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Escravo Familiar: Capítulo 3 (A Punição de Luke)

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Tártaro

— LUKE! Gritou meu tio, chamando o cachorro que estava a todo custo tentando montar em um dos outros cães.

Com o chamado do meu tio, o cachorro veio correndo abanando o rabo. Quando ele chegou até meu tio, ele afagou sua cabeça e seu pescoço. Meu tio tem um Doberman preto de 5 anos, suas patas são grandes e marrons, o cachorro tinha um ar imponente, parecia o dono do recinto. Meu tio então começou a alisar seu pelo, acariciava em sua barriga, coçava seu pescoço até descer a mão acariciando e chegar no seu saco.

Ele começou a massagear a virilha do seu cachorro sorrindo, olhou para mim e me mandou um beijinho cínico. Então observei o pênis do Luke começar a sair para fora, seu pau era grande e vermelho, o nó na base era grosso e com certeza iria acabar com o resto do meu cu ardido.

Meu tio então aproximou mais o Luke de mim, o trazendo para meu rosto, e me deu um tapa na cara.

PLAFT!

Deixou o pau do Luke o mais próximo do meu rosto possível, agarrou meu pescoço com violência, fazendo com que eu levantasse a cabeça, socou meu rosto no meio das patas do Luke, diretamente no pau, e ordenou que eu abrisse a boca.

— Abri a boca, cadela, meu cachorro está precisando se satisfazer com uma boa puta!

Eu abri a boca e meu tio foi conduzindo-a, seu pau tinha um gosto e um cheiro horrível, fedia a urina. Ele então forçou minha cabeça até que todo o pinto do Luke estivesse em minha boca, eu me engasguei um pouco sentindo a pressão na minha garganta, meu tio segurou minha cabeça para que eu não saísse da posição, depois, ao passar alguns minutos, ele começou a fazer movimentos de vai e vem com minha cabeça, fazendo eu pagar um boquete para o Luke.

GLUB! GLUB! , GLUB! ...

Luke começou a ficar agoniado, louco para sair da posição em que estávamos e subir nas minhas ancas. Fiquei chupando até minha boca adormecer, meu tio me olhava com prazer, se masturbando, vendo a cena que ele mesmo arquitetou.

Depois de um tempo, finalmente fui libertado do pau duro do Luke, tossi COFF! COFF! COFF! Meu tio fez um sinal para mim para continuar de quatro, levou Luke para meu cuzinho, abriu minhas nádegas e aproximou o focinho do cachorro do meu cu. Luke sentiu o cheiro e passou a lamber fortemente meu cu.

— Aaaaaãh! ...

Eu gemia com aquela língua grossa e áspera, sua língua me causava um tesão imenso. Eu passei a rebolar minha bunda para os dois, meu tio Chico passou a dar palmadas nas minhas nádegas, deixando-as rosadas.

Luke então cansou de lamber e já foi logo montando em cima de mim. Colocou suas patas dianteiras na minha cintura, me arranhando a pele, tentou desengonçadamente me penetrar, mas não consegui de imediato, meu tio então resolveu ajudá-lo. Pegou seu pinto com a mão direita e colocou a ponta na entrada do meu cu, Luke fazia movimentos de meter antes mesmo de conseguir acertar a entrada. Quando finalmente acertou o buraco, a penetração foi bruta e ardida, me fazendo chorar.

— AÍ, MEU CU! Berrei desesperado.

Luke não quis nem saber, foi logo metendo rápido, louco para se satisfazer, eu gemia de dor e prazer.

— Huuuuuuuuuuum... Me come, Luke, me faça de sua puta! Eu dizia, alucinado pela foda bruta do cachorro do meu tio.

— Hahahahah! Se gosta, né, putinha safada! Gosta de ser fêmea de macho bruto. Meu tio me disse, e logo em seguida começou a me dar palmadas na bunda.

— Sim! Respondi. — Sim, adoro ser cachorra de macho!

O Luke me fodia com força, seu nó começou a querer inchar, e comecei a me preparar para ficar engatado nele por alguns minutos.

Enquanto Luke me fodia, vi meu tio se levantar do meu lado e ir para trás do Luke. Pensei: "O que ele vai fazer?"

De repente, eu escuto o Luke latir e chorar.

— AU! AU! Huum!

— Shhh! Quietinho, grandão, papai vai fazer com carinho.

Olhei para trás e vi meu tio engatado no Luke, parecia que ele tinha entrado com certa violência no cu do cachorro. Ele gemeu de prazer:

Huum!

Em seguida, começou a entrar e sair de dentro do Luke lentamente.

— Oh! Papai, que cozinho apertado e quente, Luke! Ele disse para o cachorro.

Conforme ele estocava no cu do cachorro, o cachorro estocava no meu cu. Passei a então escutar suas estocadas fortes no cu do Luke.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

E com isso, também o barulho começou a sair das estocadas do Luke no meu cu. PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Hum, Lukezinho, que cu gostoso, papai! Ele falava para o cachorro.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Eu, naquele momento, estava muito duro, meu pau babava bastante, aquela situação era extremamente nova para mim, sentia o vai e vem rápido do meu tio Chico entrando e saindo do cu do seu cachorro, ele gemia alto enquanto Luke e eu gemíamos mais baixo.

A foda continuava a todo vapor: 'PLOC PLOC PLOC PLOC....

Quando se passaram cerca de vinte minutos, eu, meu tio e Luke gememos alto em total sincronia.

— HUUUUUUUUUUM!

— Huuuuuuuuuuum!

— Aaaaaaah!

E então nós três gozamos juntos. Meu tio inundando o cu do Luke, o Luke me inundando, e eu sujando todo o gramado da frente da área de churrasqueira.

Cai no chão sem forças, fazendo com que o Luke, ainda grudado em mim, saísse com violência da pica do meu tio!

— AUUUU! Ele chorou com a dor da saída da pica.

Depois de um tempo, Luke saiu de dentro de mim e começou a lamber meu cu que vazava sua porra. Depois passou a lamber seu próprio cu, se limpando.

Meu tio se levantou e veio até mim, me ajudou a levantar e me deu um beijo na boca. Um beijo farto e demorado, buscando minha língua com a sua, ele apertava minha bunda arranhada e dolorida, fazendo com que eu gemesse na sua boca.

Huum!

Afastou-se, dizendo-me:

— FODA BOA DA PORRA!

Segurou minha mão e voltamos para dentro de casa, deixando Luke e as outras cadelas no quintal.

Ao entrarmos ainda nus e com as roupas em mãos, meu tio me puxou para seu quarto para tomarmos um banho.

Ao entrarmos no quarto, ele e eu fomos direto para o chuveiro, ligamos a água na temperatura morna. Meu tio voltou a atacar minha boca novamente, me dando beijos tenros e demorados. Depois começamos a tomar banho juntos.

Dei banho nele, esfregando cada centímetro de seu corpo, e ele fez o mesmo comigo. Desligamos o chuveiro e saímos do banheiro.

No quarto, meu tio parou para olhar como estava a pele do meu corpo, viu os arranhões do Luke e a vermelhidão da surra que me deu em todo o corpo, pegou uma pomada no seu criado-mudo e me pediu para deitar.

Com cuidado, foi passando a pomada em meus machucados. Meu pai iria ficar uma fera com ele pelas condições que iria me devolver, mas estava louco para voltar para papai.

Meu dono era o que eu mais queria agora, principalmente seu colo, e rezava para que ele fizesse amor comigo depois da surra e das fodas do meu tio.

Depois de passar pomada, meu tio ordenou que eu me vestisse, estávamos exaustos, já era bem tarde, e estava escuro lá fora. Depois de prontos, saímos para encontrar meu pai e senhor, eu precisava ser devolvido em segurança para ele.

Nós o encontramos na cozinha, sozinho, mexendo no celular. Ao entrarmos, ele deixou o celular de lado e perguntou:

— E então, meu irmão, como foi o sexo?

— Maravilhoso, meu irmão! Porém, já vou logo avisando antes que você queira me matar e negar a putinha para mim de novo.

Eu precisei castigar ela, ela me negou os prazeres no início, alegando que a iniciação e a noite de núpcias tinham acabado com ela. Então eu a puni, primeiro fodi ela com violência e depois ajudei Luke a se satisfazer com ela.

— Caralho! Isso era para eu saber antes de você o punir, mas agora também já foi. Vem, bebê do papai, vamos deitar, você está todo arregaçado.

E a você, meu irmão, vai se recuperar e volte para sua mulher, nos vemos depois. Disse meu pai, pegando-me pela mão, e subimos em direção ao seu quarto.

Como já era tarde da noite, eu e papai já tínhamos tomado banho, fomos direto para a cama dormir, mamãe já estava dormindo junto com as outras mulheres da família.

Papai me deitou com cuidado na cama, me dando um beijo de boa noite na cabeça. Deitou-se ao meu lado, me agarrando com cuidado pela cintura, beijou e cheirou meu pescoço, e assim caímos os dois no sono profundo.

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Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Luiz: Culpado foi o viadinho que negou sexo ao tio

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic