#Grupal #Incesto #Teen #Virgem

Dois cabacinhos

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Futchamp122

Relato real porém antigo , uma putinha novinha e sua tia safada

Cansado da vida na cidade, depois de perder meu emprego aos 45 anos, viúvo e com meus dois filhos já encaminhados, resolvi vender tudo que tinha e tentar começar uma vida nova no interior, onde não tivesse violência e o transito da cidade grande.

Apliquei tudo num banco e fui viajar sem destino, segui rumo ao norte, pois detesto clima frio, passei por Minas e entrei na Bahia, muitas cidades interessantes, mas achei que ainda eram grandes, sem mais nem menos resolvi entrar numa estrada secundaria, percorri cerca de 2:30 horas até chegar numa pequena cidade, ou melhor, povoado, não tendo como me virar, procurei pela delegacia, lá chegando me apresentei ao delegado:

- Sr. Delegado, meu nome é Joaquim, estou vindo da cidade do Rio, estou com fome e gostaria de saber se o Sr. poderia me informar onde comer e mais tarde onde dormir.

- Sr. Joaquim, eu estou indo jantar agora, se o Sr. quiser me acompanhar será um grande prazer, aproveitamos e conversamos durante o jantar, a propósito meu nome é Ivan.

- Muito prazer, eu estou tentando mudar a minha vida, pois estou muito chateado com a cidade grande e estou viajando para ver se encontro uma cidade pequena e calma.

- Então você já encontrou, pois aqui é tão calmo que a única ocorrência que aconteceu nestes últimos dois meses, foi a sua chegada. Quanto a sua estadia aqui poderei falar com dona Cacilda ela tem uma casa, que ela aluga quartos para subsistir, ela só não fornece almoço e janta, porque daria muito trabalho e ela é sozinha, não podendo pagar empregados para ajudá-la.

Entramos num bar, que na cidade grande eu chamaria de birosca, lá jantamos, num papo muito descontraído, ele termina me informando que o gerente do banco poderia me ajudar em conseguir alguma coisa, para que eu fincasse raízes ali, caso eu gostasse da cidade.

No dia seguinte procurei o gerente e ele me indicou uma fazenda cujo proprietário tinha falecido recentemente, a esposa e a filha queriam vender para irem embora.

- Sr. Tem idéia do preço?

- Aquela fazenda vale uns 800 mil, mas se você ofertar uns 250/300 mil elas vendem, pois não tem ninguém que queira aquelas terras.

- Como faço para chegar lá?

Após as devidas indicações, segui para lá, peguei uma estrada de terra que só dava para cabritos passarem, pois há muito tempo não recebia manutenção, depois de uma viajem vagarosa, cheguei a uma boa casa, lá fui recebido por uma senhora de aproximadamente 34 anos, 1,65 de altura, magra, um corpo perfeito, simplesmente maravilhosa, cabelos negros, olhos verdes, uma pintura de rara beleza, sua filha muito parecida com ela, só que uns 10 centímetros mais baixa e só com 14 aninhos.

- Boa tarde! Meu nome é Joaquim e fui enviado pelo gerente do banco para ver sua fazenda.

Boa tarde! Meu nome é Marília e a minha filha se chama Gisele, por favor, entre para conversarmos na sombra.

Antes de mais nada, será que a Sra. poderia me arrumar um copo d’água? Estou morrendo de sede.

- Claro! Gisele, por favor, coloque a mesa e sirva um almoço para o Sr. Joaquim, pois ele não só esta com sede, mas também com fome, pois a vinda até aqui demora um bocado.

-Sra. eu agradeço muito, pois realmente eu não contava em demorar tanto, para chegar até aqui.

Elas se retiram para preparar a refeição e logo depois a Gisele retorna com o copo d’água.

Sr, está realmente interessado em comprar a fazenda?

- Menina eu sai da cidade grande com o intuito de modificar a minha vida, se sua fazenda me agradar eu vou tentar ver se compro, mas não sei se terei dinheiro para tanto. E você, o gerente me informou que está querendo estudar na cidade grande?

- É! Eu quero fazer faculdade.
- E você pretende se formar em que?
- Enfermagem, medicina algo assim.
- Pois então se prepare para estudar muito, são dois cursos muito difíceis.

- Sr. Joaquim o almoço esta na mesa.
Após uma boa refeição caseira, que eu estava morrendo de saudade, Marilia pede para Gisela me mostrar à fazenda, saímos a cavalo, que Gisele já tinha selado e posto em frete da varanda, depois de uma cavalgada de mais de 2 horas chegamos numa bela lagoa.

