Eram dois novinhos vendendo cerveja no Galo, mas comprei o pinto deles
Um ocorrido em um sábado de Zé Pereira, em pleno Galo da Madrugada. Dois novinhos safados e uma história do passado.
DOUGLAS (DODÔ) e LEONARDO (LÉO) resolveram vender cervejas na festa do Galo da Madrugada, em um esquema muito bom: usaram o bar do tio de um deles como depósito, usaram o freezer de lá e ganharam um bom dinheiro, pois desde setembro eles estavam comprando e estocando cervejas em lata (tudo comprado em promoção). Spoiler: pensavam que iam trabalhar até o final da tarde para vender muito, porém antes das 13h já tinham vendido todo o estoque e não eram poucas as cervejas que compraram.
Passei por lá bem cedo e por volta das 14h, quando eu já estava deixando a festa, DODÔ e LÉO estavam acabando de dar a arrumação geral no local, uma limpeza grossa, apenas para não ficar o caos completo.
- Já fecharam?, perguntei
- Vendemos tudo e vamos dar uma volta no Galo, só para ver o ambiente, mas a gente não vai demorar, porque a gente vai para Olinda à noite.
- Tá certo, vou embora
- Espera aí, porra, tem banheiro, você se molha, dá uma relaxada, tem um sofá pequeno que dá para tirar um cochilo e a gente vai junto para casa (a gente morava perto, na mesma região)
- E eu vou ficar esperando vocês?
- A gente tá dizendo que não vai demorar, é só para dizer que viu o Galo e pronto
Eles foram, deixaram uma chave comigo e levaram outra. Comprei um sanduba por perto, tomei com um refrigerante, fui para o “bar”, tomei um banho (tinha sabonete líquido), sequei dando uns pulinhos, coloquei a cueca e apaguei quando deitei no sofá de napa de dois lugares, com as pernas em cima do braço do sofá. Acordei assustado sentindo algo na minha bunda. Eu estava em posição fetal, com a bunda para o lado de fora e minha cueca estava com uma parte entrando no meu rego (eu me movimento demais quando durmo).
- Ah, ah, ah, que rabinho delicioso, disse rindo DODÔ, que tinha enfiado um dedo no meu rego
Demorei um pouco para entender e foi aquela zorra dos dois comigo. Eles sabiam que eu já tinha dado para um menino lá na rua há uns cinco anos e que, apesar do comedor ter espalhado a notícia (afinal tinha comido alguém mais experiente que ele), o negócio não tomou proporções porque eu estava me mudando de lá nessa época e foi minha sorte, pois vivo no armário. DODÔ e LÉO eram bem novinhos à época e ainda assim esse papo chegou nos ouvidos dele de alguma maneira.
- Cu de bêbado não tem dono, ainda mais uma bundinha apetitosa dessa, falaram os dois
- Eu aqui na maior boa-fé e vocês dois tirando onda, seus putos
- Não, RAMON, é sério. A gente tomou umas cervejinhas e entra aqui e vê uma rabeta dando sopa...
- Quem disse que está dando sopa?, falei ainda despertando e tomando um gole da cerveja que LÉO me ofereceu
- Maneira de falar, né?
- E por que não vão atrás de três bucetas para a gente?
- Por que vai demorar e o problema poderia ser resolvido aqui mesmo, sem burocracia nem documentação ah ah ah, falava DODÔ, o mais desenvolto dos dois
- Vamos fechar essa bodega e vamos embora, respondi encerrando o assunto
- Sacanagem com a gente, falou DODÔ
- Sacanagem? Não entendi
- Deixa para lá, melhor não
- Não, agora eu quero entender
Pois o novinho soltou o absurdo de que tinha sabido da minha resenha com PEDRO (o comedor que espalhou que me comeu) e desde aquela época ele e LÉO tinham vontade de me enrabar também, porque curtiam minha bunda. Porra, minha bunda nem de longe chama a atenção, nem brincadeiras meus amigos tiram, as meninas não me dizem que eu tenho uma bunda grande (mulher sempre alerta para isso), por qual motivo eles disseram isso?
- Se eu fosse MARCO ABELHA (um cara lá na rua que tinha uma bunda enorme e a gente chamava de abelha rainha), eu entenderia. Isso é conversa para meu lado?
