#Bissexual #Grupal #Incesto #Teen

A casa da minha avó XX - Os primos de Klésia.

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Escritor

Continuação da série de contos de mesmo nome. Leia os outros, disponíveis no meu perfil.

Olá, meu nome é Felipe. Irei continuar os relatos que venho fazendo sobre o tempo que passei morando com minha avó e minha tia.

Nos últimos, falei sobre como iniciamos meu primo nas nossas fantasias familiares, e sobre a primeira vez que ele comeu sua mãe, minha tia Ivone.

Depois daquele dia, com a casa apenas para nós, pelo resto da família ter viajado e com Henrique já envolvido, não precisávamos nos preocupar em transar escondidos. Apenas fazíamos quando tínhamos vontade.

Meu primo dormiu com minha tia naquela primeira noite, que imagino que tenha sido bem longa.

Eu dormi no quarto de Sandra e tivemos nossa própria diversão também.

Acordamos tarde no dia seguinte. Era dez horas quando levantei ao sentir o cheiro do café. Saí do quarto da minha prima, vendo que minha tia derramava o líquido preto do bule da cafeteira na garrafa.

Usava baby doll vinho que escondia pouco suas curvas. Principalmente por aparentar não usar calcinha ou sutiã.

“Bom dia tia, dormiram bem?”, saudei.

Ela me olhou e revirou os olhos.

“Sabe que não dormimos muito. O Henrique é bem energético. E pelo que ouvi do outro lado da parede, vocês também não dormiram muito.”

Dei-lhe um sorriso.

“Posso ver que a senhora gostou.”

Ela me respondeu com a expressão que usava quando não queria admitir que a outra pessoa estava certa.

Começamos o desjejum.

Meu primo surgiu da porta do quarto pouco tempo depois. Nú, e com uma ereção matinal. Minha tia disse para que ele vestisse algo, pois seria de mal gosto se ele pegasse o hábito de fazer isso na frente dos outros.

Ele obedeceu.

Minha prima surgiu do quarto, vestindo a camisa de time que sua turma usara no interclasse e uma calcinha preta de tecido semi-transparente.

Deu bom dia beijando a mãe e dando um tapa na cabeça do irmão, sentando ao meu lado na mesa.

Sandra vestiu-se de forma mais adequada e foi regar as plantas da minha avó, como sempre fazia. Eu peguei meu notebook e fiquei revisando algumas matérias e trabalhos do estágio no laboratório.

Meu primo passou o dia seguindo minha tia para onde ela fosse dentro da casa. Ela se aproveitou disso para fazê-lo ajudar nos trabalhos domésticos, com as recompensas que ele queria. Tomaram banho juntos e passaram um tempinho no quarto dela.

Deixei eles aproveitarem-se sozinhos esse tempo.

No dia seguinte, recebi uma mensagem de Klésia, falando que ela e a família haviam chegado, e que um tio dela, junto dos primos, também passariam o natal por lá.

Dez minutos depois, Klésia batia à nossa porta com o tal casal de primos. Gabriela e Calebe.

Calebe era um rapaz de dezessete anos com menos de um e sessenta de altura. Magro e forte, com cabelos castanhos claros, assim como os fios de barba que cobriam parte de seu queixo. Gabriela era o tipo de garota que desperta o sentimento de proteção em qualquer homem. Um palmo mais baixa que o irmão, cabelos longos louros, que iam até a metade de suas costas, e olhos azuis claros. Usava um vestido de alça azul com estampa de flores brancas, caindo sobre o corpo delicado, que a deixava com um ar mais jovial. Era a garota da foto que Klesia havia enviado dias antes.

Klésia continuava a mesma beleza de sempre, ainda que usasse uma blusa e um short branco simples. E foi ela quem recebeu primeiro a minha atenção, com um grande e apertado abraço e um beijo.

Cumprimentei Calebe e Gabriela e os mandei entrar.

Os convidei para entrar.

Era meio-dia e minha tia tinha feito almoço, o que comemos enquanto conversávamos na mesa da área de convivência da casa, junto dela, Sandra e Henrique. Minha prima sentou-se ao lado de Calebe, e parecia bem caidinha por ele.