- Gisele esta lagoa pertence à fazenda?
- Sim e mais aquelas terras que vão até aquele morro.

- Puxa! É bem grande a fazenda.
- Vem seu Francisco, vamos tomar um banho para nos refrescarmos, está muito quente.

- Mas eu não trouxe roupa de banho.
- Não tem problema, aqui nós sempre tomamos banho pelados, vem à água é uma delicia.

E lá estava Gisele totalmente nua, mergulhando aquele corpaço n’água, sem pensar muito tiro minha roupa e mergulho, realmente a água é deliciosa, quando levanto a cabeça ela começa a me jogar água, rindo muito, ela se joga por cima de mim me dando um caldo, quando me levanto ela se joga novamente, eu a seguro pela cintura e seu peito encosta na minha boca, não resisto e sugo no inicio com carinho, sinto que ela gosta da sensação, começo a beijar, sugar, mordiscar e beijar.

- Joaquim, não pare, esta muito bom, eu nunca senti uma sensação desta é muito bom.

Por esta frase, conclui que ela era virgem, mas a carne é fraca. Continuei sustentando-a no colo e chupando seus peitos, meu pau duro roçando em suas coxas, desço uma das mãos e aliso sua bunda, uma bunda lisinha macia e alva, caminhando a levo para uma pedra grande que tinha na margem, deito-a na pedra sem deixar de chupar os seus seios, vou com a mão alisar sua bocetinha, esta estava toda meladinha, ela geme e fica apertando minha cabeça contra seus seios, pego uma de suas mãos e levo de encontro à minha rola dura, aperto sua mão no entorno de minha pica e faço o movimento de uma punheta, ela gemendo com a minha siririca solta a minha cabeça que imediatamente vai para sua vagina, enfio minha língua entre os grandes lábios e encontro um grelinho duro saliente, dou algumas lambidas nela e uma mordiscada, sinto que ela está próxima do gozo, atolo minha língua na sua vagina ela goza e puxa a minha rola para sua boca, começa chupando e colocando os dentes nela, falo para ela não colocar os dentes só chupar como se fosse um picolé, continuo a chupar a sua boceta avidamente até que ela tem um novo orgasmo, ela continua me chupando, quando então puxo sua cabeça de encontro ao meu cacete e gozo na sua garganta. Ficamos inertes depois do ultimo gozo.

Joaquim, temos de ir embora, se não só chegaremos à noite.

Enquanto ela se veste, fico olhando aquele rabo maravilhoso, eu ainda como este cuzinho, penso.

Durante a cavalgada de volta, que para mim durou um dia inteiro, pois depois de uma hora minha bunda começou a assar e com o passar do tempo eu já não conseguia sentar na sela. Quando chegamos na sede, já anoitecia eu não conseguia andar de pernas fechadas de tanto que estava assado, fomos chamados logo para sentarmos a mesa, que o jantar estava indo para a mesa, com muito sacrifício sento à mesa, Gisele ria a mais não poder, Marília logo desconfiou o que tinha acontecido comigo.

- Sr. Joaquim, depois da janta, o Sr. toma um banho, que eu vou levar uma pomada que é um santo remédio, amanha cedo o Sr. não terá mais nada.

- Mas Sra. eu tenho de ir embora.
- Não, hoje o sr. dorme no quarto de hospede, que eu já arrumei, é muito perigoso voltar à noite por esta estrada esburacada, pode acontecer algum acidente.

Dona Marília antes de conversar sobre a compra da fazenda, eu posso lhe fazer uma pergunta?

- Sim!
- O que a sra. pensa em fazer com o dinheiro da venda?

- eu vou aplicar num banco, alugar uma casa e colocar minha filha na faculdade.

- Por melhor que a sra. aplique seu dinheiro, ele vai durar pouco, a sra. vai ter que arrumar um trabalho.

- Mas que trabalho, eu não sei fazer nada.
- Pois é e a sra. pensa em conseguir quanto pela fazenda?

- Eu queria uns 500 mil, mas me informaram que se eu conseguisse uns 300 mil seria muito.

