#Gay #Teen

Eu me apaixonei por uma determinada rola quando era adolescente

1.6k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Ramon

Adolescência, hormônios a mil, descobertas sexuais e eu me apaixonei por ser enrabado por uma determinada rola. Pela rola, não pelo dono dela.

Alerto logo: eu me apaixonei por uma rola quando nas minhas experiências sexuais no início e não por quem me enfiava a rola! Tem muita diferença, garanto a vocês e vou explicar.

Pouco importa a escolha de cada um depois de adulto, mas nas minhas turmas o início da vida sexual era normalmente com alguém do mesmo sexo e o troca-troca era separado de sentimento e de paixão, era puro tesão. Você dava ou comia e nem pensar em beijar ou fazer carinho. Era pau no buraco e pronto. Claro, sempre teve os que já curtiam apenas meninos, tinham sentimentos, mesmo os “machos” depois até beijavam, porém a regra geral era apenas descoberta e putaria. Você pagava um boquete mas não beijava na boca.

Fiz uma safadezas com alguns meninos da minha idade, para alguns fui 100% ativo, para outros era quase sempre passivo, muitas situações, até porque morei em lugares diferentes e sempre tinham novas turmas e novas pessoas a conhecer.

MARCOS foi um dos que mais me marcou: trocadilho fraco mas verdadeiro. Eu tinha acabado de mudar para a rua e ele foi uma das primeiras amizades que fiz e era na casa dele que ia sempre para brincar. Andar de bicicleta, fazer e soltar pipa (ou papagaio) e bola de gude estavam na moda por lá. Daí surgiu ver revista de mulher nua (não havia celular nem internet), de putaria, bater punheta juntos e troca-troca – o enredo de sempre à época – não demorou, até porque eu e ele já tínhamos tido experiências antes. A demora foi cada um criar confiança no outro.

Nas primeiras vezes, e quase sempre era tudo na casa de MARCOS, que ficava boa parte da tarde sem ninguém, era o troca-troca tradicional e desde a primeira vez não gostei de comer MARCOS, não sei o motivo. Metia e gozava nele, porém eu meio que olhava de lado, achava feio o rabo dele, ele reclamava muito, coisas assim. Porém, quando ele me comia o negócio era diferente. O pau dele era reto, a cabecinha (com fimose) da mesma grossura, não era grosso e nem grande, um tamanho muito bom. Pela idade e pela vontade das descobertas eu já ficava louco para trepar e, o que me espantava, a vontade aumentava muito mais quando MARCOS me comia, a rola dele entrava fácil, ele tinha um ritmo excelente e muitas vezes ele gozava e eu ainda estava querendo mais aquela rola entrando e saindo de mim.

O resultado disso é que eu parei de comer MARCOS e virei apenas passivo para ele, na verdade, virei depósito de porra dele e depois uma putinha de MARCOS; tudo isso, no entanto, apenas entre quatro paredes, saía dali éramos amigos e curtíamos as mesmas coisas, até discussões em jogos ou brincadeiras a gente tinha e, apesar disso, no outro dia eu estava na casa dele, virando a bunda para ele meter aquela rola maravilhosa. Teve vez que ele me comendo e a gente falando sobre o motivo de nossa discussão anterior e cada um querendo ter razão!

No início eu ainda metia em MARCOS, só que era um negócio que não batia bem, tirava logo e vinha o show com ele me comendo. Passamos então, sem combinar de forma expressa, a ele apenas me comer (tinha uma troca de boquete antes quando havia chance). Ele gozava no meu rabo e eu me masturbava. Avançamos para procurar gozar ao mesmo tempo, de tal maneira ele gozava e com o pau ainda dentro me ajudava na punheta ou tentava manter o pau dentro para eu gozar. Eu era o depósito de gala (gala é como é também conhecida a porra por aqui) dele e adorava. Chegava na casa dele, ficávamos sem calção, pegava no pau do outro, chupadinha e eu virava o rabo para levar aquela rola. A gente só falava para dizer a posição que eu ficaria: de quatro, de bruços na cama, encostado num móvel. Ele cuspia no meu cu e já sabia como me penetrar e eu ficava arrepiado ao sentir o ferro quente dele me invadindo.

