#Gay #Travesti/Trans

Fui feito de puta por um macho e uma travesti num motel da estrada (Vídeo real)

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Rick Campinas

Sou Rick, 38 anos, olhos verdes, cabelos castanhos (às vezes raspado total), 1,83m, 93kg, um pouco gordinho, pele branca e lisinha, cu rosado e apertadinho que já levou muita rola mas ainda reclama quando é arrombado sem preparo. Vídeos e fotos no meu perfil em desviados.net perfil mmourasp1982.

Isso aconteceu há uns ano passado, quando eu ainda morava em Osasco e tava entrando da fase de me entregar pra qualquer um que me tratasse como buraco de uso. Eu tinha combinado no viva com um cara chamado Marcos — 42 anos, casado, barbudo, tipo pedreiro forte, 1,90m, barrigudo mas com braço grosso de quem levanta peso o dia todo. Ele disse que queria me foder sem camisinha, gozar dentro e me deixar pingando. Eu respondi na hora: “pode vir sem nada, quero sentir a porra quente escorrendo”. Mas aí ele jogou a bomba: “tenho uma amiga travesti que adora participar. Ela é safada pra caralho, gosta de meter em putinha e depois mijar na cara da puta. Topa os dois ao mesmo tempo?”. Meu pau deu um pulo só de ler. Topei na mesma hora.

Marcamos de ir num motel meia-boca na Castelo Branco, saída de Osasco sentido interior, daqueles com entrada coberta pra carro não ser visto. Me pegaram de noite, uns 23h, de bermuda tactel cinza, regata branca e chinelo. O quarto era daqueles antigos: cama king com lençol florido gasto, espelho grande na parede da cabeceira, banheiro com azulejo bege rachado e um cheiro de desinfetante misturado com cigarro velho. Entrei, tranquei a porta e já vi os dois esperando: Marcos de calça jeans surrada e camiseta regata preta, barba por fazer, olhando pra mim como quem avalia uma peça de carne. Do lado dele, a travesti — chamou de Laysa —, uns 28 anos, pele morena clara, cabelo loiro liso na cintura, silicone grande (tipo 44/46), batom vermelho forte, vestido curto preto colado e salto alto. O volume no vestido mostrava que tava de pau duro já.

Marcos nem levantou. Só apontou pro chão entre as pernas dele e disse: “tira tudo e ajoelha, sua putinha. Mostra pro seu dono o cu que vai ser usado hoje”. Eu obedeci na hora.

Tirei a regata, a bermuda, a cueca — fiquei pelado, pauzinho encolhido um pouco de medo. Ajoelhei no carpete áspero. Laysa riu alto: “Olha esse viadinho… já tá tremendo antes de levar rola”. Ela abriu as pernas, levantou o vestido e mostrou o pau dela: uns 19cm, grosso na base, cabeça vermelha brilhando de lubrificante que ela já tinha passado. Marcos abriu a calça e tirou o dele: 17cm reto, veias saltadas, cheiro forte de macho que não tomou banho depois do trampo.

Começaram me usando a boca primeiro. Marcos segurou minha nuca e meteu até o talo, me fazendo engasgar e lacrimejar. “Engole tudo, sua cadela”. Enquanto isso Laysa se masturbava olhando, depois se aproximou e bateu o pau na minha cara várias vezes. “Abre mais, viado. Vai chupar nós dois ao mesmo tempo”. Eles colocaram as duas picas coladas e eu fui passando a língua de uma pra outra, babando, engolindo o máximo que dava. Laysa me deu um tapa forte na cara — ardeu pra caralho —, depois cuspiu na minha boca aberta e meteu de novo. Marcos ria: “Olha como ele gosta de apanhar… vai virar nossa puta oficial”.
Me viraram de quatro no chão. Laysa foi a primeira a cuspir no meu cu. Cuspe grosso, quente, escorrendo. Ela abriu minha bunda com as unhas compridas e meteu a língua fundo, chupando meu anel, enfiando até eu gemer alto. “Que cuzinho guloso… vai abrir bonito pra mim hoje”. Enquanto ela me comia com a língua, Marcos meteu o pau na minha boca de novo, segurando minha cabeça e fodendo minha garganta como se fosse buceta. Eu babava, tossia, mas não parava.