Olha eu quero que a Sra pense bem, eu vou lhe fazer uma proposta diferente, eu entro de sócio da fazenda e lhe pago 300 mil, como estamos no meio do ano, sua filha fica nos ajudando, até o fim do ano, quando então nós iremos para a cidade alugar um apto para ela e a colocamos na faculdade, com os seus 300 mil, dá para pagar um apto de quarto e sala, mobília-lo e ainda sobra para manter sua filha na faculdade até ela se formar. E ainda continua dona da metade da fazenda.

- Está bem eu vou pensar, conversarei com minha filha e amanhã cedo lhe dou uma resposta, agora vá tomar seu banho, para o sr. tratar desta assadura, olha! Eu deixei uma toalha e um roupão para o sr. no banheiro eles são amarelos.

Com sacrifício me levanto e caminho até o banheiro, as duas estavam as gargalhadas, no banheiro tiro minhas roupas e olho minha bunda no espelho grande que elas tinham, minha bunda parecia com um enorme assado que começava a dourar, com muito cuidado tomo meu banho, lavando minha bunda muito suavemente, na hora de secar outro sacrifício a toalha macia parecia um porco espinho, ainda bem que ela me emprestou um roupão, pois eu não conseguiria colocar nenhuma roupa.

Quando chego no quarto, Marília estava com um pote de pomada na mão.
- Fique de quatro na cama que eu vou passar a pomada na sua bunda.

- Dona Marília eu não vou ficar nu na frente da sra.

- Depois de tomar banho nu na lagoa com minha filha, vai ficar de docinho comigo, tira logo esse roupão e fica de quatro.
Sem argumento, assim fiz, ela começou a passar a pomada na minha bunda suavemente, aquilo me deu um tesão, que fiquei logo de pau duro, Marilia logo o segura.

- Mas que pinto grande, é bem maior que o do meu marido.
Eu sem graça não falo nada, fico só sentindo a mão dela alisar o meu pau.

Agora eu quero que você faça comigo tudo o que você fez com a Gisele.

- Então se deite que eu vou começar beijando o seu peito.

Ela se deita e abre seus braços, seus seios estavam cobertos por uma fina blusa de malha com um decote imenso, me debruço sobre ela e dou um chupão em seu pescoço, aliso seu peito colocando-o a amostra para que possa beijá-lo, lentamente retiro sua blusa, muito devagar vou beijando seus seios, descendo por entre seu vale, seguindo para seu umbigo, retiro sua saia e sua calcinha, ela então nua e se oferece para mim, eu não perco tempo e começo a chupar sua xana, retorno aos seus seios menores que o da Gisele, mas muito bonitos, com a mão eu fazia uma siririca na sua boceta, ela gemia muito, pedia mais, segurava minha rola com força, puxou-a para si e começou uma chupeta maravilhosa eu fiquei doido, fui para sua xaninha e recomecei a chupar, logo nós dois gozamos um na boca do outro, meu cacete logo amolece, ela fica dando beijinhos nele, ele começa a dar sinais de vida novamente, volto a chupar aquela bocetinha, quando nosso tesão fica na Maximo, me viro e sem dó nem piedade cravo minha pica naquela boceta sedenta de rola, ela dá um grito e agasalha toda aquela tora, nós ficamos num vai e vem frenético até gozarmos novamente, um gozo intenso que nos leva a exaustão, quando saio de cima dela, reparo que meu pau está sujo de sangue e o lençol também.

- Como! Você era virgem?
- Era, mas agora não sou mais.

Você deveria me avisar, eu faria com mais carinho. Mas como pode, você ser virgem e mãe de uma linda filha?

- Ela não é minha filha, é minha sobrinha, quando ela tinha 3 anos minha irmã morreu, eu vim tomar conta dela e do meu cunhado, com o passar do tempo nós nos mudamos para cá e nós passamos a dizer que éramos casados, para que não ficássemos falados na cidade, com o tempo eu me apaixonei pelo meu cunhado, mas ele nunca conseguiu esquecer a minha irmã, por isso nunca rolou nada entre nós.

- Mas a Gisele me disse que vocês nadavam todos nus na lagoa e mesmo assim não rolou?

- Não, eu era muito parecida com ela, se fossemos gêmeas, não seriamos tão semelhantes e isto deixava ele brocha, o que acabou por deixar ele meio amalucado e por isto não tomou cuidado e morreu num acidente com o trator.

- Mas com 3 mulheres muito semelhantes é para deixar qualquer um doido.

