#Assédio #Teen #Virgem

Jaque - Perdendo o cabaço - Parte 02

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JollyRoger

A Jaqueline deu muito trabalho para perder o seu cabaço, mas eu queria vê-la sofrer para tirar o próprio cabaço na minha caceta.

A Jaqueline ficou encolhida no seu quarto, pouco saia e quando chegava perto de mim eu já saia de perto. Chegando à noite a dona Clarice meteu uma faca na mão cortando frango congelado e precisava tomar pontos.

- Amor eu vou com a mamãe lá no hospital.
- Vamos eu dirijo.
- Não amor não adianta você ir, depois da pandemia os hospitais só permitem um acompanhante entrar. Você precisa ficar aqui com a Jaqueline, ela morre de medo de ficar só.
- Tá bom, então vão logo e me liga de lá.

Elas foram para o hospital, eu fiquei no sofá assistindo televisão e a Jaqueline sentou do meu lado e liberou o choro de vez.

- Você não vai nem falar comigo, você só quer isso?
- Vem cá meu amor, não chora mais. Jaque você é linda e eu amo você, quero fazer amor com você, mas você está com medo então eu decidi ficar longe de você.
- Não é justo, dói muito.
- Esquece Jaque assiste aqui comigo, mas não fica me abraçando muito.
- Tá vendo, só porque eu não quero fazer isso você não quer que eu te abrace.

Ela ficou no cantinho do sofá enxugando suas lágrimas até que arredou até encostar em mim novamente.

- Já chega Jaqueline, eu não tenho muita paciência para covardia.
- O que eu estou fazendo?
- Tira minha caceta do short, vamos.
- O que?
- Faz o que eu estou mandando ou então vai embora.

Ela desamarrou o meu short e tirou minha pica dura de dentro, eu segurei sua nuca e puxei sua cabeça para chupar minha pica.

- Chupa minha pica.
- Porque está fazendo isso Roger?
- Chupa, chupa porra.

Ela começou a mamar meu cacete sem falar mais nada, eu apertava sua cabeça para engasgar com o cacete.

- Ah calma Roger eu não consigo com ele todo.
- Engole ele todinho Jaqueline, vamos engole, engole, assim, assim, isso porra igual uma mulher, chega de ser menina você vai crescer agora.

De vez em quando ela sentia ânsia de vômito, mas continuou mamando e só parava para respirar.

- Tira essa calcinha.
- Não Roger de novo não.
- Tira essa porra Jaqueline, eu estou mandando.

Ela o fez e eu a puxei para cima de mim, segurei o cacete bem duro para ela sentar.

- Senta nessa pica vamos, senta nela todinha.
- Devagar Roger.
- Eu não vou fazer nada, você vai sentar e tirar teu cabaço, chega de covardia, vem sentar.

Ela sentava e sempre que tocava seu hímen ele subia de volta, eu segurei seu rosto e a beijei.

- Olha para mim.
- Vai doer Roger, vai doer, não dá eu não consigo.
- Eu não vou mexer um músculo, você vai sentar nessa pica e arrancar esse cabaço de uma vez, eu quero ver doer mesmo.
- Porque?
- É gostoso para o homem ver a menina se foder na pica dele e hoje você vai arrancar esse teu cabaço na minha pica ou então me esqueça, eu não vou querer saber mais de você, entendido?
- Mas Roger...
- Cala a boca Jaqueline não quero saber de nada, senta nessa pica vamos.

Ela começou a sentar devagar no cacete e aos poucos ela foi conseguindo sentar mais fundo, mas a covardia dela era muita.

- Isso meu amor senta nele todo, senta, senta, assim, assim, vamos Jaqueline coragem, senta nessa pica.
- Ui doeu, doeu, chega não dá.

Fiquei com a caceta dura e latejando esperando ela ter coragem novamente, a puxei e beijei um pouco.

- Vamos meu amor, não quero desistir de você.
- Eu acho melhor parar, eu não consigo.

Ela começou a lagrimar novamente e eu segurei seu rosto.

- Jaqueline olha para mim.
- Não adianta Roger eu sou uma idiota covarde.
- Eu quero esse cabaço na minha pica, você não vai me dar de presente esse cabaço?

Ela ficou caladinha.

- Conta até três e senta nessa pica de uma vez, quero ver você com dor na minha pica ou eu posso me vestir? Decide agora.

Ela ficou pensando um pouco até que o celular tocou, a Marcela disse que estavam esperando só uns minutos da injeção para ver se não daria efeito colateral, mas que já estavam voltando.

- Elas estão voltando vamos parar Jaque, mas a partir de hoje me esquece.

Ela pulou em cima de mim, colocou o cacete na sua buceta e começou a sentar novamente, foi enfiando mais fundo e mais fundo.

