia, o mais pesado: me colocou de quatro na sala, cuspiu no meu cu e forçou a rola enorme no meu cuzinho virgem. Doeu pra caralho no começo, eu gritei, lágrimas escorrendo, corpo tremendo, mas ele não parou, meteu devagar até eu sentir o cu abrindo, queimando, depois um prazer doentio tomando conta. Enquanto metia no cu, ele soltou um peido longo e quente bem na minha cara, cheiro forte de homem velho misturado com suor, e eu gozei tão forte que mijei na perna dele. Ele riu, meteu mais fundo, gozou dentro do meu cu dolorido, porra escorrendo misturada com sangue fino.

Eu tava viciada. Pensava: e se meu marido voltar e descobrir? E se o Osmar voltar mais vezes? E se ele trouxer um amigo da idade dele pra gente brincar junto? Meu corpo pedia mais, minha cabeça girava com tesão proibido.

Pra quem quiser acompanhar todas as minhas aventuras mais quentes, com vídeos e fotos reais do que rolou aqui em Boa Viagem, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Lá tem tudo, sem censura.

Se você chegou até aqui com o pau duro ou a buceta molhada, comenta aí embaixo: “Quero mais, Selma”. Me conta o que você faria se fosse o Osmar. Eu leio tudo e quem sabe não posto a próxima aventura só pra você. Vem comigo, Recife tá quente demais pra gente parar agora.

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Comentários (5)

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  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Euzinha19: Adoro 😋 Sou uma mamãe mega curiosa

    Responder↴ • uid:1ek6d1ui4he4
  • Anonimo: Ela com 19 anos já tá passando do ponto,bom e mais nova e bem mais novinha

    Responder↴ • uid:dloya720b
    • Carlos. T. MP67776: Delícia. Concordo

      • uid:1e9kcs5jccgn
  • Seu zero: Para Selma comedora de bosta

    Responder↴ • uid:1dyav25hopjf