Escravo Familiar: Capítulo 2 (satisfazendo meu tio Chico, o dono da casa)
Durante o sono, tive um pesadelo em que eu era castrado pelo meu tio Chico. Ele ria da minha cara enquanto eu me contorcia e chorava de dor. Acordei alvoroçado, ao me dar conta de que era apenas um pesadelo, me recompus, papai se mexeu quando fui me levantar da cama para ir ao banheiro jogar uma água fria no rosto, mas não acordou.
Olhei no espelho do banheiro, eu estava suado e um pouco vermelho, senti meu cuzinho um pouco ardido e, abrindo o armário do banheiro, encontrei uma pomada analgésica. Coloquei um tanto da pomada, do tamanho de uma ervilha, e passei com delicadeza no meu cuzinho, tampei novamente a bisnaga e a devolvi ao seu lugar, fechando em seguida a porta do armário do banheiro.
Saí do banheiro e voltei para a cama, me deitando de volta aos braços do papai. Sentindo seu cheiro quente e aconchegante, agarrei-me a ele e fechei os olhos para tentar voltar a dormir. Depois de cinco minutos, caio num sono leve, que com o tempo evolui para um sono pesado. Dessa vez não tive qualquer sonho ou pesadelo, somente um sono limpo e profundo.
...
Era por volta das 9:00 da manhã quando acordei, papai já tinha levantado e estava no banheiro fazendo suas necessidades. Levantei-me e fui para a porta do banheiro para poder vê-lo.
— Bom dia, gatinha do pai! Dormiu bem? Papai perguntou.
— Não muito, no começo, durante a madrugada eu tive um pesadelo, e acabei despertando. Mas consegui depois voltar a dormir.
— Bom, e o que aconteceu no pesadelo? Meu pai perguntou.
— Sonhei que meu tio Chico me castigava sadicamente. Respondi.
— Bom, isso só poderá acontecer se você desobedecer a ele durante o tempo em que você estiver com ele. Meu pai disse.
— É, eu sei! E hoje é dia de satisfazê-lo. Respondi, papai.
— Sim, gatinha do pai, mas vai dar tudo certo e nada de errado vai acontecer. Disse papai.
Eu me sentei no seu colo enquanto ele estava sentado na privada, ele me beijou a bochecha, me segurando e roçando minhas pernas.
Depois de um tempo, me levantei, escovei meus dentes, meu pai se levantou da privada e logo em seguida entrou embaixo do chuveiro para tomar um banho rápido.
Escovei os dentes, fiz xixi e fui esperar ele no quarto. Vinte minutos depois, meu pai saiu do banheiro, vindo ainda pelado para o meu lado, me deu um beijo demorado na boca e começou a se trocar.
Às 10:00 horas, descemos para tomarmos café da manhã. Na sala de jantar, encontramos meu tio Chico sentado à mesa. A mesa estava posta com tudo que tínhamos direito, tinha pão de vários tipos, requeijão, manteiga, sucos, bolos, frutas e mais uma renca de outras coisas.
Sentamos para acompanhar meu tio, dando-lhe bom dia. Depois de um tempo, o resto das pessoas da casa começou a aparecer, minha mãe veio me cumprimentar, estava sentindo falta de seu cheiro.
Depois de todos sentados e começado a tomarem café, meu tio pediu a atenção do meu pai.
— Meu querido irmão, peço sua permissão para começar a usufruir do nosso escravo logo depois do fim do café, tudo bem para você?
— Claro! Só peço para que você tenha um pouco de cuidado com minha princesa, ele está dolorido. Depois da iniciação, eu me satisfiz com ele, então ele ainda está dolorido.
— Claro, vou ser carinhoso com a putinha de titio! Respondeu meu tio, pegando no pau meia bomba por cima da calça.
O restante do café da manhã foi super tranquilo, depois de todos comerem, minha mãe junto das minhas tias retiraram a mesa e foram organizar tudo. Meu pai e meus tios foram cada um para uma parte da casa, se dividindo. Meu tio pegou em minha mão e disse:
— Vamos, minha putinha, chegou sua hora de honrar seu tio!
Fomos para a clareira ao lado da área de churrasqueira (o salão de festas). Ao chegarmos, meu tio armou a rede para que eu e ele pudéssemos nos balançar e curtir nosso primeiro encontro depois da iniciação.
— Então, sobrinho, como você está? Perguntou meu tio, sentando-se na rede junto comigo.
— Bem, tio, estou um pouco dolorido por conta dos últimos dias. A iniciação me destruiu, nunca tinha honrado tanta gente junto e ainda depois, papai quis um round 2, então estou me recuperando desses acontecimentos.
— Sei bem! Mas você sabe que o Tio está na seca, né? Estou precisando me aliviar e, como você tem por obrigação de nos satisfazer, eu quero ser honrado agora. Eu já pedi permissão pro seu pai e ele me deu permissão.
— Eu sei! Ele, ontem à noite, já havia me dito que hoje você provavelmente gostaria de me ter, e também acompanhei tudo o que foi dito no café da manhã. Só peço que não seja hoje, eu estou realmente muito dolorido!
— O meu bem! Você sabe que não pode recusar, é uma das regras de ser um escravo sexual, vamos lá, titio não vai te machucar!
— Ah, tio, hoje não! Me deixa descansar hoje e amanhã eu te honro melhor! Eu sei que não posso negar, mas me ajude só hoje!
