#Bissexual #Sado #Travesti/Trans

Prazer reprimido de um Pai de família.

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Murilo.jp

Pai exemplar em casa, cadela submissa e arrombada. O segredo e os prazeres de um homem.

Tudo começa com o clique do metal em uma quarta-feira fria e chuvosa. Eu mesmo tranco meu pau naquele cinto de castidade de aço, sentindo o peso do cadeado que sela minha total impotência. Para o mundo, sou o paizão dedicado; mas aqui, diante dessa travesti japonesa, sou apenas um depósito de porra. Ela me dá um banho como se eu fosse um animal de carga e me obriga a vestir uma calcinha amarela fio dental minúscula, rindo da minha cara de otário tentando esconder o ferro da castidade por baixo da renda.
Ela estala os dedos e eu me jogo de joelhos no chão frio. Ela aperta a coleira no meu pescoço até eu quase sufocar.
— "Abaixa a cabeça, seu verme," ela ordena, dando um puxão seco na corrente que faz meu pescoço estalar. Ela bate com a unha no metal do cinto e dá uma risada carregada de nojo. — "Olha o estado desse lixo. Trancado como a cadelinha frouxa que você é. Esse seu pauzinho medíocre é tão insignificante que nem precisava de chave. Você é um eunuco moral, um 'homem de família' que precisa de ferro pra esconder que não tem nada entre as pernas. Você é uma vergonha para qualquer homem de verdade."
Ela puxa a corrente com força, colando meu rosto no pau dela, me forçando a sentir o cheiro da minha dona.
— "Sente o peso desse cadeado, sua puta? É o caixão do seu pau. Enquanto suas filhas te acham um herói, você tá aqui ajoelhado, com esse brinquedinho ridículo morrendo sufocado no aço. Eu adoro saber que enquanto eu te arrombo, esse seu cotoco frouxo fica aí latejando, sem servir pra nada. Você não é homem, você é só um buraco que paga as contas. Suas filhas teriam nojo de encostar em você se vissem o pai delas sendo tratado como minha cadelinha imunda."
Ela me dá um tapão na cara que faz minha orelha zunir e aperta meu queixo com as unhas cravando na pele.
— "Olha pra mim! Esse cinto é pra eu não ter que olhar pra essa coisa minúscula que você chama de pau. Enquanto você me serve de privada, o 'chefe da casa' fica trancadinho e humilhado. Você adora saber que o 'homem de família' tá com o rabo aberto, pronto pra ser estuprado por um pau de verdade, não é? Engole o choro e agradece por eu deixar você ser minha cadela, porque pra ser homem você é um fracasso total."
Ela enfia os 18 cm na minha boca com tudo, me fazendo engasgar enquanto puxa a corrente com ódio.
— "Chupa, seu lixo! O 'paizão' tá aqui de calcinha, implorando por leite!" — ela cospe as palavras enquanto eu quase sufoco.
Depois, me joga na cama como um “frango assado" e começa a esmurrar minhas bolas.
— "Pra que você quer isso aqui?" ela grita, dando socos no meu saco. — "Um verme com um pau minúsculo e inútil desses não precisa de bola. Você é só uma piranha, um brinquedo que eu uso e descarto."
Ela puxa a calcinha pro lado e começa a me penetrar a seco, me alargando com os dedos enquanto tripudia da minha falta de virilidade. O ápice vem com a invasão total. Ela me vira de quatro e senta o tapa na minha bunda com força total.
— "Prepara o rabo, sua cadela! Vou te rasgar no meio pra você aprender quem é a dona desse seu corpo de piranha. Esse seu pauzinho nem sente o que é prazer, enquanto eu te transformo numa arrombada de verdade."
Sem dó, ela soca o pau com tudo. Eu sinto minhas pregas rasgando, o pau dela terminando de destruir o que restava da minha dignidade. Eu solto gritos de dor que viram gemidos agudos de uma puta sendo possuída. O arrombamento me dilata inteiro; sinto o pau dela pulsando dentro de mim.
— "Grita, sua cadela! Grita pro mundo saber que você prefere ser arrombado do que ter honra! Imagina o trauma das suas filhas vendo o pai delas desse jeito, servindo de fossa pra minha pica com esse pauzinho ridículo trancado na gaiola!"
Perto do fim, ela me vira de frente pelos cabelos. O pau dela lateja na minha cara e ela começa a gozar. O jato de porra quente atinge minha boca e meu rosto, sujando tudo até o cinto de castidade.
— "Engole tudo, sua piranha! Bebe cada gota do meu leitinho e limpa bem," ela ordena, rindo da minha degradação. — "Amanhã você vai beijar suas filhas com essa mesma boca que eu acabei de usar como latrina. Engole e agradece, sua cadelinha imunda. Você é uma cadelinha que serve apenas como depósito de porra."
Ela me arrasta pelo pescoço até o espelho.
— "Olha o seu estado. O que você vê? Um homem inútil que não passa de uma cadelinha com o rosto cheio de porra. Olha esse volume ridículo debaixo da calcinha. É patético. Esse seu pauzinho nem tem força pra tentar sair da gaiola. Você não é homem, você é posse minha. Grava bem essa imagem de lixo, porque essa é a sua única verdade."
Depois, me visto em silêncio, sentindo o rabo latejar. Chego em casa e deito do lado da minha mulher. Olhando pro teto, sinto o desconforto no corpo e o gosto da porra dela na garganta, lembrando que, por trás da pose de pai perfeito, eu sou só um lixo submisso e arrombado.

Quem quiser conversar TL@Schalk1822

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