Depois de uns minutos Laysa se posicionou atrás. “Sem camisinha, né viado? Quero gozar cru dentro dessa boquinha de trás”. Ela pincelou a cabeça grossa no meu cu, cuspiu mais uma vez e empurrou. Doeu pra cacete — cabeça grande abrindo tudo de uma vez. Eu gritei abafado no pau do Marcos. Ela não parou: meteu até o meio, segurou minha cintura e começou o vai-e-vem forte. “Toma, sua puta! Aguenta essa rola de travesti”. Marcos saiu da minha boca, foi pra trás e trocou de lugar. Agora era ele metendo no cu enquanto Laysa me fodia a garganta. Os dois se revezavam: um no cu, outro na boca. Eu sentia o pau dela mais grosso abrindo meu anel toda vez que entrava, e o do Marcos batendo no fundo, sem dó.

Em certo momento me jogaram na cama de bruços. Laysa subiu em cima, meteu tudo de uma vez e começou a socar rápido, batendo a bunda dela na minha. “Toma, toma, toma sua cadela!”. Marcos ficou na frente, me enforcando com o braço enquanto eu chupava. Depois inverteram: Marcos me pegou de quatro, meteu forte e Laysa veio por baixo, me fazendo sentar na rola dela enquanto ele arrombava por trás. Eu tava no meio dos dois, sentindo as duas picas me rasgando, ardendo, mas o tesão era tanto que eu gemia pedindo mais.

Marcos gozou primeiro: segurou minha cintura, meteu até o talo e jorrou dentro. Senti o calor da porra enchendo, escorrendo pelas coxas. “Toma leite de macho, viado”. Laysa acelerou, me deu uns tapas na cara e gozou também: jatos fortes, quentes, misturando com a porra dele. Meu cu tava destruído, ardendo, pingando porra dos dois. Eles me viraram de costas, Laysa sentou na minha cara e mandou eu limpar o pau dela com a língua — gosto de porra, cu e lubrificante. Marcos mijou no meu peito enquanto eu lambia.

Mas não acabou. Depois de uns minutos descansando, Laysa ficou dura de novo. Me colocou de quatro na cama, meteu de novo e socou por uns 15 minutos seguidos, me arrombando sem parar. Marcos filmava tudo com o celular (tem esse vídeo no link no meu perfil. No final ela gozou mais uma vez dentro, me deixou pingando, e os dois mijaram na minha cara juntos. Mijo quente escorrendo pela boca, nariz, cabelo. Eu engoli o que dava, tossindo, todo molhado.

Me largaram ali na cama, cu ardendo, corpo sujo de porra e mijo, roupa jogada no chão encharcada. Marcos falou: “se arruma e vaza, puta. Depois a gente marca de novo”. Saí do motel com o cu escorrendo porra pelos dois lados da perna, cheiro forte de sexo e urina, e dirigi uns 40 minutos pra casa sentindo tudo pulsar.

Foi foda, doeu pra caralho, mas era exatamente o que eu queria: ser usado sem dó, virar buraco de macho e travesti, levar porra crua e mijo na cara. Até hoje quando vejo os vídeos que gravei naquele dia (tem vários ângulos um deles mostra eu de frango levando as duas rolas alternadas), eu bato uma relembrando e querendo repetir. Se quiser ver como foi de verdade, entra no link no meu perfil. Tem fotos do antes e depois, vídeos crus sem corte. Meu cu aberto, cheio de leitinho, mijado… tudo real.

Vídeos no meu perfil mmourasp1982 no site desviados.net

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Comentários (1)

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  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

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