- É porque quando PEDRO contou a história, a gente se imaginou no lugar dele
- E quem disse que foi verdade que aquele pivete falou?
- RAMON, todo mundo sabe
- Boato dos grandes, sacanagem comigo
- Besteira, cara, já passou, PEDRO foi morar lá no Rio Grande do Sul
- Passou tanto que vocês estão falando nisso ainda
- Aí é trauma nosso, é diferente
- Trauma de vocês? Eu sou vítima de boato e vocês sofrem trauma
- Porque a gente ficou com inveja de PEDRO, que disse que até dinheiro você tinha dado a ele. Ele mostrou as cédulas
- Eu emprestei porque ele contou que estava com uma bronca, respondi na hora com essa mentira, mas sem convicção
- RAMON, ele apostou com DANTE (um primo de LÉO) e a gente viu ele saindo da sua casa e vindo mostrar as cédulas de dinheiro
- Claro, eu disse que tinha emprestado dinheiro a ele
- Duas vezes? Porque essa aposta foi uma segunda vez. Não tem bronca, cara, a gente é do sigilo. Só pensou que você topasse uma brincadeira de carnaval com a gente
Caí do cavalo, fiquei sem argumentos e então reconheci e disse que minha vida sexual só dizia respeito a mim. Eles concordaram e pediram desculpas.
- Mas que ia ser uma festinha inesperada e gostosa de carnaval, ia ser, falou LÉO, até então praticamente calado
- É mesmo, a gente se lascou de trabalho nessa semana, completou DODÔ
- Minha fama deve estar boa lá pela rua (onde eu tinha morado)
- Ninguém fala mais, como a gente disse, é tara da gente mesmo, sonho de criança
Ficamos conversando sobre isso, compramos algumas cervejas e o clima foi esquentando e fizemos o pacto do silêncio. Os dois tomaram banho e já saíram nus. A porta do bar estava fechada, o barulho da rua abafaria qualquer gemido ali e eu, que também estava sem trepar há quase dez dias, decidi que carnaval é carnaval, a gente trepa pelo cu ou pelo pau.
- Esperei desde pequeno por esse momento, falou DODÔ mostrando franqueza
Fiquei sentado no sofá e comecei a chupar alternadamente os dois. Eles tinham pentelhos (não era depilados) mas bem aparados. O pau de DODÔ era médio e reto, uma belezura; o de LÉO era maior, virado para a direita, cabecinha pequena e vai engrossando até a base, pau feioso mas imponente e, como vi depois, um grande produtor de leite. Chupar o de DODÔ era uma delícia, o de LÉO exigia atenção. Enquanto eu chupava um, masturbava o outro; ou então fazia boquete enquanto levava rolada na cara do outro. Dois novinhos safados, acreditei mesmo que ficaram tarados em minha bunda desde que souberam de PEDRO me comendo.
Eu já estava sentindo o gosto salgadinho do pré-gozo neles quando LÉO pede para me comer. “É melhor começar com DODÔ, LÉO”, sugeri. Fiquei de quatro no sofá com o rabo empinado e as pernas meio abertas para ficar na altura do pau deles. Não tinha gel, nem creme rinse; eles sugeriram colocar sabão líquido mas não aceitei, ia ser no cuspe mesmo. Babei o máximo que pude o pau de DODÔ, ele cuspiu no meu cu e veio me penetrar. Acertou a posição e meteu a cabecinha. Eu pedi para ele não ter pressa e ele até se controlou, mas foi só enfiar tudo que começou a meter com força. “Devagar, DODÔ, assim machuca, não relaxei 100% ainda”, reclamei. “Eita cu gostoso”, falou DODÔ sem ligar para meu apelo. Fiz menção de ir para frente para tirar o pau dele do cu porém DODÔ me segurou pela cintura e continuou a me comer. LÉO se masturbava ao lado, esperando a vez dele; eu ia pedir para chupar o pau dele enquanto levava o de DODÔ, só que tive de me concentrar na rola de DODÔ me cutucando. O ardor foi diminuindo e foi ficando gostoso. Quando comecei a mostrar tesão, dar uns gemidos fininhos, DODÔ aumenta a velocidade e goza dentro do meu rabo. Gozando e dando tapas na minha bunda, me chamando de viado, que era o sonho dele sendo realizado e por aí vai. DODÔ puxou o pau e sinto a porra dele começando a sair do cu, uma delícia; LÉO nem espera e aponta a cabecinha no meu cuzinho e enfia, entrou fácil. Ele vai metendo, eu sinto a grossura da parte final, não era dor, era uma prazer diferente e em pouco aquele pau torto já invade meu rabo e não demora mija muito leite dentro do meu intestino também. Fiquei impressionado porque senti as contrações disso tudo com LÉO. Que rola. Ele tira o pau de uma vez e a porra dos dois começa a sair. Senti um vazio no cu e uma delícia da porra escorrendo para fora, eu “cuspindo” pelo rabo. Os dois zombaram de mim e me deram tapas.