Meus sogros, Cristiane e o tio de Klésia estavam ocupados com os preparativos da ceia. Minha tia disse que ela gostaria de poder ajudar, mas que teria de pegar um turno dobrado no hospital para poder passar a véspera de natal em casa.

Descobri que os irmãos e o tio de Klésia eram de outro estado, e estavam visitando os parentes naquele fim de ano. Resolvi perguntar uma coisa ou outra sobre eles.

“A Klésia me mostrou uma foto de vocês. Parecem se dar muito bem.”, disse insinuando o que eu já sabia.

“Também vimos uma foto sua que ela nos mostrou”, respondeu Calebe, sorrindo e olhando para minha tia.

Retribuí o sorriso.

“A quanto tempo vocês têm essa relação?”, perguntei.

“Um ano, mais ou menos. Nosso pai e o tio Joaquim sempre foram bem próximos desde crianças. Então eles sabiam tudo um do outro. E quando meu tio começou a praticar isso, meu pai acabou nos levando pelo mesmo caminho. E tem sido melhor, pelo menos ele parece mais feliz agora”

“Como assim?”, minha tia perguntou.

“Nossa mãe morreu a um tempo, quando a Gabi era pequena. Desde então ele ficou sozinho, cuidando da gente, nos priorizando. Desde que descobriu o modo de vida do tio e da tia, e passou a participar disso junto deles, ele passou a ser mais alegre. E nós também.” disse ele.

“Que bom”, disse, tentando esboçar alguma emoção.

Depois disso fomos para assuntos mais alegres. Histórias vergonhosas, sobre a escola e o curso que eu fazia. Henrique era o que menos falava. Ficava olhando para as garotas.

Cada um lavou seu prato e assim ficamos livres para subir.

Mostrei a casa para Gabi e Calebe. Que ficaram curiosos em como ela parecia uma vila de apartamentos na parte de cima.

Estava na sala da minha tia com Klesia encostada no meu ombro e Gabriela sentada do outro lado dela. Observamos Calebe e Henrique jogarem vídeo game, e notei que Calebe seguia minha tia com os olhos enquanto ela fazia suas coisas. Apontei isso para Klesia.

“Ele gosta de milfs”, ela me segredou.

“E a Sandra parece gostar dele”, disse-lhe.

Klesia sorriu, sacudindo a cabeça animadamente, mostrando que já tinha percebido isso.

“Acho que ele vai se dar bem, então.”

A porta do quarto de Sandra se abriu e ela saiu usando um top branco com alça fina sem sutiã, como de costume, e um short preto de academia que realçava sua bunda.

Ela desfilou de forma nada sútil e sentou na cozinha. Os dois que jogavam pararam no mesmo instante, olhando àquilo.

Calebe foi o primeiro a debandar, indo até ela e tentando puxar conversa com minha prima, que resolveu fazer cu doce naquele momento.

Mas minha tia não, pois percebeu a intenção dele e começou a alisá-lo, o que atraiu sua atenção para ela. Sandra então começou a disputar a atenção dele com a mãe. Eu sabia onde isso ia acabar.

Notei meu primo olhando àquilo e ficando chateado, mas toquei em seu ombro.

“Cara, não tem só a tua mãe aqui”, disse apontando discretamente para Gabi com os olhos.

Ele olhou para ela e então para Klésia e assentiu.

Gabi puxou o braço de Klésia e minha namorada me sussurrou no ouvido:

“Vamos pro teu quarto?”

“Vamos, mas só nós dois?”

“Claro que não. Deixa o Calebe aí com elas e a gente pode ir com esses dois pra lá, se quiser. Minha prima quer te conhecer melhor.”

Ao ouvir isso, cutuquei meu primo, quase arrastando ele pro meu apê com Klésia e Gabi a reboque. Chegamos lá e entramos no apê e eu achei melhor ficarmos na sala, onde tínhamos mais espaço.

Klésia abraçou a prima por trás, dando-lhe um beijo na bochecha, que sorriu de forma linda também. Depois chegou até mim e me ofereceu seus lábios, os quais tomei.

Meu primo ficou parado entre nós perguntando o que íamos fazer.

“Isso”, respondi subindo a camisa de Klésia, que desatou seu sutiã rapidamente, mostrando seus peitos de ninfeta. Beijei um e depois o outro. Então Gabi veio até mim e ficou na ponta dos pés, o que respondi beijando-a também, sentindo seus delicados lábios sabor cereja.

