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A vida do Rei e seu exército – pt 03

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Lager_Gold

Dívidas são pagas com carne e a honra é rasgada sem piedade.

O General Andréas estava jogado na lama, o rosto inchado pelos golpes das coroas das lanças e encharcado pelas lágrimas de um homem que acabara de ver sua dignidade ser estuprada sobre a mesa de mapas. O Capitão Jhony, ainda com o pau latejando e sujo de merda e sangue, aproximou-se dele e desferiu um chute seco nas costelas do oficial caído.

— Levante-se, General! — rugiu Jhony. — O show de abertura acabou. Agora, vamos ao prato principal.

Ao sinal do Capitão, as pesadas portas de ferro do calabouço rangeram. Dois soldados arrastaram para o centro do pátio um jovem púbere menino e uma menina bem mais nova. Eram os filhos do General. O silêncio que se seguiu foi cortado apenas pelos soluços abafados da esposa, que ainda estava jogada de quatro na mesa, com o útero e o rabo abertos e vazando a porra fétida dos agressores.

— Não... por favor, eles não! — o General implorou, a voz saindo como um sussurro quebrado.

O Capitão Jhony ignorou o apelo. Ele agarrou o filho adolescente pelo colarinho e o jogou na frente da mesa onde a mãe estava sendo exibida como um pedaço de carne esfolada.

— Olhe bem para o que sobrou da sua rainha, garoto — disse Jhony, rindo. — E agora, você vai aprender como um soldado de verdade trata uma vagabunda.

Jhony ordenou que um sargento veterano, um homem enorme com o pau deformado por cicatrizes de infecções passadas, assumisse a posição. O sargento não hesitou; ele segurou a cabeça da mulher pelos cabelos loiros agora imundos e a forçou a se ajoelhar no chão, na frente do próprio filho. Com um movimento ríspido, ele arrancou o caralho da calça e o socou na boca dela com tanta força que o som da glande batendo na garganta foi ouvido pelos prisioneiros.

— Chupa, sua cadela nobre! — gritou o sargento, enquanto batia com a mão aberta na cara da mulher. — Chupa como se a vida do seu filho dependesse de cada gota de esperma!

A humilhação, porém, estava apenas começando a se tornar coletiva. Enquanto o sargento enterrava sua pica ríspida na garganta da nobre, um cabo de infantaria, vendo o rabo da mulher arrebitado e exposto pela posição de joelhos, não esperou ordens. Ele abriu a calça, cuspindo na palma da mão e esfregando no próprio caralho grosso e sujo de urina. Com um solavanco, ele se posicionou atrás dela, segurando seus quadris com as mãos calejadas, e enfiou a rola inteira no rabo dela de uma única vez.

Um terceiro soldado, um rapaz jovem mas já corrompido pela guerra, ajoelhou-se entre as pernas abertas da Generalíssima. Ele segurou as coxas dela, forçando-as para os lados até quase deslocar a bacia, e começou a foder aquela buceta que já sangrava, mergulhando seu pau na mistura de sangue e fluidos. Eram três homens a usando simultaneamente: um socando a boca, outro estraçalhando o rabo e um terceiro moendo a vagina.

O pátio virou um frenesi. Os soldados que aguardavam em fila começaram a se aproximar, batendo punheta e jogando jatos de porra quente sobre o rosto, os cabelos e as costas nuas da mulher. Ela não passava de um buraco comunitário, um depósito de sêmen para um exército sedento. A cada estocada grupal, o corpo dela era jogado para frente e para trás como um boneco de pano, enquanto o cheiro de suor, merda e esperma se tornava insuportável no ar. O filho, a poucos metros, assistia a sua mãe ser literalmente desmontada por aquela horda, enquanto o sargento, sentindo o clímax, puxava a cabeça dela pelos cabelos com tanta força que ameaçava arrancar o couro cabeludo, preparando-se para descarregar o leite fétido no fundo de sua garganta.

Enquanto a mãe era foda brutalmente na frente do filho, o Capitão Jhony voltou sua atenção para a jovem menininha. Ele a pegou no colo de modo grotesco e sussurrou no ouvido do General:

— Se você não disser agora onde os contadores esconderam o ouro, eu vou rasgar essa pequena ao meio aqui mesmo, e vou deixar que cada um dos meus homens goze dentro do cadáver dela.

O General, em um espasmo de desespero, tentou avançar, mas foi novamente subjugado. Um soldado segurou seus braços e outro, por trás, abaixou suas calças e enfiou um dedo sujo de terra no seu rabo, apenas para humilhá-lo ainda mais.

— O General quer participar? — zombou o soldado. — Talvez ele queira que eu enfie o meu pau no cu dele enquanto ele assiste a filha ser desvirginada por uma pica de cavalo?

O Capitão Jhony colocou a menina no chão e começou a desabotoar a própria túnica.

— Última chance, General. A carne dela é tenra... aposto que o meu pau grosso vai explodir esse cuzinho virgem no primeiro empurrão.

O pátio era agora um cenário de pesadelo: a mãe sendo asfixiada pelo pau do sargento, o filho assistindo ao martírio em estado de choque, e o Capitão pronto para cometer a atrocidade final contra a criança. O tesão dos soldados ao redor era palpável; dezenas já estavam com as rolas de fora, batendo punheta e jogando esperma sobre as costas nuas da Generalíssima, transformando-a em um verdadeiro depósito de porra humana.

— EU FALO! — gritou o General, finalmente quebrado. — Eu falo... apenas tirem as mãos deles... por tudo que é sagrado, parem!

Meu pai, o Rei Carlos, que assistia a tudo de cima do cavalo, deu um leve sorriso de canto de boca.

— Tarde demais para a santidade, General — disse meu pai com a voz gélida. — Você demorou a decidir. Capitão, termine o serviço! Quero que ele saiba o preço exato da insolvência.

Jhony deu uma gargalhada ensandecida e deu m "golpe de misericórdia" na esposa do General para selar a vitória: abriu suas pernas violentamente e, com um movimento animalesco, enterrou sua pica inteira no rabo sangrento dela, enquanto gritava ordens para que os outros soldados fizessem o mesmo com a boca e a buceta, com toda a força que possuíam. E então agarrou a menina pelos braços.

O General desmaiou enquanto ouvia o som dos gritos de sua família.

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Comentários (1)

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  • PutoRN: Delícia

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