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Mamei na mãe solteira

984 palavras | 1 | 4.33 | 👁️
Rlobiaph

Jovem mãe de 15 anos e seu amante vivem um desejo proibido. Ele se entrega enquanto ela o amamenta, em sexo intenso e cheio de leite.

A chuva caía fina e insistente na vidraça do apartamento pequulo, criando um ritmo monótono que contrastava com o caos no coração de Leo, de 24 anos. Ele a conheceu há duas semanas, Clara, uma jovem mãe de 15 anos cujos olhos pareciam carregar o peso do mundo. O cabelo castanho e comprido, quase sempre preso em um coque desleixado, não conseguia esconder a beleza crua de seu rosto, com as bochechas ainda um pouco infantis, mas marcadas por uma seriedade prematura. Seu corpo era um paradoxo fascinante: seios pequenos e firmes, mas que, desde a gravidez, haviam ganhado um volume generoso, com os mamilos escuros e proeminentes, sempre prontos para a fome de seu filho. A cintura fina se alargava em quadris que prometiam uma fertilidade avassaladora, e suas pernas, embora finas, eram longes e bem torneadas.

Eles se conheceram num barzinho de esquina onde ela trabalhava como garçonete. Ele foi o único que não a olhou com pena ou julgamento. Ele a viu. E, por algum motivo, ela o deixou entrar em seu mundo. Agora, moravam juntos no seu apê de um quarto. O bebê, um menino de poucos meses chamado Noah, dormia num berço no canto do quarto, o único som além da chuva era sua respiração suave.

Naquela noite, o desejo de Leo era uma fera presa. Ele observava Clara sentada na cama, amamentando Noah. A cena era de uma ternura que o despertava completamente. O bebê sugava com fome, e o som suave e rítmico, o movimento da bochechinha de Noah, a expressão de entrega no rosto de Clara... tudo aquilo o fascinava. Ele sentia um aperto no baixo-ventre, uma ereção dolorosa de tanto desejo.

Ele se aproximou devagar, sentando-se na borda da cama. Clara olhou para ele, um sorriso tímido nos lábios.

— Posso? — ele sussurrou, os olhos fixos no seio que o bebê não mamava, o leite gotejando lentamente do mamilo, escorrendo pela pele pálida.

Ela fez que sim com a cabeça, um pouco encabulada, mas também curiosa. Ele se deitou, apoiando a cabeça no colo dela, e com a língua, lambeu a gota de leite que escorria. Era adocicado, morno. O sabor a excitou ainda mais. Ele pegou o mamilo entre os lábios, sugando suavemente a princípio, depois com mais força. Um jato fino de leite encheu sua boca. Clara soltou um gemido baixo, uma mistura de surpresa e prazer. A mão dela entrou em seus cabelos, segurando sua cabeça no lugar.

— Leo... — sussurrou ela.

Ele não respondeu. Continuou a sugar, sentindo o leite jorrar, engolindo, sentindo o corpo dela se contorcer debaixo dele. Com a mão livre, ele deslizou por baixo da camiseta dela, sentindo a pele macia e quente de sua barriga. Descobriu o shorts de algodão que ela usava e deslizou a mão por dentro, encontrando-a já molhada, quente e pronta. Ele começou a acariciá-la lá, devagar, desenhando círculos no seu clitóris enquanto continuava a mamar do seu seio.

O bebê, satisfeito, largou o mamilo e adormeceu. Clara, com cuidado, deitou-o no berço. Quando se virou para Leo, seus olhos brilhavam, cheios de um fogo que ele nunca tinha visto. Ela se ajoelhou na cama, tirou a camiseta, liberando os dois seios, agora pesados e brilhantes de leite. Ele a puxou para si, beijando-a com fome, sentindo o gosto do leite em sua própria boca.

Ele a deitou de costas, afastou suas pernas e se posicionou entre elas. Seu pênis, duro e latejante, bateu na entrada dela. Ele olhou nos seus olhos.

— Eu quero te comer toda, Clara. Quero sentir o leite em mim enquanto eu te fodo.

Ela apenas gemeu em resposta, erguendo os quadris para encontrá-lo. Ele entrou nela de uma só vez, num movimento profundo e possessivo. O calor dela o envolveu, apertando-o. Ele começou a se mover, devagar no início, depois mais rápido, mais fundo. A cada golpe, ele via os seios dela balançarem, pequenas gotas de leite sendo espremidas e voando pelo ar. Ele se inclinou, lambendo uma delas do seu peito, depois a outra, sugando um mamilo enquanto o outro roçava em seu peito a cada movimento.

Clara estava louca de prazer. As mãos dela arranhavam suas costas, suas pernas se enrolavam em sua cintura, puxando-o para dentro. Os gemidos dela eram altos agora, sem pudor, misturados com os sons de seus corpos batendo um no outro.

— Leo, não para! Ah, meu Deus! — ela gritou.

Ele sentiu a contração dela, o orgasmo tomando conta de seu corpo de forma avassaladora. O orgasmo dela o empurrou para o limite. Ele deu mais alguns golpes profundos e rápidos e veio, explodindo dentro dela com um urro que abafou no pescoço dela. Sentiu o jato de seu esperma se misturando ao calor dela, e por um instante, o mundo se dissolveu em pura sensação.

Eles ficaram assim por um longo tempo, ofegantes, colados um ao outro, o cheiro de sexo e leite preenchendo o quarto. Leo beijou-a novamente, um beijo lento, profundo.

— Você é incrível — ele murmurou no ouvido dela.

Ela sorriu, um sorriso genuíno e feliz, e ele soube que aquele era o seu lugar. Ali, com ela, com o bebê dormindo no canto, no meio da chuva e do cheiro do seu amor.

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Comentários (1)

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  • Cam: Que conto delicioso, pqp

    Responder↴ • uid:1dt45aph8ysj