- Tá doendo, tá doendo.
- Senta meu amor, senta nele todo, vamos contar até três.
- Cala boca Roger, me abraça.

Eu a abracei e ela sentou na pica toda, soltou um urro de dor, ficou com a caceta enterrada na bucetinha e abraçada comigo.

- Isso meu amor, que delícia.
- Pronto, pronto, tá todinho dentro.
- Agora senta bem gostoso para eu gozar.
- Espera Roger tá doendo ainda, mas tá passando.

Ela ficou abraçada comigo e depois de uns minutos ela voltou a sentar e agora com coragem, fodeu minha pica com vontade até eu tirar a caceta de dentro dela e melar toda a sua bunda de gala.

- Era isso que você queria, pronto eu fiz.
- Agora sim, porra que delícia. Jaque a tua dor me deu um tesão tão grande, agora você é mulher e hoje a noite eu vou comer essa tua buceta toda.

Passaram alguns minutos a Marcela ligou de novo avisando que a dona Clarice não podia sair do hospital sem o médico dar baixa e ele tinha sumido, então eu peguei a Jaqueline e a coloquei de quatro no seu quarto.

- Tá na hora de você ter um macho enfiado na tua buceta, vem cá.
- O que você vai fazer?
- Vou foder você sua putinha.

Soquei caceta na bucetinha dela sem pena, fodi com tanta força que ela se gozou muito rápido, chegou a gritar de prazer e se contorceu toda na cama.

- Tá bom, tá bom, minha perna tá tremendo.
- Vem cá vagabunda vou foder mais você.
- Mais? Eu não aguento Roger, tá bom, tá bom.
- Tá bom o caralho, vem cá.

Fodi novamente ouvindo ela gemer “Uh, uh, uh, uh”, a sua cabecinha sacudia igual uma boneca até que ela se gozou pela segunda vez e não conseguia completar uma fase corretamente.

- Gozei, gozei, amoooor, minha buceta, minha buceta, tá toda, hum... aqui, tá tudo, ahhh, não dá, minha mãezinha, sem força, uhhhh, uhhhh, não dá.
- Isso vagabunda, isso, isso, assim.
- Tá bom, tá bom, chega.

Ela tentou fugir de mim, mas eu a puxei pelas pernas de volta e soquei mais caceta, aquele som do seu gemido aumentando e terminando em um grito foi demais.

- ãh, ãh, ãh, Ãh, Ãh, Ãh... Ahhhhhh, ahhhhhh, gozei, gozei, gozei de novo.

Nessa hora ela já se jogou e ficou só se tremendo, eu terminei gozando em cima dela melando sua cara, seus peitinhos, sua barriga.

- Pronto sua safada, tu querias macho agora tu tens.
- Porque Roger, porque?
- Porque o que?
- Você não me pegou e me comeu logo de uma vez? Porque ficou me maltratando sentindo dor?
- Eu queria ver você sofrendo na pica, minha menina tinha que sofrer no meu cacete, olha como você está satisfeita agora, toda gozada, buceta arregaçada, toda jogada.
- Oh amor tu me maltrataste muito, você é muito filho da puta.
- Vem, vamos tomar um banho que eu quero te namorar. Agora sim uma mulher porra, não uma menina assustada.

Dei um tapão no rabo dela e a botei para o banheiro, ficamos namorando na sala até as meninas voltarem, ela estava com outro semblante sem chorar e toda feliz.

- Já que vocês chegaram eu vou para casa, você está sentindo dor dona Clarice?
- Não Roger estou anestesiada, mas eu preciso agradecer por você ter ficado com a Jaqueline, obrigada meu filho.
- Por nada meu amor.

Eu quem tinha que agradecer pelo cabaço da filha dela, uma buceta apertadinha que apesar de muito trabalho foi delicioso vê-lo ser rompido na minha caceta.

Enquanto a Marcela arrumava o lugar da mãe dormir eu peguei a Jaqueline em um cantinho.

- Eu amei fazer amor com você.
- Eu te amo Roger.
- Você está bem?
- Sim, estou toda dolorida, mas acho que é normal.
- Sim, vai ficar dolorido por um tempinho, mas porque essa cara?
- Você namora a Marcela, como eu vou ter você?
- A Marcela passou a ser necessária, mas é você quem eu namoro agora e uma hora vamos assumir esse namoro.
- Eu acho que ela vai ficar muito triste, ela te ama muito.
- Isso é um problema.

Nos beijamos rapidinho e ela saiu sorridente em saber que a sua irmã seria só uma distração para a sua mãe não perceber que eu fodia a sua filha mais novinha.

Continua...

Jql01

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