Comecei a acariciar aqueles peitinhos e logo o tesão tomou conta de nós, ela quis vir por cima de mim mas a minha bunda doeu, eu a coloquei de quatro, e enfiei na boceta dela, só que mais devagar para ela não reclamar, ficamos num vai vem delicioso, durante um bom tempo, quando então nós dois gozamos juntos, ela fez que iria se deitar, eu segurei na sua cintura, pois ainda estava de pica dura e queria mais, ela me pediu para tirar pois estava doendo, eu retiro e começo a chupar seu cu, ela se acende, começa a rebolar na minha língua, com 1 dedo vou massageando seu anus, com 2 dedos vou alargando e esticando seu anel, passo cuspe na minha pica e lambuzo seu cu de cuspe, posiciono a cabeça no seu cuzinho.

Amor relaxa bem seu cu para que minha pica entre sem que você sinta dor.

- Ai! Ta doendo um pouco mas tá gostoso.
- Relaxa mais, eu to enfiando bem devagarzinho.

- Doooi muito! Mas é bom, coloca mais, eu to sentindo ele entrar agora sem dor.

- Enquanto eu como o seu cu, toca uma siririca na sua xaninha.

- Eu to gozando, é bom demais, não para é muito bom.

- Isso amor fica tocando uma siririca que daqui a pouco eu vou encher sua bunda de porra.

- Vai amor, me come mais está muito bom, eu estou sentindo você gozar dentro de mim, isso é muito bom eu estou gozando novamente.

- Vem amor, vamos tomar um banho, para dormirmos.

Depois do banho, voltamos para cama e nos aninhamos nos braços um do outro, trocamos algumas caricias e logo nosso fogo se acende.

- Meu amor! Vamos só nos chupar, pois os meus buracos estão todos doloridos.
Começamos um 69 com muita calma, eu a chupava e massageava o seu cu, ela literalmente engolia meu cacete, assim ficamos até gozarmos novamente, só que desta vez nós desmaiamos um nos braços do outro, na posição que estávamos ficamos.

Ao amanhecer, acordo com alguém beijando meu pau, abro meus olhos e vejo uma linda boceta na qual também dou um beijo, mas pulo logo da cama, pois tenho de mijar, ponho meu roupão, vou para o banheiro, quando retorno encontro as duas na maior felicidade em cima da cama, Marilia se levanta me dá um beijo e vai para o banheiro, Gisele num pijaminha minúsculo que não esconde nada, se levanta abre seus braços e me dá um beijo na boca.

- Quim você fez a minha mãe feliz, agora é a minha vez.

Ela estava me apertando e esfregando sua xoxota na minha pica, que de imediato dá um pulo, Gisele abre meu roupão, se ajoelha e começa a me chupar enquanto retira seu pijama e me joga na cama. Sobe sobre mim colocando sua xana na minha boca, começa a mamar o meu cacete, ela goza duas vezes na minha boca, eu encho sua boca de porra, ela se vira e me dá um beijo com sua boca cheia de porra, nós engolimos e imediatamente eu guio o meu caralho para sua boceta, quando minha cabeça encostou na sua vulva ela faz que vai sentar, eu a seguro e desço-a bem devagar, minha rola vai entrando suavemente. Até que ela começar a sentir dor, eu a beijo e num movimento mais brusco, rompo seu cabacinho, ela suspira e senta com vontade no meu cacete, começa a me cavalgar alucinadamente sinto que ela goza algumas vezes mas não para de me cavalgar até que eu goze, quando então se deita sobre o meu peito, com o meu pau ainda dentro de si e dorme, me viro bem devagar e a deixo repousando na cama, visto o meu roupão e vou para a cozinha, pois estava com fome.

Na cozinha encontro a Marilia fazendo o café, ela esta como veio ao mundo, linda maravilhosa, seu corpo parece que quer mais, eu me encosto nas suas costas, ela se recosta em meus peitos, eu a abraço e beijo seu pescoço.

- Amor você cuidou bem da minha filha? Deixou-a feliz?

- Isso você tem de perguntar para ela, eu a deixei dormindo com um sorriso no rosto.

Que bom!
Ela se vira e me dá um beijo.

- Obrigado por tudo, por me ter feito feliz, por ter feito a minha filha feliz e por ter feito aquela proposta, eu aceito sim, mas tem de ser agora, vamos tomar café e vamos para a cidade.

- Vocês duas merecem muito mais que isso, eu vou ser seu eterno escravo.

- E eu não vou ter nenhum escravo?