- Gostou ou não gostou?, perguntaram
- Eu é que quero saber de vocês sobre isso
- Uma delícia, quero mais
Fiquei de cócoras ali mesmo, “cagando a porra deles” no chão. Fomos ao banheiro e fui obrigado a lavar o cacete dos dois. Limpei o chão, o sofá (que era de napa) e tomamos as cervejas que ainda tinham das compradas antes da trepada. Meio que ameacei os dois com o assunto e, quando vi, já estava chupando de novo os dois e levei leitinho dos dois de novos. Na segunda vez, o “profissionalismo” dos novinhos veio à tona. Até dupla penetração me obrigaram a fazer, a sorte é que LÉO só conseguiu enfiar uma parte do pau e eu fugi, aleguei que iam me arrombar demais. Nessa segunda vez eu sentava no pau de um e chupava o outro. Quando gozaram, me levaram para o banheiro e mijaram na minha boca e no meu rabo, deram tapas na minha cara. “Tô fudido na mão desses dois”, pensei.
Tomamos banho e fomos embora. Nesse mesmo carnaval, LÉO me comeu mais duas vezes lá em casa (não morava sozinho mas o pessoal tinha viajado no carnaval). LÉO me comia com uma virilidade incrível e a rola dele, quando você se acostuma, é muito gostosa. Tal qual como amor de carnaval, nunca mais fui comido por DODÔ ou por LÉO. Até sentia vontade, penso que eles mantiveram o segredo, no entanto evitei ir pela rua deles. Foi melhor, apesar da saudade e da curtição que aquelas rolas me proporcionaram.
Foi LÉO que me confessou, na segunda trepada lá em casa, e que terminou sendo a última, que ele e DODÔ curtiam tudo e que já tinham transado com outros gays, inclusive que gostavam de receber presentinhos e talvez fosse até a intenção inicial deles comigo. Viram que, na verdade, estavam realmente curtindo comer alguém que eles tinham tara há muito tempo e que não combinava pedir nada a mim. LÉO insistiu para me comer depois do encontro no bar porque tinha adorado trepar comigo, especialmente porque ele adorava meter ferro na bunda de alguém de bruços, enquanto o passivo chiava baixinho levando a rola, algo que curto muito fazer quando sou passivo. Até hoje lembro do peso dele nas costas, o pau tortinho entrando e arrombando meu cu com a parte grossa e das jatadas de porra que ele mandava para dentro de mim.
Uma das vezes eu cheguei a comentar com ele que tinha medo de engravidar dele, de tanta porra que ele metia no meu cu.
- Vou pedir pensão para nosso filho, falei rindo
- Eu pago, minha puta, esse cu vale o prejuízo
Fiquei lisonjeado com esse elogio de LÉO.
Grande carnaval foi esse.
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Comentários (5)
Beto: Eu passei foi a tarde toda levando rola no cu
Responder↴ • uid:muiqg94x8Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkLagartixa: Eu não tenho tesão em pagar por sexo, e até já paguei ( sem intenção de nenhum dos dois), mas quando me toquei parei. Troquei os presentes por pizza, churrasco que sempre levava pra depois da foda
Responder↴ • uid:w73hy20cNovin17y: Queria ter ido pro galo, mas mamãe não deixou, af
Responder↴ • uid:3ynzgkuid9bBeto: Novin queria é pro galo para dar o cuzinho ou para comer um cuzinho
• uid:muiqg94x8