#Gay

Minha noiva, a famíla dela e meus pais nem imaginam que faço isso.

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Meu coração acelera só de pensar naquela noite insana na boate escura de Recife, onde eu, um loirinho de 24 anos com corpo liso e pele clara, me entrego a um prazer proibido que ninguém da minha família ou da minha noiva sonha: enfiar minha bunda gulosa em paus grossos e babantes através de um buraco no banheiro, gemendo como uma puta enquanto eles me arrombam sem piedade, deixando meu cu vazando porra e meu corpo tremendo de tesão, tudo filmado para postar anonimamente no www.selmaclub.com e ler os comentários safados que me deixam louco por mais.

Entro na boate lotada, o ar pesado de suor e perfume barato me envolve como uma névoa erótica. As luzes piscam no ritmo da música eletrônica que pulsa nas minhas veias, e eu sinto meu pau meia-bomba só de saber o que me espera no fundo do corredor. Meu nome é Tiago, mas aqui ninguém sabe – sou só um putinho anônimo com uma bunda redonda que faz os machos salivarem. Vista de longe, pareço o cara certinho: loirinho, olhos claros, corpo malhado na academia, pronto pra casar com a Elisa no final de 2026. Ela é linda, peitos firmes, bunda empinada, e me chupa como ninguém, mas o que ela não sabe é que meu cu rosado lateja por rola grossa de estranho. Adoro mulheres, fodo ela todo dia imaginando isso, mas nada supera a adrenalina de um gloryhole, onde paus surgem do nada, duros e cheios de veias, prontos pra me foder como uma vadia.

Caminho pro banheiro masculino, o cheiro de mijo misturado com esperma velho já me deixa zonzo. A porta range ao abrir, e lá está: a cabine com o buraco na parede, redondo e convidativo, como um portal pro inferno do prazer. Tiro a camisa florida que uso pra disfarçar, fico só de cueca colorida e uma fita preta amarrada na coxa, tipo uma marca de puta pronta pra ação. Meu cu pisca de ansiedade, lubrificado com cuspe que passo rápido. Me posiciono de costas, bunda empinada pro buraco, e ouço o primeiro barulho: zipper abrindo, respiração pesada do outro lado. "Vem, safado, mostra essa rola pra mim", murmuro pra mim mesmo, mas alto o suficiente pra ele ouvir.

De repente, ele surge: um pauzão grosso, rosado, com a cabeça inchada e babando pré-gozo como um vulcão prestes a explodir. O cheiro de macho suado invade minhas narinas, misturado com o almíscar do tesão acumulado – deve ser um cara que não fode há semanas, daqueles casados que vêm aqui pra descarregar. "Porra, que delícia de cu você tem aí, viadinho", ouço ele grunhir do outro lado, voz rouca e cheia de luxúria. "Me fode, caralho, enfia tudo nesse cuzinho faminto", respondo, gemendo alto pra atiçar ele. "Seu cu é tão apertado e quente, putinha, vai engolir minha pica toda", ele rosna enquanto eu empurro pra trás. "Ahhh, que pau gostoso, grosso assim me arromba todo, fode mais forte!", gemo, sentindo a dor na bunda misturada com prazer. "Rebola nessa rola, sua vadia, mostra que é puta dos machos", ele manda, e eu rebolo os quadris, apertando o cu em volta dele. "Sou sua puta, caralho, me usa como quiser, esse cu é teu!", grito, e sinto um peido escapar do meu cu esticado, o cheiro misturando com o suor. "Porra, você peidou na minha pica? Que safada nojenta, mas continua, tá me deixando louco", ele ri rouco. "Me perdoa, mas sua rola grossa me dá vontade de cagar, fode mais que eu aguento!", imploro, gemendo alto.

Empurro pra trás, e a rola entra devagar, esticando meu cu rosado como se fosse me rasgar ao meio. O som é molhado, squish squish, enquanto ele desliza pra dentro, pulsando nas minhas entranhas quentes. "Ahhh, fode, que pau grosso, me arromba todo, seu puto!", grito, cabeça inclinada pra trás, olhos revirando de prazer. "Seu cu é um forno quente, putinha, aperta mais nessa pica babante", ele grunhe, socando devagar. "Que delícia de caralho, tão grosso e veioso, me enche todo, fode minha bunda delicada!", respondo, rebolando devagar. Ele não espera: começa a meter forte, bam bam bam, as bolas batendo na parede como tambores de guerra. "Toma, viado, engole minha pica com esse rabo guloso", ele não para de falar. "Dor na bunda, caralho, mas continua, sou sua putinha faminta por rola!", gemo, sentindo outro peido soltar. "Peidando de novo? Que cu sujo e apertado, rebola mais, vadia", ele ri, acelerando. "Vontade de cagar com essa pica no reto, mas fode, me arromba, sou puta dos machos desconhecidos!", grito, apertando os músculos. O cheiro de sexo cru domina o ar, suor pingando da minha testa, meu pau duro balançando, vazando porra no chão. "Seu cu quente me suga todo, putinha loira, vai levar porra quente", ele avisa. "Goza dentro, caralho, enche minhas tripas com esse leitinho gostoso!", imploro.

De repente, ele urra: "Vou gozar, porra, toma leitinho no rabo!", e jorra quente dentro de mim, pulsos de esperma enchendo minhas tripas, vazando pelas bordas do meu cu esticado. "Ahhh, que porra quente, sinto pulsando no meu cu, fode mais um pouco!", gemo enquanto ele termina. Puxo pra frente devagar, sentindo a porra escorrer pelas minhas coxas, quente e pegajosa, cheiro forte de sêmen fresco me deixando ainda mais excitado. "Boa foda, putinha, seu cu apertado me drenou todo", ele diz antes de sumir.

Mal recupero o fôlego, e outro pau aparece no buraco: maior ainda, escuro e veioso, babando como um cachorro faminto. "Olha só, mais um macho querendo foder esse cuzinho arrombado", penso, rindo safado. Meu cu dói, mas o tesão vence – empino de novo, enfio a rola toda de uma vez, gemendo alto: "Ahhh, fode, me usa como puta, enche meu rabo de porra!". "Porra, que cu quente e escorregadio, putinha, já tá cheio de porra alheia?", ele pergunta, voz grossa. "Tá sim, caralho, mas enfia esse pau gostoso, me arromba mais!", respondo, rebolando. "Rebola nessa pica grossa, vadia, mostra que é puta pra mim", ele manda. "Sou sua puta, fode forte, dor na bunda mas adoro!", gemo, sentindo o cu esticar. Ele mete brutal, o som de carne batendo ecoando no banheiro vazio. "Seu cu apertado apesar de arrombado, quentinho como uma boceta, toma rola!", ele grunhe. "Que caralho delicioso, grosso assim me dá vontade de cagar, mas continua, peido pra você!", digo, e solto um peido molhado. "Peidando na pica? Que nojenta safada, mas aperta mais, putinha!", ele ri. "Fode, caralho, sou puta dos machos, rebola pra você ver!", grito, girando os quadris.

Continuo assim por mais dois paus: um fino mas longo, que atinge fundo nas minhas entranhas, me fazendo uivar de prazer. "Enfia tudo, seu pau longo me fura as tripas, que gostoso!", gemo ao encaixar. "Cu quente e guloso, putinha, engole minha vara toda", ele responde. "Dor no reto, caralho, mas rebola mais, sou sua vadia!", digo, rebolando. "Toma, viado, sinto seu cu apertando, peida se quiser!", ele manda, e eu peido alto. "Vontade de cagar com essa rola funda, fode mais forte!", imploro. Outro curto e grosso, que estica meu anel ao limite, com o cara gemendo "Toma, porra, engole tudo, sua vadia!". "Que pau grosso, me arromba o cu, adoro ser puta pra vocês!", respondo. "Cu apertado e quente, rebola nessa pica babante, putinha loira", ele grunhe. "Gemo de dor na bunda, mas enfia tudo, peido de tesão!", digo, soltando ar. "Peidando? Que cu sujo, mas continua, vadia dos machos!", ele ri. Diálogos safados ecoam: "Me chupa com o cu, loirinho", "Fode mais, caralho, me arromba!", sons de sucção molhada, cheiro de suor, porra e tesão cru preenchendo o ar. "Seu cu me suga, putinha, vai levar gozada funda", avisa o último. "Goza, enche meu rabo, sou puta faminta!", grito.

Saio dali com o cu aberto, ardendo, vazando esperma pelas pernas, mas satisfeito como nunca. Minha noiva espera em casa, inocente, enquanto eu planejo a próxima.

Para achar o autor desse conto safado, procure por Silvinho no www.selmaclub.com – ele adora ler comentários e planejar mais aventuras.

Tem mais aventuras como essa em breve, com novas postagens diárias no site – comenta aí o que achou, qual parte te deixou mais duro ou molhada, e quem sabe não inspiro sua própria safadeza.

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