- Claro amor eu serei o escravo de vocês duas, agora vamos para a mesa que eu to varado de fome.

Ao sentarmos, eu e Marilia tomamos muito cuidado, o que Gisele pergunta.

-Mãe, ele se sentar de lado tudo bem, mas você o que te aconteceu?

- Esse cavalo comeu o meu cu, tá doendo muito.

- E eu, você não vai comer o meu cu, por quê?

- Calma, tudo no seu tempo, eu estou esgotado, há muito tempo que eu não tenho tanto sexo, eu preciso descansar, afinal desde ontem a tarde que nós estamos nesta jornada.

- Tá mas se recupere logo, pela cara da minha mãe ela gostou muito.

- eu vou reservar um momento muito especial, para você dar seu cuzinho, pela primeira vez.

Agora vamos para a cidade, acertar tudo e transferir o dinheiro para a sua conta, quando chegamos na cidade, seguimos direto até o cartório pára fazer a sociedade, logo depois faço a transferência, e retornamos para a fazenda, após uma refeição maravilhosa, resolvo tirar uma soneca.

Algum tempo depois a cama estremece, abro os olhos e vejo as duas completamente nuas se beijando e alisando seus peitos, aquela cena me deixa com um baita tesão, mas eu gosto de ver as duas se amando, suas coxas esfregando em suas bocetas, elas agarradas, se deitam na cama, eu me afasto, para deixá-las mais à vontade, observo a movimentação delas, Gisele por cima e Marilia por baixo, Gisele se vira e começam um 69, eu cada vez mais excitado, começo a lamber o cu de Gisele, ela goza com a chupada dupla, mas não param, continuam na chupação, com os dedos faço uma massagem no cu de Gisele, Marilia começa a chupar a meu cacete, deixando ele bem lubrificado, dou uma cuspida no cu de Gisele, coloco a minha glande no seu olhinho, Marília arregaça o cu de Gisele para que eu entre melhor, e vou enterrando naquele rabo, Gisele com a dor mergulha sua cabeça na boceta de Marilia que por sua vez mordisca o clitóris de Gisele, meus bagos batem no rosto de Marilia, assim ficamos durante um bom tempo até que eu gozo enchendo o cu da Gisele de porra.
- Ai! Como dói, mas é bom demais, eu gozei um montão de vezes.

- Eu só chupando e sendo chupada também gozei muito.

- E eu só gozei uma veizinha só, vocês estão me devendo, e ai Gisele gostou de dar o cu?

- adorei, mas não vou dar toda hora não, dói muito.

- Fica tranqüila agora não vai mais doer tanto, a primeira vez é que dói muito, agora vocês já sabem como fazer para não doer, é só relaxar, o que você mais gostou?

- A sensação da sua porra quentinha enchendo o meu rego.

Fomos jantar, o jantar foi feito a três e pelados, por um tempo fiquei olhando para as duas.

Nunca pensei em tamanha sorte, eu no fim da vida acabei tirando a sorte grande pois consegui dois monumentos de mulher, eu vou morrer bem rápido se não arrumar muito bem as coisas, alem de me alimentar bem, tenho de dosar a coisa, se não eu vou ter um enfarte .

Durante o jantar, eu explico como deve ser a coisa, daqui para frente, se não eu não agüento.

- Segunda a sacanagem será a três, terça e quarta descanso, quinta Marilia, sexta descanso, sábado Gisele e domingo descanso.

Depois da janta fomos tomar um banho, elas queriam porque queriam me dar um banho, acabamos tomando um banho a 3, quanto mais nós nos esfregávamos mais excitados ficávamos, fomos todos para cama, começamos nos chupando, eu chupava Marilia, que por sua vez chupava Gisele e esta me chupava, quando estava perto de gozar eu parei, coloquei a Marilia por cima de Gisele, nesta posição comi o cu de Marilia que desta vez não reclamou, agüentou tudo dentro sem gemer nem chorar, Gisele se deliciou com a visão do meu caralho fodendo o cu da sua mãe, ambas gozaram muito.