Ele olhou fundo nos meus olhos, segurando delicadamente o meu rosto, e disse:
— Se não for por bem, vai ser por mal! Além do mais, quem você pensa que é para me desobedecer? Pois agora vamos transar e, se você dificultar as coisas, será punido. Brandou meu tio, olhando sério para mim.
Ele então se levantou da rede, ficando à minha frente, começou a retirar as roupas, primeiro desamarrou a calça de moletom, deixando-a cair aos seus pés, em seguida abaixou a cueca e retirou a camiseta, ficando totalmente pelado. Eu estava sentado na rede à sua frente, ele pegou minha cabeça com força, mandou eu abrir a boca, eu me recusei, então ele sentou a mãozona na minha cara.
PLAFT!
Eu comecei a chorar e, com isso, minha boca se abriu, e com essa abertura, ele socou o pau para dentro dela com brutalidade.
PLOC!
— Aaah! Ah, putinha, putinha, se você me obedecesse, teria sido muito melhor, mas você me desobedeceu, e agora vai sofrer as consequências!
Meu tio segurava firme na minha cabeça e começava a estocar forte o pau na minha garganta. Eu sufocava um pouco, sentindo seu saco bater violentamente no meu queixo.
Ele batia na minha cara enquanto estocava forte na minha boca. Depois de um tempo, saiu de dentro dela e ofereceu seu cu peludo para eu chupar.
Eu não queria, a situação não estava me agradando, mas eu era um escravo e, se eu não colaborasse com nada, seria ainda pior.
Então, ele, segurando firme na minha cabeça, afundou meu rosto no seu cuzão, me sufocando com ele. O cheiro, por mais que eu negasse, era gostoso, um cheiro bom de cu suado de macho trabalhador. Seu cu peludinho começava a suar, me trazendo ainda mais tesão.
— Isso, putinha, cheira! Cheira o cu do seu tio! Huuuuuuuuuum! Vai aprender a não negar cu a um macho.
Ele rebolava na minha cara, esfregando loucamente seu cu no meu rosto, então começou a peidar.
Puuuum! Puuuum!
— Ah! Cheira meu peido, minha almofadinha de peidos! Huuuumm!
Puuuum!
Ficamos assim por 10 minutos, depois ele se virou rindo e me ordenou:
— Chupa o pau do titio de novo, porque agora, titio quer foder seu cuzinho!
Então, novamente, caí de boca naquela rola grande e grossa, ele se contorcia enquanto eu chupava seu pinto com força e o deixava bem babado.
— Vai, Pepê, mostra pro titio o que você sabe fazer com essa boca.
Eu chupei ele por muito tempo até que ele não se aguentou mais e explodiu na minha boca.
Pffffffffffffffffffffffff!
— Aaaaaaaaaaaah!
Cof cof cof cof cof
Tossi tentando recobrar o fôlego. Meu tio Chico continuava irritado por eu ter me negado a dar para ele, então me agarrou pelo pescoço, me erguendo, me empurrou em cima de uma mesa pequena, que era de decoração e para colocar seus pertences, quando ele ia dormir durante a tarde na rede. Eu fiquei de joelhos no chão, já que a mesa era muito baixa. Ele então veio por trás de mim, apontou o pau na entrada do meu cu e socou de uma vez.
— aaaaAAAÃH!
A dor era imensa, meu cu ardia, parecendo que estava pegando fogo. Ele não quis nem saber, apontou o pau na entrada do meu cu e socou de uma vez, me fazendo berrar de dor.
— AAAAAH!
Não esperou nem passar o impacto e começou a foder com força e raiva.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Ele apertava meu pinto junto dos meus testículos, gemia forte no meu ouvido, me causando arrepios.
HUUUM! HUUUM!
Ele me fodeu brutalmente por 25 minutos, mas um pouco antes de gozar, pegou seu chinelo que estava junto de suas roupas no chão e começou a me bater.
PLAFT! PLAFT! PLAFT! ...
Eu só chorava, não aguentava mais ser surrado, tudo doía, meu tio parecia que não se cansava, depois de um longo e demorado tempo, finalmente ele gozou pela última vez.
— Toma, Leite CADELAAAAA! AAAAAAAAH! PFFT! PFFT!
Sua porra atingiu meu interior com muita força, me inundando, depois ele desabou em cima de mim, ofegante, me prensando na mesa. Ele beijou meus ombros e pescoço, depois de cinco minutos se levantou, ficou em pé, me pôs de joelhos e abriu minha boca, depois começou a mijar.
Xiiiiiiii!
Engoli cada gota sem desperdiçar nada. Exausto, caí no chão e ele desabou de volta na rede. Ele começou a se balançar, olhando para os cachorros brincando no grande quintal, se embolando na grama. Olhou para mim, desabado no chão, e disparou:
— Ah, minha princesa, sua punição não acabou, você vai ter o que merece!
Ele olhou para mim e depois para o Luke, seu cachorro. Luke estava tentando montar nos outros cachorros, e aí entendi que ele estava no cio e que meu tio iria me cruzar com ele. Olhei com os olhos esbugalhados e aterrorizados para ele. Ele só riu e continuou se balançando.
CONTINUA...
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Comentários (1)
Luiz: Muito bom espero que tio Chico te ensine seu lugar no mundo vc é um viadinho da familia e tem que obedecer seus machos osde ja se viu negar o cu para o tio? O viadinho de verdade morre mas nao nega um cu a um mach principalmente sendo este macho seu tio
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