Klésia puxou meu primo para seus braços, beijando-o também com a animosidade que sempre transbordara.

Enfiou a mão em suas calças e perguntou se ele tinha gostado de trepar com a tia Ivone.

Meu primo ficou completamente desconcertado, e ela riu. Baixou seu calção e sua cueca, vendo sua rola já dura.

“Então isso aqui já comeu uma buceta, né?”, ela começou a masturbar meu primo de forma agitada.

“Cuidado para ele não gozar logo.”, avisei, parando de beijar Gabi.

“Relaxa, ele tá na puberdade. Nem precisa da vitamina pra gozar dez vezes”, continuou batendo.

Enquanto isso, Gabi desabotoava minha bermuda, e a baixava por minhas pernas. Tirei a camisa enquanto ela fazia o mesmo com minha cueca. Então eu estava com a pica apontada para a cara de uma garota que tinha a idade do meu primo.

Gabi começou a chupar envolvendo e sugando a minha glande com os lábios pequenos. Depois passou sua língua ao redor dela, como se afastasse o prepúcio. Então engoliu até metade, voltando até a cabeça ao mesmo tempo em que punhetava a base. Tudo isso me olhando com aqueles inocentes olhos azuis. Parecia que eu estava sendo mamado por um anjo.

Klésia ficou de costas para meu primo e o fez tirar seu short e a calcinha, arreganhando a buceta para ele. Depois foi até Gabi e tirou seu vestido, passando-o por cima de sua cabeça enquanto ela me chupava.

Gabi levantou os braços e a cabeça, parando de chupar. Seus cabelos loiros foram puxados para cima e então caíram escondendo seu corpo, tornando aquilo extremamente sedutor. Agora ela usava apenas uma calcinha branca.

Klésia puxou Henrique para perto, se ajoelhou ao lado da prima e passou a beijá-la, punhetando Henrique e depois abocanhando seu pau. Gabriela fez o mesmo com o meu. Dessa vez engolindo por inteiro. Mordi os lábios, aspirando o ar, desacreditado em como poderia caber tanto em uma boca tão pequena.

Ao lado, Klésia também não tinha pena do meu primo. Chupando como se fosse sugar a alma dele pelo pau.

Não demorou muito para ele começar a tremer. Minha namorada habilmente recebeu tudo na boca. Ficou em pé, virou-se e dividiu com a prima, deixando cair a porra de meu primo na boca de Gabriela, que abriu para receber.

As duas se beijaram, com Klésia lambendo todo o gozo que escorreu dos lábios de Gabriela.

Então Klésia se agachou junto a prima e começaram a lamber meu pau, uma de cada lado. Comecei a meter entre a boca delas, até ficar difícil de segurar.

Não gozei. Por mais que quisesse esporrar naquele rostinho de fada que Gabriela tinha, ainda tinha outra coisa que queria fazer mais.

Peguei Gabriela no colo e a pus no sofá, abrindo suas pernas, exibindo aquela calcinha branca, fio dental de renda, e os peitinhos pontudos. Botei a calcinha de lado e lambi seus lábios rosados, com as mãos apertando as coxas pálidas.

Klésia subiu de joelhos no sofá e ficou beijando a prima e apertando seus biquinhos, enquanto eu dava outro beijo entre suas pernas.

Ouvi Klésia chamar meu primo, que estava um tanto de lado, e quando ele se aproximou, ela empinou a bunda e abriu a buceta para que ele metesse.

Meu primo, que já estava duro de novo, fez conforme ela ordenou e bombou devagar, com as mãos na bunda de Klésia, que se empurrava contra ele. O garoto estava matando a vontade que tinha desde a primeira vez que viu minha namorada de laging. Enquanto dava para Henrique, Klésia voltou também a beijar Gabriela, que soltava gemidos doces, sentindo a minha língua.

Quando já senti que era o bastante, levantei a cabeça e bati meu pau por cima de sua xaninha. Esfregando em seu lábios algumas vezes, como se metesse. Depois, finalmente eu encaixei em sua buceta e entrei lentamente até o fundo daquele buraquinho quente e apertado.

Comecei a bombar devagar, e depois a acelerar, vendo aquele rostinho belo mudar em caretas de prazer e dor a cada metida.

Klésia me beijava.

Chupamos a língua um do outro, enquanto ela recebia pica de Henrique e eu socava a rola em Gabi.

Henrique não aguentou por muito tempo, tirou o pau e esporrou nas costas de Klésia.

“Desculpa, eu te melei toda.”

Klésia riu e disse, virando-se para ele.

“Tudo bem, mas porquê não gozou dentro?”

“Minha mãe disse pra eu não fazer isso dentro quando transar com outras garotas.”, Henrique explicou.

Klésia botou a mão sobre seus ombros e beijou-o de forma suave.

“Ah, tudo bem, mas pode gozar dentro de mim, que não tem problema, certo amor?”, perguntou olhando para mim.

Não respondi, concentrando-me em meter até o talo dentro de Gabi, que dava gemidos finos e altos, enquanto minhas bolas batiam em bunda cada vez que eu enterrava meu pau no fundo de sua buceta.

Até que gozei, tanto e com tanta força que pensei que nunca teria fim.

Gabi recebeu tudo, abraçando-me.

Enquanto eu tirava, sentia os resto de porra ainda saindo da cabeça, escorrendo de sua buceta.

“E aí, Gabi, gostou?” perguntou Klésia a prima.

“Foi melhor do que com o meu pai”, ela respondeu.

“ Eu disse, né?”.

“Que zuada é essa”, Henrique perguntou. Então percebi também. Alguém gemia do outro lado da parede e eu sabia quem era. Obviamente se tratava de Calebe comendo minha prima e minha tia.

Senti o sangue ferver. Não queria ficar apenas ouvindo.

Tomei a boca de Klésia na minha, apalpando seu corpo por inteiro. Gabi brincava con sua bucetinha enquanto Henrique ficava olhando para a gente.

“Henrique, tá na hora de aprender a pegar numa mulher”, disse, incomodado com a lerdeza dele.

“Minha mãe já me mostrou”, retrucou ele.

“Então já sabe o que fazer”, acenei para Gabi.

Henrique engoliu em seco, mas depois engatinhou pelo sofá até Gabriela, tocando em seu peito. Então em sua xana, enfiando os dedos. Ela arfava lentamente, olhando para ele. Então ele tomou coragem para beijá-la, ainda com a mão enfiada em sua buceta.

Gabriela respondeu passando a mão pelo peito de meu primo, alisando-o.

Eu resolvi deixa-los decidir o que fazer a seguir e voltei minha atenção para Klésia. A ergui pelas coxas a tomando em meu colo e a
Beijei, a seus peitos e seu pescoço.

“Gostou de comer minha prima?”, ela perguntou.

“Gosto de tudo seu.”, respondi.

“Idiota”, nos beijamos, então enfiei nela ainda em pé e comecei a meter, fodendo sua bocetinha da forma que ela mais gostava. Com nossos corpos grudados um no outro. Mordi seu ombro, chupei seu pescoço, beijei sua boca.

Ouvi gemidos do meu primo e olhei para ele.

Henrique, sentado no sofá, recebia uma chupeta de Gabriela, que estava deitada no sofá, balançando as pernas.

Botei Klésia no chão, e falei pra ela chupar meu primo junto de Gabi. Ela fez, juntando-se ao boquete, e empinou o rabo pra mim como eu sabia que faria. Dei três palmadas, deixando manchas vermelhas naquela bunda e então meti fundo em seu cu.

Henrique se contorcia, claramente perdido pelo prazer.

Gabi se levantou, subiu em cima do meu primo, de costas para ele, e ajeitou o pau em sua xana. Começou a rebolar beijando Klésia.

Henrique aguentou mais alguns segundos e então anunciou que ia gozar. Gabi acelerou o ritmo e recebeu tudo dentro dela enquanto Klésia chupava seus peitinho protuberantes.

Meti mais algumas vezes e depois esporrei naquele cu.

Sentamos no sofá e no chão, então descansamos um pouco, antes de ir para o banho.

Henrique curiosamente se tornou bem mais assertivo dentro do banheiro, esfregando o corpo das garotas e as alisando. Embora não tenha rolado mais nada além disso.

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