Depois de um bom descanso, Gisele começa a me chupar e pedindo que eu enfiasse na sua xana, eu não perdoei, coloquei-a de quatro e comecei a empurrar dentro dela, ela estava molhadinha, mas a minha rola estava inchada pela jornada, ela não queria entrar pois Gisele reclamava de dor, peguei o frasco da pomada que estava na mesinha, passei na minha rola e na boceta dela e voltei a empurrar, desta vez ela escorregou para dentro, fodi aquela boceta por uns trinta minutos, até gozar, Gisele caiu na cama desmaiada, retirei minha pica ainda dura de dentro dela, peguei a Marilia e a comi também de quatro, quando ela estava caindo de tão mole, retirei a minha pica dura e inchada e cravei no seu cu, ela deitada de bruços e eu comendo seu cu, depois de um longo tempo eu gozo, me levanto e vou para o banheiro ainda de pau duro, entro no chuveiro e tomo um bom banho, lavando bem minha pica.

Depois do banho e de uma boa mijada foi que meu cacete arriou, fui para o quarto e me deitei no meio das duas, dormi no ato.
Acordei com as duas me chupando, só que
meu pau não quis subir, ele estava esgotado.

Fomos tomar café, desta vez todos muito bem vestidos.

- Amor o que foi que aconteceu ontem a noite que você pos nos duas a nocaute.

- Eu não sei, só sei que meu cacete só amoleceu depois que eu tomei um banho e de uma boa mijada.

- Chico eu não estou sentindo minha boceta até agora.

- E eu nem a boceta nem o meu cu.
- Será que é aquela pomada que eu passei?

- Pode ser vamos testar de noite novamente?

- Eu vou morrer.

não você vai descansar o dia todo e nós vamos te alimentar muito bem.

As duas me levam até a varanda e me deitam numa rede, me dão um livro para passar o tempo e de vez em quando uma me surge, ora trazendo um suco, ora um sanduíche, ora uma bebida com um tira gosto e assim passo o dia todo descansando e me alimentando, no fim do dia, depois da janta seguimos os três para o nosso quarto, elas me despem e me Poe deitado na cama, observando a cena das duas se despindo e se alisando, tudo muito lentamente, quando terminam de tirar a roupa já estou de caralho em riste pronto para a luta, Marília pega a pomada e lambuza minha rola, enquanto ela lubrifica minha pica Gisele sobe em cima de mim e põe sua boceta na minha boca, sinto Marília sentar na minha rola, enquanto ela me cavalga, eu chupo a Gisele e as duas se alisam e se beijam, depois de um bom tempo elas gozam e invertem a posição o gosto da boceta de Marília suja de pomada não é tão agradável mas logo sinto minha língua ficar anestesiada, quando elas cansam de ficarem por cima de mim, nós mudamos a posição, elas vão para um 69, eu passo mais um pouco de pomada e cravo no cu de Marília, depois de encher o cu de Marília de porra invertemos a posição e como o cu de Gisele após uma longa evolução também gozo no cu de Gisele, retiro a pica ainda dura, ela não abaixa nem com reza brava, as duas começam um seção de chupadas alucinantes, sinto uma sensação de gozo intensa, só que não saiu nenhuma porra, ainda de cacete duro seguimos para o banheiro, nossas bocas estão anestesiadas, elas não sentem nem a boceta nem o cu, somente depois de nos lavarmos muito bem e de escovarmos nossas bocas é que o efeito da pomada passa e esgotadíssimos deitamos na cama e apagamos.

No dia seguinte durante o café da manha, comentamos.

- Já era muito mais da meia noite quando fomos dormir, nós ficamos na sacanagem por quase 7 horas e meu pau não cedeu um minuto sequer.

- Quando sua pica entrou em mim eu só senti uma sensação muito boa, um calor alucinante até gozar.

- Eu também senti isso, mas depois que você tirou de dentro de mim eu não senti mais nada, foi como se eu estivesse vazia, quando você entrou no meu cu foi uma maravilha, como dar o cu sem sentir dor, só calor me abrasando por dentro, foi um tesão maravilhoso.....

T futchamp122
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Comentários (2)

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  • Solteiro: Conto bom mas um pouco surreal num dado momenti é Joaquim depois passa pra Francisco , Marília é mãe depois fica virgem e vira tia que foi morar com o cunhado e a filha após morte da irmã e o cu hado não a come mesmo os 3 morando sozinhos Gisele que ir pra cidade grande fazer faculdade com 14 anos AFF meio confuso kkkkkkk mas valeu por esses estranhos acontecimentos dou 3 estrelas sugiro revisar antes de publicar

    Responder↴ • uid:8ef56rn209
    • Futchamp122: Sim mano valeu aí , na real ele tinha dito isso em 3 etapas , mas ficou tudo junto

      • uid:1e8cv787fpnu