Como disse antes, nas primeiras trepadas não tinha elogio; depois que virei o passivo oficial, MARCOS começou a me elogiar, dizer que meu cu era delicioso, que adorava meter em mim. Soava estranho para nós dois, apesar de ser espontâneo ele dizer isso. Idem para mim. Comecei a dizer que não sabia o motivo, sei que adorava levar a rola dele, macia e quente, que morria de tesão disso. Não era confissão de um gay 100% passivo, tenham certeza, era o reconhecimento de que aquela rola no meu cu tinha uma química inexplicável. Nenhum sentimento de paixão, de querer estar ao lado dele, nada disso, apenas a vontade de ser enrabado por aquela rola. Relatamos apenas o que sentíamos na trepada.

MARCOS avançou nos elogios e começou a me cobrar manifestações mais femininas, verbalizações de passividade, tipo “me come, gostoso”, “essa rola me leva às nuvens”, “quero engravidar nessa bilola”, “isso é um pau de macho”, coisas desse tipo. Somente me enrabar passou a ser pouco para ele. Como realmente eu adorava a situação e curtia calado todo o êxtase de sentir aquela rola em mim (às vezes ele avisava que ia gozar e eu não escutava de tanto prazer que estava curtindo), entrei no clima e comecei até a teatralizar meus sentimentos, evitando exageros para não mostrar mentira.

Então, quando ele já estava para me penetrar, eu já dizia que “não sabia viver sem aquela rola gostosa”, “que meu cu aguardava ser arrombado e sentia saudades quando não era”. Ele metendo e eu chiando, gemendo, chamando de gostoso. Certo dia comecei a falar fino, bem mocinha e MARCOS adorou. Virou nosso padrão. Ele me comendo e eu “vai, painho, come tua putinha”, “ai, roludo, machuca a minha bucetinha” (ou não existia ou eu não sabia sobre o termo “cucetinha”), “engravida sua rapariga, vai”. Quando a gente gozava, falávamos que esse “teatrinho” tinha melhorado as trepadas e avançamos mais. Comecei a ser putinha ainda quando a gente tirava a roupa, já falava fininho, fazia uns trejeitos femininos, tudo sem excesso para não cair em caricatura, mostrando que estava curtindo. O ápice foi quando MARCOS roubou a calcinha de uma prima dele e me deu para usar.

Não era fio dental, para os dias de hoje era uma calçola talvez, só que deu uma incrementada nos nossos papéis que vocês nem imaginam. Eu colocava a calcinha e me vestia novamente. Tirava a roupa de MARCOS e só então ficava só de calcinha. MARCOS então baixava um pouco a calcinha e vinha me penetrar. Puxar de lado: não sei se daria para fazer, a gente não imaginava essa possibilidade. A calcinha era usada várias vezes e guardada por MARCOS, que a lavava após muito uso. Mesmo com tanta coisa envolvida, jamais gozei sem me tocar com ele me fodendo, talvez porque não sabíamos dessa possibilidade - e que não é uma coisa simples de ocorrer.

Passamos um bom tempo assim, era trepada 3 ou 4 vezes por semana, até em semana de prova do colégio eu tinha de agasalhar aquele cacete, era um vício. Um familiar da mãe dele veio morar com eles durante alguns meses e a frequência diminuiu muito. Arranjamos namoradas e a coisa ficou mais difícil ainda. Essa “falta de agenda” para nossas trepadas nos levou a arriscar muito porque ele foi me comer na minha casa com gente na cozinha, ele me comeu quando a gente estava brincando de esconde-esconde com a turma (merece um conto à parte de tão perigoso e delicioso foi essa vez) e até no quintal da casa dele quando a família estava reunida na sala ele meteu rola em mim (ainda lembro a mãe dele chamando por ele e MARCOS terminando de gozar e dizendo que estava indo. Nesse dia subi a cueca e o calção e fui para casa direto sentindo a porra do meu comedor escorrer pelo rego).

Com a dificuldade, passei a cobrar rola quando ele às vezes não podia e, por sua vez, MARCOS cobrava meu rabo quando eu não podia dar a ele. Isso gerou atritos, discussões entre a gente. Diferente do início, quando a gente brigava nos jogos com a turma e resolvia a diferença com ele me comendo, nessa época eu e ele já tínhamos chance de extravasar a putaria com outras pessoas, sem tanto risco. Nosso acordo foi se acabando, a amizade deu uma balançada e assim paramos de trepar. Depois reatamos nossa amizade, porém paramos com nosso “teatro sexual”.

Sem traumas, sem crises, apenas com muitas saudades, como reconhecemos depois.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(0.00 de 0 votos)

Ramon #Gay #Teen

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos