Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 7
Era uma terça-feira qualquer, sol já rachando cedo. Eu, Maurício, tava na varanda tomando o café da manhã, olhando pro quintal do vizinho como quem não quer nada (mas querendo, né?). Aí o portão abre: Roberto, o pai do Léo, saindo de carro pro trabalho. Acenou rápido, “bom dia, vizinho” seco, e sumiu na esquina. Sorri pra mim mesmo. Casa vazia: mulher e filha no trampo, Roberto fora… sobrou só o Léo lá dentro, sozinho.
Fazia meses que eu reparava no moleque. Magrelo, pele branquinha, cabelo sempre uma bagunça gostosa, usando shorts curtinhos que subiam tudo quando ele se abaixava pra pegar alguma coisa no quintal. Tímido pra caralho, baixava a cabeça quando me via, mas eu pegava ele me olhando de volta quando achava que eu tava distraído. E o Nizam… caralho, o Nizam. O genro grandão, todo tatuado, que vivia aparecendo lá “pra ajudar”. Eu via as chegadas discretas, as saídas só depois de horas, o jeito que o Léo ficava vermelho só de ouvir o carro dele. Não precisava ser gênio pra sacar: o cara tava pegando o menino.
Resolvi meter a cara. Peguei o celular e mandei uma mensagem pro número que a sogra tinha me dado uma vez “pra emergência”.
“E aí, Léo? Vi teu pai saindo agora. Tô aqui tomando café sozinho, casa vazia. Vem aqui tomar um comigo? Fiz um bolo de fubá ontem, ainda tá quentinho. Sem frescura, vizinho.”
Mandei. Uns dois minutos depois:
“Tá bom… já vou.”
Sorri feito bobo, guardei o celular, entrei, arrumei a mesa na cozinha: duas xícaras, bolo morno coberto com pano, café fresco na garrafa. Deixei a porta da frente entreaberta. Logo ouvi os passinhos leves no quintal. Ele apareceu na porta, hesitante, de bermuda jeans curta e uma camiseta larga que cheirava a colônia forte — certeza que era do Nizam.
— Oi, Maurício… pode entrar mesmo?
— Claro, moleque. Entra, senta aí. — Puxei a cadeira bem colada na minha. Ele sentou, pernas cruzadas, tentando puxar a bermuda pra baixo. Não adiantou porra nenhuma, a coxa fina ficou toda de fora.
Servi o café, coloquei um pedaço grande de bolo no prato dele.
— Come, vai. Tá fresquinho.
Ele deu uma mordidinha pequena, olhos baixos.
— Tá bom… valeu.
Eu me encostei na cadeira, pernas abertas, olhando sem disfarçar.
— Tá mais quietinho hoje, hein? Cadê aquele sorrisinho safado que você dá quando passa no portão?
Ele corou na hora, riu nervoso.
— Ah… é que… tô sozinho em casa, né. Meio estranho.
Eu ri baixo, tomei um gole.
— Estranho por quê? Você tá acostumado com companhia, né? O Nizam aparece bastante aí…
Ele engoliu seco, garfo parado no ar.
— Ele… ajuda a família, né. Fica quando a mana viaja.
— Sei. Ajuda pra cacete. — Me inclinei pra frente, voz baixa. — Fica o dia todo grudado em você, te “cuidando”. Aposto que não te deixa nem respirar.
O rosto dele pegou fogo, vermelho até as orelhas.
— Não é bem assim…
Eu sorri devagar, tipo “eu sei de tudo”.
— É sim, Léo. Eu vejo. Ele chega, vocês entram, a casa fica quieta por horas. Depois ele sai e você aparece no portão com a cara vermelha, pernas meio tremendo. Não sou cego, garoto.
Ele mordeu o lábio, olhos no prato. Continuei, voz suave mas pesada:
— Relaxa, não tô julgando. Um cara como o Nizam… grandão, forte, daqueles que gostam de mandar… deve ser difícil resistir, né? Aposto que ele te pega firme, te faz obedecer. Te chama de putinha enquanto te usa.
O Léo tremia levemente, mãos apertando a mesa.
— Maurício… eu…
— Shhh. — Toquei de leve no braço dele, polegar na pele macia. — Não precisa negar. Moleque jovem, bonito, delicado… com um cara desses em cima o tempo todo. Deve ser uma delícia e um inferno. Ele te deixa louco, né? Te faz gemer baixo pra ninguém ouvir, te enche até você mal andar depois.
Ele soltou um suspiro curto, quase gemido. Olhei pra baixo: a bermuda esticou na hora, pau endurecendo rápido.
— Olha só… — murmurei. — Tá gostando de ouvir, né? Ficou durinho só de eu falar.
Ele fechou os olhos um segundo, respiração acelerada.
— Ele… cuida de mim…
Eu ri baixo, mão subindo pro ombro, apertando.
— Cuida, é? Com rola grossa enfiada no teu cuzinho apertado? Aposto que te chama de mulherzinha, te faz rebolar… e você goza tremendo, pedindo mais. Eu imagino tudo, Léo. Você de quatro na cama da tua mãe, gemendo baixinho enquanto ele te arromba. Você de calcinha dele, esperando.
Ele abriu os olhos, pupilas dilatadas, boca entreaberta.
— Como você sabe…?
— Eu vejo, menino. E fico pensando… como seria se fosse eu. Te pegando devagar, te fazendo gemer alto sem medo. Te enchendo de leitinho quente, te deixando pingando pela coxa.
Toquei o rosto dele, polegar no lábio.
— Você é lindo demais pra ficar só com um. Um dia, quando o Nizam cansar de vigiar… vem aqui. Eu te mostro como é ser cuidado por quem sabe. Sem pressa, sem ninguém no pé. Só você gemendo meu nome na minha cama.
Ele tremia inteiro, pau marcando forte, respiração ofegante.
— Eu… não posso…
— Não pode hoje, mas pode amanhã. Ou depois. — Levantei, peguei água pra ele. Bebeu devagar, tentando se recompor.
— Toma mais café, come mais bolo. Pensa no que eu disse. Porque eu tô aqui do lado… e quero muito te ver gemendo pra mim.
Ele levantou devagar, pernas bambas.
— Tenho que voltar… antes que alguém veja.
Acompanhei até a porta, mão na lombar, apertando de leve a bunda por cima do short.
— Vai, minha putinha. Mas lembra: a porta tá aberta. E eu não sou como o Nizam… eu divido, se você quiser.
Ele saiu quase correndo. Fechei a porta, sorri sozinho, pau duro pra caralho.
Três dias depois, tarde quente pra cacete. Eu tinha acabado de tomar banho gelado, enrolei a toalha na cintura (frouxa de propósito) e a campainha toca. Abri sem pensar.
Lá estava ele: regata cinza clara grudada de suor, short jeans curto, tênis surrado, cabelo molhado na testa. Segurava uma garrafa térmica vazia, desculpa esfarrapada na cara.
— Oi, Maurício… Desculpa aparecer assim. Minha geladeira pifou de novo, vim ver se você tem gelo sobrando. Minha mãe tá fazendo suco e…
Parou de falar quando viu que eu tava só de toalha. Olhos desceram pro peito, pro volume mal escondido, subiram corados.
— Entra — falei, abrindo mais a porta.
Ele passou hesitante, cheiro de suor fresco e perfume de menino invadindo tudo. Fechei a porta com o calcanhar.
Fui pra cozinha na frente, sentindo os olhos grudados em mim. Peguei a forma de gelo, bati na pia pra soltar. Quando virei, ele tava parado na entrada, mordendo o lábio.
— Tá bem, Léo?
Assentiu rápido demais.
— Tô… só quente pra caralho.
— É, tá mesmo.
Me aproximei devagar, forma de gelo na mão. Parei perto, rosto a uns 30 cm. A toalha frouxa.
— Quer um copo d’água gelada antes?
Balançou a cabeça devagar, olhos nos meus.
— Não… quer dizer… talvez.
Sorri de lado, estiquei o braço pro copo no armário atrás dele, roçando o corpo inteiro de propósito. A toalha escorregou devagar, caiu no chão.
Ele arregalou os olhos. Fiquei ali, pelado, pau já meio duro só de ver a cara dele.
— Desculpa — menti, sem desviar o olhar. — Ela não queria ficar.
Ele não respondeu, só engoliu seco. Olhou pra baixo, viu meu pau crescendo, levantou o olhar de novo, pupilas enormes.
— Você… sempre fica assim em casa?
— Só quando sei que você vai aparecer.
Ele riu nervoso, mas não recuou. Dei mais um passo. Peitos quase se tocando, levantei o queixo dele com dois dedos.
— Se quiser ir embora agora, vai. Sem ressentimento. Mas se ficar… eu não vou ser bonzinho.
Respirou fundo, tremendo.
— Eu não quero ir embora.
Segurei a nuca com força e puxei a boca dele pra minha. Beijo violento logo de cara: língua invadindo, dentes batendo, gemido rouco dele na minha boca. Ele agarrou minha cintura, unhas cravando, tremendo.
Arranquei a regata dele, short e cueca junto. Pau babando na barriga, duríssimo. Joguei ele de costas na geladeira.
— Quarto — falei no pescoço, mordendo de leve. — Agora.
Segurei o pulso e arrastei pelo corredor. Ele tropeçou duas vezes, rindo nervoso entre gemidos.
Joguei na cama de barriga pra cima, subi por cima, joelhos prendendo os quadris, pulsos acima da cabeça.
Olhava pra mim com medo e tesão misturados — quase gozei só de ver.
Sorri devagar.
— Hoje você vai sentir.
Beijei o pescoço, desci pro peito, mordi os mamilos até ele arquear e gemer alto. Desci mais, lambi a barriga suada. Ele implorou:
— Maurício… por favor…
— Por favor o quê?
— Me come… quero sentir você dentro.
Ri baixo, virei de bruços. Ele abriu as pernas sozinho, empinando a bunda redonda.
Peguei lubrificante na mesinha, abri com os dentes.
Primeiro um dedo: gemeu rouco, empurrou contra minha mão.
— Aguenta meu pau?
— Quero tentar… por favor…
Me posicionei atrás. Lubrifiquei tudo, esfreguei a cabeça na entrada apertada.
Entrei devagar, só a cabeça. Ele deu um grito abafado.
— Tá doendo?
— Um pouco… mas não para. Não para.
Segurei a cintura e fui entrando aos poucos. Quando tava todo dentro, parei. Os dois tremendo, ele apertado pra caralho, quente, pulsando.
— Você é grande demais… — murmurou, voz embargada.
— E você é apertado pra caralho. Perfeito.
Comecei devagar, estocadas longas. Ele gemia a cada movimento.
Logo pediu mais forte. Obedeci. Segurei o cabelo, puxei pra trás e meti com força, batendo a virilha na bunda. Som molhado enchendo o quarto.
Ele gozou primeiro, sem tocar no pau. Gritou meu nome, corpo convulsionando. Não parei, meti fundo, sentindo ele apertar mais. Gozei dentro com um grunhido rouco, enterrando até o talo, enchendo ele.
Caímos na cama, eu ainda dentro, os dois ofegantes, suados.
— Maurício… sério… como que isso coube em mim?
Ri baixo, passei a mão no cabelo bagunçado dele.
— Coube direitinho, né?
— Não, tipo… sério. Quando você entrou devagar eu achei que ia rasgar. Tava apertando os dentes pra não gritar de dor no começo. Aí você foi empurrando mais… e mais… eu pensando: “caralho, ainda tem mais?”.
— Você pediu pra não parar.
— Eu sei! Pedi! Mas na hora tava louco, tesão misturado com medo. Quando meteu até o fundo… porra, senti você batendo num lugar que eu nem sabia que existia.
— Porque você relaxou no final. E porque queria pra caralho. O corpo obedece quando a cabeça quer.
— Mas olha o tamanho… Mesmo agora mole, ainda é maior que o meu duro. Eu medi o meu uma vez: 16 cm. O teu… deve ter o quê? 20? 21?
— Uns 19,5 mais ou menos.
— 19,5! Como se fosse normal. Mano, quando você tirou a toalha eu pensei: “não vai dar”. Pensei em fugir. Aí você me beijou e esqueci tudo. Agora que passou o tesão… caralho, tô sentindo ainda. Tá ardendo um pouco. E ao mesmo tempo… querendo mais.
— Ardendo é normal na primeira. Amanhã melhora. Se quiser mais hoje… a gente vai devagar. Ou só fica de conchinha. Você manda.
— Da próxima… vai devagar desde o começo. Bem devagar.
— Prometo. Vou te preparar direito: dedos, língua, lubrificante aos montes… até você implorar pra eu meter de uma vez.
— Você é perigoso pra caralho, sabia? Vim pedir gelo… e agora tô apaixonado por um cara que tem um pau que parece uma arma de destruição em massa.
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Comentários (2)
Cotoa: Que delicia agora além do cunhado tem um vizinho, pirocudo e comilão, a sua disposição. Melhor não poderia ser.
Responder↴ • uid:1dak65uoijLagartixa: É difícil levar rola no cu e ficar si em 1.
Responder↴ • uid:w73hy20c