O novinho e a coroa
Conto sobre o dia que peguei uma coroa, sou de Toledo-MG quem quiser conversar manda a forma de contato
Sam e Renata
(Nomes fictícios para esta história)
Sam (eu) tinha 20 anos, 1,70 m de altura, corpo esguio mas já meio definido pelos treinos casuais de musculação. Pele morena clara, cabelo curto e bagunçado, sorriso tímido que escondia uma curiosidade crescente. Entre as pernas, carregava 18 cm de pau que, quando excitado, ficava grosso na base, reto e pulsante, algo que eu ainda estava descobrindo como usar com calma. Renata, aos 35, era morena de pele bronzeada, cabelo preto longo e ondulado caindo até as costas, olhos castanhos escuros cheios de malícia. Corpo de mulher madura: curvas generosas, cintura marcada, quadril largo, bunda redonda e firme que chamava atenção em qualquer roupa. Os peitos eram fartos, tipo 44/46, cheios e pesados, com auréolas grandes e escuras que endureciam ao menor roçar ou olhar insistente. Ela exalava experiência e sensualidade, com uma voz rouca que parecia prometer segredos e um perfume amadeirado que ficava no ar depois que passava.
Tudo começou num site de conversa aleatória, daqueles que você entra sem muita expectativa. Eu tava em Toledo-MG, entediado numa noite de sexta, rolando o chat sem compromisso. De repente, ela apareceu: “Oi, novinho… o que um garoto como você tá fazendo acordado a essa hora?”. O nick dela era algo simples, tipo “Rena_35”, e a foto de perfil mostrava só o decote generoso de uma blusa preta, o suficiente pra me fazer responder na hora. Conversamos por horas ali mesmo. Depois de umas três horas, ela jogou: “Me passa teu número, Sam. Quero ouvir tua voz direito”. Troquei o WhatsApp na hora.
Estava com muito tesão só de pensar em estar perto de macetar uma mulher mais velha, sentir aquelas curvas pesadas se rendendo pra mim, ouvir ela gemer alto enquanto eu metia sem dó. No WhatsApp, o papo escalou rápido: fotos dela de calcinha rendada mostrando a bunda empinada, eu mandando close do pau duro na cueca marcando tudo. Combinamos que eu iria buscá-la na casa dela em São Paulo — ela morava numa casa simples no interior da zona sul —, e ela passaria alguns dias comigo no sítio que eu tinha comprado com o dinheiro que juntei trabalhando desde pequeno em serviços pesados, entregas, ajudando na roça da família. Com 20 anos já tinha meu carro próprio e um cantinho isolado na serra, com casa de taipa reformada, piscina pequena e muito mato ao redor pra ninguém ouvir os gritos. Era só uns 200 km de estrada.
No dia marcado, dirigi até SP, pau latejando a viagem inteira só de imaginar o que ia rolar. Cheguei na porta dela no fim da tarde; ela saiu com uma mala pequena, short jeans curtinho que mal cobria a bunda, top justo marcando os peitos enormes e um sorriso de quem já sabia que ia me dominar. Entramos no carro, ela jogou a mala no banco de trás e sentou do meu lado, abrindo as pernas de leve pra eu ver que não tinha nada por baixo.
Assim que estávamos no caminho de volta pro sítio, ela parecia ser bem safada e vagabunda mesmo. Mas aí veio o deboche: “Sabe, Sam, eu não curto mais novo não… vocês aguentam cinco minutos e já querem dormir. Uma mulher igual eu precisa de macho que aguente o tranco, que me faça gozar até não aguentar mais andar”. Bem convencida, olhando pro lado com aquele sorrisinho superior, me deixou com uma raiva gostosa misturada com tesão. Meu pau pulsava forte na calça, e eu só pensava numa coisa: mostrar pra essa coroa que ela nem ia conseguir andar direito depois que eu terminasse com ela. Ia deixar ela de quatro, latindo igual cadela no cio, implorando pra eu meter mais fundo, até ela esquecer essa pose de experiente e virar só uma puta gemendo meu nome.
Chegamos no sítio já no escuro. Descarreguei as malas dela e levei tudo pra dentro da casa. Mostrei o lugar rapidinho: a varanda com rede, a cozinha simples, o quarto com cama grande de casal, a piscina iluminada lá fora e o curralzinho com as galinhas e os dois cachorros que latiram animados quando viram gente nova. Depois fomos comer algo leve que eu tinha preparado antes — frango assado, arroz, salada — sentados na mesa da cozinha. Ela comia devagar, ainda com aquele short e top, peitos quase pulando a cada movimento.
Aí ela reclamou, esticando os braços pra cima:
— Ai, tô toda dolorida do carro, do corpo todo… viagem longa, sabe?
Eu, que já tinha experiência com massagem (aprendi com uma tia massoterapeuta e pratiquei bastante), vi a oportunidade na hora.
— Quer que eu te faça uma massagem? Sou bom nisso, relaxa o corpo inteiro.
Ela ergueu uma sobrancelha, sorriu de lado.
— Tá bom, novinho… me mostra o que você sabe fazer.
Fui pro quarto, coloquei uma música relaxante baixa — tipo violão e sons de natureza —, acendi uma luz amarelada fraca. Ela tirou o short e o top sem cerimônia, ficando só de sutiã preto de renda e uma calcinha fio-dental que mal cobria nada da bunda redonda. Deitou de bruços na cama, cabelo espalhado nas costas, e falou:
— Pode vir, Sam. Mas vai com calma… ou não.
Peguei um óleo corporal que tinha ali (cheiro de lavanda e algo mais quente), esquentei nas mãos e comecei pelas costas. Passei devagar, pressionando os ombros, descendo pela coluna, abrindo as mãos nas laterais da cintura. Ela suspirou fundo, corpo relaxando. Fui pros braços, depois pras coxas grossas, subindo até quase encostar na bunda. Cada vez que eu apertava mais forte, ela soltava um gemidinho baixo, daqueles que vão ficando mais roucos.
— Hmm… aí, isso… mais forte… — murmurava ela, rebolando de leve o quadril contra o colchão.
Eu sentia o pau duro roçando na calça, latejando a cada gemido. Ela virou o rosto pro lado, olhos semicerrados, e continuou provocando:
— Tá gostando de tocar nessa coroa, né? Aposto que seu pau tá implorando pra entrar em ação…
Continuei massageando as nádegas por cima da calcinha, dedos escorregando pro meio, sentindo o calor úmido que já escapava. Ela arqueou as costas, empinando a bunda na minha direção, gemendo mais alto.
Foi aí que eu sugeri, voz baixa perto do ouvido dela:
— Pra você relaxar ainda mais… que tal eu colocar uma venda nos olhos? Assim você só sente, sem ver nada. Confia em mim?
Ela riu baixinho, safada, e respondeu:
— Pode colocar, menino. Mas cuidado… se você me deixar vendada, eu vou querer tudo que você prometeu naquela conversa.
Peguei uma faixa preta que tinha no armário, amarrei devagar nos olhos dela, cobrindo bem. Ela ficou ali, de bruços, vendada, respirando pesado, corpo entregue, esperando o próximo toque.
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Comentários (2)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkGael: Muito bom
Responder↴ • uid:wwxc0sfqyfi